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OS ALBATROZES: desajeitados em terra, mas ágeis no ar

Quando um navegador baixa dos 20° de latitude sul, poderá ver com certa freqüência o albatroz­errante (Diomedea exulans), maior ave marinha do mundo, planando sobre o oceano com sua majestosa envergadura de até 3,5 metros. Essa é uma dentre as diferentes espécies de albatrozes da família Diomedeidae (ordem Procellariiformes, na taxonomia tradicional, ou Ciconiiformes, segundo a Taxonomia de Sibley­Ahlquist) encontradas nos mares do sul. A família Diomedeidae possui quatro gêneros e 21 espécies, com pelo menos sete ocorrendo no Brasil. Das 21 espécies de albatrozes, 17 vivem nos oceanos do Hemisfério Sul e quatro, nos oceanos do Hemisfério Norte, sendo que 19 delas estão ameaçadas de extinção, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais. Saiba mais...

 

O atual conhecimento da Flora Brasileira: Briófitas

O Brasil conta com cerca de 3.200 táxons de briófitas, sendo 23 táxons de Anthocerotophyta (antóceros), distribuídos em seis gêneros e três famílias; 1023 de Marchantiophyta (hepáticas), em 147 gêneros e 39 famílias e 1154 táxons de Bryophyta (musgos), em 311 gêneros e 76 famílias. Atualmente, 13 pesquisadores desenvolvem trabalhos na área da Briologia no Brasil, destes 11 atuam em seus respectivos estados e apenas dois estudam as briófitas brasileiras de Norte a Sul. Na região Norte do Brasil (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins), há 3 pesquisadores atuando, sendo um em Manaus (AM) e dois em Belém (PA), todos envolvidos em formação de recursos humanos e pesquisas nos respectivos estados, especialmente em taxonomia. Ainda na região Norte, no estado do Acre, pesquisadores do Rio de Janeiro estão estudando a flora briofítica deste estado. Saiba mais...

 

Indicação de Procedência Pinto Bandeira

O Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) deu parecer favorável a concessão da Indicação de Procedência (IP) de vinhos finos e espumantes Pinto Bandeira, área delimitada que integra 6 vinícolas. Essa é a segunda IP de vinhos do Brasil, seguindo o Vale dos Vinhedos. A Indicação de Procedência é uma certificação que aplica conceitos da legislação da propriedade industrial e assegura a origem e padrões de qualidade dos vinhos certificados elaborados pelas vinícolas da Associação dos Produtores de Vinhos de Pinto Bandeira (Asprovinho), detentora da chancela. Segundo o pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, Jorge Tonietto, que coordenou o processo em conjunto com a Asprovinho, Embrapa Clima Temperado, Universidade de Caxias do Sul (UCS) e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o certificado de registro de indicação geográfica deverá ser emitido ainda este ano, quando será lançada oficialmente a Indicação de Procedência de Pinto Bandeira. Saiba mais...

 

Programa Jardim Escola

A finalidade da aula “Briófitas em jardinagem: definição, importância para o ambiente e jardinagem”, no Curso de Capacitação em Técnicas Profissionais de Jardinagem – Programa Jardim Escola é mostrar como tornar um jardim mais belo com as briófitas. Estas plantas contribuem para embelezar, desde uma paisagem até os menores espaços disponíveis. As briófitas são úteis atualmente, quando se verifica diminuição de terras disponíveis para grandes áreas verdes, devido aumento da população e de suas estruturas. Jardins não surgem por si mesmo, inclusive um jardim de briófitas, que requer investimento de tempo inicial e manutenção. Jardins com cobertura de briófitas semelhante a um “carpete” são encontrados no Japão, raramente em outros países. Em geral, as briófitas não são invasoras, a ponto de suplantar um tipo de vegetação; surgem em áreas desnudas, com temperaturas baixas, sombra excessiva e, geralmente, em solo compacto, com fertilidade e pH baixos, doenças, drenagem deficiente ou inadequada. Saiba mais...

 

Efeito de óleos vegetais no controle de Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides

Dentre as principais doenças do algodoeiro no Brasil, destaca-se a ramulose, causada pelo fungo Colletotrichum gossypii South. var. cephalosporioides Costa, como uma das mais importantes dentre as de origem fúngica e bacteriana, principalmente na região do Cerrado (CIA e FUZATTO, 1999). O patógeno causa o aparecimento de manchas necróticas nas folhas. O tecido necrosado rasga-se e destaca-se, originando lesões perfuradas. Por último, são observadas ramificações dos galhos, internódios curtos e intumescidos, deixando a planta com aspecto ramalhudo, caracterizando o principal sintoma conhecido que define o nome da doença. A exploração da atividade biológica de compostos secundários presentes no extrato bruto ou óleos essenciais de plantas, pode constituir, ao lado da indução da resistência, em uma forma alternativa de controle de doenças nas plantas cultivadas. Saiba mais...

 

Avaliação da toxicidade de misturas: o uso de biomarcadores

A contaminação ambiental desconhece barreiras geográficas, atingindo mananciais e seres vivos, mesmo quando gerada a quilômetros de seu ponto de detecção¹. Por isso, é preciso que se pense responsavelmente a questão da geração de poluentes.  Estudos têm demonstrado uma baixa concentração de defensivos agrícolas no ambiente aquático, porém esses valores sofrem grandes aumentos na época de plantio das diferentes culturas, que coincide com o período de maiores taxas pluviométricas. O material que não está ligado à matéria orgânica do solo ou que não foi incorporado pelas plantas acaba sofrendo uma forte lixiviação (deslocamento no perfil do solo), alcançando o ambiente aquático. Saiba mais...

 

Importância da qualidade sanitária de sementes de florestais na produção de mudas

As compensações ambientais como a reposição obrigatória de mata nativa nas propriedades rurais e a recuperação de áreas degradadas, visando atender a rigor das leis federais e estaduais, propiciaram o aumento na demanda de sementes de espécies florestais que constituem insumo básico nos programas de recuperação e conservação de ecossistemas. Desta forma, as sementes de espécies florestais ganharam grande importância para a formação de mudas a serem utilizadas em programa de reflorestamento, recuperação de áreas degradadas, arborização urbana e a preservação das espécies em extinção, entre outras atividades, que necessitam deste insumo. O segmento das espécies florestais vem se organizando de forma efetiva com legislações próprias para atender a demanda de sementes de boa qualidade sanitária e fisiológica. Entretanto, a produção de sementes florestais não é tão simples, pois a maioria das matrizes encontra-se em reservas onde é proibida a extração de material. Saiba mais...

 

Recomendações no manejo sanitário de pisciculturas durante o inverno
Agora que o inverno se aproxima, algumas medidas preventivas são recomendadas para as pisciculturas. A primeira medida consiste em organizar e planejar as atividades para evitar o manejo dos animais nos períodos mais frios. Em segundo lugar utilizar ração de boa qualidade e, se possível, ração formulada para inverno, iniciando antes do período de inverno. Adotar ações de "Boas Práticas de Manejo" na propriedade como medidas de higiene, acompanhamento da qualidade da água, treinamento da mão-de-obra e evitar sobra de ração, são recomendações básicas que devem ser seguidas na rotina de qualquer piscicultura. No inverno, os cuidados com a alimentação e o monitoramento da qualidade da água devem ser redobrados.  Saiba mais...

 

Reconhecido pelo mérito
A imprensa especializada em café noticiou o interesse dos administradores da Bolsa de Nova Iorque em aceitar a origem brasileira para as entregas dos Contratos C negociados por aquela praça. Como já é de amplo conhecimento, saudei essa notícia como a mais relevante para a corrente safra brasileira. Ademais, procurei suscitar as lideranças do agronegócio café em se empenhar por constituir imediatamente lobby, para junto à bolsa, fornecer as informações e estudos necessários e, paralelamente, se interpor a qualquer espécie de oposição que a iniciativa possa reunir (ao menos vigiar os passos dos “hermanos” colombianos). Há cerca de sete anos, por iniciativa dos exportadores brasileiros, houve grande esforço articulado visando o aceite do registro de café lavado brasileiro nas entregas nova-iorquinas. Apesar do sério e competente trabalho desenvolvido, não se obteve o esperado êxito, pois os lobbies colombianos e centro-americanos pressionaram a estrutura legislativa estadunidense que, por sua vez, atuou junto aos administradores da bolsa de Nova Iorque no sentido de descartar essa possibilidade. Saiba mais...

 

IV Seminário Ambicana
18/08/2010

 

Pagamento por Serviços Ambientais
2ª edição

30/07/2010

 

X Curso a distância: Tópicos da Cultura da cana-de-açúcar

23/08/ a 03/12 de 2010

 

Curso Teórico Prático
O Esporo Bacteriano, Caracterização,  Quantificação e Fisiologia

23 a 27/08/2010

 

IX Curso de Manejo de Nutrientes em Cultivo Protegido

30/08 a 03/09 2010

 

III Curso de Pagamento de Serviços Ambientais e Preservação de Nascentes e Corpos d'água
21 a 24/09/2010

 

Curso Extensivo de Produção de Águas e Recuperação de Nascentes
19 a 22/10/2010

 

VII Simpósio Interamericano de Biossólidos
26 a 28 de outubro de 2010

 

XVIII Conference of the International Organization of Citrus Virologists
November 7-12, 2010
 

 

International Symposium on Genetic Resources of Bamboos and Palms - SYMBAMPALM
November 21-25, 2010
 

V Congresso Brasileiro de Biometeorologia

17 a 19 de abril de 2011

 

III Simpósio Brasileiro de Acarologia - SIBAC
25 a 27 de maio de 2011

 

 

Cursos on-line

Sistema Brasileiro de Classificação de Solos: Implicações agrícolas e não agrícolas

 

Introdução ao Manejo de Recursos Fitogenéticos

 

Elaboração de Mapas Usando o Surfer 8

 

Geosetatística Básico

 

Parceiros

 


 

 


 

Bioecologia de Rhyzopertha dominica (Fabricius) 1972 (Coleoptera: Bostrycidae)
A Rhyzopertha dominica (Fabr.) (figura 1), conhecida como besourinho dos cereais, é um coleóptero da família Bostrychidae que destrói consideravelmente os grãos deixando-os perfurados e produzindo grande quantidade de resíduos na forma de farinha em decorrência de seus hábitos alimentares, chegando a destruir de 5 a 6 vezes o seu próprio peso em uma semana (Poy, 1991). É a principal praga do trigo armazenado no nosso país, sendo considerada uma das pragas mais destrutivas de grãos armazenados no mundo, devido à alta incidência e a grande dificuldade de se evitar os prejuízos que causa aos grãos (Lorini, 2008) (figura 2). Este inseto pode ser considerado como o menor broqueador dos cereais que existe, o adulto mede de 2 a 3 mm (Loeck, 2002). Saiba mais...

 

Coleções de micro-organismos: experiência global

Um acontecimento marcante para a comunidade científica mundial é a realização da XII Conferência Internacional sobre Coleções de Culturas (ICCC12), Florianópolis, SC, de 26 de setembro a 1o de outubro de 2010. A infraestrutura das coleções para o avanço da ciência e tecnologia; o impacto da informação e comunicação; desafios para a preservação de recursos biológicos; certificação e acreditação e formação de redes de atividades e cooperação internacional são alguns dos temas a serem debatidos como requisitos para a melhoria da qualidade das coleções. Os micro-organismos, importantes agentes na interação com outras formas de vida ou mesmo livres na natureza, continuam a desafiar os pesquisadores quanto ao seu múltiplo papel para o avanço da ciência e tecnologia. Saiba mais...

 

Uso de porta­enxertos – Tecnologia simples e fundamental na cultura da videira
Os porta­enxertos de videira, conhecidos popularmente como cavalos ou uva brava, são variedades selecionadas de espécies americanas de
Vitis,ou híbridos de duas ou mais espécies americanas ou, ainda, de uma ou mais espécies americanas com variedades de Vitisvinifera. No geral não produzem frutos ou produzem cachos e bagas pequenas, sem valor comercial (Fig 28). No entanto, são vigorosos e apresentam sistema radicular resistente às pragas e às situações adversas do solo, transmitindo seu vigor e resistência às variedades enxertadas.
Atualmente, os porta­enxertos são o fundamento da viticultura na maior parte das regiões do mundo onde ela é praticada, sendo raros os locais nos quais é possível se prescindir de seu uso, seja pelo isolamento geográfico ou climático, ou ainda, por condições específicas de solo que impossibilitem a sobrevivência de pragas. Mesmo nestas regiões privilegiadas, como no Chile, por exemplo, as diversas vantagens do uso de porta­enxertos vêm fazendo com que os produtores adotem o seu uso, mesmo que isso não se faça necessário. O uso de porta­enxertos na viticultura representa uma tecnologia simples, mas de resultados significativos.  Saiba mais...

 

Bioecologia de Sitotroga cerealella Oliver 1789 (Lepidoptera: Gelechiidae).
A espécie Sitotroga cerealella Oliver, conhecida como traça-dos-cereais, pertence à ordem Lepidoptera compreendendo a família Gelechiidae (Athié & Paula, 2002). Segundo Elias & Oliveira (2008) esta é uma praga primária, ataca grãos inteiros, que afeta a superfície da massa de grãos. As larvas destroem o grão, alterando o peso e a qualidade deste. Também ocorre ataque as farinhas, nas quais se desenvolve, causando deterioração de produto pronto para consumo. Segundo Barrer (1981) S. cerealella pode infestar grãos em desenvolvimento ou maturação no campo, podendo sobreviver por várias gerações mudando de um hospedeiro para outro. Porém, este autor relata que a maioria das infestações no campo se origina, provavelmente, da proximidade do local de armazenamento com o campo. Os adultos são capazes de infestar culturas no campo situadas em torno de 1 km do armazenamento. Saiba mais... 

 

A leucemia bovina: o produtor fazendo a sua parte
Representa um grande desafio a toda cadeia produtiva da bovinocultura brasileira a eliminação do Vírus da Leucemia Bovina (VLB) nos rebanhos. Nos animais, esse vírus causa a Leucemia Bovina (LB), que é uma doença infecto-contagiosa de caráter crônico e que tem um período de incubação de dois a cinco anos. A infecção provoca uma diminuição na produtividade e um aumento na mortalidade dos animais. Atualmente, ela está distribuída em todo mundo, com diferentes percentuais entre países e rebanhos. Países da União Europeia como a Dinamarca, Suécia, Inglaterra e outros como Canadá e EUA têm programas sanitários para controle e erradicação do vírus. Saiba mais...

 

Bioecologia de Sitophilus zeamais Motschulsky 1885 (Coleoptera: Curculionidae)
Uma das principais pragas de grãos armazenados no milho é o Sitophilus zeamais Motschulsky (Coleoptera: Curculionidae) popularmente conhecido como gorgulho do milho. Trata-se de uma praga primária e cosmopolita onde os adultos medem 2,0 a 3,5 mm, de coloração castanho-escura com manchas claras nos élitros (asas anteriores), bem visíveis após emergência. Possui a cabeça projetada a frente na forma de rostro curvado. Os machos apresentam rostro curto e grosso, as fêmeas apresentam rostro mais longo e afilado (Lorini & Schneider, 1994; Loeck, 2002). Esta espécie apresenta infestação cruzada, que é a capacidade de infestar os grãos tanto no campo quanto no armazenamento, elevado potencial de multiplicação e possui muitos hospedeiros como trigo, arroz, milho, cevada e triticale (Lorini, 2008). Os danos decorrem da redução de peso e da qualidade do grão (Lorini & Schneider, 1994). Saiba mais...

Babosa: uma planta bioativa de múltiplas finalidades
A babosa, ou aloés, é uma planta de origem africana, amplamente conhecida na cultura popular mundial e brasileira, especialmente por suas propriedades medicinais no tratamento de queimaduras e doenças da pele. Na indústria de cosméticos, a babosa é identificada, também, por seu nome científico, Aloe vera ou, ainda, Aloe barbadensis e possui grande aplicação na produção de xampus e sabonetes. Contudo, seu uso remonta à história de muitos povos, como egípcios, judeus, árabes e africanos. Na Bíblia, é citado o seu uso na aromatização de ambientes. Embora a espécie mais conhecida e estudada seja a Aloe vera, existem pelo menos outras 350 espécies, algumas com ocorrência no Brasil. Este fato justifica um cuidado maior na identificação da espécie, uma vez que elas possuem propriedades terapêuticas diferentes, bem como efeitos toxicológicos distintos. Saiba mais...

 

Biogás da agrosuinocultura: alternativa energética na borda do pantanal
O Plano Decenal de Expansão do Setor Elétrico Brasileiro para o período 2008-2017 prevê a construção de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) com potência igual ou inferior a 10 MW. De acordo com despachos da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), publicados no Diário Oficial da União (DOU) em 10 de março de 2010, a data limite para a formulação dos Projetos Básicos das PCHs de Calcutá, Lagoa Alta, Maringá e Ponte Vermelha na Bacia do Alto Taquari (BAT) foi prorrogada para 23 de agosto de 2010. Essas quatro PCHs têm o potencial programado de gerar conjuntamente 18,5 MW de potência. Saiba mais...

 

Agroecologia: Conceitos
Agroecologia é uma ciência que fornece os princípios ecológicos básicos para o estudo e tratamento de ecossistemas tanto produtivos quanto preservadores dos recursos naturais, e que sejam culturalmente sensíveis, socialmente justos e economicamente viáveis, proporcionando assim, um agroecossistema sustentável. A abordagem agroecológica da produção busca desenvolver agroecossistemas com uma dependência mínima de insumos agroquímicos e energéticos externos. Saiba mais...

 

Bioecologia de Ephestia kuehniella Zeller 1879 (Lepidoptera: Pyralidae)
Ephestia kuehniella Zeller é um Lepidóptero da família Pyralidae de nome comum traça-da-farinha e ataca vários produtos armazenados, entre os quais podemos citar milho, arroz, trigo e até mesmo rações. Porém apresenta preferência por farinhas, farelos, fubás e outros produtos, sendo uma praga importante em moinhos (Dobie et al., 1984; Gallo et al., 2002). Segundo Loeck (2002) esta espécie é considerada secundária e pode atacar insetos mortos. Segundo este autor esta espécie ao tecer sua seda pode paralisar o maquinário de moinhos. E. kuehniella tece a seda na fase larval para formar um casulo que irá dar proteção na fase de pupa. Saiba mais...

 

Nutrição e imunidade em aves

A saúde das aves é um fator com profundas implicações para a indústria avícola, devido aos desafios sanitários associados com as práticas de produção intensiva, envolvendo as variáveis de manejo, genética e nutrição. As aves precisam de mecanismos de defesa contra agentes infecciosos e resistir à sua proliferação, o que pode resultar em doença, sendo o sistema imunológico das aves, o responsável pela defesa delas. Uma das áreas da pesquisa que mais tem atraído a atenção dos técnicos em avicultura é a imunomodulação por meio da nutrição. Há estudos nos quais os efeitos de doses de vitaminas, minerais e aminoácidos sobre a imunidade humoral e celular têm sido relatados. As vitaminas são nutrientes essenciais para o desenvolvimento animal, participam no metabolismo como imunomoduladores para melhorar as funções imunológicas e a resistência a infecções em aves e outros animais domésticos. Saiba mais...

 

Água - Parte II : KH (Dureza de carbonatos); Alcalinidade; DH (dureza total); CO2 (gás carbônico)
A dureza de carbonatos também é conhecida como dureza em carbonatos, dureza carbonatada, alcalinidade/KH, potencial alcalino, capacidade de tamponamento, dureza temporária ou fração instável da dureza total. A dureza de carbonatos/carbonatada se refere apenas aos carbonatos e bicarbonatos dissolvidos na água, pois existem outros compostos, inclusive alguns fosfatos, silicatos e outros que também possuem o efeito tampão. Cuidado: os testes/kites para determinação de KH, na maioria das vezes, para esta variável medem e/ou nos dão idéia, portanto da alcalinidade total, e não apenas os carbonatos e bicarbonatos dissolvidos na água. Esses testes não deixam de ser corretos, pois em ambientes fechados (tanques de criação, aquários), os principais compostos alcalinos são os bicarbonatos e os carbonatos.
Saiba mais...

Mosaico da roseira
A rosa (Rosa sp., Rosaceae) na sua forma selvagem existe há 35 milhões de anos, de acordo com a datação de fósseis encontrados no Extremo Oriente, Europa e EUA, e os primeiros exemplares parecem ter sido cultivados nos jardins da China, há 5.000 anos. Na antiguidade, os romanos aprenderam com os gregos a admirar as flores que eram plantadas principalmente em mosteiros, na Idade Média. A rosa passou a ser a flor preferida do Império Romano, a tal ponto que Roma passou a produzir e consumir flores, principalmente rosas importadas do Egito. Com a grande demanda, o preço começou a se elevar e passou a ser um produto altamente rentável. Assim, os lavradores substituíram o cultivo do trigo pelo das rosas, o que provocou sérios problemas econômicos. Muitas espécies foram perdidas durante a queda do Império Romano e a invasão da Europa pelos muçulmanos. Após a conquista da Pérsia, no século VII, os muçulmanos desenvolveram gosto pelas rosas e, na medida em que o Império se expandiu da Índia à Espanha, muitas variedades foram novamente introduzidas na Europa (“old roses”) e, posteriormente, nas diversas regiões do mundo (“modern roses”). Atualmente, existem cerca de 30.000 variedades de rosas com as mais diversas formas e cores, resultantes de cruzamentos entre Rosa odorata, R. multiflora, R. pensilla, R. semperflorens, R. chinensis entre outras. Saiba mais...

Controle da murcha bacteriana em substrato para plantio
A murcha bacteriana, causada por Ralstonia solanacearum (anteriormente denominada Pseudomonas solanacearum), é uma das mais importantes doenças de plantas de origem bacteriana. R. solanacearum é habitante do solo e já foi relatada até em áreas recém-desbravadas. Essa bactéria é encontrada em todo o mundo, especialmente em regiões tropicais e subtropicais, e possui uma ampla gama de hospedeiros, tendo sido descrita em mais de 200 espécies vegetais, incluindo batata, tomate, pimentão, berinjela, banana, helicônia, pepino, abóbora-de-moita, eucalipto, fumo e plantas daninhas. No Brasil, ela se encontra disseminada por quase todo o território nacional, causando prejuízos em diversas culturas. Saiba mais...

 

Nem dependência nem morte

A sociedade brasileira completa 25 anos de democracia plena, sob o mandamento de eleições amplas e sucessão saudável de orientações políticas na condução da Nação. Concomitantemente, a sociedade civil aprendeu a se organizar, ecoando seus pleitos junto às estruturas de tomada de decisão, conferindo maior vitalidade para a organização política do país. Por mais reconhecidos que sejam os defeitos da democracia brasileira, temos que aceitar que ainda não se descobriu outra forma melhor para se organizar o convívio social. A manifestação da sociedade civil em muitas ocasiões concentra-se apenas na denúncia carecendo de uma via afirmativa que os libertem de posições sinucadas, que até podem atrair a atenção dos inconformados, mas que não constituem bases para o avanço do conhecimento e, conseqüentemente, das suas ações. Saiba mais...

 

Técnicas para o diagnóstico da bronquite infecciosa das galinhas

O Brasil é um dos principais países produtores de carne de frango, sendo que em 2009 produziu 10,9 milhões de toneladas, o que corresponde a 15,3% da produção mundial. Atualmente, o país é o terceiro maior produtor e o maior exportador de carne de frango, comercializando este produto para mais de 150 países. Os dados acima mencionados revelam a importância desta atividade para a economia nacional e como se faz necessário conhecer e controlar a ocorrência das doenças que acometem as aves. Neste contexto, a bronquite infecciosa das galinhas (BIG) é uma doença viral, de caráter agudo, altamente infecciosa, sendo comum em países com grandes plantéis de aves comerciais. Surtos da doença acarretam prejuízos econômicos para a indústria avícola devido à perda de peso e à diminuição da conversão alimentar das aves, além de provocarem quedas na produção e na qualidade dos ovos. Saiba mais...

 

Avança o conhecimento sobre o pinhão-manso com publicações técnicas da Embrapa Agroenergia
A procura de fontes alternativas para a produção de biodiesel encontra como alternativa o pinhão-manso, que apresenta um teor elevado de óleo de boa qualidade para a produção do bicombustível.
O rendimento potencial de frutos de pinhão manso varia de 2 a 5 toneladas/ por hectare por ano, dependendo do cultivar, solo, nutrientes e condições de precipitação Os grãos contêm entre 30 e 35% de óleo É uma das poucas oleaginosas que não compete diretamente com a agricultura de alimentos, sendo compatível com perfil da agricultura familiar. Apesar das inúmeras potencialidades do pinhão manso, diversos fatores devem ser solucionados para efetiva utilização da espécie no Brasil. Dentre eles estão o conhecimento da variabilidade genética disponível para programas de melhoramento e a possibilidade de utilização da torta, resíduo da extração do óleo, no arraçoamento de animais, a exemplo do que acontece com a de soja. Saiba mais...  

 

Cuidados no preparo do café cereja

Independente do tipo de colheita, manual ou mecanizada, o importante é manter a planta de café enfolhada, vigorosa e sadia. A arte de produzir café é produzir folhas, que serão essenciais na boa formação das flores, pegamento dos frutos e dos grãos. Não adianta um bom preparo no pós-colheita se não houver trato culturais adequados como: adubação equilibrada, de acordo com análise de solo e folha, controle de pragas, principalmente brocas que afetam diretamente a qualidade; controle de doenças, evitando talhões que tenham sido atacados por ferrugem e cercosporiose, e controle de plantas daninhas pra não ocorrer deficiência de nutrientes e grãos chochos. Saiba mais...

 

Agricultura de precisão e a rastreabilidade de produtos agrícolas

            Segundo Toledo (2001), o sistema de rastreabilidade pode ser informatizado ou não e deve permitir rastrear informações de diferentes tipos (referente ao processo, produto, pessoal e ou serviço) a jusante e ou montante de um elo de cadeia ou de um departamento interno de uma empresa. A rastreabilidade possibilita ter um histórico do produto, sendo que a complexidade do conteúdo deste histórico dependerá do objetivo a que se pretende alcançar. Este objetivo pode ser influenciado pelas estratégias adotadas e pelo ambiente externo em que a empresa está inserida. Saiba mais...

 

Aspectos morfológicos, biologia, danos e controle do percevejo-do-colmo-do-arroz, Tibraca limbativentris Stal, 1860
O Percevejo-do-colmo-do-arroz é considerado um dos insetos mais prejudiciais à cultura do arroz no Brasil, principalmente em cultivos irrigados (Ferreira et al. 1997; Martins et al.,2004). As posturas de Tibraca limbativentris ocorrem na superfície das folhas e possuem, aproximadamente, 20 ovos agrupados dispostos alternadamente em duas ou mais fileiras. Os ovos são de formato cilíndricos, medindo 1 mm de comprimento e 0,8 mm de largura possuem coloração esverdeada, escurecendo com a proximidade da eclosão (Botton et al., 1996; Ferreira et al., 1997; Silva et al., 2004). O período ninfal apresenta cinco ínstares. No primeiro, as ninfas têm 1,5 mm de comprimento e 1,0 mm de largura, são de coloração marrom avermelhado, sendo o abdome verde amarelado com manchas marrons. Saiba mais...

 

Bioecologia de Lasioderma serricorne Fabricius 1792 (Coleoptera: Anobiidae)
A espécie Lasioderma serricorne Fabricius (Coleoptera: Anobiidae), popularmente conhecida como bicho do fumo, é encontrada em regiões tropicais, subtropicais e temperadas do mundo (Athié & Paula, 2002). De acordo com Loeck (2002) esta é uma praga primária normalmente encontrada atacando fumo armazenado, porém não apresenta preferência, sendo muito voraz e atacando até produtos de origem animal. Ataca oleaginosas, cereais, grãos de cacau, farinhas, especiarias e frutas secas. Segundo Velasquez & Trivelli (1983) quando estes insetos são submetidos à temperatura de 35 °C, a eclosão se dá após cinco a seis dias, enquanto a 22 °C ocorre após cerca de 22 dias. Saiba mais...

 

Mercado de crédito de Carbono
O efeito estufa é produzido por uma camada natural de gases na atmosfera da que protege a terra da diminuição excessiva de temperatura, impedindo que o calor se dissipe em níveis que façam o planeta se resfriar em demasia. No final dos anos 60, alguns pesquisadores começaram a perceber uma intensificação desse fenômeno. Eles alertam para o fato de que as enormes emissões de dióxido de carbono (CO2), além de outros gases, o oxido nitroso (N2O) e o metano (CH4) entre outro que absorve maior radiação infravermelha, estariam contribuindo para o aumento da camada natural de gases na atmosfera que produz esse fenômeno. Nesse grupo de gases, o CO2 tem a maior participação com 60% ( IPCC, 2000 e Cole et al., 1995). O problema é que a queima de combustíveis fósseis lança quantidades excessivas desses gases na atmosfera, provocando um aquecimento anormal no planeta. Saiba mais...

 

Dez dicas para montar hortas ecológicas
Intercalar espécies: para melhorar o uso do solo é interessante misturar, no mesmo canteiro, espécies com características diferentes, como plantas que produzem frutos com plantas que produzem folhas, ou plantas que produzem flores com plantas que produzem raiz. Usar plantas companheiras: certas plantas gostam da companhia de outras, ajudando-se mutuamente através de reações bioquímicas. Alguns exemplos de grupos de plantas que são companheiras: · Tomate, pimentão ou berinjela + alface ou chicória; ·Abóbora, pepino, chuchu ou melão + feijão ou ervilha + milho; Alface ou chicória + cenoura ou rabanete; Berinjela + feijão;   Beterraba + couve ou salsão; Cenoura + alface ou tomate; Repolho, brócolis, couve-flor ou repolho + cenoura, beterraba, feijão. Saiba mais...

O programa nacional de produção de biodiesel e as sementes CATI
A preocupação com o aumento dos gases do efeito estufa tem acelerado, em todo o mundo, a busca por tecnologias limpas na produção dos combustíveis líquidos. O uso de biocombustíveis derivados da biomassa é a melhor alternativa no momento, tanto pelo prisma ambiental quanto pelo econômico, como pode ser constatado na substituição da gasolina pelo etanol ou na do diesel fóssil pelo biodiesel.  A produção de biodiesel em escala industrial, teve inicio com a criação do Programa Nacional de Produção de Biodiesel, pela Lei 11.097, de 13 de janeiro de 2005 e, em breve espaço de tempo, ou seja, pouco mais de quatro anos, estamos produzindo 1,6 bilhão de litros de biodiesel, satisfazendo a obrigatoriedade da adição de 4 % de biodiesel ao diesel fóssil consumido em todo território nacional. Para este pequeno percentual de adição de biodiesel, que se constitui num grande volume, é preciso considerável produção de oleaginosas. Para que isso ocorra, não basta termos 200 espécies com potencial de produção de óleo, como é apregoado constantemente, há necessidade de ações concretas para que haja disponibilidade de sementes de espécies que tenham capacidade de produzir grandes colheitas com viabilidade econômica, sem comprometer o meio ambiente. Saiba mais...

Associativismo entre vendedores de leite em MS: melhor para o bolso do produtor e para a saúde do consumidor
O associativismo no meio rural proporciona condições para que seus integrantes façam frente aos grandes empreendimentos, aumentando o volume de comercialização e, consequentemente, seu poder de negociação. Além disso, favorece o acesso a políticas públicas e novas tecnologias. Uma experiência bastante particular e promissora é vivida pelos produtores e vendedores ambulantes de leite de Dourados e região. No Brasil, estima-se que entre 29 e 30% do leite comercializado seja informal ou clandestino, sendo vendido diretamente ao consumidor sem qualquer garantia de que atendam às condições mínimas de higiene. O consumo de leite informal pode levar a transmissão de doenças infectocontagiosas como brucelose, tuberculose e salmonelose, entre outras, além de poder veicular toxinas. Saiba mais...

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