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Bioecologia
de Rhyzopertha dominica (Fabricius) 1972 (Coleoptera:
Bostrycidae)
A Rhyzopertha dominica
(Fabr.) (figura 1), conhecida como besourinho dos cereais, é um
coleóptero da família Bostrychidae que destrói consideravelmente os
grãos deixando-os perfurados e produzindo grande quantidade de resíduos
na forma de farinha em decorrência de seus hábitos alimentares, chegando
a destruir de 5 a 6 vezes o seu próprio peso em uma semana (Poy, 1991).
É a principal praga do trigo armazenado no nosso país, sendo considerada
uma das pragas mais destrutivas de grãos armazenados no mundo, devido à
alta incidência e a grande dificuldade de se evitar os prejuízos que
causa aos grãos (Lorini, 2008) (figura 2). Este inseto pode ser
considerado como o menor broqueador dos cereais que existe, o adulto
mede de 2 a 3 mm (Loeck, 2002).
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Coleções de micro-organismos: experiência global
Um
acontecimento marcante para a comunidade científica mundial é a
realização da XII Conferência Internacional sobre Coleções de
Culturas (ICCC12), Florianópolis, SC, de 26 de setembro a 1o
de outubro de 2010. A infraestrutura das coleções para o avanço
da ciência e tecnologia; o impacto da informação e comunicação;
desafios para a preservação de recursos biológicos; certificação
e acreditação e formação de redes de atividades e cooperação
internacional são alguns dos temas a serem debatidos como
requisitos para a melhoria da qualidade das coleções. Os
micro-organismos, importantes agentes na interação com outras
formas de vida ou mesmo livres na natureza, continuam a desafiar
os pesquisadores quanto ao seu múltiplo papel para o avanço da
ciência e tecnologia.
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Uso
de portaenxertos – Tecnologia simples e fundamental na cultura da
videira
Os portaenxertos de videira, conhecidos
popularmente como cavalos ou uva brava, são variedades
selecionadas de espécies americanas de
Vitis,ou
híbridos de duas ou mais espécies americanas ou, ainda, de uma
ou mais espécies americanas com variedades de
Vitisvinifera.
No geral não produzem frutos ou produzem cachos e bagas
pequenas, sem valor comercial (Fig 28). No entanto, são
vigorosos e apresentam sistema radicular resistente às pragas e
às situações adversas do solo, transmitindo seu vigor e
resistência às variedades enxertadas.
Atualmente, os portaenxertos são
o fundamento da viticultura na maior parte das regiões do mundo
onde ela é praticada, sendo raros os locais nos quais é possível
se prescindir de seu uso, seja pelo isolamento geográfico ou
climático, ou ainda, por condições específicas de solo que
impossibilitem a sobrevivência de pragas. Mesmo nestas regiões
privilegiadas, como no Chile, por exemplo, as diversas vantagens
do uso de portaenxertos vêm fazendo com que os produtores
adotem o seu uso, mesmo que isso não se faça necessário. O uso
de portaenxertos na viticultura representa uma tecnologia
simples, mas de resultados significativos. Saiba mais...
Bioecologia
de Sitotroga cerealella
Oliver 1789 (Lepidoptera: Gelechiidae).
A espécie Sitotroga cerealella Oliver, conhecida como
traça-dos-cereais, pertence à ordem Lepidoptera compreendendo a
família Gelechiidae (Athié & Paula, 2002). Segundo Elias & Oliveira
(2008) esta é uma praga primária, ataca grãos inteiros, que afeta a
superfície da massa de grãos. As larvas destroem o grão, alterando o
peso e a qualidade deste. Também ocorre ataque as farinhas, nas
quais se desenvolve, causando deterioração de produto pronto para
consumo.
Segundo Barrer (1981) S. cerealella pode infestar grãos em
desenvolvimento ou maturação no campo, podendo sobreviver por várias
gerações mudando de um hospedeiro para outro. Porém, este autor
relata que a maioria das infestações no campo se origina,
provavelmente, da proximidade do local de armazenamento com o campo.
Os adultos são capazes de infestar culturas no campo situadas em
torno de 1 km
do armazenamento.
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A
leucemia bovina: o produtor fazendo a sua parte
Representa um grande desafio a toda
cadeia produtiva da bovinocultura brasileira a eliminação do Vírus
da Leucemia Bovina (VLB) nos rebanhos. Nos animais, esse vírus causa
a Leucemia Bovina (LB), que é uma doença infecto-contagiosa de
caráter crônico e que tem um período de incubação de dois a cinco
anos. A infecção provoca uma diminuição na produtividade e um
aumento na mortalidade dos animais. Atualmente, ela está distribuída em
todo mundo, com diferentes percentuais entre países e rebanhos.
Países da União Europeia como a Dinamarca, Suécia, Inglaterra e
outros como Canadá e EUA têm programas sanitários para controle e
erradicação do vírus.
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Bioecologia
de Sitophilus zeamais Motschulsky 1885 (Coleoptera: Curculionidae)
Uma das principais pragas de grãos armazenados no milho é o
Sitophilus zeamais Motschulsky (Coleoptera: Curculionidae)
popularmente conhecido como gorgulho do milho. Trata-se
de uma praga primária e cosmopolita onde os adultos medem 2,0 a 3,5
mm, de coloração castanho-escura com manchas claras nos élitros
(asas anteriores), bem visíveis após emergência. Possui a cabeça
projetada a frente na forma de rostro curvado. Os machos apresentam
rostro curto e grosso, as fêmeas apresentam rostro mais longo e
afilado (Lorini & Schneider, 1994; Loeck, 2002).
Esta
espécie apresenta infestação cruzada, que é a capacidade de infestar
os grãos tanto no campo quanto no armazenamento, elevado potencial
de multiplicação e possui muitos hospedeiros como trigo, arroz,
milho, cevada e triticale (Lorini, 2008). Os danos
decorrem da redução de peso e da qualidade do grão (Lorini &
Schneider, 1994).
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Babosa:
uma planta bioativa de múltiplas finalidades
A babosa, ou aloés, é
uma planta de origem africana, amplamente conhecida na cultura
popular mundial e brasileira, especialmente por suas propriedades
medicinais no tratamento de queimaduras e doenças da pele. Na
indústria de cosméticos, a babosa é identificada, também, por seu
nome científico, Aloe vera ou, ainda, Aloe barbadensis
e possui grande aplicação na produção de xampus e sabonetes.
Contudo, seu uso remonta à história de muitos povos, como egípcios,
judeus, árabes e africanos. Na Bíblia, é citado o seu uso na
aromatização de ambientes. Embora a espécie mais
conhecida e estudada seja a Aloe vera, existem pelo menos
outras 350 espécies, algumas com ocorrência no Brasil. Este fato
justifica um cuidado maior na identificação da espécie, uma vez que
elas possuem propriedades terapêuticas diferentes, bem como efeitos
toxicológicos distintos.
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Biogás
da agrosuinocultura: alternativa energética na borda do pantanal
O
Plano Decenal de Expansão do Setor Elétrico Brasileiro para o
período 2008-2017 prevê a construção de Pequenas Centrais
Hidrelétricas (PCHs) com potência igual ou inferior a 10 MW. De
acordo com despachos da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL),
publicados no Diário Oficial da União (DOU) em 10 de março de 2010,
a data limite para a formulação dos Projetos Básicos das PCHs de
Calcutá, Lagoa Alta, Maringá e Ponte Vermelha na Bacia do Alto
Taquari (BAT) foi prorrogada para 23 de agosto de 2010. Essas quatro
PCHs têm o potencial programado de gerar conjuntamente 18,5 MW de
potência.
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Agroecologia: Conceitos
Agroecologia é
uma ciência que
fornece os princípios ecológicos básicos para o estudo e tratamento
de ecossistemas tanto produtivos quanto preservadores dos recursos
naturais, e que sejam culturalmente sensíveis, socialmente justos e
economicamente viáveis, proporcionando assim, um agroecossistema
sustentável. A abordagem agroecológica da produção busca desenvolver
agroecossistemas com uma dependência mínima de insumos agroquímicos
e energéticos externos.
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Bioecologia
de Ephestia kuehniella Zeller 1879 (Lepidoptera: Pyralidae)
Ephestia kuehniella
Zeller é um Lepidóptero da família Pyralidae de nome
comum traça-da-farinha e ataca vários produtos armazenados, entre os
quais podemos citar milho, arroz, trigo e até mesmo rações. Porém
apresenta preferência por farinhas, farelos, fubás e outros
produtos, sendo uma praga importante em moinhos (Dobie et al., 1984;
Gallo et al., 2002). Segundo Loeck (2002) esta espécie é considerada
secundária e pode atacar insetos mortos. Segundo este autor esta
espécie ao tecer sua seda pode paralisar o maquinário de moinhos. E. kuehniella tece a seda na fase larval para formar um casulo
que irá dar proteção na fase de pupa.
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Nutrição e imunidade em aves
A saúde das aves é um fator com
profundas implicações para a indústria avícola, devido aos desafios
sanitários associados com as práticas de produção intensiva,
envolvendo as variáveis de manejo, genética e nutrição. As aves
precisam de mecanismos de defesa contra agentes infecciosos e
resistir à sua proliferação, o que pode resultar em doença, sendo o
sistema imunológico das aves, o responsável pela defesa delas.
Uma das áreas da pesquisa que mais tem
atraído a atenção dos técnicos em avicultura é a imunomodulação por
meio da nutrição. Há estudos nos quais os efeitos de doses de
vitaminas, minerais e aminoácidos sobre a imunidade humoral e
celular têm sido relatados. As vitaminas são nutrientes essenciais
para o desenvolvimento animal, participam no metabolismo como
imunomoduladores para melhorar as funções imunológicas e a
resistência a infecções em aves e outros animais domésticos.
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Água
- Parte II : KH (Dureza de carbonatos); Alcalinidade; DH (dureza
total); CO2 (gás carbônico)
A dureza de carbonatos também é conhecida como dureza em carbonatos,
dureza carbonatada, alcalinidade/KH, potencial alcalino, capacidade
de tamponamento, dureza temporária ou fração instável da dureza
total. A dureza de carbonatos/carbonatada se refere apenas aos
carbonatos e bicarbonatos dissolvidos na água, pois existem outros
compostos, inclusive alguns fosfatos, silicatos e outros que também
possuem o efeito tampão. Cuidado: os testes/kites para determinação
de KH, na maioria das vezes, para esta variável medem e/ou nos dão
idéia, portanto da alcalinidade total, e não apenas os carbonatos e
bicarbonatos dissolvidos na água. Esses testes não deixam de ser
corretos, pois em ambientes fechados (tanques de criação, aquários),
os principais compostos alcalinos são os bicarbonatos e os
carbonatos.
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Mosaico
da roseira
A rosa (Rosa sp., Rosaceae)
na sua forma selvagem existe há 35 milhões de anos, de acordo com a
datação de fósseis encontrados no Extremo Oriente, Europa e EUA, e
os primeiros exemplares parecem ter sido cultivados nos jardins da
China, há 5.000 anos. Na antiguidade, os romanos aprenderam com os
gregos a admirar as flores que eram plantadas principalmente em
mosteiros, na Idade Média. A rosa passou a ser a flor preferida do
Império Romano, a tal ponto que Roma passou a produzir e consumir
flores, principalmente rosas importadas do Egito. Com a grande
demanda, o preço começou a se elevar e passou a ser um produto
altamente rentável. Assim, os lavradores substituíram o cultivo do
trigo pelo das rosas, o que provocou sérios problemas econômicos.
Muitas espécies foram perdidas durante a queda do Império Romano e a
invasão da Europa pelos muçulmanos. Após a conquista da Pérsia, no
século VII, os muçulmanos desenvolveram gosto pelas rosas e, na
medida em que o Império se expandiu da Índia à Espanha, muitas
variedades foram novamente introduzidas na Europa (“old roses”) e,
posteriormente, nas diversas regiões do mundo (“modern roses”).
Atualmente, existem cerca de 30.000 variedades de rosas com as mais
diversas formas e cores, resultantes de cruzamentos entre Rosa
odorata, R. multiflora,
R. pensilla, R.
semperflorens, R. chinensis entre outras.
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Controle da murcha bacteriana em
substrato para plantio
A murcha bacteriana, causada por Ralstonia
solanacearum (anteriormente denominada Pseudomonas
solanacearum), é uma das mais importantes doenças de plantas de
origem bacteriana. R. solanacearum é habitante do solo e já
foi relatada até em áreas recém-desbravadas. Essa bactéria é
encontrada em todo o mundo, especialmente em regiões tropicais e
subtropicais, e possui uma ampla gama de hospedeiros, tendo sido
descrita em mais de 200 espécies vegetais, incluindo batata, tomate,
pimentão, berinjela, banana, helicônia, pepino, abóbora-de-moita,
eucalipto, fumo e plantas daninhas. No Brasil, ela se encontra
disseminada por quase todo o território nacional, causando prejuízos
em diversas culturas.
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Nem dependência nem morte
A sociedade brasileira completa 25 anos de democracia
plena, sob o mandamento de eleições amplas e sucessão saudável de
orientações políticas na condução da Nação. Concomitantemente, a
sociedade civil aprendeu a se organizar, ecoando seus pleitos junto às
estruturas de tomada de decisão, conferindo maior vitalidade para a
organização política do país. Por mais reconhecidos que sejam os
defeitos da democracia brasileira, temos que aceitar que ainda não se
descobriu outra forma melhor para se organizar o convívio social. A manifestação da sociedade civil em
muitas ocasiões concentra-se apenas na denúncia carecendo de uma via
afirmativa que os libertem de posições sinucadas, que até podem atrair a
atenção dos inconformados, mas que não constituem bases para o avanço do
conhecimento e, conseqüentemente, das suas ações.
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Técnicas para o diagnóstico da bronquite infecciosa das galinhas
O Brasil é um dos principais países
produtores de carne de frango, sendo que em 2009 produziu 10,9
milhões de toneladas, o que corresponde a 15,3% da produção mundial.
Atualmente, o país é o terceiro maior produtor e o maior exportador
de carne de frango, comercializando este produto para mais de 150
países. Os dados acima mencionados revelam a
importância desta atividade para a economia nacional e como se faz
necessário conhecer e controlar a ocorrência das doenças que
acometem as aves. Neste contexto, a bronquite infecciosa
das galinhas (BIG) é uma doença viral, de caráter agudo, altamente
infecciosa, sendo comum em países com grandes plantéis de aves
comerciais. Surtos da doença acarretam prejuízos econômicos para a
indústria avícola devido à perda de peso e à diminuição da conversão
alimentar das aves, além de provocarem quedas na produção e na
qualidade dos ovos.
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Avança o conhecimento sobre o pinhão-manso com publicações técnicas
da Embrapa Agroenergia
A
procura de fontes alternativas para a produção de biodiesel encontra
como alternativa o pinhão-manso, que apresenta um teor elevado de
óleo de boa qualidade para a produção do bicombustível.
O
rendimento potencial de frutos de pinhão manso varia de 2 a 5
toneladas/ por hectare por ano, dependendo do cultivar, solo,
nutrientes e condições de precipitação Os grãos contêm entre 30 e
35% de óleo É uma das poucas oleaginosas que não compete diretamente
com a agricultura de alimentos, sendo compatível com perfil da
agricultura familiar. Apesar das
inúmeras potencialidades do pinhão manso, diversos fatores devem ser
solucionados para efetiva utilização da espécie no Brasil. Dentre
eles estão o conhecimento da variabilidade genética disponível para
programas de melhoramento e a possibilidade de utilização da torta,
resíduo da extração do óleo, no arraçoamento de animais, a exemplo
do que acontece com a de soja.
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Cuidados
no preparo do café cereja
Independente do
tipo de colheita, manual ou mecanizada, o importante é manter a
planta de café enfolhada, vigorosa e sadia. A arte de produzir café
é produzir folhas, que serão essenciais na boa formação das flores,
pegamento dos frutos e dos grãos. Não adianta um bom preparo no
pós-colheita se não houver trato culturais adequados como: adubação
equilibrada, de acordo com análise de solo e folha, controle de
pragas, principalmente brocas que afetam diretamente a qualidade;
controle de doenças, evitando talhões que tenham sido atacados por
ferrugem e cercosporiose, e controle de plantas daninhas pra não
ocorrer deficiência de nutrientes e grãos chochos. Saiba mais...
Agricultura
de precisão e a rastreabilidade de produtos agrícolas
Segundo Toledo (2001), o sistema de rastreabilidade
pode ser informatizado ou não e deve permitir rastrear informações
de diferentes tipos (referente ao processo, produto, pessoal e ou
serviço) a jusante e ou montante de um elo de cadeia ou de um
departamento interno de uma empresa. A rastreabilidade possibilita
ter um histórico do produto, sendo que a complexidade do conteúdo
deste histórico dependerá do objetivo a que se pretende alcançar.
Este objetivo pode ser influenciado pelas estratégias adotadas e
pelo ambiente externo em que a empresa está inserida.
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Aspectos morfológicos, biologia, danos e
controle do percevejo-do-colmo-do-arroz, Tibraca limbativentris
Stal, 1860
O Percevejo-do-colmo-do-arroz é considerado
um dos insetos mais prejudiciais à cultura do arroz no Brasil,
principalmente em cultivos irrigados (Ferreira et al. 1997; Martins
et al.,2004). As posturas de Tibraca limbativentris
ocorrem na superfície das folhas e possuem, aproximadamente, 20 ovos
agrupados dispostos alternadamente em duas ou mais fileiras. Os ovos
são de formato cilíndricos, medindo 1 mm de comprimento e 0,8 mm de
largura possuem coloração esverdeada, escurecendo com a proximidade
da eclosão (Botton et al., 1996; Ferreira et al.,
1997; Silva et al., 2004). O período ninfal apresenta cinco ínstares.
No primeiro, as ninfas têm 1,5 mm de comprimento e 1,0 mm de
largura, são de coloração marrom avermelhado, sendo o abdome verde
amarelado com manchas marrons.
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Bioecologia de
Lasioderma serricorne Fabricius 1792 (Coleoptera: Anobiidae)
A espécie Lasioderma serricorne Fabricius (Coleoptera:
Anobiidae), popularmente conhecida como bicho do fumo, é encontrada
em regiões tropicais, subtropicais e temperadas do mundo (Athié &
Paula, 2002). De acordo com Loeck (2002) esta é uma praga primária
normalmente encontrada atacando fumo armazenado, porém não apresenta
preferência, sendo muito voraz e atacando até produtos de origem
animal. Ataca oleaginosas, cereais, grãos de cacau, farinhas,
especiarias e frutas secas. Segundo Velasquez & Trivelli (1983) quando estes
insetos são submetidos à temperatura de 35 °C, a eclosão se dá após
cinco a seis dias, enquanto a 22 °C ocorre após cerca de 22 dias.
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Mercado de crédito de Carbono
O efeito estufa é produzido por uma
camada natural de gases na atmosfera da que protege a terra da
diminuição excessiva de temperatura, impedindo que o calor se
dissipe em níveis que façam o planeta se resfriar em demasia. No
final dos anos 60, alguns pesquisadores começaram a perceber uma
intensificação desse fenômeno. Eles alertam para o fato de que as
enormes emissões de dióxido de carbono (CO2), além de outros gases,
o oxido nitroso (N2O) e o metano (CH4) entre outro que absorve maior
radiação infravermelha, estariam contribuindo para o aumento da
camada natural de gases na atmosfera que produz esse fenômeno. Nesse
grupo de gases, o CO2 tem a maior participação com 60% ( IPCC, 2000
e Cole et al., 1995). O problema é que a queima de combustíveis
fósseis lança quantidades excessivas desses gases na atmosfera,
provocando um aquecimento anormal no planeta.
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Dez dicas para montar
hortas ecológicas
Intercalar
espécies:
para melhorar o uso do solo é interessante misturar, no mesmo
canteiro, espécies com características diferentes, como plantas que
produzem frutos com plantas que produzem folhas, ou plantas que
produzem flores com plantas que produzem raiz. Usar plantas
companheiras:
certas plantas gostam da companhia de outras, ajudando-se mutuamente
através de reações bioquímicas. Alguns exemplos de grupos de plantas
que são companheiras:
· Tomate, pimentão ou berinjela + alface
ou chicória; ·Abóbora, pepino, chuchu ou melão +
feijão ou ervilha + milho; Alface ou chicória + cenoura ou
rabanete; Berinjela + feijão;
Beterraba + couve ou salsão; Cenoura + alface ou tomate; Repolho, brócolis, couve-flor ou
repolho + cenoura, beterraba, feijão.
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O
programa nacional de produção de biodiesel e as sementes CATI
A preocupação com o aumento dos gases do efeito estufa tem
acelerado, em todo o mundo, a busca por tecnologias limpas na
produção dos combustíveis líquidos. O uso de biocombustíveis
derivados da biomassa é a melhor alternativa no momento, tanto pelo
prisma ambiental quanto pelo econômico, como pode ser constatado na
substituição da gasolina pelo etanol ou na do diesel fóssil pelo
biodiesel. A produção de biodiesel em escala industrial, teve
inicio com a criação do Programa Nacional de Produção de Biodiesel,
pela Lei 11.097, de 13 de janeiro de 2005 e, em breve espaço de
tempo, ou seja, pouco mais de quatro anos, estamos produzindo 1,6
bilhão de litros de biodiesel, satisfazendo a obrigatoriedade da
adição de 4 % de biodiesel ao diesel fóssil consumido em todo
território nacional. Para este pequeno percentual de adição de biodiesel, que
se constitui num grande volume, é preciso considerável produção de
oleaginosas. Para que isso ocorra, não basta termos 200 espécies com
potencial de produção de óleo, como é apregoado constantemente, há
necessidade de ações concretas para que haja disponibilidade de
sementes de espécies que tenham capacidade de produzir grandes
colheitas com viabilidade econômica, sem comprometer o meio
ambiente.
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Associativismo
entre vendedores de leite em MS: melhor para o bolso do produtor e
para a saúde do consumidor
O associativismo no meio rural proporciona condições
para que seus integrantes façam frente aos grandes empreendimentos,
aumentando o volume de comercialização e, consequentemente, seu poder de negociação. Além disso, favorece o
acesso a políticas públicas e novas tecnologias. Uma experiência
bastante particular e promissora é vivida pelos produtores e
vendedores ambulantes de leite de Dourados e região. No Brasil, estima-se que
entre 29 e 30% do leite comercializado seja informal ou clandestino,
sendo vendido diretamente ao consumidor sem qualquer garantia de que
atendam às condições mínimas de higiene. O consumo de leite informal
pode levar a transmissão de doenças infectocontagiosas como
brucelose, tuberculose e salmonelose, entre outras, além de poder
veicular toxinas.
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