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Apresentações


Horticultura urbana e periurbana
 

 

Fichas Técnicas


Stifftia fruticosa
 

Informativo
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Moringa: alternativa para alimentação do gado em época de seca

Árvore de múltiplo uso, resistente a seca, de rápido crescimento e com propriedades medicinais, também utilizada como suplemento alimentar de crianças subnutridas é atualmente fonte de pesquisa para alimentação do gado em época de seca. Essas são apenas algumas das múltiplas aplicações da Moringa (Moringa oleifera) espécie arbórea da família da Moringaceae, originária da índia. Nela tudo é aproveitável: as folhas, ricas em betacaroteno, vitamina C, proteínas, ferro e potássio, e as raízes servem como alimento. Já as sementes produzem óleo e quando trituradas servem para o tratamento de água. Saiba mais...

 

Diretrizes para o melhoramento de pinhão-manso visando a produção de biocombustíveis

O pinhão-manso (Jatropha curcas L.) é uma espécie perene, monóica, pertencente à família das Euforbiáceas, a mesma da mamona, mandioca e seringueira. A planta vegeta espontaneamente em diversas regiões do Brasil, embora não se possa afirmar que a espécie seja originária do país. É um arbusto de crescimento rápido, caducifólio, que pode atingir mais de 5 m de altura. Os frutos são do tipo cápsula ovóide, com 1,5 a 3,0 cm de diâmetro, trilocular, contendo via de regra 3 sementes, sendo uma semente por lóculo. As sementes tem de 1,5 a 2,0 cm de comprimento e de 1 a 1,3 cm de largura e representam entre 53 a 79% do peso do fruto, apresentando teor de óleo variando entre 33 e 38 %. A espécie possui potencial para produzir acima de 1.200 kg de óleo por hectare. Saiba mais...

 

São Paulo agrondustrial-exportador num Brasil primário-exportador: agregação de valor nas exportações no período 1997-2009

No período 1997-2009 as exportações de produtos básicos dos agronegócios paulistas saltam de patamar, saindo de pouco mais de US$ 1,0 bilhão no período 1997-2002, para níveis superiores a US$ 2,6 bilhões no biênio 2004-2005 e atingindo US$ 3,60 bilhões em 2008-2009. Quando são considerados os produtos processados, os valores das vendas externas dos agronegócios paulistas são maiores, tendo evoluído de patamares em torno dos US$ 5,0 bilhões no período 1997-2002 para níveis muito mais elevados, acima de US$ 13,38 bilhões em 2008, embora tenham recuado para US$ 12,38 bilhões em 2009. Em função desses indicadores, os agronegócios paulistas apresentam uma baixa participação dos produtos básicos na pauta de exportações. Excetuando-se o ano 2004, quando o câmbio impulsionou as exportações paulistas de grãos, em todos os demais anos do período 1997-2009, tem-se proporções de produtos básicos em torno de um quinto (20,0%). Nos anos recentes há crescimento da participação dos produtos básicos de 17,42% em 2006 para 22,52% em 2009. Saiba mais...

 

Enchentes

Triste é ver estampadas na mídia as tragédias ocasionadas pela água. Mas a culpa esta na água? Esta na natureza? Como biólogo e interessado pelas águas, “embora não saiba nadar”, digo categoricamente que não! São inúmeros os itens que levam a isso. Vejamos alguns: Para se entender e analisar um fato, o primeiro passo deve ser à busca de informações. Depois apontar ou procurar apontar o fator ou fatores que levaram ao inicio do fato, e ai vem à causa, ou seja, o que levou ou poderá conduzir o desencadeamento e suas conseqüências. Mas tudo isso é previsível? Saiba mais...

 

Métodos de detecção de insetos-praga em grãos armazenados

A necessidade crescente de produtos para suprir a demanda mundial de alimentos, tendo em vista o crescimento populacional, exige que a qualidade do grão colhido na lavoura seja mantida com o mínimo de perdas até o consumo final (LORINI, 2009).  Diante disso, uma descoberta em tempo hábil do ataque de insetos constitui um elemento de grande importância para o combate da praga e da conservação do grão (LOECK, 2002). Elias et al (2008) relata que atualmente se dispõe de diversos tipos de armazenamento de grãos, contudo em todos há danos ocasionados por pragas. Remete a um dado estatístico referente às perdas anuais causadas pela infestação de insetos e outros artrópodes, as quais são estimadas em 2 bilhões de dólares, valores calculados em função da perda de peso e/ou volume. Saiba mais...

 

Uso de “elicitores” no controle do greening na citricultura: fatos e riscos
Desde a primeira constatação da ocorrência do huanglongbing (HLB ou greening) na citricultura brasileira em 2004, várias ações têm sido desenvolvidas na tentativa de melhorar seu controle face os altos prejuízos causadados à produção e à qualidade de frutos e em consequência à viabilidade econômica das plantas afetadas. A doença é causada por uma bactéria (Ca. Liberibacter spp.) restrita ao floema das plantas, transmitida de modo eficiente por inseto vetor (Diaphorina citri; psilídeo) e tem um período longo de incubação. Até o momento não existem variedades cítricas tolerantes ao greeening, que é disseminado rapidamente no pomar. Assim, as primeiras informações buscadas nesse cenário foram o estabelecimento de diagnóstico eficiente para a detecção de plantas  infectadas, com a definição de critérios para identificação visual dos sintomas da doença, de métodos laboratoriais precisos para identificação da bactéria, com base em sequências de DNA, e da formulação de regulamentação para a erradicação de plantas também infectadas. Estudos têm contribuído ainda para o entendimento da importância do controle do psilídeo no manejo dos pomares para a manutenção da eficiência de produção da citricultura. Saiba mais...

 

Pinhão-manso: seletividade de herbicidas visando a produção de agroenergia

A utilização do pinhão-manso, como matéria-prima para a produção de biodiesel, vem sendo amplamente discutida e avaliada, uma vez que esta é uma promissora cultura a ser implantada em áreas que não apresentem características edafoclimáticas favoráveis, favorecendo a distribuição do cultivo por todas as regiões brasileiras de diferentes matérias-primas, permitindo a melhor execução do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel – PNPB (Heiffig & Câmara, 2006). Pertencente à família Euphorbiacea, o pinhão-manso (Jatropha curcas L.) é uma planta com muitos atributos, usos múltiplos e potencial considerável, podendo ser usada para prevenir e controlar a erosão; em reformas de terra; como cerca viva, especialmente na contenção de animais; sua torta tratada pode ser utilizada na alimentação animal; várias partes da planta têm valor medicinal; suas flores atraem abelhas, assim apresentando potencial de produção de mel; além disso, contém óleo que pode ser usado na fabricação de sabão, na indústria de cosméticos e na produção de biodiesel. Saiba mais...

 

Pragas de plantas ornamentais
Toda planta cultivada está sujeita ao ataque de pragas que tiram seu vigor, diminuem a sua beleza e, em casos extremos, podem provocar a morte. O termo pragas está relacionado ao ataque de agente visível geralmente insetos (formigas, besouros, pulgões, cigarrinhas, lagartas, etc.), aracnídeos (ácaros) ou molusco (lesmas e caracóis); ou seja, com apenas algum conhecimento sobre essas pragas, é possível a qualquer pessoa determinar o causador do dano à planta. As pragas podem atacar as diversas partes das plantas utilizadas em jardins, vasos e grandes culturas, podendo ser classificadas em sugadoras ou mastigadoras, de acordo com o aparelho bucal. Dentre as principais pragas destacamos os ácaros, besouros, cigarrinhas, cupins, formigas, gafanhotos, grilos, paquinhas, lagartas, percevejos, pulgões, moscas e tripes. Saiba mais...

Curso Desenvolvimento de Produtos Alimentícios sem Mistério

24 a 26 de março de 2010

 

VIII Curso de Manejo de Nutrientes em Cultivo Protegido
26 a 30 de abril de 2010

 

IV Workshop: Agroenergia:  Matéria Primas
29 e 30 de junho de 2010

 

V Congresso Brasileiro de Biometeorologia

5 a 7 de setembro de 2010

II

International Symposium on Genetic Resources of Bamboos and Palms - SYMBAMPALM
November 21-25, 2010
 

Cursos on-line

Sistema Brasileiro de Classificação de Solos: Implicações agrícolas e não agrícolas

 

Introdução ao Manejo de Recursos Fitogenéticos
 

Geoestatística - (Básico)
 

Elaboração de Mapas Usando o Surfer

 

 

 

Parceiros

 


 

 


 

Embrapa estuda controle de pragas do pinhão manso
A Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS) está realizando estudos buscando identificar quais são as principais pragas do pinhão manso. Observações iniciais do pesquisador Harley Nonato de Oliveira, na região de Dourados, mostram que uma delas, a cigarrinha verde, inicia a colonização da planta no final do ano e apresenta maiores populações nos primeiros meses do ano seguinte. O pesquisador explica, ainda, que em regiões onde o período outono-inverno é mais quente e chuvoso, as plantas permanecem folhadas. “A permanência ou não das folhas na planta pode afetar a incidência dos insetos na cultura”, acrescenta. Saiba mais...

 

Sustentabilidade de pastagens – manejo adequado como medida redutora da emissão de gases de efeito estufa
Desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro. A produção animal com sustentabilidade contempla os aspectos sócio-econômicos e ambientais. As pastagens cobrem cerca de dois terços de toda a área agricultável do globo terrestre. No Brasil, as pastagens ocupam cerca de três quartos da área agrícola nacional (Brasil, 2006), cerca de 210 milhões de hectares, assumindo posição de destaque no cenário agrícola brasileiro. Entretanto 30% dessas pastagens estariam degradadas. Estima-se que o Brasil tenha mais de 120 milhões de hectares de pastagens cultivadas, e que 85% dessa área seja ocupada por braquiárias.  Somente no Estado de São Paulo,  as braquiárias ocupam em torno de 7,6 milhões de hectares num total de 9,2 milhões de hectares com pastagens, e que aproximadamente 50% desse total já se encontrem em algum estádio de degradação. Saiba mais...

Viróides como alternativa para a indução de nanismo em citros
Os viróides são os menores sistemas genéticos capazes de se replicar no interior de uma célula e, até o momento, encontram-se confinados ao Reino Vegetal. São constituídos por um pequeno RNA (246-401 nt) de fita simples, circular, que não codifica proteínas, sendo totalmente dependentes do hospedeiro para cumprir as etapas do seu ciclo infeccioso. Os viroides são classificados, de acordo com propriedades biológicas e moleculares, em duas famílias: Pospiviroidae e Avsunviroidae. Esses patógenos causam doenças em culturas de importância econômica, sendo que seus efeitos podem ser devastadores ou, em alguns casos, a infecção pode ser latente. Os sintomas induzidos por viróides são similares àqueles causados por vírus de plantas, sendo os mais comuns: epinastia, clorose e deformações em folhas, frutos e caule, além de nanismo. Os viróides estão entre os patógenos importantes dos citros com cinco espécies, todas pertencentes à Família Pospiviroidae: Citrus exocortis viroid (CEVd), Citrus bent leaf viroid (CBLVd), Citrus dwarfing viroid (CDVd), Hop stunt viroid (HSVd) e Citrus bark cracking viroid (CBCVd), além do Citrus viroid original source (CVd-OS) e o Citrus viroid V (CVd-V), propostas como espécies tentativas. Há duas doenças descritas em variedades de citros de importância econômica: (i) a “exocorte”, causada pelo CEVd; (ii) e a “xiloporose”, causada por variantes específicas do HSVd. O controle dos viróides em citros é baseado em programas de indexação e limpeza de material de propagação. Saiba mais...

Intoxicação por organofosforados em bubalinos
Os bubalinos, apesar de demonstrarem resistência a algumas enfermidades, apresentam uma maior sensibilidade aos organofosforados, levando a quadros graves de intoxicação com alta mortalidade, principalmente em aplicações “pour on”. Os organofosforados são compostos orgânicos, usados tanto na agricultura quanto na pecuária como inseticidas e antiparasitários. Os princípios ativos mais freqüentemente usados são: metaminofós, dimixion, fenitrotion, fention, fosfomet, triclorfon, clorfenvinfos, ethion, diazinon e clorpirifós. Esses compostos podem ser absorvidos pelo organismo animal pela via digestiva, por inalação ou por contato com a pele ou mucosas. Esses produtos agem no impulso nervoso, inibindo a enzima colinesterase, levando ao acúmulo de acetilcolina nos tecidos. Esse acúmulo é responsável pelos sinais clínicos: muscarínicos, caracterizados por salivação, sudorese, diarréia, tenesmo, dispnéia e bradicardia; nicotínicos que se manifestam com tremores, tetanias, rigidez muscular, paresia e paralisia; e os do sistema nervoso central que causam inquietação, ataxia, convulsão, depressão e coma. Saiba mais...

Pulgão do algodoeiro: um sério problema
O pulgão do algodoeiro, Aphis gossypii, é um inseto de tamanho pequeno, medindo cerca de 1,3 mm de comprimento e de coloração variável do amarelo-claro ao verde escuro. Entre os adultos predomina a cor verde escura. Vivem sob as folhas e brotos novos das plantas sugando a seiva. A capacidade de reprodução desses insetos é enorme e processa-se por partenogênese, isto é, sem a participação do macho. Nas populações de pulgões ocorrem formas aladas e ápteras. À medida que a população começa a crescer de maneira muito intensa, levando à falta de alimento, aparecem as formas aladas, que voam para outras plantas, para iniciarem novas colônias. É uma das primeiras pragas que ocorrem no algodoeiro, podendo ser presenciada logo após a germinação das plantas. Em diferentes épocas do ano, os pulgões permanecem em plantas silvestres ou cultivadas. As fêmeas aladas emigram para o algodoeiro quando as lavouras são estabelecidas. Saiba mais...

Efeito do recipiente de colheita na qualidade de morangos
A qualidade final de um produto agrícola é determinada, entre outros fatores, pela incidência de defeitos pós-colheita de natureza diversa (danos mecânicos, desordens fisiológicas e doenças), que são responsáveis por perdas significativas, qualitativas e/ou quantitativas, durante sua comercialização. Estes defeitos podem ter sua origem antes da colheita, ocorrer no momento da mesma, pelo manuseio incorreto, e continuar nas etapas subsequentes: casas de embalagens, transporte, mercados atacadista e varejista, até a mesa do consumidor. Apesar da falta de estimativas precisas das perdas causadas pelos defeitos pós-colheita para cada produto isoladamente, há um consenso de que elas variam de 10 a 50%, dependendo do produto, da região produtora e da tecnologia empregada na sua produção e conservação. A redução das perdas pós-colheita na cadeia de comercialização das frutas representa um constante desafio, já que estas apresentam alto teor de água e nutrientes e, mesmo depois de colhidas, mantêm processos biológicos em atividade, o que as predispõe a injúrias fisiológicas, mecânicas e doenças (Kader, 2002). Saiba mais...

Pragas que atacam repolho: alternativas para controle
Segundo alguns historiadores, o repolho (Brassica oleracea var. capitata), uma hortaliça cultivada na Europa desde 5.000 anos a.C, na verdade é uma variedade de couve silvestre (B. oleracea var. silvestris). Consumido por quase todos os povos, cozido, refogado, em sopas, saladas cruas, em conservas (o tradicional chucrute alemão) e o conhecido charutinho árabe. O repolho é uma hortaliça muito cultivada, principalmente no sul e sudeste do Brasil. Segundo levantamento do Instituto de Economia Agrícola, de 2007, o cultivo dessa olerícola se dá em todo o Estado de São Paulo. Porém, apenas quatro regiões (Sorocaba, Mogi das Cruzes, São João da Boa Vista e São Paulo) concentraram a maior parte da produção. Da família das couves, tanto o verde como o roxo, superam em consumo o brócolis, couve de Bruxelas e couve flor. Rico em fibras e pobre em calorias (uma xícara de repolho contém menos de 30 calorias), é boa fonte de vitamina C e contém quantidades significativas de potássio, folato (ácido fólico) e betacaroteno. Saiba mais...

Diálogo de vidas: a ciência dos sistemas agroflorestais complexos
O conceito de sistema agroflorestal ou agrofloresta é muito debatido no meio acadêmico.  A definição mais inclusiva encara o termo agrofloresta como um nome coletivo de sistemas de uso da terra nos quais espécies lenhosas perenes (árvores e arbustos) estão se desenvolvendo em associação com plantas herbáceas (vegetais, pastagens) ou animais, em um arranjo espacial, uma rotação, ou ambos. Destaca-se a importância da dimensão sistêmica, que se evidencia nas interações de interesse ecológico e econômico entre as árvores e outros componentes do sistema. Apesar de aceitar-se o conceito ampliado, de que basta a presença de árvores em consórcio com plantas herbáceas e arbustivas, sejam exóticas ou nativas, desde uma perspectiva agroecológica os Sistemas Agroflorestais (SAF´s) mais adequados são aqueles que mais se aproximam da dinâmica sucessional da vegetação original, sua estrutura e funcionalidade, visando atender demandas humanas de modo sustentável ao longo do tempo. Saiba mais...

Você conhece a batata que come?
A batata é um dos alimentos mais versáteis, sendo usada como prato principal ou complemento de pratos. Por apresentar um sabor não acentuado, este tubérculo é muito apreciado para acompanhar pratos diversos. A história conta que o uso da batata como alimento foi introduzido pelo povo inca do Peru. Apesar de a região andina apresentar mais de 200 espécies silvestres tuberíferas e mais de 10 espécies cultivadas, em 1570, os conquistadores espanhóis invadiram o Império Inca em busca de riquezas, levando uma única espécie de batata: Solanum tuberosum ssp. andigena para a Europa e o restante do mundo. Esta espécie foi disseminada pelos navegadores espanhóis e ingleses para as colônias – origem da denominação de “batata inglesa”. Entretanto, foram os incas e outros povos indígenas que, durante oito milênios, desenvolveram a bataticultura, utilizando espécies andinas. Recente pesquisa, baseada no DNA, comprovou que todas as variedades da batata descendem de uma única variedade de planta originária do sul do Peru. Saiba mais...

Resistência de frutíferas a insetos
Plantas e insetos convivem há milhões de anos. Processos coevolucionários têm possibilitado a adaptação às condições adversas do ambiente, por meio da diversidade de respostas aos fatores abióticos e bióticos, mediados pela variabilidade genética dos indivíduos de uma mesma população. Fatores bióticos que exercem pressão de seleção, tal como a ocorrência de artrópodes fitófagos, muitas vezes, são condicionadores do padrão de dispersão das espécies, como também podem sofrer regulação devido à acumulação diferencial de compostos do metabolismo primário e/ou secundário das plantas. Muitas famílias de plantas desenvolveram mecanismos de resistência, produzindo nos tecidos atacados (folhas, frutos e órgãos de reserva) inibidores para as enzimas digestivas dos insetos fitófagos. Uma vez que a enzima é inibida, a assimilação de nutrientes pelos insetos é reduzida e, conseqüentemente, o desenvolvimento dessas pragas é afetado. Saiba mais...

Pimentas – muitos tipos, muitas opções
A palavra pimenta é usada indistintamente para descrever o conhecido condimento picante. Na verdade, este condimento pode ser elaborado com frutos de vários tipos de plantas que têm origens muito diferentes. A confusão, no entanto, pode ser facilmente desfeita quando é conhecido o nome científico da planta ou mesmo quando se sabe a que família botânica a planta pertence. Entre as tantas pimentas conhecidas, estão as do gênero Capsicum, da família Solanaceae: Capsicum baccatum, Capsicum annuum, Capsicum frutescens, Capsicum chinense e Capsicum pubescens. Os frutos são conhecidos por um grande número de nomes populares, com destaque para pimenta vermelha, pimenta dedo-de-moça, pimenta malagueta, pimenta-de-cheiro e pimenta comari. Possuem como característica marcante a presença de capsaicina, a substância responsável pela pungência (ardência) característica, cujo grau varia de acordo com a espécie.
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Mandioca para a produção de etanol
A chegada do século 21 trouxe novos enfrentamentos à humanidade. O mais importante, ou pelo menos o de maior visibilidade, é o futuro de uma civilização altamente consumidora de energia com a matriz energética concentrada em combustíveis fósseis. São cogitadas várias fontes alternativas de energia, porém as mais interessantes são as energias limpas, ou seja, aquelas que não têm efeito poluidor principalmente não contribuem para emissão de gases que agravam o efeito estufa. As energias limpas renováveis são das mais promissoras principalmente a energia oriunda da biomassa.  A revolução energética em curso anuncia uma ruptura vista de ângulos muito diversos. Para alguns trata-se de um fantástico desafio tecnológico em busca de novas fontes energéticas e aperfeiçoamento de processos para o abastecimento o que desembocará em um novo arranjo geopolítico de poder em nível mundial. Para outros, o horizonte é muito mais amplo. É a ruptura necessária para salvar o planeta e a oportunidade de construir uma nova sociedade que substitua o modelo de concentração produtivo vigente por outro que seja descentralizado, desconcentrado e auto-sustentável que produza sociedades mais justas e igualitárias com visão de mundo não antropocêntrica, mas tendo a humanidade como integrante do ambiente. Saiba mais...

Cultivo de soja em terras baixas em ano de El-niño
Na última década, a área cultivada com soja na metade Sul do RS aumentou mais de 10% ao ano, e a cultura vem sendo inserida tanto em áreas altas quanto nas terras baixas da região. Diversos levantamentos apontam que a metade sul do RS é, praticamente, a única região com área disponível para expansão desta cultura no Estado. Nas terras baixas, a incorporação da soja ao sistema de produção de arroz pode melhorar a fertilidade do solo, reduzir plantas daninhas e trazer, onde antes amplas áreas permaneciam em pousio, a possibilidade de uso agrícola e obtenção de recursos financeiros ao produtor. Dentre os componentes de um cenário favorável ao cultivo de soja podem-se citar, ainda, a crescente demanda mundial por alimentos e por energia, a vantagem logística regional quanto à distância ao porto de Rio Grande - condição que diminui gastos com transporte de fertilizantes e escoamento da produção - e a redução do custo de diversos insumos para esta safra 2009/10 quando comparados aos custos do ano anterior. Saiba mais...

 

Estratégias de implantação do Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos na rede municipal de saúde de Pindamonhangaba-SP
O município de Pindamonhangaba localiza-se na região do Vale do Paraíba, no eixo entre São Paulo e Rio de Janeiro, sob as coordenadas de latitude 22º 56' 15" S e de longitude: 45º 26' 15" W. A população do município foi estimada em 144.665 habitantes, segundo dados do IBGE (2007). Possui um programa de plantas medicinais e fitoterapia na rede de saúde desde 1990, iniciado por duas servidoras públicas, médica e assistente social. A médica recebeu treinamento de acordo com as recomendações da Resolução CIPLAN nº. 8/1988, que regulamentava a implantação da Fitoterapia nos serviços de saúde e criava normas para sua prática nas unidades assistenciais médicas. Ao longo do histórico da implantação da fitoterapia em Pindamonhangaba, anterior ao projeto atualmente financiado pelo Programa de Pesquisa de Políticas Públicas da FAPESP, que compreende o período de 1990 a 2005, a equipe de saúde responsável desenvolveu atividades que estão de acordo com as diretrizes do Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterapia atual (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2008).
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Do campo ao laboratório: procedimentos básicos para uma pesquisa bem sucedida
O Brasil possui uma das mais ricas floras do planeta e certamente abriga alta percentagem das mais de 250.000 espécies de plantas (Briófitas, Pteridófitas, Gimnospermas e Angiospermas) já descritas pela ciência. A diversidade vegetal brasileira ainda está muito aquém de ser plenamente conhecida, mesmo se considerarmos apenas o levantamento de suas espécies. O próprio Estado de São Paulo, trilhado por Botânicos desde o século XIX e contando com tradicionais centros de estudos de Botânica, ainda nos surpreende com várias novas espécies, como podemos apreciar nos volumes da Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo. Saiba mais...

Uso agrícola de resíduos orgânicos
As atividades agrícola e pecuária, assim como a indústria de transformação de seus produtos, geram grandes quantidades de resíduos orgânicos, incluindo folhas, palhas, cascas, bagaços, tortas, camas e estercos, entre outros. Todos esses resíduos, se não forem devidamente tratados, podem causar poluição no solo e nos rios. No entanto, uma das melhores formas de tratamento de resíduos é seu uso no solo, como fertilizante de culturas, transformando um problema ambiental em insumo agropecuário barato e permitindo a reciclagem de nutrientes, quando são observadas algumas regras técnicas. Para fazer a fertilização correta de qualquer cultura, o primeiro passo é conhecer a sua necessidade de nutrientes e quanto tem de nutrientes no solo. A partir disso, verifica-se quanto deve ser fornecido ao solo com o uso de fertilizantes. Para o bom uso de resíduos como fertilizante é essencial conhecer a composição aproximada dos mesmos, o que pode ser feito por análise ou consultando tabelas que já existem em livros ou nos escritórios da assistência técnica. Saiba mais...

 

Cultivo protegido da videira ‘Niagara Rosada’
Na região compreendida pelos municípios de Louveira e Jundiaí os viticultores utilizam, principalmente, o sistema de condução em espaldeira a céu aberto para cultivo da `Niagara Rosada`. Recentemente, em Santa Catarina, a Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão de Santa Catarina), visando orientar o produtor na utilização de cultivo protegido para a videira, passou a preconizar o uso do sistema de condução manjedoura em `Y`(Epagri, 2006), para facilitar a colocação de plástico, ráfia ou mesmo telado plástico. Com o objetivo de utilizar vinhedos de `Niagara Rosada`, já implantados, visando a conversão do sistema em espaldeira para manjedoura em `Y` foi iniciada, em 2004, a avaliação desta técnica aliada ao uso de cobertura com plástico, em vinhedos de ‘Niagara Rosada’ existentes no Centro de Fruticultura do Instituto Agronômico (IAC-APTA- SAA), em Jundiaí, SP. Saiba mais...

 

Bioecologia de Tribolium castaneum (H.) (Coleoptera: Tenebrionidae)

Faroni e Frabetti (2009) escrevem que: “a família Tenebrionidae, a qual pertence a espécie Tribolium castaneum (H.) é uma família muito grande, com mais de 10.000 espécies de insetos conhecidos, dos quais 100 têm sido encontrados associados com produtos armazenados. Diversos deles estão entre as mais importantes pragas secundárias de produtos alimentícios armazenados. T. castaneum tem ocorrência mundial, sendo considerada uma praga secundária de importância aos cereais, tais como o arroz, o milho, o trigo (BERNANDO QUÍMICA, 2006). As espécies T. castaneum e T. confunsum são muito semelhantes entre si. Apresentam coloração uniforme e pronoto com forma retangular. Porém, distinguem-se na prática pelas antenas. Em T. confunsum os artículos antenais aumentam de tamanho gradualmente da base para a ponta e os adultos não voam, enquanto em T. castaneum os artículos antenais são do mesmo tamanho e o adulto é bom voador (GALLO et al, 2002). Saiba mais...

Cuidados na conservação do morango
Os morangos são frutas muito perecíveis, delicadas e de curta vida pós-colheita. Os danos mecânicos, as feridas e as batidas durante a colheita, o transporte e a comercialização, deixam a fruta susceptível ao ataque de microorganismos causando importantes perdas pós-colheita. Os fatores de campo que afetam o cultivo do morango, como as condições climáticas (chuvas, ventos), nutricionais (excesso de nitrogênio, falta de cálcio) e qualidade da muda, dentre outros, podem condicionar, em parte, a qualidade da fruta na pós-colheita (comercialização). Por outro lado, na própria etapa de pós-colheita alguns aspectos são importantes para a manutenção da qualidade. A cor é um importante critério de maturação, sendo que os morangos deveriam ser colhidos com 75-80% de coloração vermelha. Saiba mais...

Afinal, por que devemos comer mais feijão?
Hábitos alimentares resultam da conjunção de inúmeros fatores. Destacam-se dois. O primeiro, fundamental, principalmente nos primórdios da civilização, está ligado aos tipos de plantas e animais presentes na área de domínio da população, que possam vir a servir como alimento. Mesmo sendo mais recente, podemos citar a situação do feijão no século XII, na Europa. Hipoteticamente, nesse século o mesmo não poderia constituir-se em alimento pois só foi levado para lá após a descoberta da América, no fim do século XV. Outro fator importante na formação do hábito alimentar é a imigração, pela qual povos vindos de outras regiões do globo trazem sua cultura e suas tradições para as novas terras que passam a habitar, fazendo parte deste contexto os alimentos tradicionalmente consumidos. No caso de plantas, trazem também as sementes das espécies que constituem estes alimentos. Estas espécies, muitas vezes, sofrem um processo de adaptação ao novo ambiente onde serão produzidas e esta prática acabou por transformar e, até certo ponto, uniformizar a alimentação no nosso globo. Saiba mais...

A gestão dos usos múltiplos da água
A essencialidade do recurso natural água à vida é notória. Com volume total na terra limitado a 1,4 bilhão de km3, a maior parte desse recurso apresenta-se como água salgada (96,54%), de difícil aproveitamento para satisfação de necessidades básicas como dessedentação e mesmo irrigação. A água doce proveniente de rios e lagos representa apenas cerca de 0,007% da água doce total, sendo essa a maior fonte de uso da água, principalmente no Brasil. Apesar disso, o Brasil parece estar livre de tais problemas, por possuir cerca de 12% da água doce de todo o planeta. Aliado a esses fatos, tais preocupações parecem distantes da realidade do nosso país. Entretanto conflitos potenciais são perceptíveis quando comparadas as quantidades de água necessárias para suprimento dos diversos interesses. Com relação à quantidade, 70% da água brasileira se encontra na região Norte, onde existe a menor densidade populacional, ou seja, a demanda é maior em regiões de menor disponibilidade. A agricultura irrigada é a maior consumidora, utilizando cerca de 70% da água disponível, seguida pela indústria. No país, a agricultura concentra-se na região Centro-Oeste, Sudeste e Sul, que detêm, juntas, cerca de 28,2% da água nacional, e cerca de 64,11% da população. Saiba mais...

Tecnologia, inovação e desigualdade social
Estamos vivendo o que se convencionou chamar de terceira revolução industrial ou revolução técnico-científica, demarcada pelo desenvolvimento industrial com aplicação de tecnologias de ponta em todas as etapas produtivas. Ou seja, tecnologias que embutem técnicas e processos que lhe conferem alto valor de mercado e que representam, hoje, um dos mais promissores negócios de âmbito global, especialmente com as regras de patenteamento e propriedade intelectual que se espalharam pelo mundo e garantem que o “inventor” recolha seus lucros. Trata-se de uma nova fase produtiva, que já não se limita a produtos de pouco valor agregado, como nas revoluções industriais anteriores. Nesta nova ordem, ganha o conhecimento inovador, no qual foram gastos muitos anos de estudos e pesquisas e que conferem elevados valores ao produto final. Note-se que o grosso da matéria-prima, aqui, é o próprio conhecimento, ou a informação qualificada. Saiba mais...

Batata-doce para produção de biocombustível
A utilização dos "combustíveis limpos", não derivados de petróleo, e fontes minerais, pode impulsionar a produção de álcool a partir da batata-doce no Brasil, com a vantagem de não poluir. O princípio básico da produção na agricultura é a conversão, pelas plantas, da energia solar em energia química. Programas de biomassa, responsáveis por 25% da energia primária do País, também podem representar um incremento na geração de empregos e diminuição dos danos ambientais causados pelo petróleo e pela cana-de-açúcar. A cana-de-açúcar utilizada para produção de bioenergia entre os anos 70 e 80, foi apontada como uma das responsáveis pelo elevado índice de queimadas e reprodutora da estrutura agrária de monocultura e latifúndio, além do alto custo de produção, devido à grande mecanização. A batata-doce, ao contrário, privilegia os pequenos produtores rurais por não exigir grandes áreas de plantio, apresenta custo baixo para implantação da lavoura e alto rendimento, além da  possibilidade de ser produzida em terras menos férteis, ser uma cultura cuja necessidade de investimento é relativamente pequena e os resíduos da produção poderem ser usados como ração animal. Saiba mais...

Decreto 6.514: avanços e retrocessos na questão ambiental
Em 22 de julho de 2008, o Governo Lula decretou uma nova regulamentação para a Lei de Crimes Ambientais, o Decreto 6.514. Em resumo, pode-se dizer que este regulamento apertou o cerco contra os infratores, estabelecendo prazos claros para o ajustamento de conduta e valores bastante significativos para recompensar os danos ao meio ambiente.O novo decreto repercutiu significativamente no setor agrário brasileiro, iniciando-se um grande debate nacional, que apesar do exercício democrático da disputa de idéias, poderá ter um desfecho incômodo no que se refere a real preocupação ambiental do Estado e de setores importantes da economia, com destaque à agricultura empresarial. Saiba mais...

As opções públicas de café sob amplo escrutínio
A tradição weberiana ensina-nos que o Estado pode ser definido como um aparato racional de regulação que entre outros elementos precípuos, se responsabiliza pelo bem estar dos cidadãos, notadamente, os menos favorecidos. Assim, compete ao Estado a condução de políticas públicas que promovam o crescimento econômico. Recentemente, agregou-se a esse princípio o conceito de sustentabilidade sócio-ambiental das diretrizes com mensuráveis reflexos sobre a mitigação da heterogeneidade social. Embora existam metodologias para a mensuração dos impactos de uma determinada política, há ainda uma precariedade quando são avaliados seus impactos multidimensionais (econômico; social e ambiental). Um procedimento razoável orientado exclusivamente para os impactos econômicos e sociais seria o de submeter a ação pública a avaliação de ao menos quatro condicionantes: a) abrangência; b) oportunidade; c) desenho e d) eficiência alocativa. Sob esses prismas, aspira-se contemplar as opções públicas para aquisição de café arábica conduzidas pelo Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Saiba mais...

Embrapa Hortaliças lança variedade de cenoura
Substituir em 50%, até 2017, o mercado ocupado atualmente pela cultivar ‘Brasília’, lançada em 1981 e atualmente a variedade de polinização aberta mais cultivada no Brasil. É com essa meta que a Embrapa Hortaliças lança, nesta quarta-feira (04/11), em Brasília, a cenoura ‘Planalto’. Para conseguir esse objetivo, a nova cultivar une rusticidade e qualidade de raízes. De acordo com o pesquisador Giovani Olegário, a cenoura Planalto apresenta comportamento similar a cultivar Brasília, sendo indicada para plantio de verão. Ela apresenta resistência à queima-das-folhas, nematóides e ainda tolerância ao florescimento, o que permite maior período de plantio. Saiba mais...

Feijão-miúdo: planta recuperadora de solo e opção na produção de forragem de qualidade
O feijão-miúdo (Vigna unguiculata) responde por cerca de 20% dos feijões consumidos no Brasil, sendo uma das principais fontes de alimentação protéica nas regiões Nordeste e Norte do Brasil, assim como na África. A utilização do grão para alimentação do homem e de animais monogástricos apresenta vantagens devido à baixa ocorrência de inibidores da tripsina, inclusive inferiores ao feijão (Phaseolus vulgaris); entretanto, a utilização do grão cru na alimentação, apesar de recomendada, ainda necessita de informações mais detalhadas (KHAUTOUNIAN, 1991).
É uma planta da família das fabáceas, substituindo o feijão nos Estados nordestinos, sendo lá conhecida como feijão-macassar ou feijão-de-corda. Planta de excepcional importância, é igualmente cultivada e consumida em outras regiões, onde raramente é utilizada para o consumo humano na forma de grãos. Saiba mais...

Castanha: da Europa para o Brasil e do Brasil para o mundo
Originária do hemisfério norte e introduzida no Brasil pelos colonizadores e pelos imigrantes das Penínsulas Ibérica e Itálica, além do Japão, onde é muito cultivada, a castanheira produz deliciosas amêndoas, de expressivo valor comercial. É tradicionalmente consumida e muito apreciada por europeus, orientais e seus descendentes, agradando também, a diversos outros povos. Quando comparada com outras fruteiras, apresenta diversas características favoráveis, dentre elas, podemos citar a variabilidade do uso das castanhas, a rusticidade, a precocidade para entrar em produção comercial, o baixo custo para manutenção do pomar e a pouca utilização de mão-de-obra, requerida apenas no período de colheita. No Brasil, a planta adaptou-se bem aos climas de altitude dos planaltos e das serras do sul e sudeste do país. No momento, existe um grande interesse por parte de empresários, em implantar empreendimentos voltados ao cultivo e processamento de castanhas-portuguesas, visando ao mercado interno e externo, uma vez que a nossa colheita inicia-se quando acabam as castanhas frescas nos países consumidores. Saiba mais...

BIODIGESTORES – Tecnologia para o manejo de efluentes da pecuária
A tecnologia de biodigestores já tem pelo menos duas décadas no Brasil. Iniciou-se com modelos provenientes da China e Índia. No entanto, o Brasil teve algumas dificuldades na sua implementação, fazendo com que esta tecnologia caísse no descrédito no meio rural. Gaspar (2003) citado por Palhares (2007) destaca que se encontram dois extremos da utilização de biodigestores. Chineses buscam, nessa tecnologia, o biofertilizante necessário para produção dos alimentos necessários ao seu excedente de população. A energia do biogás não conta muito frente à auto­suficiência em petróleo. Indianos, precisam dos biodigestores para cobrir o imenso déficit de energia. Com isso, foram desenvolvidos dois modelos diferentes de biodigestor: o modelo chinês, mais simples e econômico, e o modelo indiano, mais sofisticado e técnico, para aproveitar melhor a produção de biogás.
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