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Artigos
Apresentações
Influências bioclimáticas sobre a produção animal nos trópicos
Grupo Cultivar
Agrolink
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Curso de Certificação Orgânica
Curso
Curso Teórico e Prático: Geoestatistica Aplicada à Cana-de-Açúcar
Curso de produção de mudas de
alta qualidade
II Curso
Teórico Prático de Interpretação de
Análise de Solo e recomendação de
fertilizantes e corretivos em cana-de-açúcar
Curso
Teórico-prático de tratamento e uso de resíduos orgânicos em solos
agrícolas
Curso de germinação de sementes de
palmeira
Curso de Manejo de Recursos
Fitogenéticos
Curso teórico prático de
classificação de solos
Curso de implantação e condução de cultivo orgânico
Curso de Citricultura a
Distância
XII Curso sobre Manejo de Nutrientes
em Cultivo Protegido
Curso de atualização em hormônios
e biorreguladores vegetais na agricultura
III
Curso de Bem Estar de Bovinos,
Aves e Suínos
XXIII Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos
XXXV
Congresso Paulista de Fitopatologia
VI
Workshop Agroeneria: matérias primas
SIMCOPE - Simpósio de Controle da
Qualidade do Pescado
Cursos on-line
Introdução ao Manejo de Recursos Fitogenéticos
Elaboração de Mapas Usando o Surfer 8
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A CTNBio - Comissão Técnica Nacional de
Biossegurança aprovou em 15 de setembro durante sua reunião
mensal em Brasília, DF, a liberação para cultivo comercial do
feijão geneticamente modificado (GM) desenvolvido pela Embrapa –
Empresa Brasileira
de Pesquisa Agropecuária. Foram 15 votos a
favor, duas abstenções e cinco pedidos de diligência
(necessidade de complementação). O feijão é resistente ao vírus
do mosaico dourado,
pior
inimigo dessa cultura agrícola no Brasil e na América do Sul.
Essa decisão foi um marco para a ciência nacional, pois trata-se
da primeira planta transgênica totalmente produzida por
instituições públicas de pesquisa brasileiras.
A FAO, Organização das Nações Unidas para
Agricultura e Alimentação, publicou em outubro de 2010, o seu
segundo relatório sobre a situação mundial dos recursos genéticos
vegetais relatando a existência de aproximadamente 1700 bancos de
germoplasma, os quais mantém conservados em torno de 7,4 milhões de
acessos. Apesar desse número, nas últimas décadas, cientistas têm
manifestado que as coleções conservadas têm sido escassamente
utilizadas pelos programas de melhoramento genético de plantas.
Ressalta-se que essa não é uma realidade limitada a alguns países,
mas comum ao mundo. Entre as razões levantadas como causas dessa
situação, podemos destacar a inadequada avaliação e documentação das
coleções, acessos disponíveis apresentando limitada adaptação
ambiental, acessos fontes de genes de interesse que apresentam
difícil cruzamento com genótipos já melhorados, acessos com muitas
características indesejáveis agronomicamente, quantidade
insuficiente de sementes disponíveis para uso nas avaliações
necessárias, informações disponíveis sobre os acessos não
coincidente com a esperada pelos melhoristas,
Saiba mais...
Na avicultura, o controle das enfermidades é feito através do uso correto de medidas sanitárias e programas de imunoprofilaxia cuidadosamente elaborados, que visam prevenir a instalação de doenças nos plantéis. A sorologia é uma metodologia laboratorial que visa o estudo e a mensuração das reações antígeno-anticorpo através do soro, após a exposição do hospedeiro a um determinado agente estranho, ou seja, a sorologia mede uma resposta específica do organismo frente a um antígeno específico. Consiste em detectar e quantificar a presença de anticorpos para um determinado agente. A detecção de anticorpos é a melhor opção para diagnosticar uma infecção, uma vez que o agente infeccioso tende a ser eliminado com a evolução do quadro. Apenas anticorpos permanecem e servem como prova de que a infecção ocorreu. Logo, podemos dizer que a sorologia representa um método indireto para o diagnóstico de infecções. Saiba mais...
Os hábitos para obtenção de alimentos começaram a mudar há mais ou menos dez mil anos, quando o homem passou de caçador-colhedor para produtor de alimentos – iniciavam-se a agricultura e a domesticação de animais, que abriram caminho para grandes mudanças na civilização humana. Hoje em dia, além do desenvolvimento e da transferência de tecnologias que focam o estímulo do crescimento sustentável da agropecuária e de todo o agronegócio, com aumentos contínuos de produtividade, é importante levar em conta a qualidade nutricional dos alimentos que vão do campo para a mesa do consumidor. A qualidade do produto colhido depende do propósito a que se destina: se é para alimentação animal ou humana; uso industrial, como é o caso da mandioca para produção de amido; e diversos outros fatores, tais como teores de proteína, minerais, óleo etc. A maior parte das substâncias ligadas à qualidade nutricional dos alimentos é fixada geneticamente, mas fatores externos podem influenciar a sua presença nos vegetais, como, por exemplo, o manejo do solo, incluindo a adubação. Saiba mais...
Carambolas Lógicas
O suprimento de energia tem sido um dos grandes problemas enfrentados pelas populações rurais, em especial de baixa renda. Cada vez mais as fontes alternativas de energia estão se destacando em substituição das energias derivadas do petróleo. Atualmente, cerca de 5% de toda a energia produzida no planeta é de fonte renovável e estima-se que em 2060, quando a população do planeta deverá ser de 12 bilhões de pessoas, 70% de toda a energia produzida será renovável. Em geral, salvo algumas exceções, elas são energias “limpas”, isto é, que não produzem poluição e nem se esgotam e, pelo contrário, reciclam resíduos de alto poder energético. A abundância das fontes de biomassa disponíveis no Brasil, a vasta gama de processos de transformação utilizados para sua valorização e a diversidade de energéticos obtidos para uso pelo consumidor final levaram o país a desenvolver um amplo espectro de atividades no campo da biomassa. O Brasil dispõe de condições climáticas favoráveis para explorar a imensa energia derivada dos resíduos orgânicos e liberar o biogás e fertilizantes. Saiba mais...
Paralelo 30: futuro eixo para produção de etanol no RS?
Nos últimos anos da
década de 1990 as exportações dos agronegócios paulistas
diminuíram lentamente, passando de US$ 6,36 bilhões em 1997,
para US$ 5,46 bilhões em
Casca d'anta: espécie com potencial medicinal A Drimys brasiliensis Miers. conhecida como casca d’anta ou cataia é uma espécie de planta nativa da floresta Ombrófila Mista da Mata Atlântica e pertencente a família Winteraceae. A espécie está presente em vários estados do Brasil principalmente na região sudeste e sul nas florestas de montanha. A casta d’anta serve para diversos fins como obtenção de madeira, uso em paisagismo, e medicinal. Na medicina popular emprega-se infusões da casca, para tratar diversos males, como úlcera, câncer, dores em geral, problemas respiratórios e malaria. A casca das espécies Drimys também conhecida como “casca de Winter” foi descoberta casualmente pelo capitão Winter, um dos tenentes do navegador Sir Francis Drake que foi obrigado a refugiar-se no Estreito de Magalhães para tratar sua tripulação de escorbuto. O nome popular dado a esta espécie está relacionado ao uso das cascas da árvore pelas antas (Tapirus americanus) quando estão doentes e daí foi atribuído o nome popular, sendo este mais um fato que torna interessante o estudo desta espécie como complemento no cuidado de animais de produção e de companhia. Saiba mais..
Prevenção de corrosão em caldeiras
Por biomassa entende-se toda a matéria de origem de vegetal, seja
ela a floresta nativa ou plantada, as culturas agrícolas e seus resíduos,
como bagaço de cana, casca de arroz ou de café, galhos de árvores, óleos
vegetais, ou de espécies plantadas, além do lixo urbano e do esterco de
animais. O Brasil é um país naturalmente rico em biomassa. Os processos
de transformação desses recursos em energia, combustíveis e produtos
como alimentos e materiais são inúmeros. A pirólise, também chamada de
carbonização, pertence a um grupo de processos denominado: Conversão
Termoquímica (Destilação Destrutiva). O processo pode produzir energia e
produtos sólidos (Carvão vegetal), líquidos (Bioóleo ou Alcatrão) e
gases (Gases Pobres).
A biomassa é, portanto,
toda matéria viva presente em um lugar, um combustível fóssil de
origem biológica, onde através dele, é possível produzir a chamada
energia renovável. O termo biomassa cobre uma extensa categoria de
materiais, incluindo:- Madeira; - Resíduos de vegetais;
A criação de peixes e de outros animais aquáticos é uma prática antiga que se acredita datar de pelo menos 4.000 anos porquanto há referências de criatórios na China pré-feudal. Há, também, referências a viveiros de peixes nos hieróglifos do Antigo Testamento e no Egito durante o Médio Império (2050-1652 AC). Os criatórios romanos de peixes eram comuns na Europa e um estudo recente na Amazônia boliviana revelou uma complexa rede de açudes de peixes, que data da época pré-hispânica. Apesar das suas origens antigas, no entanto, a aquicultura permaneceu, em grande parte, como um meio de subsistência de baixo nível em relação às outras atividades agrícolas, até meados do século 20, quando as práticas de criação e manejo experimental de salmão, truta, vários peixes tropicais e espécies de camarão foram desenvolvidas e implantadas. A aquicultura é hoje uma importante indústria global com produção anual total superior a 50 milhões de toneladas e valor estimado de quase 80 bilhões de dólares EUA. Ao contrário de outros setores da produção animal, a aquicultura é altamente dinâmica e caracterizada pela enorme diversidade, tanto da gama de espécies cultivadas como dos tipos de sistemas para o cultivo. Mais de 350 espécies diferentes de animais aquáticos são cultivados, incluindo 34 espécies de peixes, 8 espécies de crustáceos e 12 espécies de moluscos e cada um com uma produção anual superior a 100 mil toneladas. Saiba mais...
As exportações paulistas avançaram no período 1997-2009, de US$ 18,09
bilhões para US$ 42,48 bilhões. Esse movimento se deu em três fases, a
primeira com ritmo reduzido, no decorrer dos seis primeiros anos
analisados (1997-2002) quando evoluíram de US$18,09 bilhões para US$
20,11 bilhões. Na segunda fase, as exportações paulistas obtiveram
crescimento significativo saindo de US$ 20,11 bilhões em 2002 para
atingir US$ 57,33 bilhões em 2008. Em 2009, os impactos da crise
econômica mundial produziram queda nas exportações atingindo US$ 42,46
bilhões. A superação da mesma promoveu o aumento para US$ 52,29 bilhões
em 2010.
Nas importações paulistas houve oscilações entre os anos de 1997 e 2002,
com leve tendência de queda, saindo de US$ 28,53 bilhões para US$ 19,84
bilhões. Porém, após esse período c ocorre acréscimo, avançando em ritmo
acelerado para atingir US$ 66,35 bilhões em 2008. Com a crise
internacional da metade de 2008 em diante, a desvalorização da moeda
brasileira ocorrida num primeiro momento cujos efeitos perduraram em
grande parte de 2009, provocou a redução das aquisições externas que
somaram US$ 50,48 bilhões. A volta da valorização cambial elevou as
aquisições externas para US$ 67,77 bilhões em 2010.
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Adubação antecipada da soja em
plantio direto requer observação de alguns critérios A antecipação da adubação da soja tem sido adotada
pelos agricultores em áreas cultivadas em plantio direto. Apesar da
época de semeadura estabelecida pelo zoneamento agroclimático para
essa leguminosa ser relativamente ampla, com essa forma alternativa
de fertilização procura-se aproveitar ao máximo o período em que o
solo apresenta condições favoráveis de umidade para a realização da
semeadura. Além disso, consegue-se aumentar o rendimento operacional
da semeadora pela ausência da necessidade de abastecimento com
fertilizante, sobretudo quando este é ensacado. Contudo, a prática da adubação antecipada deve ser
efetuada de forma bastante criteriosa, sob o risco de haver a
indução de problemas diversos, que podem resultar em frustrações de
safra e em impactos ambientais. Um dos principais critérios a serem
observados refere-se à necessidade de que o solo apresente elevada
fertilidade, uma vez que áreas cultivadas em plantio direto com
baixa a média disponibilidade de fósforo e/ou potássio, apresentam
maior produtividade de soja quando a adubação é feita no sulco de
semeadura.
Saiba mais...
Os nematoides são considerados um dos organismos mais difíceis de serem identificados, seja pelo tamanho diminuto ou dificuldade de observação de características-chave para o diagnóstico em microscopia de luz convencional. As diferenças morfológicas e morfométricas são relativamente pequenas e exigem considerável conhecimento em taxonomia para uma segura determinação das espécies. Ademais, infelizmente, existe uma carência muito grande de nematologistas com treinamento em taxonomia, primeiramente devido à diminuição no número de profissionais qualificados disponíveis no mercado ou pelo declinado interesse de jovens estudantes em se aprofundar nessa área de conhecimento. Por outro lado, observa-se um esforço crescente direcionado no desenvolvimento de diagnósticos baseados em técnicas moleculares para identificação de nematoides, que vêm sendo empregadas como alternativa à tradicional identificação morfológica. Saiba mais...
Agropecuarista sequestra ... Carbono: novo código florestal em
São Paulo aumenta a vegetação nativa sem anistia a desmatadores
Matéria orgânica de solo: agente determinante da eficiência de fertilizantes nitrogenados É sabido que o carbono orgânico (CO) no solo é um indicador chave da fertilidade de um solo agrícola. Indiretamente, o teor da matéria orgânica do solo (MOS) contendo aproximadamente 58 % do CO do solo é também utilizado como indicador de fertilidade e de maior divulgação em análise de solo com finalidade de recomendação de adubação. De fato é considerado também indicador da qualidade do solo, na medida em que sustenta a produtividade biológica, mantem a qualidade ambiental e promove a saúde de plantas e animais. A MOS afeta as características físicas (retenção de umidade, arejamento, infiltração de água, penetração radicular entre outros), químicas (aumento na capacidade de retenção de nutrientes e sua disponibilidade, especialmente o nitrogênio (N) e diminuição da toxidez de Al), e biológicas (quantidade e qualidade da biomassa microbiana do solo). Nada melhor que a modo de exemplo efetuar-se um comparativo entre dois solos com diferente teor de MOS para entender-se porque é determinante da eficiência de recuperação do N-fertilizante na planta. Saiba mais...
Contribuições da Química ao Desenvolvimento Científico e Econômico No Brasil, mesmo antes da criação oficial da profissão, grandes esforços já eram realizados no sentido de destacar a importância das ciências químicas e de demonstrar sua contribuição para a sociedade. Neste sentido, cabe destacar: a criação da primeira Sociedade Brasileira de Química (Rio de Janeiro, 1922 – 1951), de caráter multidisciplinar e contanto com a mobilização de setores do ensino e da indústria, para a divulgação de trabalhos técnico-científicos nacionais e internacionais e para a implantação de cursos universitários de química; a criação da Associação Brasileira de Química (Rio de Janeiro, 1951 – atual), com a incorporação da primeira Sociedade Brasileira de Química e com uma atividade destacada na organização de eventos e na promoção da química acadêmica e industrial; a criação da segunda Sociedade Brasileira de Química (São Paulo, 1977 – atual) para expandir e promover a química brasileira, com grandes esforços voltados para o lançamento de publicações científicas de impacto e indexadas nas fontes internacionais de citação e referência. Saiba mais...
Diante dos elevados custos com suplementação protéica dos ruminantes torna-se prioritário estudar alternativas que possibilitem ao setor pecuário produzir alimentos que atendam à demanda protéica do rebanho ou reduzam a quantidade de concentrados na dieta. Sabe-se que, em geral, as gramíneas tropicais não atendem às necessidades nutricionais de animais em fase de crescimento e, por essa razão, a alimentação destes deve ser suplementada principalmente no tocante à proteína bruta. E, ainda, a suplementação do rebanho embasada na produção de fonte protéica produzida na propriedade pode ser empregada para minimizar também os efeitos sazonais sobre a disponibilidade de forragem, visando manter a produtividade zootécnica durante todo o ano. Dessa forma, torna-se imprescindível realização de pesquisas para avaliar alimentos volumosos alternativos de baixo custo e com boa qualidade nutricional. Uma estratégia pode ser a ensilagem das gramíneas associadas com planta forrageira rica em proteína e, neste contexto, a amoreira pode ser uma alternativa interessante. Saiba mais... |
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