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    <title>Infobibos - Informações Tecnológicas</title>
    <link>http://www.infobibos.com</link>
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    <language>pt-br</language>
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      <title>Infobibos - Informações Tecnológicas</title>
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      <title>Workshop Internacional sobre Clima</title>
      <pubDate>Fri, 9 Mar 2012 09:27:38 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/clima2012/</link>
      <category>Curso e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: center"><SPAN class="ff1 cf0 fs22"><B>WORKSHOP INTERNACIONAL</B><br/></SPAN><SPAN class="cf3 ff2 fs22"><B>Fortalecimento</B></SPAN><B><SPAN class="ff1 cf3 fs22"> de</SPAN><SPAN class="ff2 cf3 fs22"> Servi</SPAN><SPAN class="ff1 cf3 fs22">ços</SPAN><SPAN class="ff2 cf3 fs22"> de Tempo e Clima</SPAN><SPAN class="ff1 cf3 fs22"> para</SPAN><SPAN class="ff2 cf3 fs22"> uma Agricultura</SPAN><SPAN class="ff1 cf3 fs22"> Sustentável</SPAN><SPAN class="ff2 cf3 fs22"> e<br/>Perspectiva</SPAN><SPAN class="ff1 cf3 fs22"> p</SPAN><SPAN class="ff2 cf3 fs22">ara as Altera</SPAN><SPAN class="ff1 cf3 fs22">ções</SPAN><SPAN class="ff2 cf3 fs22"> Clim</SPAN><SPAN class="ff1 cf3 fs22">át</SPAN><SPAN class="ff2 cf3 fs22">icas</SPAN><SPAN class="ff1 cf3 fs22"> através de Comunicação e divulgação<br/></SPAN><SPAN class="cf0 ff1 fs22"><br/><br/>7 e 8 de maio de 2012<br/></SPAN></B><SPAN class="cf0 ff1 fs22">Campinas – São Paulo – Brasil<br/><br/><br/></SPAN></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN class="ff1 cf0 fs22">O workshop lidar com agricultura sustentável de umário deápida evolução mudança climática, enfocando a comunicação ferramenta para aápidação de informações-<WBR>chave, espalhar aperfeiçoamento tecnológico, parações favorecimento.<br/></SPAN></p>
<p style="TEXT-ALIGN: left"><SPAN class="ff1 cf0 fs22"><br/>Local: VITÓRIA CONCEPT CAMPINAS<br/>Avenida José de Souza Campos, 425<br/>Cambuí, Campinas-<WBR>SP -<WBR> Brasil -<WBR>13025-<WBR>320<br/></SPAN></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>SIMCOPE - Simpósio de Controle da Qualidade do Pescado</title>
      <pubDate>Fri, 9 Mar 2012 09:20:01 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/simcope</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p class=imAlign_left><SPAN class="ff5 fc2 fs11 fb ">Prezado Congressista,<br/></SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 fb "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff6 fc0 fs11 "><br/>O encontro desse ano acontecerá em Santos-SP, no período de </SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 fb ">19 a 21 de junho de 2012.</SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb "> <br/><br/></SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 ">A quinta edição do SIMCOPE abordará aspectos relacionados à disponibilidade, acesso e inocuidade do pescado bem como seu aproveitamento integral.<br/><br/>Durante os três dias de evento estão previstas palestras e discussões relacionadas a três Eixos Temáticos:</SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb "> <br/></SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 ">- Inovação Tecnológica;<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff6 fc0 fs11 ">- Segurança Alimentar;<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff6 fc0 fs11 ">- Políticas Públicas.<br/><br/>Confirmando a sua vocação para fomentar debates profundos e amplos, durante o </SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 fb ">V SIMCOPE</SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 "> ocorrerão eventos paralelos, tais como:<br/><br/>“</SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 fb ">IV Encontro de Tecnólogos de Pescado</SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 ">” voltado aos profissionais das diversas áreas envolvidas em ciência e tecnologia do pescado, este evento subsidiará discussões visando dar continuidade a busca de ferramentas que organizem este segmento;<br/><br/>"</SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 fb ">II Workshop Empresarial</SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 ">" – atenderá a demanda de informações referentes à pacotes tecnológicos para industria, abordando aspectos da produção, segurança alimentar, viabilidade econômica e linhas de financiamento.<br/><br/>“</SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 fb ">I Encontro d</SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb ">a Pesquisa, Inspeção, </SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 fb ">Vigil</SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb ">ância Sanitária e Extensão</SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 ">” nesta primeira edição o encontro buscará discutir o incentivo da inclusão do pescado na alimentação escolar, abordando aspectos sanitários, segurança de consumo e logísticos com representantes dos Serviços de Vigilância Municipal, Estadual e Federal, e das Secretarias de Saúde e Educação.</SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb "> <br/></SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 fb "><br/>“I Encontro da Rede QUALIPESCADO</SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 ">” - A Rede Qualipescado faz parte de um projeto do Instituto de Pesca iniciado em 2009 com algumas instituições de pesquisa que atuam neste contexto. Tem como objetivos, estudar a validação de métodos analíticos tradicionalmente utilizados no controle da qualidade do pescado, bem como a uniformização das metodologias utilizadas comumente na pesquisa.<br/></SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 fb "><br/>Minicursos<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff6 fc0 fs11 ">Mini-curso A: </SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs12 ">Procedimentos de detecção de parasitas zoonóticos do pescado.</SPAN><SPAN class="ff0 fc0 fs12 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 ">Mini-curso B: Treinamento em Quality Index Method - QIM<br/>Mini-curso C: Curtimento de pele de pescado.<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff6 fc0 fs11 fb "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff6 fc0 fs11 fb ">“Oficina Gastronômica”- </SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 ">apresentação de pratos elaborados com carne mecanicamente separada - CMS de pescado, em Concurso Gastronômico da UNISANTOS.<br/><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff6 fc0 fs11 "><br/>Nós sentiremos honrados com sua participação e contribuição ao </SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb ">V S</SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 fb ">IMCOPE</SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb "> - </SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 fb ">SIMPÓSIO DE CONTROLE DE </SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb ">QUALIDADE DO </SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 fb ">PESCADO</SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 ">.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 fb "><br/></SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb ">Comissão Organizadora do V SIMCOPE</SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 "> <br/>Instituto de Pesca - Santos<br/></SPAN></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Principais pragas da arborização urbana I: cupins subterrâneos</title>
      <pubDate>Fri, 9 Mar 2012 09:17:07 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2012_1/PragasUrbanas/Index.htm</link>
      <category>Fitossanidade</category>
      <description><![CDATA[São parcos os estudos e informações sobre taxas de crescimento, resistência ou sensibilidade às doenças ou insetos-praga, fertilização, custos de manutenção e longevidade de árvores urbanas. O comprometimento estético é observado, assim como a desestruturação de raízes e troncos. Não mais havendo a sustentação adequada das plantas atacadas, o perigo do tombamento precoce é iminente, sendo este alarmante em áreas adjacentes as habitações. Inúmeros casos são observados nas cidades, principalmente em épocas chuvosas, onde a quebra de estipes de palmeiras, galhos, troncos ou a queda de árvores inteiras podem levar a acidentes e a prejuízos de grande monta. As árvores infestadas por cupins subterrâneos são focos de dispersão a outras árvores sadias e construções adjacentes. A reinfestação de edificações tratadas pode ser oriunda de árvores infestadas, sendo que a ocorrência inversa edificação-árvore também é verdadeira. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Calibri','sans-serif'; mso-bidi-font-family: Calibri"><SPAN style="COLOR: black"><FONT class=auto-style8 size=3><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 11.0pt"><o:p><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 11.0pt" class=style5><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'; FONT-SIZE: 12pt; FONT-WEIGHT: normal"><o:p><SPAN style="mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style5><SPAN class=style1><SPAN class=style5><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style4><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style26><FONT class=style1 size=4><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN class=style40><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2012_1/PragasUrbanas/Index.htm" target=_blank><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 700" color=#003300>Saiba mais...</FONT></a></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></o:p></SPAN></SPAN></o:p></SPAN></o:p></SPAN></FONT></FONT></SPAN></SPAN></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Novo código florestal não constitui o fim da história: reconhecimento da agropecuária consolidada e o novo edifício regulatório ambiental</title>
      <pubDate>Fri, 9 Mar 2012 09:16:14 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2012_1/CF/Index.htm</link>
      <category>Economia agrícola</category>
      <description><![CDATA[<SPAN style="mso-bidi-font-family: Calibri" class=style161>A questão crucial resolvida na versão do Novo Código Florestal aprovado pela Câmara dos Deputados está em retirar da ilegalidade os espaços de agropecuária consolidada na medida em que são reconhecidos os direitos adquiridos uma vez que um dispositivo legal não pode ter efeito retroativo a não ser para beneficiar os cidadãos. Esse princípio de direito foi recentemente reconhecido na sua plenitude pelo Supremo Tribunal Federal nos julgamentos da aplicação da denominada Lei da Ficha Limpa para processos eleitorais. Em linhas gerais na questão do Código Florestal esse fato acontece na medida em que a legislação atual foi estabelecida pela <SPAN style="COLOR: black">Medida Provisória 2166-67 de 2001 que estabeleceu </SPAN>dentre outras medidas, a </SPAN><SPAN style="COLOR: black"><SPAN style="mso-bidi-font-family: Calibri">não contagem das áreas de preservação permanente para efeito de reserva legal. Exatamente aí está a consistência dos direitos adquiridos dos agropecuaristas pelo princípio jurídico de que de que os dispositivos legais não podem retroagir para fins de punição. </SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Calibri','sans-serif'; mso-bidi-font-family: Calibri"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT class=auto-style8 size=3><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><SPAN style="mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 11.0pt"><o:p><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 11.0pt" class=style5><SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-WEIGHT: normal"><o:p><SPAN style="mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style5><SPAN class=style1><SPAN class=style5><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style4><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN class=style18><SPAN class=style26><FONT class=style1 size=4><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><SPAN class=style40><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2012_1/CF/Index.htm" target=_blank><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 700" color=#003300>Saiba mais...</FONT></a></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></o:p></SPAN></SPAN></o:p></SPAN></o:p></SPAN></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Potyvirus em amarílis e lírio-do-Amazonas</title>
      <pubDate>Fri, 9 Mar 2012 09:15:35 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2012_1/Potyvirus/Index.htm</link>
      <category>Fitossanidade</category>
      <description><![CDATA[A família Amaryllidaceae, anteriormente conhecida como Liliaceae, engloba vários gêneros incluindo <em>Amaryllis</em>, <em>Crinus</em>, <em>Eucharis, Hippeastrum, Hymenocallis </em>e <em>Narcissus</em>, entre outros. Grande parte de seus representantes ocorre nas regiões tropicais e subtropicais. Possuem bulbos, com grande capacidade para o armazenamento de água e nutrientes, que podem ser utilizados em verões secos, quando a planta permanece sem a parte aérea. Na primavera, emergem rapidamente do solo, iniciando seu crescimento mais cedo do que as plantas anuais, evitando deste modo a competição por nutrientes. Além dessa estratégia, as espécies desta família têm o ovário localizado na base de um longo tubo. O posicionamento ínfero dos ovários é uma proteção contra a herbivoria, particularmente nas zonas semiáridas do planeta onde o alimento é mais escasso. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT class=auto-style8 size=3><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 11.0pt"><o:p><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 11.0pt" class=style5><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'; FONT-SIZE: 12pt; FONT-WEIGHT: normal"><o:p><SPAN style="mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style5><SPAN class=style1><SPAN class=style5><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style4><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style26><FONT class=style1 size=4><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN class=style40><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2012_1/Potyvirus/Index.htm" target=_blank><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 700" color=#003300>Saiba mais...</FONT></a></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></o:p></SPAN></SPAN></o:p></SPAN></o:p></SPAN></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Mosca-dos-estábulos – Em detalhes</title>
      <pubDate>Fri, 9 Mar 2012 09:14:38 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2012_1/MoscaEstabulo/Index.htm</link>
      <category>Sanidade animal</category>
      <description><![CDATA[Com o aumento dos resíduos orgânicos no meio rural devido à intensificação da produção agropecuária, bem como, a industrialização de determinados produtos, a probabilidade de ocorrência da mosca Stomoxys calcitrans, popularmente conhecida por mosca-dos-estábulos ou por mosca-do-bagaço, cresce no Mato Grosso do Sul. As notícias de surtos eventuais dessa mosca vem sendo relatadas há anos. Os focos são de pequena extensão e duram pouco, ocorrendo próximos a áreas canavieiras ou de confinamento de bovinos, associados ou não às usinas alcooleiras ou sucroalcooleiras. Tais ocorrências, em razão do seu caráter geram não só transtorno para os produtores de gado como uma inquietação. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 11.0pt"><o:p><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 11.0pt" class=style5><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'; FONT-SIZE: 12pt; FONT-WEIGHT: normal"><o:p><SPAN style="mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style5><SPAN class=style1><SPAN class=style5><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style4><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style26><FONT class=style1 size=4><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN class=style40><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2012_1/MoscaEstabulo/Index.htm" target=_blank><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 700" color=#003300>Saiba mais...</FONT></a></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></o:p></SPAN></SPAN></o:p></SPAN></o:p></SPAN></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Sementes crioulas: em busca do reconhecimento dos direitos dos agricultores guardiões</title>
      <pubDate>Fri, 9 Mar 2012 09:13:55 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2012_1/SementesCrioulas/Index.htm</link>
      <category>Recursos genéticos</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style171><FONT size=2 face=Arial>O processo de modernização da agricultura causou mudança significativa na prática dos agricultores de selecionar plantas e conservar suas sementes, levando à perda severa da agrobiodiversidade. A recuperação desta prática, que se reflete também no patrimônio genético e cultural diz respeito à própria preservação da biodiversidade existente no planeta e à coevolução de sistemas agrícolas. Os agricultores familiares e suas entidades representativas são responsáveis pela manutenção de um patrimônio importantíssimo para a humanidade, por meio da conservação das sementes de cultivares crioulas, apesar do grande avanço da agricultura moderna. Assim, a necessidade de recuperá-lo diz respeito à própria preservação da biodiversidade existente no planeta. A Convenção da Diversidade Biológica (CDB), que emergiu durante a ECO 92, no Rio de Janeiro, reconhece, dentre outros, dois pontos importantes em seu texto: a soberania dos países sobre seus recursos genéticos e os direitos dos agricultores (farmers rights). Estes dois pontos estão intimamente ligados e a eles adere a figura do “guardião de sementes”.</FONT></SPAN> <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 11.0pt"><o:p><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 11.0pt" class=style5><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'; FONT-SIZE: 12pt; FONT-WEIGHT: normal"><o:p><SPAN style="mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style5><SPAN class=style1><SPAN class=style5><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style4><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style26><FONT class=style1 size=4><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN class=style40><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2012_1/SementesCrioulas/Index.htm" target=_blank><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 700" color=#003300>Saiba mais...</FONT></a></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></o:p></SPAN></SPAN></o:p></SPAN></o:p></SPAN></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>A devastação financeira</title>
      <pubDate>Fri, 9 Mar 2012 09:13:05 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2012_1/Devastacao/Index.htm</link>
      <category>Economia agrícola</category>
      <description><![CDATA[<SPAN style="mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'" class=style161>A mídia social (escrita e falada) tem enfatizado com imenso interesse os desdobramentos dos debates em torno do novo Código Florestal. O regulamento que está sendo posto no papel balizará a forma como ocorrerá a apropriação dos recursos naturais, visando sua transformação em outro tipo de riqueza. A necessidade de construção de pontes<SUp>1</SUp> entre os que defendem maior preservação do patrimônio natural e aqueles que precisam fazer negócios produzindo alimentos, fibras e madeira é o desiderato que, felizmente, a sociedade brasileira caminha para alcançar. </SPAN><SPAN style="mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"><SPAN style="mso-tab-count: 1"></SPAN>Se para a devastação ambiental, finalmente, se estabelecem limites objetivos e se apontam os caminhos de sua reversão<SUp>2</SUp>, ou seja, da recuperação florestal e dos recursos hídricos, o planeta, entretanto, move-se para os extremos de uma <I style="mso-bidi-font-style: normal">Terra </I>Devastada<SUp>3</SUp>, capitaneados no “difuso” interesse representado pelas finanças internacionais. </SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 11.0pt"><o:p><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 11.0pt" class=style5><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'; FONT-SIZE: 12pt; FONT-WEIGHT: normal"><o:p><SPAN style="mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style5><SPAN class=style1><SPAN class=style5><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style4><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style26><FONT class=style1 size=4><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN class=style40><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2012_1/Devastacao/Index.htm" target=_blank><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 700" color=#003300>Saiba mais...</FONT></a></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></o:p></SPAN></SPAN></o:p></SPAN></FONT></o:p></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Portaria confirma inclusão do médico-veterinário no Nasf</title>
      <pubDate>Fri, 9 Mar 2012 09:09:37 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2012_1/Nasf/Index.htm</link>
      <category>Valorização Profissional</category>
      <description><![CDATA[A partir de agora, qualquer município brasileiro poderá contar com o médico-veterinário entre os profissionais que formam os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (Nasfs). A Portaria nº 2488, do Ministério da Saúde, que autoriza a inclusão do médico-veterinário no Nasf foi publicada no Diário Oficial da União. A nova determinação permitirá que os secretários municipais de saúde incluam o médico-veterinário nos quadros de atuação para a saúde da família. O presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-RS), Rodrigo Lorenzoni, afirma que o médico-veterinário tem conhecimentos sólidos sobre as zoonoses, doenças transmitidas pelos animais aos humanos. Sendo assim é um profissional imprescindível para regiões endêmicas atingidas pela leishmaniose, leptospirose, dengue, raiva, toxoplasmose, entre outras. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 11.0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 11.0pt" class=style5><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'; FONT-SIZE: 12pt; FONT-WEIGHT: normal"><o:p><SPAN style="mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style5><SPAN class=style1><SPAN class=style5><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style4><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style26><FONT class=style1 size=4><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN class=style40><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2012_1/Nasf/Index.htm" target=_blank><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 700" color=#003300>Saiba mais...</FONT></a></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></o:p></SPAN></SPAN></o:p></SPAN></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>II Curso Teórico Prático de Interpretação de Análise de Solo e recomendação de fertilizantes e corretivos em cana-de-açúcar</title>
      <pubDate>Wed, 11 Jan 2012 10:45:32 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/adubcana</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<div id=imObj0_00>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc2 fs12 ">Bem-vindo ao</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb "> </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 fb ">II Curso Teórico Prático de Interpretação de Análise de Solo </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb ">e recomendação de fertilizantes e corretivos em cana-de-açúcar</SPAN><SPAN class="ff4 fc2 fs11 "> <br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Data: 08 e 09 de maio de 2012<br/>Piracicaba - SP<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc2 fs12 ">O </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb ">Infobibos Informações Tecnológicas para o Agronegócio,</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> apresenta o II </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 ">Curso Teórico Prático de Interpretação de Análise de Solo e Manejo de Adubação em Cana-de-açúcar</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">.<br/><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Vagas Limitadas!</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "> </SPAN></p><SPAN class="ff3 fc0 fs12 ">
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">Objetivo: </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">proporcionar conhecimento detalhado dentro de um contexto teórico-prático sobre amostragem, análise de solo e interpretação, de forma com que os participantes aprendam recomendar corretivos e fertilizantes em cana-de-açúcar.</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb "><br/><br/>Público Alvo</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> - Produtores, </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">profissionais de </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 ">usinas</SPAN>, <SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">pesquisa, ensino e extensão, cooperativas, associações e estudantes. É ideal também para profissionais que desejam assumir novos desafios, gerando novas idéias para agregar valor a empresa em que trabalha e ao seu currículo<br/><br/><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb ">Local:</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">Beira Rio Palace Hotel Rua Luiz de Queiroz, 51 - Centro - Piracicaba/SP.<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><strong>Desconto de 15% para inscrição até 15 de março</strong><br/></p></SPAN></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>II Curso Teórico-prático de tratamento e uso de resíduos orgânicos em solos agrícolas</title>
      <pubDate>Wed, 11 Jan 2012 10:43:28 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/efluentes</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<div id=imObj0_00>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff3 fc2 fs12 fb ">II Curso Teórico Prático de </SPAN><SPAN class="ff4 fc0 fs12 fb ">TRATAMENTO E USO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS EM SOLOS AGRÍCOLAS</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb "> <br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff1 fc0 fs12 fb "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Data: 10 e 11 de maio de 2012<br/>Pircacicaba - SP<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_center></p><SPAN class="ff2 fc2 fs12 ">
<p class=imAlign_justify><br/>Realização:</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "> </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">Infobibos Informações Tecnológicas para o Agronegócio</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Vagas Limitadas!</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "> </SPAN></p><SPAN class="ff3 fc0 fs12 ">
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">Objetivo</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "> - Proporcionar aos participantes conhecimentos sobre resíduos urbanos e agroindustriais passíveis de ser usados em solos agrícolas, após sua caracterização e/ou tratamentos, assim como conhecimentos sobre legislação agrícola e ambiental que regem o uso no solo, além do plano de aplicação e monitoramento do sistema solo-água-planta.</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 fb "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb "><br/><br/>Público Alvo</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> - </SPAN><FONT color=#000000><SPAN style="TEXT-ALIGN: center; WIDOWS: 2; TEXT-TRANSFORM: none; BACKGROUND-COLOR: #ffffff; TEXT-INDENT: 0px; LETTER-SPACING: normal; FONT: 8px Tahoma; WHITE-SPACE: normal; ORPHANS: 2; COLOR: #000000; WORD-SPACING: 0px" class=Apple><SPAN style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: normal; WIDOWS: 2; TEXT-TRANSFORM: none; BACKGROUND-COLOR: #ffffff; FONT-VARIANT: normal; FONT-STYLE: normal; TEXT-INDENT: 0px; LETTER-SPACING: normal; FONT-FAMILY: Tahoma; WHITE-SPACE: normal; ORPHANS: 2; COLOR: #000000; FONT-WEIGHT: normal; WORD-SPACING: 0px" class=Apple><SPAN style="LINE-HEIGHT: 19px; FONT-FAMILY: Segoe UI; COLOR: #000000; VERTICAL-ALIGN: baseline" class="ff2 fc0 fs12 "><FONT class=style1 size=3>Profissionais de pesquisa, ensino e extensão, prefeituras, cooperativas, associações, sanitaristas, usinas, produtores e estudantes. É ideal também para profissionais que desejam assumir novos desafios, gerando novas idéias para agregar valor a empresa em que trabalha e ao seu currículo.<br/></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "><br/><br/><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb ">Local:</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">Beira Rio Palace Hotel Rua Luiz de Queiroz, 51 - Centro - Piracicaba/SP.<br/></SPAN></p></SPAN>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "><strong>Desconto de 15% para inscrição até 15 de março</strong><br/></p></SPAN></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Boro para o maracujazeiro em solo de Tabuleiro Costeiro do Estado da Bahia</title>
      <pubDate>Wed, 11 Jan 2012 10:41:36 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2012_1/Boro/Index.htm</link>
      <category>Fruticultura</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style26>Nos estados maiores produtores de maracujá do Brasil – Bahia, Sergipe, Espírito Santo e Rio de Janeiro –, o maracujazeiro é cultivado em solos de Tabuleiros Costeiros. No Estado da Bahia planta-se aproximadamente 45% da produção nacional (322.755 toneladas) em 23.227 hectares, cuja produtividade média (13,9 t ha<SUp>-1</SUp>) é inferior à nacional. Em 6.845 hectares de solos de Tabuleiros Costeiros do Estado da Bahia são produzidos 76.355 toneladas de maracujá, o que representa 24% da produção do Estado e 29% da área cultivada (IBGE, 2009). </SPAN><SPAN><SPAN class=style26>Os solos de Tabuleiros Costeiros são altamente intemperizados, com baixos teores de matéria orgânica, baixa capacidade de armazenamento de água e altos teores de ferro e alumínio, favorecendo a deficiência de boro nas plantas de maracujá (BORGES et al., 2010). </SPAN><SPAN class=style5><SPAN class=style26>O boro desempenha importante papel no transporte e metabolismo de carboidratos, facilitando a passagem dos açúcares através das membranas, na forma de complexo açúcar-borato (BASTOS e CARVALHO, 2004). A deficiência de boro inibe ou paralisa o crescimento dos tecidos meristemáticos da parte aérea e das raízes (GUPTA, 1979).</SPAN></SPAN></SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'" class=style5><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'; FONT-SIZE: 12pt; FONT-WEIGHT: normal"><o:p><SPAN style="mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'" class=style5><SPAN class=style1><SPAN class=style5><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style4><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style26><FONT class=style1 size=4><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN class=style40><FONT class=style188 size=2><strong><FONT color=#000080> </FONT></strong><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2012_1/Boro/index.htm" target=_blank><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#003300 size=2>Saiba mais...</FONT></a></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></o:p></SPAN></FONT></SPAN></o:p></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Levantamento preliminar das coleções e BAGs conservados in situ, on farm e ex situ na região sudeste do Brasil</title>
      <pubDate>Wed, 11 Jan 2012 10:40:30 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2012_1/Bags/Index.htm</link>
      <category>Recursos Genéticos</category>
      <description><![CDATA[<SPAN>O levantamento a que se refere este documento foi iniciado por meio de uma demanda do Ministério do Meio Ambiente - MMA, em 2010, e teve como objetivo a identificação preliminar das necessidades para a execução de um projeto mais efetivo com as instituições envolvidas em ações de conservação <I>in situ, on farm </I>e <I>ex situ</I> de recursos genéticos de plantas, animais e microorganismos, da Região Sudeste do Brasil. </SPAN><SPAN class=style161>Como as atividades de conservação são fundamentais tanto para a preservação da natureza como para a segurança alimentar do planeta, urge executar um levantamento nacional sobre tal trabalho. O termo recursos genéticos, sucessor de germoplasma, foi criado para designar a variabilidade genética das espécies, com atributos especiais que lhe permitam o seu uso no desenvolvimento de cultivares de alto valor agro-econômico, social e ambiental. Atualmente, os recursos genéticos ou germoplasma passaram a ter outro significado, o de reserva estratégica de genes e não apenas de genótipos. Na medida em que se manipulam genes, desaparecem as barreiras genéticas biológicas até então impeditivas do seu fluxo entre indivíduos, ao nível genérico ou específico, o que justifica plenamente a conservação de toda sorte de espécies</SPAN><SPAN>.</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'; FONT-SIZE: 12pt; FONT-WEIGHT: normal"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><SPAN style="mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'" class=style5><SPAN class=style1><SPAN class=style5><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style4><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style26><FONT class=style1 size=4><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN class=style40><FONT class=style188 size=2><strong><FONT color=#000080> </FONT></strong><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2012_1/Bags/Index.htm" target=_blank><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#003300 size=2>Saiba mais...</FONT></a></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></o:p></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Espécies de Trichoderma: fungos benéficos a serem favorecidos por práticas adequadas de manejo</title>
      <pubDate>Wed, 11 Jan 2012 10:36:35 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2012_1/Trichoderma/Index.htm</link>
      <category>Fitossanidade</category>
      <description><![CDATA[Micro-organismos são essenciais para a manutenção das funções do solo devido ao seu envolvimento em processos-chave como a formação da estrutura do solo, decomposição da matéria orgânica e ciclagem de nutrientes. Espécies do fungo Trichoderma são decompositoras de madeira e material herbáceo e, com frequência, constituem o maior componente da microflora de vários ecossistemas (pastagem, áreas agrícolas, florestas, desertos). A dominância de Trichoderma nos solos de diferentes habitats pode ser atribuída à sua capacidade metabólica diversa e à natureza competitiva que proporcionam rápida colonização da rizosfera e estabelecimento de populações estáveis, controle da microflora patogênica e competitiva/deletéria e promoção do crescimento de plantas. Saiba mais... ]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Influência do solo na tipicidade do vinho</title>
      <pubDate>Wed, 11 Jan 2012 10:35:40 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/Vinho/Index.htm</link>
      <category>Vitinicultura</category>
      <description><![CDATA[<FONT size=2><FONT face=Arial><SPAN style="COLOR: black; mso-bidi-font-family: Arial">A produção de vinhos de qualidade é o resultado da interação de fatores do meio e das atividades humanas. De acordo com Tonietto e Flores (2004), torna-se necessário avaliar as influências dos fatores permanentes (fatores do meio como o clima e o solo) e as atividades humanas ligadas à produção e a transformação dos produtos da videira (seleção de porta-enxertos, variedades produtoras, sistemas de cultivo, tecnologias de vinificação). </SPAN>O <B style="mso-bidi-font-weight: normal">clima</B> é determinante no potencial vitícola das regiões. Manifesta sua influência através de seus elementos, como insolação, temperatura, precipitação, dentre outros. A influência direta do solo na qualidade do vinho segue sendo hoje em dia muito discutida. No entanto ocorre um grande esforço no sentido de listar os parâmetros do solo que apresentam efetivamente maior influência. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small"><SPAN class=style1><SPAN class=style5><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style4><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style26><FONT class=style1><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small"><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small"><SPAN class=style40><FONT class=style188><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#003300><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/Vinho/Index.htm" target=_blank>Saiba mais..</a></FONT></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></FONT> </FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso de implantação e condução de cultivo orgânico</title>
      <pubDate>Thu, 15 Dec 2011 13:53:23 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Cultivoorganico/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[O Infobibos e a Fraga e Penteado tem o prazer de oferecer o Curso Prático de <SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb ">Implantação e Condução do Cultivo Orgânico </SPAN><SPAN class="ff5 fc2 fs11 ">, que será realizado nos dias </SPAN><SPAN class="ff5 fc3 fs11 fb ">7 e 8 de maio de 2012</SPAN><SPAN class="ff5 fc2 fs11 ">, na sala de eventos do Hotel Diplomata, em Campinas, São Paulo.</SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 "> <br/><br/>A produção de alimentos orgânicos representa hoje uma das principais alternativas econômicas, não somente pela obtenção de alimentos saudáveis, com preços mais elevados, como pela redução dos custos e preservação dos recursos naturais.<br/><br/>Esse curso visa dar aos técnicos, estudantes, agricultores e demais pessoas interessadas no sistema ecológico de produção agrícola. Poderão participar mesmo pessoas que não tenham experiência na agricultura.<br/><br/>Os participantes terão acesso a sólidos conhecimentos sobre a certificação orgânica.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff5 fc2 fs11 fb ">Público-alvo</SPAN><SPAN class="ff5 fc2 fs11 ">: Técnicos, agricultores e demais interessados. Requisitos: conhecimentos básicos de agricultura<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb ">Metodologia de ensino</SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 ">: aulas teóricas e práticas, apostila. Todos os participantes receberão um CD ROM de Treinamento e Consulta, com ampla biblioteca sobre o assunto.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff5 fc2 fs11 fb ">VAGAS LIMITADAS!<br/></SPAN><SPAN class="ff5 fc2 fs11 "><br/>Desconto de 10% para quem já fez cursos com o Infobibos e com a Fraga e Penteado</SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 "> <br/><br/></SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb ">Certificado:</SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 "> Aos participantes serão fornecidos certificados de participação</SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso de Certificação Orgânica</title>
      <pubDate>Thu, 15 Dec 2011 13:49:09 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Certorganica</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class="ff5 fc2 fs11 ">Bem vindo!!!<br/><br/>O Infobibos e a Fraga e Penteado tem o prazer de oferecer o curso de </SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb ">Fundamentos e Certificação Orgânica - Como obter o selo orgânico</SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 ">, que será realizado nos dias </SPAN><SPAN class="ff5 fc3 fs11 fb ">3 e 4 de abril de 2012</SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 ">, na sala de eventos do Hotel Diplomata, em Campinas, São Paulo.</SPAN><SPAN class="ff5 fc2 fs11 "> <br/><br/>A produção de alimentos orgânicos representa hoje uma das principais alternativas econômicas, não somente pela obtenção de alimentos saudáveis, com preços mais elevados, como pela redução dos custos e preservação dos recursos naturais.<br/><br/>Esse curso visa dar aos técnicos, estudantes, agricultores e demais pessoas interessadas no sistema ecológico de produção agrícola. <br/>Os participantes terão acesso a sólidos conhecimentos sobre a certificação orgânica.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb ">Público-alvo</SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 ">: Técnicos, agricultores e demais interessados. <br/><br/></SPAN><SPAN class="ff5 fc2 fs11 fb ">Metodologia de ensino</SPAN><SPAN class="ff5 fc2 fs11 ">: aulas teóricas e práticas, apostila. Todos os participantes receberão um CD ROM de Treinamento e Consulta, com ampla biblioteca sobre o assunto.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb ">VAGAS LIMITADAS!<br/></SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 "><br/>Desconto de 10% para quem já fez cursos com o Infobibos e com a Fraga e Penteado</SPAN><SPAN class="ff5 fc2 fs11 "> <br/><br/></SPAN><SPAN class="ff5 fc2 fs11 fb ">Certificado:</SPAN><SPAN class="ff5 fc2 fs11 "> Aos participantes serão fornecidos certificados de participação</SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso teórico-prático: Séries Temporais </title>
      <pubDate>Thu, 15 Dec 2011 13:44:06 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/seriestemporais</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">O INFOBIBOS - Informações Tecnológicas para o Agronegócio apresenta o </SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs11 fb fi ">Curso Séries Temporais</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">, que será realizado nos dias </SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs11 fb ">2 e 3 de Abril de 2012 </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">na Sala de Eventos do Hotel Diplamata - Campinas - SP.<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">Sobre o curso </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "><br/><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">O tema versará sobre Séries Temporais para estudos de periodicidade temporal de variáveis amostradas em espaços regulares de tempo (ex. minutos, horas, dias, meses) ou de variáveis amostradas em espaços regulares ao longo de transeto. As variáveis para as quais estes conceitos poderão ser aplicados podem ser de clima, meio ambiente, ciências sociais, população de insetos e pragas, dados de solos ao longo de transetos e qualquer outro parâmetro que possa ser expresso em números e referidos por ocorrências no tempo</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> <br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">Público Alvo </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "><br/><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">O curso tem como finalidade treinar estudantes e profissionais de pesquisa, ensino e de empresas cujo ramo de atividade necessita do uso aplicado da periodicidade temporal, como usinas de açúcar, florestais, consultoria ambiental, cooperativas e muitas outras. É ideal para profissionais que tenham conhecimento básico do assunto e desejam assumir novos desafios, gerando novas idéias para agregar valor a empresa em que trabalha e ao seu currículo.</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> <br/></SPAN></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso de produção de mudas de alta qualidade</title>
      <pubDate>Thu, 15 Dec 2011 13:42:08 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/prodmudas/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<strong>BEM VINDO!!<br/><br/><br/><br/></strong>O Infobibos Informações Tecnológicas para o Agronegócio apresenta o <B>Curso de Produção de Mudas de Alta Qualidade</B>, que será realizado em Campinas -<WBR> SP, nos dias <B>16 e 17 de abril de 2012</B>.<br/><br/>O curso tem como objetivo fornecer conhecimento para aprimorar e possibilitar geração de renda para agricultura familiar, sustentabilidade e transferência de tecnologia, na área de produção de mudas e propagação de plantas. <br/>
<p style="TEXT-ALIGN: left"><SPAN class="ff2 cf0 fs18"><br/></SPAN></p>
<div style="WIDTH: 573px; FLOAT: left">
<div id=imCell_2 class="imGrid[2, 2]">
<div id=imCellStyleGraphics_2></div>
<div id=imCellStyle_2>
<div style="TEXT-ALIGN: left" id=imTextObject_2>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN class="ff1 cf0 fs22"><B>PÚBLICO ALVO</B>: Produtores, estudantes, professores, técnicos, extensionistas, e demais interessados em adquirir, ampliar ou atualizar conhecimentos na produção de mudas de alta qualidade.<br/></SPAN></p>
<p style="TEXT-ALIGN: left"><SPAN class="ff1 cf0 fs22"><br/><B><I>Desconto de 10%</I></B> para quem já fez cursos com o Infobibos.<br/><br/></SPAN></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN class="ff1 cf0 fs22">Vagas Limitadas!!!</SPAN></p></div></div></div></div>
<div style="WIDTH: 191px; FLOAT: left">
<div style="WIDTH: 191px; FLOAT: left">
<div id=imCell_6 class="imGrid[0, 0]">
<div id=imCellStyleGraphics_6></div>
<div id=imCellStyle_6>&nbsp;</div></div></div>
<div style="WIDTH: 191px; FLOAT: left">
<div id=imCell_5 class="imGrid[1, 1]">
<div id=imCellStyleGraphics_5></div>
<div id=imCellStyle_5>&nbsp;</div></div></div></div>
<div style="WIDTH: 764px; FLOAT: left"></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>II Curso de germinação de sementes de palmeira</title>
      <pubDate>Thu, 15 Dec 2011 13:40:21 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/palmeira</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">O </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">INFOBIBOS </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">Informações Tecnológicas para o Agronegócio, apresenta o </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">Curso de Germinação de Sementes de Palmeira</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> a ser realizado no dia </SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs11 fb ">12 e 13 de abril de 2012</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> na sala de eventos do Diplomata Hotel em Campinas - SP.<br/><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_center><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">Vagas Limitadas!!</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 "> </SPAN></p>
<p class=imAlign_center><SPAN class="ff3 fc0 fs11 "><SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb ">Esquema do Curso: </SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 ">Aula teórica e Prática<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb ">Público Alvo: </SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 ">Produtores, Estudantes, Extensionistas, Professores, Engenheiro Agrônomos e interessados no assunto.</SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb "> <br/><br/>Temas Abordado:<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff5 fc0 fs11 ">- Introdução a família ARECACEAE (histórias, importância econômica)<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff5 fc0 fs11 ">- Principais espécies exóticas cultivadas<br/>- Principais espécies nativas cultivadas<br/>- Espécies com potencial ornamental (nativas e exóticas)<br/>- Morfologia e anatomia de sementes<br/>- Métodos de coleta de frutos e sementes (cuidados, maturação, número e qualidade de matrizes, produção e partenogênese)<br/>- Germinação de sementes (temperatura, substrato, luz, oxigênio, esterilização, dormência, semeaduras, germinadores, embebição, testes de viabilidade, umidade)<br/>- Tipos de germinação<br/>- Armazenamento (temperatura, teor de água, embalagens, esterilização, criopreservação)<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff5 fc0 fs11 ">- Beneficiamento </SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff5 fc0 fs11 ">- Secagem (temperatura, ambiente)<br/>- Extração das sementes (despolpa)<br/>- Comercialização de sementes (procedência, venda e compra)<br/><br/>- Visita Técnica</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs10 "> <br/></SPAN></p></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>II Curso teórico prático de classificação de solos</title>
      <pubDate>Thu, 15 Dec 2011 13:39:18 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/solos</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class="ff3 fc4 fs18 fb ">Bem Vindo!</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs14 fb "> <br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs14 "><br/></SPAN>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff3 fc0 fs11 fb ">INFOBIBOS</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 "> - Informações Tecnológicas para o Agronegócio e a </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 fb ">FUNDAG</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 "> - Fundação de Apoio a Pesquisa Agrícola apresentam o </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">CURSO TEÓRICO E PRÁTICO DE CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">, que será realizado nos dias <SPAN lang=pt-br>26</SPAN> e <SPAN lang=pt-br>27</SPAN> a<SPAN lang=pt-br>bril</SPAN> de 201<SPAN lang=pt-br>2</SPAN>, no Beira Rio Palace Hotel - Piracicaba-SP.<br/><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_center><SPAN class="ff3 fc4 fs11 fb "><br/>VAGAS LIMITADAS!!!</SPAN><SPAN class="ff4 fc0 fs11 "> <br/></SPAN></p>
<div id=imCel0_02>
<p id=imCel0_02_Title>Objetivo do Curso</p>
<div id=imCel0_02_Cont>
<div id=imObj0_02>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">- Mostrar a importância da classificação de solos</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs11 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">- Treinar o aluno na classificação de solos </SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs11 "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">- Diagnosticar e avaliar problemas específicos de comportamento dos solos de uma determinada classe dando subsídios <SPAN lang=pt-br></SPAN>para o estabelecimento de planejamento e/ou manejos mais adequados dos mesmos;</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs11 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">- Estimar a capacidade de uso sustentável do solo;</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs11 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">- Visualizar o comportamento dos solos através dos seus atributos e horizontes de diagnóstico e de seus dados analíticos;</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs11 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">- <SPAN lang=pt-br>Maximizar a aplicação dos conhecimentos pedológicos no manejo agro-florestal</SPAN>;</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs11 "> </SPAN></p></div></div></div>
<div style="HEIGHT: 109px; TOP: 434px; LEFT: 10px" id=imCel0_00>
<p id=imCel0_00_Title>Público Alvo</p>
<div id=imCel0_00_Cont>
<div id=imObj0_00>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "><SPAN lang=pt-br>A</SPAN>grônomos<SPAN lang=pt-br>, engenheiros florestais, agrícolas, </SPAN>civis, sanitaristas, urbanistas<SPAN lang=pt-br>, </SPAN>extensionistas, planejadores do uso da terra, professores de solos, executores de manejo de solos, estudiosos de classificação de solos, geógrafos, <SPAN lang=pt-br>técnicos </SPAN>agrícolas<SPAN lang=pt-br>, </SPAN>executores de mapas pedológicos, alunos de cursos de agronomia e de outros que estudem o solo, enfim todos </SPAN></p></div></div></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso de Citricultura a Distância</title>
      <pubDate>Thu, 15 Dec 2011 13:37:30 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/CursoCitricultura/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[Realizado pelo Centro de Citricultura Sylvio Moreira (IAC) será iniciado em 2012 para atender a demanda para o treinamento de recursos humanos nas várias áreas de interesse da citricultura. O curso contará com um programa estabelecido em 18 módulos de estudo com o acompanhamento de corpo docente por profissionais de ensino e pesquisa. As aulas e as atividades discentes serão ministradas à distância, via internet, e serão também realizadas aulas presenciais. As aulas serão apresentadas conforme o programa que ocorre de <B>janeiro a junho de 2012</B>. O curso oferecerá a oportunidade para a interação entre profissionais para o aprimoramento do conhecimento acerca dos citros, suas características e ferramentas de manejo para a melhoria da produção. <br/><br/>O Instituto Agronômico conferirá <B>Certificado de Conclusão</B> para os participantes aprovados em sistema de avaliação próprio
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN class="ff1 cf3 fs23"><B>Objetivos<br/></B></SPAN><SPAN class="cf1 ff1 fs23">Fornecer informações sobre a cadeia produtiva dos citros para a capacitação de recursos humanos e promoção de intercâmbio entre profissionais para o desenvolvimento da citricultura.<br/><br/></SPAN><SPAN class="cf3 ff1 fs23"><B>Público-<WBR>alvo<br/></B></SPAN><SPAN class="cf1 ff1 fs23">Profissionais dos setores de produção, extensão e pesquisa/ensino e estudantes de áreas afins.<br/><br/></SPAN></p>
<p style="TEXT-ALIGN: left"><SPAN class="ff3 cf4 fs22"><B>Período</B></SPAN><B><SPAN class="cf1 ff3 fs22"><br/>16/01/2012 a 29/06/2012</SPAN></B></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>III Curso de Bem Estar de Bovinos, Aves e Suínos</title>
      <pubDate>Thu, 15 Dec 2011 13:36:05 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/bemestar</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN class="ff1 cf3 fs22">O NUPEA (Núcleo de Pesquisa em Ambiência) da ESALQ/USP, apresenta o <B><SPAN class=imUl><I>III Curso de Bem Estar de Bovinos, Aves e Suínos</I></SPAN></B>, que será realizado na ESALQ -<WBR> Piracicaba-<WBR>SP, nos dias <B>10 e 11 de abril de 2012</B>.<br/></SPAN></p><SPAN class="ff1 cf3 fs22">
<p style="TEXT-ALIGN: left"><br/>Principais temas a serem abordados:<br/><br/>1. Princípios de Bem-<WBR>estar animal;<br/>2. Comportamento Animal;<br/>3. Bem-<WBR>estar de animais de produção;<br/>4. Bem-<WBR>estar na produção de suínos;<br/>5. Bem-<WBR>estar na produção de frangos de corte;<br/>6. Bem-<WBR>estar na produção de aves de postura;<br/>7. Bem-<WBR>estar na produção de bovinos de leite e de corte;<br/>8. Zootecnia de precisão e BEA: aplicações e ferramentas</p>
<p style="TEXT-ALIGN: left"><SPAN class="cf3 ff1 fs22"><strong>Objetivo</strong></SPAN><SPAN class="cf3 ff1 fs22"><br/></SPAN></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN class="ff2 cf0 fs22">Apresentar os princípios básicos de bem-<WBR>estar de animais de produção e as principais medidas para a melhoria dos sistemas produtivos dentro da visão do BEA. Alem de discutir cases específicos do público participante.</SPAN><SPAN class="cf3 ff1 fs22"><br/><br/><B>Público-<WBR>alvo</B><br/>Profissionais da Área, Produtores, Estudantes e demais interessados.</SPAN></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Site: <a href="http://www.infobibos.com/bemestar">www.infobibos.com/bemestar</a> </SPAN><SPAN class="ff0 fs20"><br/></p></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Principais pragas da arborização urbana II: formigas carpinteiras</title>
      <pubDate>Thu, 15 Dec 2011 13:34:51 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/PragasJardins2/Index.htm</link>
      <category>Fitossanidade</category>
      <description><![CDATA[A maneira de perceber o meio ambiente pelo homem, mesmo o urbano, foi intensamente modificada pelo pensamento ecológico. Durante longo tempo, a árvore foi utilizada isoladamente, como um objeto de adorno meramente estético em detrimento de suas reais necessidades, sendo percebida individualmente e não coletivamente. <SPAN class=style1><SPAN class=style5>As florestas urbanas são ecossistemas compostos pela integração entre sistemas naturais e sistemas antropogênicos, definindo-as como a soma de toda a vegetação lenhosa que circunda e envolve os aglomerados urbanos, desde pequenas comunidades a grandes metrópoles. A vegetação urbana é representada por conjuntos arbóreos de diferentes origens e que desempenham diferentes papéis. Os problemas na arborização urbana são muito comuns de serem visualizados e causados, na maioria das vezes, por um manejo inadequado, prejudicial às plantas. Árvores podadas drasticamente e com muitos problemas fitossanitários, como presença de cupins, brocas e fitopatógenos, injúrias físicas como anelamentos, caules ocos e podres, galhos lascados, são alguns dos muitos problemas encontrados em árvores viárias. A correta escolha das espécies para utilização na arborização urbana é de fundamental importância no sentido de se evitar problemas futuros da árvore com o ambiente construído ou vice-versa. Para isso é extremamente importante que seja visualizado o espaço disponível, considerando a presença ou ausência de fiação aérea e de outros equipamentos urbanos, largura da calçada e recuo predial. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style4><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style26><FONT class=style1 size=4><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN class=style40><FONT class=style188 size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#003300 size=2><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/PragasJardins2/Index.htm" target=_blank>Saiba mais..</a></FONT></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Biodiesel, Glicerol e Microorganismos</title>
      <pubDate>Thu, 15 Dec 2011 13:33:59 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/Biodiesel/Index.htm</link>
      <category>Bioenergia</category>
      <description><![CDATA[Fatores econômicos, políticos, sociais e ambientais relacionados à crescente preocupação mundial com uso de combustíveis fósseis impulsionam a pesquisa na busca de fontes alternativas de energia, derivadas de matérias primas renováveis. Nesse cenário, umas das alternativas promissoras para substituir o óleo diesel derivado do petróleo é o biodiesel, um combustível produzido por fontes renováveis de energia, tais como óleos vegetais (soja, dendê, mamona e outros) e gorduras animais. Um dos métodos utilizados para a produção de biodiesel é o da transesterificação de óleos e gorduras. Ele consiste na reação química do óleo ou gordura com um mono-álcool de cadeia curta (metanol ou etanol) na presença de um catalisador (ácido ou básico), levando a formação de mono-ésteres (biodiesel) e glicerina (glicerol bruto) (Ma &amp; Hanna, 1999). A proporção entre esses dois produtos é de cerca de 10% de glicerina em relação ao total do biodiesel produzido.<FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style4><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><FONT class=style1 size=4><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT color=#003300><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2> </FONT></FONT><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT class=style188 size=2><SPAN class=style26><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/Biodiesel/Index.htm" target=_blank>Saiba mais..</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>O dilema entre crescimento econômico e desenvolvimento sustentável: novos paradigmas para o estudo dos agroecossistemas</title>
      <pubDate>Thu, 15 Dec 2011 13:33:01 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/DesenvolvimentoSustentavel/Index.htm</link>
      <category>Sustentabilidade</category>
      <description><![CDATA[<SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>Durante</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>as</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>décadas</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>de</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>1960</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>e</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>1970,</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>a</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>agricultura</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>brasileira</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>passou</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>por</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>uma</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>intensa</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>transformação</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>no</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>processo</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>que</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>ficou</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>conhecido</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>como</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>modernização</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>ou</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>Revolução</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>Verde.</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>Este</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>consistiu</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>na</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>incorporação</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>à</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>agricultura,</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>por</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>meio</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>do</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>apoio</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>estatal,</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>de</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>práticas</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana"><SPAN style="mso-spacerun: yes" class=style26> </SPAN></SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>industrializadas</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>de</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>produção,</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>integrando</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>cada</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>vez</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>mais</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>a</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>agricultura</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>com</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>o</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>sistema</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>urbano-industrial.</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>Com</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>isso,</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>forçou</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> a </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>agricultura</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> a </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>transferir</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>renda</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>e</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>estimular</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>o</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>desenvolvimento</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>dos</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>centros</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>urbanos</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>e</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>industrial</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>do</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>país,</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>através</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>da</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>venda</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>de</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>matérias-primas</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>a</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>preços</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>baixos,</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>da</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>compra</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>de</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>insumos</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>e,</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>principalmente,</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>da</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>liberação</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>de</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>mão</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>de</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>obra</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>excedente</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>dos</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>campos,</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>também</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>conhecida</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>como</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>êxodo</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>rural.</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>No</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>processo</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>houve</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>um</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>aumento</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>da</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>produção</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>de</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style196>commodities</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>agrícolas</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>e</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>consequentemente</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>do</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>Produto</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>Interno</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>Bruto</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>(PIB)</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>do</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>país.</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>Porém</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>este</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>crescimento</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>econômico</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>trouxe</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>consigo</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> a aceleração d</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>o</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>esgotamento</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>dos</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>recursos</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>naturais</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>e</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>começou</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>a</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>gerar</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>problemas</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>sociais</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>importantes</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>que</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>acabaram</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>por</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>mostrar</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>que</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>esta</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>forma</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> “</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>moderna</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26>” </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>de</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>produção</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>não</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>poderia</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>ser</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>o</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>padrão</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>de</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>desenvolvimento</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>sustentável</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>para</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>o</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: Verdana" class=style26> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style26>país. </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style4><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><SPAN class=style18><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT class=style1 size=4><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/DesenvolvimentoSustentavel/Index.htm" target=_blank><FONT class=style188 size=2>Saiba mais..</FONT></a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></FONT></SPAN></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Construção e Testes de Fogões Solares Para as Comunidades Carentes do Semi-árido Nordestino</title>
      <pubDate>Thu, 15 Dec 2011 13:32:01 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/FogaoSolar2/Index.htm</link>
      <category>Energia Alternativa</category>
      <description><![CDATA[<SPAN style="mso-bookmark: _Toc378390180"><SPAN style="mso-bookmark: _Toc399649729"><SPAN style="mso-bookmark: _Toc406342419"><SPAN style="mso-bookmark: _Toc415295815"><SPAN style="mso-bookmark: _Toc432507578"><SPAN style="mso-bookmark: _Toc378389946"><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%" class=style12><FONT face=Arial>A discussão na comunidade científica sobre os males que a ação antrópica provoca sobre o meio ambiente anda bastante avançada. Já foi bastante discutida a reação adversa dos compostos de CFC, provocando o buraco da camada de Ozônio, bem como o estudo frente a compostos de enxofre, provocando a chuva ácida. Atualmente, ganha força a investigação do aumento da emissão contínua de dióxido de carbono e metano na atmosfera, estimulando ainda mais o efeito estufa, ocasionando um aquecimento em nível global. Neste último ponto, as pesquisas referentes a emissão de gases do efeito estufa (GEE) decorrido das atividades industriais e mesmo queimadas são bastante conhecidas. A citar em nosso país o conhecimento desde 1994 que as queimadas e/ou desmatamento da floresta Amazônica, que corresponde por cerca de 75% da emissão de dióxido de carbono, representando em massa 776 gigatoneladas anuais desse gás (Informe Ambiental, 2007).</FONT></SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'; FONT-SIZE: 12pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT class=style188 size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/FogaoSolar2/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Desafios para o armazenamento de sementes recalcitrantes</title>
      <pubDate>Thu, 15 Dec 2011 13:30:54 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/Sementes/Index.htm</link>
      <category>Recursos Genéticos</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style26><SPAN class=style1>Diferentemente das sementes ortodóxas, que compreendem a maior parte das espécies cultivadas, as sementes recalcitrantes não sofrem redução do teor de água na planta-mãe no final do período de maturação, sendo geralmente dispersas com elevados graus de umidade, não ocorrendo transição evidente entre o final da maturação e o início do processo de germinação. A ocorrência de espécies vegetais que produzem sementes recalcitrantes é observada tanto nas angiospermas como nas gimnospermas, sendo frequente em espécies de habitats tropicais aquáticos e semiaquáticos, nos quais o estabelecimento das plântulas pode ser contínuo ao longo do ano. Espécies de importância econômica cujas sementes apresentam comportamento recalcitrante incluem o cacau (</SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN class=style1>Theobroma cacao</SPAN></I><SPAN class=style1> L.), ingá (</SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN class=style1>Inga</SPAN></I><SPAN class=style1> spp.), dendê (</SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN class=style1>Elaeis guineensis</SPAN></I> <SPAN class=style1>Jacq.), pinheiro-do-paraná [</SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN class=style1>Araucaria angustifolia </SPAN></I>(<SPAN class=style1>Bertol.) Kuntze], abacate (</SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN class=style1>Persea americana</SPAN></I><SPAN class=style1> Mill.), pitanga (</SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN class=style1>Eugenia uniflora</SPAN></I><SPAN class=style1> L.), jabuticaba (</SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN class=style1>Myrciaria </SPAN></I><SPAN class=style1>spp</SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN class=style1>.</SPAN></I><SPAN class=style1>), macadâmia (</SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN class=style1>Macadamia integrifolia</SPAN></I><SPAN class=style1> Maiden &amp; Betche), guaraná (</SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN class=style1>Paullinia cupana</SPAN></I><SPAN class=style1> Mart.), manga (</SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN class=style1>Mangifera indica </SPAN></I><SPAN class=style1>L.), nêspera (</SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN class=style1>Eriobotrya japonica</SPAN></I> <SPAN class=style1>Lindl.), seringueira (</SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN class=style1>Hevea brasiliensis </SPAN></I><SPAN class=style1>Muell. Arg.), açaí (</SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN class=style1>Euterpe oleracea</SPAN></I><SPAN class=style1> Mart.), jaqueira (</SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN class=style1>Artocarpus heterophyllus </SPAN></I><SPAN class=style1>Lam.), mangaba (</SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN class=style1>Hancornia speciosa</SPAN></I> <SPAN class=style1>Gom.), pupunha (</SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN class=style1>Bactris gasipaes</SPAN></I> <SPAN class=style1>Kunth.), jenipapo (</SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN class=style1>Genipa americana</SPAN></I><SPAN class=style1> L.), entre outras.</SPAN></SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT class=style188 size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/Sementes/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></FONT><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/PlantasCarnivoras/Index.htm" target=_blank><strong> </strong></a></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Antracnose associada às fruteiras</title>
      <pubDate>Thu, 15 Dec 2011 13:30:10 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/Antracnose/Index.htm</link>
      <category>Fitossanidade</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style26>Todas as fruteiras estão sujeitas ao ataque de fungos, tanto na fase de produção como na de pós-colheita. O consumidor muitas vezes observa que suas frutas apresentam manchas escuras, necrose, podridões que, com o tempo, causam sua deterioração, tornando-as impróprias para o consumo ou, às vezes, não interferem no seu interior e nem no sabor, mas causam má aparência, levando ao descarte. O período entre colheita e o consumo das frutas frescas é altamente favorável ao ataque de fungos. Alta umidade e temperatura, bem como condições inadequadas de transporte, armazenamento e manuseio, podem danificar a casca propiciando a penetração de fungos e o desenvolvimento de podridões. A grande maioria das doenças que surgem em pós-colheita tem a sua origem nos campos de produção e, em alguns casos, causam problemas apenas muito tempo depois, quando as frutas chegam à mesa do consumidor. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT class=style188 size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/Antracnose/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></FONT><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/PlantasCarnivoras/Index.htm" target=_blank><strong> </strong></a></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Potencial do uso da parte aérea da mandioca na alimentação de tilápias</title>
      <pubDate>Fri, 18 Nov 2011 18:51:39 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/Tilapias/Index.htm</link>
      <category>Psicultura</category>
      <description><![CDATA[A ração é um dos itens mais representativos para determinação do custo total de produção na piscicultura. Com os sucessivos aumentos dos alimentos convencionais utilizados para a fabricação de ração para peixes, subprodutos e coprodutos da agroindústria podem ser uma alternativa para diminuir o preço deste insumo.No entanto, para que o alimento alternativo apresente potencial de utilização é necessário que apresente baixo custo, volume de produção, disponibilidade regional, e que não prejudique o desempenho do animal. Nesse último caso é recomendável o amplo conhecimento das características nutricionais, aproveitamento de nutrientes e outros fatores presentes no alimento que possam interferir no desempenho animal. Saiba mais... ]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Plantas carnívoras - verdades e mitos</title>
      <pubDate>Fri, 18 Nov 2011 18:49:55 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/PlantasCarnivoras/Index.htm</link>
      <category>Fitossanidade</category>
      <description><![CDATA[Plantas carnívoras ou insetívoras são vegetais que, mesmo tendo clorofila e fazendo fotossíntese, desenvolveram adaptações para complementarem a sua nutrição, pois vivem em solos pobres em fosfatos e nitratos. Essas adaptações são folhas modificadas em forma de armadilhas de diversos formatos que são capazes de capturar, prender, digerir por meio de enzimase finalmente absorver nutrientes das presas capturadas. Atualmente, são conhecidas aproximadamente 700 espécies, distribuídas principalmente em áreas de clima tropical e subtropical. As principais espécies cultivadas pertencem aos gêneros Drosera, que tem pelos no tecido foliar que produzem mucilagem que “cola” a presa à planta. Saiba mais... ]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Fermentar a massa</title>
      <pubDate>Fri, 18 Nov 2011 18:48:54 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/FermentaraMassa/Index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[<FONT size=2><FONT face=Arial><SPAN class=style161><SPAN class=style76>O ciclo econômico é um fenômeno reconhecido e estudado por economistas e cientistas sociais já há algumas décadas. Entretanto, poucos são aqueles que conhecem a origem dessa teoria. Foi por meio do acompanhamento sistemático dos preços do café que a hipótese dos ciclos econômicos foi formulada. Na virada do século retrasado o brilhante economista Joseph Schumpeter percebeu sua existência analisando estatísticas das importações de café pela Áustria. </SPAN><SPAN style="mso-spacerun: yes" class=style76></SPAN><SPAN class=style76>Depois dessa constatação o fenômeno dos ciclos jamais deixou de participar da teoria econômica.</SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><SPAN class=style76> </SPAN></o:p><SPAN class=style76>A segunda metade dos anos 90 foi de grande exuberância para as cotações do café, com pico atingido em 1997. A partir de 1999 começa um ciclo de baixas cotações que mergulhou até o ponto mais baixo em meados de 2002. A valorização cambial do real estabeleceu preços recebidos pelos cafeicultores acentuadamente baixos que, em muitos casos, sequer cobria a tarefa de colheita do produto. Em menos de uma década tivemos mais uma repetição do fenômeno do ciclo.</SPAN></SPAN><o:p><SPAN class=style76> </SPAN></o:p><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small"><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small"><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small"><FONT class=style188><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/FermentaraMassa/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT> </FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>VI Workshop Agroeneria: matérias primas</title>
      <pubDate>Wed, 2 Nov 2011 09:45:56 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/agroenergia/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class="ff1 cf0 fs24"><B>27 a 28 de junho de 2012</B><br/></SPAN><SPAN class="ff1 cf0 fs24">Ribeirão Preto -<WBR> SP<br/></SPAN>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN class="ff1 cf0 fs24"><br/></SPAN><SPAN class="ff1 cf0 fs24">O "<B>VI WORKSHOP Agroenergia: matérias primas</B>", </SPAN><SPAN class="fs22 cf1 ff2">tem como objetivo fomentar debates e treinamento sobre as questões do Futuro Energético Sustentável, produção de bioetanol, biodiesel e culturas agroenergéticas (matérias-<WBR>primas), com enfoque nas oportunidades para a região de Ribeirão Preto, para o meio ambiente e a sustentabilidade dos agroecossistemas.<br/></SPAN></p>
<p style="TEXT-ALIGN: left"><SPAN class="ff0 fs20"><br/></SPAN></p>
<div style="WIDTH: 252px; FLOAT: left">
<div id=imCell_4 class="imGrid[0, 1]">
<div id=imCellStyleGraphics_4></div>
<div id=imCellStyleTitle_4>Datas Importantes</div>
<div id=imCellStyle_4>
<div style="TEXT-ALIGN: left" id=imTextObject_4>
<p style="TEXT-ALIGN: left"><SPAN class="ff1 cf0 fs24"><B>Inscrições com desconto</B><br/></SPAN><SPAN class="ff1 cf0 fs24">até 31/12/2011 (50%)<br/>até 31/03/2012 (35 %)<br/><br/><B>Envio de Trabalhos</B><br/>15/11/2011 a 01/03/2012<br/><br/><B>VI Workshop de Agroenergia</B><br/>26 e 27 de junho de 2012</SPAN><SPAN class="ff2 cf0 fs24"><br/></SPAN><SPAN class="ff0 fs20"><br/></SPAN></p></div></div></div></div>
<div style="WIDTH: 756px; FLOAT: left">
<div style="WIDTH: 504px; FLOAT: left">
<div id=imCell_2 class="imGrid[2, 3]">
<div id=imCellStyleGraphics_2></div>
<div id=imCellStyle_2>
<div style="TEXT-ALIGN: left" id=imTextObject_2>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN class="ff2 fs24">Os principais temas a serem debatidos serão:<br/><br/>Ø Potencial dos Biocombustíveis para o Brasil;<br/>Ø A fitossanidade e as barreiras comerciais<br/>Ø Avanços tecnológicos na cultura da cana-<WBR>de-<WBR> açúcar e Culturas agroenegéticas, com ênfase na conservação dos solos e fitossanidade<br/>Ø Pesquisa e Desenvolvimento de matérias primas para produção e uso de Biocombustíveis.<br/>Ø Biocombustíveis e a questão ambiental;<br/>Ø Consorciação de culturas, alimentos e energia.<br/></SPAN><SPAN class="fs20 ff1"><br/></SPAN><SPAN class="ff1 cf0 fs22"><B><br/>Público-<WBR>alvo:</B> Engenheiros Agrônomos, Gerentes, Técnicos, Pesquisadores, Produtores, Estudantes e demais profissionais envolvidos no agronegócio de agroenergia. </SPAN><SPAN class="fs20 ff1 cf0"><br/></SPAN></p></div></div></div></div></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso de atualização em hormônios e biorreguladores vegetais na agricultura</title>
      <pubDate>Wed, 2 Nov 2011 09:44:04 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/biorreg/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: center"><SPAN class="ff1 cf0 fs22">Data: </SPAN><SPAN class="cf3 ff1 fs22"><B>28 a 30 de março de 2012</B></SPAN><SPAN class="cf0 ff1 fs22"><br/>Local: Espaço Beira Rio -<WBR> Piracicaba -<WBR> SP<br/></SPAN></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN class="ff1 cf0 fs22"><br/><br/></SPAN></p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><SPAN class="ff1 cf0 fs22"><B><I>AULAS TEÓRICAS E PRÁTICAS EM LABORATÓRIO</I></B><br/></SPAN></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN class="ff1 cf0 fs22"><br/>Os hormônios ou biorreguladores atuam em todas as fases de desenvolvimento das plantas e o conhecimento de suas ações é fundamental para a compreensão da vida dos vegetais. Novas descobertas vêm estimulando a utilização dessas substâncias na produção agrícola para buscar sua melhor qualidade e sustentabilidade. Promotores, inibidores do crescimento, reguladores de maturação e bioestimulantes vegetais fazem parte de muitos sistemas produtivos como do algodão, cana-<WBR>de-<WBR>açúcar, soja, citros, manga, uva, flores, hortaliças e outros, gerando múltiplos benefícios aos produtores.<br/><br/>Esse curso, promovido pela CONPLANT, tem o objetivo de disponibilizar informações atualizadas aos profissionais e estudantes para que compreendam os mecanismos de ação e efeitos fisiológicos dos hormônios ou biorreguladores vegetais no intuito de capacitá-<WBR>los para explorar seus benefícios em diversas culturas.<br/><br/></SPAN></p>
<p style="TEXT-ALIGN: left"><SPAN class="ff1 cf0 fs22">Público-<WBR>alvo: Agrônomos, biólogos, técnicos de nível médio e outros profissionais do setor.<br/><br/><B>Vagas Limitadas:</B> 80 participantes</SPAN><SPAN class="fs18 ff2 cf0"><br/></SPAN></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>VII Mini-curso de Acarologia </title>
      <pubDate>Wed, 2 Nov 2011 09:43:10 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/acaros/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[O Instituto Biológico apresenta o <SPAN class="cf3 ff1 fs24"><B>VII Mini-<WBR>curso de Acarologia </B></SPAN><SPAN class="cf1 ff1 fs24">que será realizado no Centro Experimental Central, em Campinas-<WBR>SP, nos dias </SPAN><SPAN class="cf4 ff1 fs24"><B>14 a 16 de dezembro de 2011</B></SPAN><SPAN class="cf1 ff1 fs24"> e tem por objetivo atualizar e treinar pessoas para conceitos básicos em acarologia.</SPAN><SPAN class="fs18 cf0 ff2"><br/></SPAN>
<p style="TEXT-ALIGN: left"><SPAN class="ff2 cf0 fs18"><br/></SPAN><SPAN class="ff1 cf0 fs24"><B><br/></B></SPAN><SPAN class="ff1 cf0 fs24"><B><br/>Principais temas a serem abordados:</B><br/>Introdução, Importância e literatura;Fisiologia e Introdução a Sistemática<br/>Taxonomia e Sistemática de Ácaros Fitófagos; <br/>Técnicas de Biologia Molecular utilizadas em Acarologia<br/>Morfologia; <br/>Técnicas de coleta, montagem e fixação e acondicionamento em coleções;<br/></SPAN><SPAN class="ff1 cf0 fs24">Visualização de estruturas em microscópio <br/></SPAN><SPAN class="ff1 cf0 fs24">Taxonomia e sistemática de ácaros predadores no solo e plantas <br/>Biologia, ecologia e criação em laboratório e casa de vegetação; <br/>Controle Biológico com ácaros predadores<br/>Controle químico e Resistência de ácaros aos acaricidas<br/>Ácaros de Poeira <br/>Controle biológico de ácaros com entomopatógenos<br/>Carrapato estrela e a Febre maculosa<br/>Principais espécies de importância agrícola e quarentenária<br/></SPAN></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo da utilização do fogão solar tipo caixa a partir da substituição da lenha na matriz energética brasileira</title>
      <pubDate>Wed, 2 Nov 2011 09:41:18 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/FogaoSolar/Index.htm</link>
      <category>Bioenergia</category>
      <description><![CDATA[A discussão na comunidade científica sobre os males que a ação antrópica provoca sobre o meio ambiente anda bastante avançada. Já foi bastante discutida a reação adversa dos compostos de CFC, provocando o buraco da camada de Ozônio, bem como o estudo frente a compostos de enxofre, provocando a chuva ácida. Atualmente, ganha força a investigação do aumento da emissão contínua de dióxido de carbono e metano na atmosfera, estimulando ainda mais o efeito estufa, ocasionando um aquecimento em nível global. <SPAN class=style192><SPAN>Neste último ponto, as pesquisas referentes a emissão de gases do efeito estufa(GEE) decorrido das atividades industriais e mesmo queimadas são bastante conhecidas. </SPAN></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/FogaoSolar/Index.htm" target=_blank><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT class=style188 size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300>Saiba mais...</FONT></FONT></FONT></a></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/FogaoSolar/Index.htm" target=_blank><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></a></FONT><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/FogaoSolar/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#003300> </FONT></strong></a></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Quantos quilos de pêssego são necessários para pagar o custo de produção?</title>
      <pubDate>Wed, 2 Nov 2011 09:40:15 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/Pessego/Index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[O custo de produção é a soma de todos os insumos e serviços utilizados de forma econômica no processo produtivo, a fim de obter determinada quantidade de produto com o mínimo dispêndio. Para os produtores, o conhecimento dos custos permite verificar o valor dos recursos empregados por unidade produzida e compará-lo com o preço dos produtos. A partir desta relação, é possível avaliar a rentabilidade do cultivo e, por consequência, a viabilidade econômica do produtor. A maioria dos insumos utilizados na agricultura e na produção de pêssego é importada e, dependendo da posição cambial no momento da compra, pode impactar positiva ou negativamente o custo final de produção. A relação US$/R$ que define a taxa de câmbio, no fim de julho de 2011 alcançou o menor valor, desde o ano de 1999, ocasião em que foi negociada a R$ 1,53. Neste período os produtores incorporaram no setor produtivo os insumos adquiridos no início do ano. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT class=style188 size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/Pessego/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></FONT> ]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Tecnologia de feromônios para controle biológico de pragas ao mercado</title>
      <pubDate>Wed, 2 Nov 2011 09:38:38 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/Feromonios/Index.htm</link>
      <category>Controle de Pragas</category>
      <description><![CDATA[<SPAN>Os feromônios são os mais importantes elementos da comunicação entre os insetos. São substâncias químicas de cheiro peculiar, presentes em cada espécie, que atuam como meios de comunicação. Na natureza, os feromônios são responsáveis pela atração de indivíduos da mesma espécie para acasalamento, demarcação de território e outros tipos de comportamento. Os cientistas reproduzem, em laboratório, as condições observadas na natureza para monitorar o comportamento dos insetos-praga e interromper a sua reprodução. O Laboratório de Bioecologia e Semioquímicos da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia desenvolve estudos com os semioquímicos (feromônios e cairomônios) das diferentes espécies de percevejos da soja desde 1990 para controle e monitoramento de percevejos que atuam como pragas na cultura da soja no Brasil. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT class=style188 size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/Feromonios/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Microrganismos: agentes de transformação de biomassa em insumos energéticos</title>
      <pubDate>Mon, 24 Oct 2011 08:30:54 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/Microorganismos/Index.htm</link>
      <description><![CDATA[<p class=style8><FONT size=2>O processo de transformação de biomassa em alguma forma de energia apresenta etapas que envolvem a ação de microrganismos de forma direta ou indireta. O objetivo aqui é ressaltar a importância que esses microrganismos representam dentro de cada etapa, além de relatar de forma simples e objetiva os princípios dos processos bioquímicos envolvidos. </FONT><SPAN class=style161><SPAN class=style189>A produção de etanol de primeira geração pode ser realizada por duas rotas tecnológicas, utilizando matérias-primas açucaradas ou amiláceas. Entre as matérias-primas açucaradas temos a cana de açúcar, a beterraba açucareira, sorgo sacarino e a mandioca açucarada, onde após a obtenção do caldo rico em açúcares obtêm-se o etanol por meio da fermentação que é realizada por leveduras denominadas </SPAN></SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN class=style161><SPAN class=style189>Saccharomyces cerevisiae. </SPAN></SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></I><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT class=style188 size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_4/Microorganismos/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN><o:p></o:p></FONT></FONT><o:p></o:p></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>XXIII Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos</title>
      <pubDate>Mon, 24 Oct 2011 08:28:49 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/cbcta/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[XXIII Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos<SPAN class="ff3 fc2 fs18 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">&nbsp;</SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs11 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs14 fb fi ">45 anos de Ciência e Tecnologia de Alimentos no Brasil </SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs14 fb "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs14 fb ">&nbsp;</SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs14 fb "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">01 a 04 de maio de 2012<br/><br/>Campinas - SP - Brasil</SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs11 fb "> <br/></SPAN>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff1 fc0 fs10 "><br/></SPAN></p>
<div id=imCel0_03>
<p id=imCel0_03_Title>Bem Vindo!!!</p>
<div id=imCel0_03_Cont>
<div id=imObj0_03>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc2 fs14 ">A </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs14 fb ">Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs14 "> tem o orgulho de apresentar mais um </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs14 fb ">Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs14 ">, já em sua 23º edição, com o objetivo principal de promover uma reflexão sobre os </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs14 fb ">45 anos</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs14 "> de existência da </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs14 fb ">Ciência e Tecnologia de Alimentos no Brasil</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs14 ">, enfatizando que esse é um evento marco na história do setor de alimentos no Brasil.<br/><br/>Fundada em 08 de abril de 1967, a SBCTA é a entidade de classe pioneira do setor no Brasil e, como um farol norteador, promoveu e assessorou o direcionamento das principais etapas do desenvolvimento e progresso da área de Ciência e Tecnologia de Alimentos no Brasil, lançando luz fundamental e norteadora nas áreas acadêmicas, governamentais e no estabelecimento das primeiras indústrias processadoras de alimentos no Brasil.<br/><br/>Campinas, SP foi a cidade berço do início dessas atividades no Brasil, pois sediou e sedia até hoje entidades importantes no setor, entre elas a SBCTA.<br/><br/>Assim, por todo seu significado e participação no setor, Campinas foi escolhida para sediar o evento de 45 anos de existência da SBCTA , a se realizar de 01 a 04 de maio de 2012 , no Centro de Convenções da Universidade Estadual de Campinas.<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff1 fc0 fs10 "><br/></SPAN></p></div></div></div>
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<p id=imCel0_02_Title>Datas Importantes</p>
<div id=imCel0_02_Cont>
<div id=imObj0_02>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">Envio de Resumos<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">01/11/2011 a 03/03/2012<br/>----------------------------<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">Inscrições com Desconto<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">10/10/2011 a 29/02/2012<br/>----------------------------<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">XXIII CBCTA 45 anos<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">01 a 04 de maio de 2012</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb "> <br/></SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs10 "><br/></SPAN></p></div></div></div>
<div id=imCel0_00>
<div id=imCel0_00_Cont>
<div id=imObj0_00>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">Objetivo: </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">promover uma reflexão sobre os 45 anos de existência da Ciência e Tecnologia de Alimentos no Brasil, discutindo os avanços obtidos e tendências futuras para o setor.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">Público-alvo: </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">Profissionais da área de alimentos ligados à pesquisa, desenvolvimento de ingredientes e produtos finais, legislação, embalagens e demais interessados na evolução e atualização do setor de alimentos no Brasil.</SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs12 "> <br/></SPAN></p></div></div></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Brazilian Zinc Day</title>
      <pubDate>Mon, 10 Oct 2011 16:49:11 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/zincday</link>
      <description><![CDATA[É com grande satisfação que convidamos a todos a participarem do Brazilian Zinc Day a ser realizado em 6 de dezembro de 2011 em Campinas (SP), pelo Instituto Agronômico (IAC). 
<p>&nbsp;</p>
<p><br/>O Brazilian Zinc Day conta com conferências e mesas-redondas. </p>
<p>O evento tem por público alvo profissionais, estudantes de graduação, pós-graduação e interessados no tema deste evento.</p>
<p><br/>Programação</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><br/>6 de dezembro de 2011 - Terça-feira</p>
<p>8h - 9h Inscrições e Credenciamento</p>
<p>9h - 9h30&nbsp; Abertura</p>
<p>9h30 Mesa-redonda: zinco&nbsp; na nutrição humana&nbsp; Moderador: Manoel Evaristo Ferreira (Unesp - Jaboticabal)</p>
<p>9h30 - 10h Papel do zinco na saúde humana Cristiane Cominetti (Universidade de São Paulo - USP)</p>
<p>10h - 10h30 Biofortificação com zinco e a importância da qualidade dos alimentos Marilia Nutti (Embrapa Agroindústria de Alimentos ) </p>
<p>10h30 - 10h45 Discussão</p>
<p>10h45 - 11h15 Coffee Break</p>
<p>11h15 - 11h45 Disponibilidade de zinco nos solos brasileiros&nbsp; Alfredo Scheid Lopes (Universidade Federal de Lavras - UFLA) </p>
<p>11h45 -12h30 Zinco em fertilizantes: fontes e perspectivas José Francisco da Cunha (Tec-Fertil)</p>
<p>12h30 - 12h45 Discussão</p>
<p>12h45 - 13h45 Brunch </p>
<p>13h45 - 14h Zinco salva as crianças&nbsp;&nbsp; João Moraes (IZA)</p>
<p>14h - 15h&nbsp; Por que as plantas necessitam de zinco? Ismail Cakmak (Universidade de Sabanci - Turquia) </p>
<p>15h - 15h10 Discussão </p>
<p>15h10 Mesa-redonda: zinco na nutrição das culturas Luis Prochnow (IPNI)</p>
<p>15h10 - 15h30 Café Roberto Antonio Thomaziello (IAC) </p>
<p>15h30 - 15h50 Cana-de-açúcar Estêvão Vicari Mellis (IAC)</p>
<p>15h50 - 16h20 Coffee Break </p>
<p>16h20 - 16h40 Frutíferas William Natale&nbsp; (Unesp - Jaboticabal)</p>
<p>16h40 - 17h Citros José Antonio Quaggio (IAC)</p>
<p>17h -17h30 Aplicação de zinco via foliar em culturas anuais Valter Casarin (IPNI)</p>
<p>17h30 -18h Discussão</p>
<p>18h Encerramento</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>II Curso de Bem estar de Animais de Produção</title>
      <pubDate>Mon, 10 Oct 2011 16:47:44 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/BemEstar</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<strong>II CURSO DE BEM ESTAR DE BOVINOS, AVES E SUÍNOS<br/></strong><SPAN><strong>5 e 6 de novembro de 2011<br/>Piracicaba-<WBR>SP</strong></SPAN><SPAN class="cf3 ff1 fs28"><br/></SPAN><SPAN class="ff1 cf3 fs28">
<p style="TEXT-ALIGN: left"><br/></SPAN><SPAN class="ff1 cf3 fs22"><br/></SPAN><SPAN class="ff1 cf3 fs22">O NUPEA (Núcleo de Pesquisa em Ambiência) da ESALQ/USP, apresenta o <B><SPAN class=imUl><I>II Curso de Bem Estar de Bovinos, Aves e Suínos</I></SPAN></B>, que será realizado na ESALQ -<WBR> Piracicaba-<WBR>SP, nos dias <B>5 e 6 de novembro de 2011</B>.<br/></SPAN><SPAN class="ff1 cf3 fs22"><br/>Principais temas a serem abordados:<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff1 cf3 fs22">1. Princípios de Bem-<WBR>estar animal;<br/></SPAN><SPAN class="ff1 cf3 fs22">2. Comportamento Animal;<br/></SPAN><SPAN class="ff1 cf3 fs22">3. Bem-<WBR>estar de animais de produção;<br/></SPAN><SPAN class="ff1 cf3 fs22">4. Bem-<WBR>estar na produção de suínos;<br/></SPAN><SPAN class="ff1 cf3 fs22">5. Bem-<WBR>estar na produção de frangos de corte;<br/></SPAN><SPAN class="ff1 cf3 fs22">6. Bem-<WBR>estar na produção de aves de postura;<br/></SPAN><SPAN class="ff1 cf3 fs22">7. Bem-<WBR>estar na produção de bovinos de leite e de corte;<br/></SPAN><SPAN class="ff1 cf3 fs22">8. Zootecnia de precisão e BEA: aplicações e ferramentas</SPAN></p>
<p><SPAN class="ff1 cf3 fs22"></SPAN>&nbsp;</p>
<p><SPAN class="ff1 cf3 fs22"><SPAN class="cf3 ff1 fs22"><strong>Objetivo</strong></SPAN><SPAN class="cf3 ff1 fs22"><br/></SPAN></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN class="ff4 fs22">Apresentar os princípios básicos de bem-<WBR>estar de animais de precisão e as principais medidas para a melhoria dos sistemas produtivos dentro da visão do BEA. Alem de discutir cases específicos do público participante.</SPAN><SPAN class="ff1 fs22"><SPAN class=cf3><br/></SPAN></SPAN><SPAN class="ff1 cf3 fs22"><br/><B>Público-<WBR>alvo</B><br/>Profissionais da Área, Produtores, Estudantes e demais interessados.</SPAN><SPAN class="fs18 cf1 ff2"><br/></SPAN></p></SPAN><SPAN class="ff0 fs20">
<p style="TEXT-ALIGN: left"><br/></p></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>A propagação da aceroleira na Alta Paulista</title>
      <pubDate>Mon, 10 Oct 2011 16:46:46 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/Acerola/Index.htm</link>
      <category>Fruticultura</category>
      <description><![CDATA[A produção de frutas representa uma grande força para a economia do Brasil, sendo a Região da Alta Paulista <?XML:NAMESPACE PREFIX = ST1 /><ST1:PERSONNAME ProductID="em São Paulo" w:st="on">em São Paulo</ST1:PERSONNAME> uma das principais regiões produtoras de acerola. Nesta região, o cultivo desta frutífera é utilizado como opção na busca da diversificação das atividades econômicas inseridas dentro da porteira. Visto que as propriedades de forma geral são caracterizadas como pequenas e médias, cuja principal mão-de-obra é familiar. Caracterizada como cultura perene, a grande importância da aceroleira refere-se ao fator nutricional dos frutos, que contém altos teores de vitamina C (ácido ascórbico), o que fez da acerola uma fruta altamente requisitada no mercado mundial para o preparo de sucos e no consumo "in natura" (PIO, 2003). <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/Acerola/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN><o:p></o:p></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>CTNBio aprova feijão transgênico desenvolvido pela Embrapa</title>
      <pubDate>Mon, 10 Oct 2011 16:45:51 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/FeijaoTrans/Index.htm</link>
      <category>Transgênicos</category>
      <description><![CDATA[<FONT size=2><FONT face=Arial><SPAN class=style183><FONT color=#003300>A CTNBio - Comissão Técnica Nacional de Biossegurança aprovou em 15 de setembro durante sua reunião mensal em Brasília, DF, a liberação para cultivo comercial do feijão geneticamente modificado (GM) desenvolvido pela Embrapa – Empresa Brasileira </FONT></SPAN><FONT class=style1><SPAN class=style5>de Pesquisa Agropecuária. Foram 15 votos a favor, duas abstenções e cinco pedidos de diligência (necessidade de complementação). O feijão é resistente ao vírus do mosaico dourado, </SPAN><SPAN style="mso-fareast-language: AR-SA" class=style5>pior inimigo dessa cultura agrícola no Brasil e na América do Sul. Essa decisão foi um marco para a ciência nacional, pois trata-se da primeira planta transgênica totalmente produzida por instituições públicas de pesquisa brasileiras.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p></SPAN></FONT><SPAN class=style1>As variedades GM são resultados de mais de 10 anos de pesquisa e foram desenvolvidas em parceria por duas unidades da Embrapa: Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília, DF) e Arroz e Feijão (Goiânia, GO). </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small"><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small"><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small"><FONT style="FONT-SIZE: x-small"><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/FeijaoTrans/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN><o:p></o:p></FONT></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso de Tratamento e Uso de Resíduos Orgânicos em Solos Agrícolas</title>
      <pubDate>Mon, 19 Sep 2011 17:40:22 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/efluentes/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<div id=imCel0_00_Cont>
<div id=imObj0_00>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">Bem-vindo ao </SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs12 fb ">Curso Teórico Prático de </SPAN><SPAN class="ff4 fc0 fs12 fb ">TRATAMENTO E USO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS EM SOLOS AGRÍCOLAS</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb "> <br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff1 fc0 fs12 fb "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Data: 23 e 24 de novembro de 2011<br/>Pircacicaba - SP<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_center><SPAN class="ff4 fc0 fs11 fb "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">O </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">Infobibos Informações Tecnológicas para o Agronegócio </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">e a </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">FUNDAG - Fundação de Apoio a Pesquisa Agrícola,</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "> apresentam o </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 ">Curso Teórico Prático de Interpretação de Análise de Solo e Manejo de Adubação em Cana-de-açúcar</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Vagas Limitadas!</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "> <br/></SPAN></p></div></div>
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<div id=imObj0_01>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">Objetivo</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "> - Proporcionar aos participantes conhecimentos sobre resíduos urbanos e agroindustriais passíveis de ser usados em solos agrícolas, após sua caracterização e/ou tratamentos, assim como conhecimentos sobre legislação agrícola e ambiental que regem o uso no solo, além do plano de aplicação e monitoramento do sistema solo-água-planta.</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 fb "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb "><br/><br/>Público Alvo</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> - E</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">studantes, produtores, profissionais de pesquisa, ensino e extensão, além de profissionais de cooperativas, associações e usinas É ideal também para profissionais que desejam assumir novos desafios, gerando novas idéias para agregar valor a empresa em que trabalha e ao seu currículo<br/><br/><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb ">Local:</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">Beira Rio Palace Hotel Rua Luiz de Queiroz, 51 - Centro - Piracicaba/SP.</SPAN></p></div></div></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso Teórico Prático de Interpretação de Análise de Solo e recomendação de fertilizantes e corretivos em cana-de-açúcar</title>
      <pubDate>Mon, 19 Sep 2011 17:38:44 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/adubcana/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<div id=imCel0_00_Cont>
<div id=imObj0_00>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc2 fs12 ">Bem-vindo ao</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb "> </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 fb ">Curso Teórico Prático de Interpretação de Análise de Solo </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb ">e recomendação de fertilizantes e corretivos em cana-de-açúcar</SPAN><SPAN class="ff4 fc2 fs11 "> <br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Data: 22 de novembro de 2011<br/>Piracicaba - SP<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc2 fs12 ">O </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb ">Infobibos Informações Tecnológicas para o Agronegócio </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 ">e a </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb ">FUNDAG - Fundação de Apoio a Pesquisa Agrícola,</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> apresentam o </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 ">Curso Teórico Prático de Interpretação de Análise de Solo e Manejo de Adubação em Cana-de-açúcar</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">.<br/><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Vagas Limitadas!</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "> <br/></SPAN></p></div></div>
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<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">Objetivo: </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">proporcionar conhecimento detalhado dentro de um contexto teórico-prático sobre amostragem, análise de solo e interpretação, de forma com que os participantes aprendam recomendar corretivos e fertilizantes em cana-de-açúcar.</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb "><br/><br/>Público Alvo</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> - E</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">studantes, produtores, profissionais de pesquisa, ensino e extensão, além de profissionais de cooperativas, associações e usinas É ideal também para profissionais que desejam assumir novos desafios, gerando novas idéias para agregar valor a empresa em que trabalha e ao seu currículo<br/><br/><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb ">Local:</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">Beira Rio Palace Hotel Rua Luiz de Queiroz, 51 - Centro - Piracicaba/SP.</SPAN></p></div></div></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Workshop Internacional Mudanças Climáticas</title>
      <pubDate>Mon, 19 Sep 2011 17:38:04 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/clima/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">A</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb "> Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">(Fundag) com suporte do Ministério para o Ambiente Terra e Mar da Itália (IMELS), do Fórum das Américas (FDA) e da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA) tem o prazer de apresentar o </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">Workshop Internacional de Mudanças Climáticas.<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 "><br/><br/>Data: </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">13 e 14 de outubro de 2011<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">Local: Instituto Agronômico IAC<br/>Campinas, São Paulo - Brasil<br/><br/><br/>Tema: </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb fi ">AGRICULTURA SUSTENTÁVEL EM CENÁRIOS DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb "> <br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs10 fb "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">O aspecto das mudanças climáticas globais e seus efeitos nos vários setores da sociedade têm sido amplamente discutido e avaliado por pesquisadores, professores e diversos órgãos públicos e privados. No âmbito do Estado de São Paulo, o Programa Estadual de Mudanças Climáticas (PEMC) tem procurado apresentar propostas e soluções para reduzir o efeito dos gases de efeito estufa, assim como outros processos que possam mitigar a ação das mudanças climáticas sobre as atividades produtivas do setor primário e seus impactos sobre o bem estar populacional. Dentre os diversos setores afetados pelas possíveis alterações climáticas a Agricultura e os Recursos Hídricos são os mais vulneráveis a estas mudanças. Com base nestas premissas, estabeleceu-se a realização dos eventos que possam capacitar ou trazer novas perspectivas neste tema aos diversos profissionais da área.<br/><br/>Sob o enfoque da segurança alimentar, o potencial que essa mudança no clima terrestre possui em elevar o risco climático associado ao setor agrícola tornou o tema preferido e sendo objeto de estudos da comunidade científica mundial, que indicam a necessidade de esforços contínuos voltadas à mitigação dos impactos do aquecimento global junto ao agronegócio. O Estado de São Paulo embora com toda sua alta tecnologia é frequentemente afetado pelas adversidades climáticas. E com estas novas fontes de incerteza climáticas, novas tecnologias e gestão dos recursos naturais de modo que o desenvolvimento da agricultura como fonte de recursos e distribuição de renda e os recursos hídricos como fonte primaria para abastecimento urbano, industrial eagrícola possam ser adequadamente utilizados e explorados.Por outro lado novas técnicas necessitam ser estabelecidas para melhor eficácia deutilização dos recursos hídricos como por exemploo re-uso de água tanto para fins industriais como agrícola.<br/><br/><br/></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Adubação antecipada da soja em plantio direto requer observação de alguns critérios</title>
      <pubDate>Mon, 19 Sep 2011 17:35:35 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/AdubacaoAntecipada/Index.htm</link>
      <category>Fertilização dos solos</category>
      <description><![CDATA[A antecipação da adubação da soja tem sido adotada pelos agricultores em áreas cultivadas em plantio direto. Apesar da época de semeadura estabelecida pelo zoneamento agroclimático para essa leguminosa ser relativamente ampla, com essa forma alternativa de fertilização procura-se aproveitar ao máximo o período em que o solo apresenta condições favoráveis de umidade para a realização da semeadura. Além disso, consegue-se aumentar o rendimento operacional da semeadora pela ausência da necessidade de abastecimento com fertilizante, sobretudo quando este é ensacado. Contudo, a prática da adubação antecipada deve ser efetuada de forma bastante criteriosa, sob o risco de haver a indução de problemas diversos, que podem resultar em frustrações de safra e em impactos ambientais. Um dos principais critérios a serem observados refere-se à necessidade de que o solo apresente elevada fertilidade, uma vez que áreas cultivadas em plantio direto com baixa a média disponibilidade de fósforo e/ou potássio, apresentam maior produtividade de soja quando a adubação é feita no sulco de semeadura. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/AdubacaoAntecipada/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN><o:p></o:p></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>XXXV Congresso Paulista de Fitopatologia</title>
      <pubDate>Sun, 11 Sep 2011 20:00:40 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/cpfito/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">O </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">XXXV CONGRESSO PAULISTA DE FITOPATOLOGIA</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">, que acontecerá de </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">14 a 16 de fevereiro de 2012</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">, em Jaguariúna – SP, é uma promoção da Associação Paulista de Fitopatologia – APF e da Embrapa Meio Ambiente.<br/><br/>O evento, promovido pelo então Grupo Paulista de Fitopatologia, hoje Associação Paulista de Fitopatologia, ocorre anualmente desde 1974, sendo organizado pelas instituições de ensino e pesquisa do Estado de São Paulo. É um orgulho para a Embrapa Meio Ambiente organizar, pela primeira vez, o Congresso Paulista de Fitopatologia. </SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs11 "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 "><br/>O Congresso tem como objetivo reunir profissionais de ensino, pesquisa e extensão do setor público e privado, estudantes de graduação e pós-graduação, bem como, profissionais da indústria de insumos, de equipamentos, de agroquímicos, de softwares e de produtos para laboratórios, para apresentação dos avanços científicos e tecnológicos, difusão de conhecimentos, formação de grupos de trabalho e discussão sobre novos temas de pesquisa e inovação na área de doenças de plantas. Além disso, a participação de técnicos das cadeias produtivas possibilita a integração pesquisa x ensino x inovação para garantirmos o crescimento do agronegócio, não apenas paulista, mas brasileiro.<br/><br/>O tema do Congresso é: </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">INTERAÇÕES</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 "> </SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs11 "><br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">A programação foi montada visando também a intensa interação entre os congressistas. Dessa forma, será oferecido almoço no mesmo local do evento, sendo que o valor está incluído na taxa de inscrição.<br/><br/>Em nome da Comissão Organizadora, reitero que nos sentimos muito honrados com sua participação e contribuição ao </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">XXXV Congresso Paulista de Fitopatologia</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">Wagner Bettiol<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">Presidente do XXXV Congresso Paulista de Fitopatologia<br/>Embrapa Meio Ambiente</SPAN><SPAN class="ff4 fc0 fs10 "> <br/></SPAN></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Pré-melhoramento: elo entre recursos genéticos e programas de melhoramento de plantas</title>
      <pubDate>Sun, 11 Sep 2011 19:59:29 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/PreMelhoramento/Index.htm</link>
      <category>Recusos Genéticos</category>
      <description><![CDATA[A FAO, Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, publicou em outubro de 2010, o seu segundo relatório sobre a situação mundial dos recursos genéticos vegetais relatando a existência de aproximadamente 1700 bancos de germoplasma, os quais mantém conservados em torno de 7,4 milhões de acessos. Apesar desse número, nas últimas décadas, cientistas têm manifestado que as coleções conservadas têm sido escassamente utilizadas pelos programas de melhoramento genético de plantas. Ressalta-se que essa não é uma realidade limitada a alguns países, mas comum ao mundo. Entre as razões levantadas como causas dessa situação, podemos destacar a inadequada avaliação e documentação das coleções, acessos disponíveis apresentando limitada adaptação ambiental, acessos fontes de genes de interesse que apresentam difícil cruzamento com genótipos já melhorados, acessos com muitas características indesejáveis agronomicamente, quantidade insuficiente de sementes disponíveis para uso nas avaliações necessárias, informações disponíveis sobre os acessos não coincidente com a esperada pelos melhoristas, <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/PreMelhoramento/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></FONT><o:p></o:p></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Monarcas &amp; Falenas</title>
      <pubDate>Sun, 11 Sep 2011 19:58:38 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/Monarcas/Index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style3>Os lepidópteros são pragas bem conhecidas pelos agricultores. Entre os cafeicultores a </SPAN><em><SPAN style="mso-bidi-font-family: Arial" class=style3>Leucoptera coffeella</SPAN></em><SPAN class=style3> </SPAN><SPAN style="mso-bidi-font-family: Arial" class=style3>(bicho mineiro) é a mariposa que mais dilapida as colheitas brasileiras de norte a sul. Assim, ter os lepidópteros como título do artigo de conjuntura do mercado de café algo perfeitamente plausível.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p></SPAN><SPAN style="mso-bidi-font-family: Arial"><SPAN class=style3>Monarcas empreendem anualmente uma grande migração por todo o território estadunidense alcançando, no inverno, as florestas tropicais do México. Ao início da primavera voltam a migrar para os EUA e reproduzir o ciclo natural dessa espécie. Para aqueles que não conhecem o assunto vale conferir o documentário: </SPAN></SPAN><SPAN style="text-underline: single" class=style182><a href="http://www.youtube.com/watch?v=fjkTEzj7-V8"><SPAN class=style3><strong><FONT color=#003300>http://www.youtube.com/watch?v=fjkTEzj7-V8</FONT></strong></SPAN></a><SPAN style="COLOR: windowtext; TEXT-DECORATION: none; text-underline: none" class=style3><U>. Mas desde seu último deslocamento iniciado em outubro de 2010 até seu retorno a partir de março de 2011, as Monarcas encontraram um pais totalmente transformado, quase irreconhecível.<o:p> </o:p></U></SPAN></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/Monarcas/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Importância do monitoramento sorológico na avicultura</title>
      <pubDate>Sun, 11 Sep 2011 19:57:56 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/MonitoramentoSorologico/Index.htm</link>
      <category>Avicultura</category>
      <description><![CDATA[Na avicultura, o controle das enfermidades é feito através do uso correto de medidas sanitárias e programas de imunoprofilaxia cuidadosamente elaborados, que visam prevenir a instalação de doenças nos plantéis. A sorologia é uma metodologia laboratorial que visa o estudo e a mensuração das reações antígeno-anticorpo através do soro, após a exposição do hospedeiro a um determinado agente estranho, ou seja, a sorologia mede uma resposta específica do organismo frente a um antígeno específico. Consiste em detectar e quantificar a presença de anticorpos para um determinado agente. A detecção de anticorpos é a melhor opção para diagnosticar uma infecção, uma vez que o agente infeccioso tende a ser eliminado com a evolução do quadro. Apenas anticorpos permanecem e servem como prova de que a infecção ocorreu. Logo, podemos dizer que a sorologia representa um método indireto para o diagnóstico de infecções. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/MonitoramentoSorologico/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Pragas em Alimentos</title>
      <pubDate>Tue, 23 Aug 2011 18:38:11 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/pragasalimentos/</link>
      <description><![CDATA[Pragas em Alimentos: Princípios de Isolamento e Identificação de Matérias Estranhas em Alimentos<br/><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb "><br/>26 e 27 de outubro de 2011<br/>Campinas - SP</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs11 "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "></SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs11 "><br/></SPAN>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">Objetivo:</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 "> Aprimorar os conhecimentos dos profissionais ligados à análise de matéria prima, produção, programas de qualidade e atendimento ao consumidor; sobre os riscos da presença de insetos em alimentos industrializados. O curso abordará os principais grupos de insetos (formigas, baratas, moscas, traças, carunchos) e roedores.<br/><br/>Serão abordados os seguintes tópicos:</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs11 "><br/></SPAN></p>
<div id=imCel0_03>
<div id=imCel0_03_Cont>
<div id=imObj0_03>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">- Principais pragas<br/>- Pragas ocasionais<br/>- Métodos de análise da matéria prima<br/>- Riscos durante o processo de fabricação<br/>- Programa de monitoramento e controle de pragas<br/>- Risco de infestação pós fabricação<br/>- Risco de infestação no comércio atacadista e varejista<br/>- Consumidor final<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">- Rastreabilidade - análise do ciclo biológico de pragas<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">- Definições de termos técnicos e apresentação das metodologias para isolamento de matérias estranhas macroscópicas e microscópicas<br/>- Aplicação dos métodos de isolamento por peneiração e hidrólise ácida (passo a passo através de apresentação de slides)<br/>- Interpretação dos resultados/segundo as legislações vigentes<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">Saiba Mias: <a href="http://www.infobibos.com/pragasalimentos">http://www.infobibos.com/pragasalimentos</a> </p></SPAN></div></div></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Taxonomia integrativa de nematoides parasitos de plantas</title>
      <pubDate>Tue, 23 Aug 2011 18:37:21 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/TaxonomiaNematoides/Index.htm</link>
      <category>Fitossanidade</category>
      <description><![CDATA[Os nematoides são considerados um dos organismos mais difíceis de serem identificados, seja pelo tamanho diminuto ou dificuldade de observação de características-chave para o diagnóstico em microscopia de luz convencional. As diferenças morfológicas e morfométricas são relativamente pequenas e exigem considerável conhecimento em taxonomia para uma segura determinação das espécies. Ademais, infelizmente, existe uma carência muito grande de nematologistas com treinamento em taxonomia, primeiramente devido à diminuição no número de profissionais qualificados disponíveis no mercado ou pelo declinado interesse de jovens estudantes em se aprofundar nessa área de conhecimento. Por outro lado, observa-se um esforço crescente direcionado no desenvolvimento de diagnósticos baseados em técnicas moleculares para identificação de nematoides, que vêm sendo empregadas como alternativa à tradicional identificação morfológica. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/TaxonomiaNematoides/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso de Nutrição Esportiva</title>
      <pubDate>Wed, 17 Aug 2011 09:39:25 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/ne/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">A Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos (SBCTA) e o Infobibos Informações Tecnológicas para o Agronegócio apresenta o </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 fb ">Curso de Nutrição Esportiva </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">que será realizado na Faculdade de Saúde Pública - USP, no dia </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 fb ">27 de setembro de 2011</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 "> <br/><br/><br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 fb ">Carga Horária:</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 "> 8 horas<br/></SPAN>
<p class=imAlign_center><SPAN class="ff3 fc3 fs11 fb "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff3 fc3 fs11 fb ">Vagas Limitadas!!!<br/><br/>Descontos para Associados da SBCTA</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 "> </SPAN></p>
<p><SPAN class="ff2 fc0 fs10 ">Temas do Curso<SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> <br/><br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs11 ">Aula das 8hs as 18:00hs<br/><br/>- Suplementos alimentares como recursos ergogênico<br/>-Proteínas, qual é o melhor horário? Realmente há diferenças entre elas? Quais são?<br/>- Creatina, para que serve? Como ingerir? Em quais fases de treinamento<br/>- Suplementaçao alcalina, o que é? Como funciona? É útil em que situação?<br/>- Estratégias de fisiculturista para definição muscular, como funciona? Quais são os riscos?</SPAN><SPAN class="ff0 fc2 fs12 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "><br/><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">Faclitador<br/>Pablo Christiano Barboza Lollo</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> - atua na área de nutrição esportiva há 9 anos, ministra cursos com ênfase em suplementos alimentares e fisiologia do exercício, o público alvo é composto por nutricionistas, educadores físicos, atletas amadores e profissionais e outros profissionais da área da saúde interessados no tema. Participou do programa de estágio docente na modalidade "A" na UNICAMP por 2 anos nas disciplinas de Nutrição esportiva, Fisiologia do exercício e Recursos ergogênicos nutricionais<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">Bacharel em treinamento esportivo - UNICAMP<br/>Mestre em alimentos e nutrição - UNICAMP<br/>Doutorando em alimentos e nutrição - UNICAMP<br/></SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs10 "><br/></SPAN></p></SPAN>
<p><SPAN class="ff2 fc0 fs10 ">Mais informações e inscrições on-line<br/><a href="http://www.infobibos.com/ne">http://www.infobibos.com/ne</a> </p>
<p class=imAlign_left><br/></p></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Uso racional de adubos pode melhorar a qualidade nutricional dos alimentos</title>
      <pubDate>Wed, 17 Aug 2011 09:38:27 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/Adubo/Index.htm</link>
      <category>Segurança Alimentar</category>
      <description><![CDATA[<SPAN style="COLOR: black; mso-ansi-language: PT" lang=PT class=style3>Os hábitos para obtenção de alimentos começaram a mudar há mais ou menos dez mil anos, quando o homem passou de caçador-colhedor para produtor de alimentos – iniciavam-se a agricultura e a domesticação de animais, que abriram caminho para grandes mudanças na civilização humana. </SPAN><SPAN style="COLOR: black" class=style3>Hoje em dia, além do desenvolvimento e da transferência de tecnologias que focam o estímulo do crescimento sustentável da agropecuária e de todo o agronegócio, com aumentos contínuos de produtividade, é importante levar em conta a qualidade nutricional dos alimentos que vão do campo para a mesa do consumidor. A qualidade do produto colhido depende do propósito a que se destina: se é para alimentação animal ou humana; uso industrial, como é o caso da mandioca para produção de amido; e diversos outros fatores, tais como teores de proteína, minerais, óleo etc. A maior parte das substâncias ligadas à qualidade nutricional dos alimentos é fixada geneticamente, mas fatores externos podem influenciar a sua presença nos vegetais, como, por exemplo, o manejo do solo, incluindo a adubação. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/Adubo/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/EnergiaSolar/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#003300>&nbsp;</FONT></strong></a></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Agropecuarista sequestra ... Carbono:  novo código florestal em São Paulo aumenta a vegetação nativa sem anistia a desmatadores</title>
      <pubDate>Wed, 17 Aug 2011 09:37:43 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/CodigoFlorestal/Index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style1>A agricultura é o único setor </SPAN><?XML:NAMESPACE PREFIX = ST1 /><ST1:PERSONNAME ProductID="Em S￣o Paulo" w:st="on"><SPAN class=style1>em São Paulo</SPAN></ST1:PERSONNAME><SPAN class=style1> com saldos comerciais positivos no comércio exterior (US$ 12,13 bilhões em 2010), sem ela o déficit comercial seria maior que os US$ 15,48 bilhões de 2010. E a agricultura está em todos os municípios. Daí ser estratégica para a economia paulista. E não há mais fronteira agropecuária a ocupar no território paulista de lavouras e criações ocupando espaços produtivos consolidados a mais de quatro décadas, cuja dinâmica de aumento da produção associa-se a ganhos de produtividade, à intensificação do uso do solo (mais de uma colheita na mesma gleba) e à alterações na composição de culturas. Daí a relevância das políticas e das legislações de uso do solo. A agricultura paulista é uma das mais eficientes do mundo e um setor estratégico para o desenvolvimento estadual e nacional. Inclusive não está associada à multiplicação</SPAN><SPAN style="mso-spacerun: yes" class=style1>&nbsp; </SPAN><SPAN class=style1>de pura e simples expansão de produtos primários, tendo em vista que mais de 80% das exportações da agricultura paulista consiste em produtos processados, diferenciando-se das demais regiões brasileiras de agropecuária primário-exportadora, uma vez que mais da metade das vendas externas referem-se a produtos básicos. Com dinâmicas econômicas tão distintas, não fazem mais sentido postulações que não levem em conta os elementos imanentes das territorialidades específicas. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/CodigoFlorestal/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/EnergiaSolar/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#003300>&nbsp;</FONT></strong></a></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>18ª Reunião Anual do Instituto de Botânica</title>
      <pubDate>Wed, 3 Aug 2011 10:13:43 -0300</pubDate>
      <link>http://www.raibt.net.br/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class="ff3 fc0 fs14 fb ">18ª REUNIÃO ANUAL DO INSTITUTO DE BOTÂNICA<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs12 fb ">21 a 25 de novembro de 2011<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc5 fs14 fb ">Tema:</SPAN><SPAN class="ff3 fc7 fs14 fb "> </SPAN><SPAN class="ff0 fc7 fs20 fb fi ">Cons</SPAN><SPAN class="ff0 fc7 fs20 fb ">Ciência Ambiental</SPAN><SPAN class="ff0 fc0 fs20 "><br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc4 fs12 fb "><br/></SPAN>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff3 fc0 fs12 ">A comissão da </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 fb ">XVIII RAIBT </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 ">tem o prazer de convidar a você para participar da Reunião Anual do Instituto de Botânica do ano de 2011.<br/></SPAN><SPAN class="ff4 fc2 fs12 "><br/><a href="http://www.raibt.net.br/">Saiba mais</a></SPAN></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Carambolas Lógicas</title>
      <pubDate>Wed, 3 Aug 2011 10:12:55 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/Carambolas/Index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[No país das jabuticabas, ninguém presta atenção nas carambolas. Eis um caso perverso da burra unanimidade. A jabuticaba (árvore e fruto), cantadíssima em verso e prosa, alcançou notoriedade pelo exotismo, singularidade e exclusividade das terras tupiniquins. A carambola, embora reúna todas as características para ser ainda mais esquisita (fruto ovóide que em seção transversal tem formato de estrela), permanece relegada. Curiosamente, o contrário dessa evidência acontece quando consideramos o sentido figurado de “carambola”: tramóia, trapaça, trambique... Nisso o Brasil é imbatível, pois somos, verdadeiramente, o país das interruptas carambolas públicas e privadas. Investigar os motivos mais profundos para um fenômeno recente da balança comercial do agronegócio café é a proposta deste artigo.<FONT color=#003300><SPAN class=style4> </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/Carambolas/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/EnergiaSolar/Index.htm" target=_blank><strong>&nbsp;</strong></a></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso Teórico Prático: Aplicação de Produtos Domissanitários</title>
      <pubDate>Thu, 28 Jul 2011 10:05:49 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Domissanitarios/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<H2>Programação</H2>
<div id=imPage>
<div id=imCel0_01>
<div id=imCel0_01_Cont>
<div id=imObj0_01>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">05/09/2011 - </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">Segunda-feira<br/><br/><br/>8:30 - 9:00h - Credenciamento e Entrega de Material<br/>&nbsp;<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">9:00 - 10:30h - </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">Formulações de Inseticidas e Raticidas no Controle Pragas Urbanas</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "> - (Vera T. Savoy &amp; Rita Prisco - Pesquisador Científico/Instituto Biológico/APTA)<br/>&nbsp;<br/>10:30-10:45h - Intervalo café<br/>&nbsp;<br/>10:45-12:00h - </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">Equipamentos de Proteção Individual para Aplicação de Produtos Domissanitários</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "> (Dr. Hildebrando Montenegro/CCZ/COVISA/SMS/PMSP)<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "><br/>12:00h - Intervalo almoço<br/>&nbsp;<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">13:00-15:00h - </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">Questões Ambientais Associadas a Aplicação de Domissanitários</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "> (Dra Solange Papini/CCZ/COVISA/SMS/PMSP)<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "><br/>15:00-15:15h - Intervalo café<br/>&nbsp;<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">15:15-16:15h - </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">Equipamentos para Aplicação de Domissanitários </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">(Prof. Dr. Marcelo da Costa Ferreira/FCAV/UNESP)<br/></SPAN></p><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">
<p class=imAlign_left><br/>16:15-17:00h - </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">Prática de Aplicação de Domissanitário</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">: (Julio Flavio Cassin &amp; José Maria Nunes/Guarany Ind. Ltda).<br/>&nbsp;<br/>17:00h -Entrega dos Certificados<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">Mais informações; <a href="http://www.infobibos.com/domissanitarios">http://www.infobibos.com/domissanitarios</a> </p></SPAN></div></div></div></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Matéria orgânica de solo: agente determinante da eficiência de fertilizantes nitrogenados</title>
      <pubDate>Thu, 28 Jul 2011 10:03:27 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/MateriaOrganica/Index.htm</link>
      <category>Fertilização dos solos</category>
      <description><![CDATA[<p class=style12>É sabido que o carbono orgânico (CO) no solo é um indicador chave da fertilidade de um solo agrícola. Indiretamente, o teor da matéria orgânica do solo (MOS) contendo aproximadamente 58 % do CO do solo é também utilizado como indicador de fertilidade e de maior divulgação em análise de solo com finalidade de recomendação de adubação. De fato é considerado também indicador da qualidade do solo, na medida em que sustenta a produtividade biológica, mantem a qualidade ambiental e promove a saúde de plantas e animais. A MOS afeta as características físicas (retenção de umidade, arejamento, infiltração de água, penetração radicular entre outros), químicas (aumento na capacidade de retenção de nutrientes e sua disponibilidade, especialmente o nitrogênio (N) e diminuição da toxidez de Al), e biológicas (quantidade e qualidade da biomassa microbiana do solo). Nada melhor que a modo de exemplo efetuar-se um comparativo entre dois solos com diferente teor de MOS para entender-se porque é determinante da eficiência de recuperação do N-fertilizante na planta. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/MateriaOrganica/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/EnergiaSolar/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#003300>&nbsp;</FONT></strong></a></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo integrado de energias alternativas para aproveitamento de biomassa regional e energia solar do nordeste</title>
      <pubDate>Thu, 28 Jul 2011 10:02:19 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/EnergiaSolar/Index.htm</link>
      <category>Bioenergia</category>
      <description><![CDATA[<p class=style12>O suprimento de energia tem sido um dos grandes problemas enfrentados pelas populações rurais, em especial de baixa renda. Cada vez mais as fontes alternativas de energia estão se destacando em substituição das energias derivadas do petróleo. Atualmente, cerca de 5% de toda a energia produzida no planeta é de fonte renovável e estima-se que em 2060, quando a população do planeta deverá ser de 12 bilhões de pessoas, 70% de toda a energia produzida será renovável. Em geral, salvo algumas exceções, elas são energias “limpas”, isto é, que não produzem poluição e nem se esgotam e, pelo contrário, reciclam resíduos de alto poder energético. <SPAN class=style180>A abundância das fontes de biomassa disponíveis no Brasil, a vasta gama de processos de transformação utilizados para sua valorização e a diversidade de energéticos obtidos para uso pelo consumidor final levaram o país a desenvolver um amplo espectro de atividades no campo da biomassa. O Brasil dispõe de condições climáticas favoráveis para explorar a imensa energia derivada dos resíduos orgânicos e liberar o biogás e fertilizantes.</SPAN> <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/EnergiaSolar/Index.htm" target=_blank><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300>Saiba mais...</FONT></FONT></FONT></a></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></FONT><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/EnergiaSolar/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#003300>&nbsp;</FONT></strong></a></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Fundamentos da combustão de biomassa em  leito  fluidizado circulante</title>
      <pubDate>Thu, 28 Jul 2011 10:01:33 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/FundamentosCombustao/Index.htm</link>
      <category>Bioenergia</category>
      <description><![CDATA[A história da fluidização teve seu início com a demonstração do processo de gaseificação <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>em leito fluidizado em 1921 por Fritz Winkler da Alemanha. Desde então, a tecnologia da fluidização tem sido utilizada de forma crescente nos mais diferentes processos envolvendo sólidos particulados. Dentre esses processos destaca-se a combustão, gaseificação, secagem, recobrimento de partículas, aquecimento e resfriamento de partículas, craqueamento do petróleo e diversas reações de síntese (BASU, 2006). Essa observação, juntamente com relatos de outros pesquisadores levou ao aparecimento e desenvolvimento do leito fluidizado borbulhante (LFB) ou <I>bubbling fluidized bed </I>(BFB) para combustão e gaseificação. O primeiro combustor LFB possuía 12m<SUp>2</SUp> de seção transversal muito maior que os padrões de combustores com leito borbulhante atuais. O leito fluidizado circulante (LFC) ou <I>circulating fluidized bed</I> (CFB) teve seu início em 1938 quando Warren Lewis e Edwing Gilliland conceberam um novo processo gás-sólido no <I>Massachusetts Intitute of Technology</I> na tentativa de encontrarem processo apropriado para o craqueamento catalítico. Surgiu assim o leito fluidizado rápido ou <I>fast fluidized bed</I> (FFB). <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/FundamentosCombustao/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT>&nbsp;]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Paralelo 30: futuro eixo para produção de etanol no RS?</title>
      <pubDate>Wed, 6 Jul 2011 14:51:58 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/Paralelo30/Index.htm</link>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style26>Por meio da Portaria 332, publicada em dezembro de 2009, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento colocou o estado do Rio Grande do Sul na rota da expansão do cultivo de cana-de-açúcar para aumento da produção de etanol no país. As principais regiões beneficiadas com esta medida estão situadas nas porções noroeste, oeste e nas proximidades do paralelo trinta (mais precisamente nos vales do Rio Uruguai, e na Depressão Central formada pelas bacias dos Rios Ibicuí e Baixo Jacuí), contemplando aproximadamente 250 municípios. O reconhecimento de antigos zoneamentos agroclimáticos produzidos pela Embrapa e o mais recente zoneamento agroecológico demonstram a viabilidade econômica de produção de cana-de-açúcar, independente da condição mais fria do inverno gaúcho, argumento frequentemente utilizado (por interesses diversos) para desestimular iniciativas de avanço do setor canavieiro no estado. Resultado direto desta primeira ação governamental é a possibilidade de acesso a políticas públicas de uso de crédito rural e de seguro agrícola.</SPAN> <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/Paralelo30/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Contribuições da Química ao Desenvolvimento Científico e Econômico</title>
      <pubDate>Wed, 6 Jul 2011 14:51:15 -0300</pubDate>
      <link>Profissão</link>
      <description><![CDATA[<p class=style4><SPAN class=style26>No Brasil, mesmo antes da criação oficial da profissão, grandes esforços já eram realizados no sentido de destacar a importância das ciências químicas e de demonstrar sua contribuição para a sociedade. Neste sentido, cabe destacar: a criação da primeira Sociedade Brasileira de Química (Rio de Janeiro, 1922 – 1951), de caráter multidisciplinar e contanto com a mobilização de setores do ensino e da indústria, para a divulgação de trabalhos técnico-científicos nacionais e internacionais e para a implantação de cursos universitários de química; a criação da Associação Brasileira de Química (Rio de Janeiro, 1951 – atual), com a incorporação da primeira Sociedade Brasileira de Química e com uma atividade destacada na organização de eventos e na promoção da química acadêmica e industrial; a criação da segunda Sociedade Brasileira de Química (São Paulo, 1977 – atual) para expandir e promover a química brasileira, com grandes esforços voltados para o lançamento de publicações científicas de impacto e indexadas nas fontes internacionais de citação e referência.</SPAN> <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_3/Quimica/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Comportamento da balança comercial dos agronegócios paulista e brasileiro no período 1997-2010</title>
      <pubDate>Wed, 6 Jul 2011 14:50:17 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/ComportamentoBalanca/Index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[<p class=style4><SPAN style="mso-bidi-font-size: 16.0pt">Nos últimos anos da década de 1990 as exportações dos agronegócios paulistas diminuíram lentamente, passando de US$ 6,36 bilhões em 1997, para US$ 5,46 bilhões em <?XML:NAMESPACE PREFIX = ST1 /><ST1:METRICCONVERTER ProductID="2000. A" w:st="on">2000. A</ST1:METRICCONVERTER> partir de então passaram a exibir nítida tendência de crescimento, terminando essa fase em 2008 com US$ 16,99 bilhões. Em 2009 há reversão do crescimento contínuo recuando para US$ 15,98 bilhões. Em 2010, há novo crescimento alcançando US$ 20,20 bilhões. </SPAN>As importações dos agronegócios paulistas caíram durante os seis primeiros anos da série analisada, de US$ 5,59 bilhões em 1997, para US$ 3,02 bilhões em 2002. Em 2003 iniciou-se fase de crescimento, terminando esse ciclo em 2008 com US$ 7,78 bilhões. Em 2009, as aquisições externas setoriais paulistas recuam para US$ 6,30 bilhões. Em 2010, retoma-se o crescimento das aquisições externas atingindo US$ 8,06 bilhões. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/ComportamentoBalanca/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Parceria entre Embrapa Clima Temperado e Faculdade de Medicina Veterinária da UFPel obtém os primeiros embriões suínos viáveis pelo sistema de produção in vitro</title>
      <pubDate>Wed, 6 Jul 2011 14:49:16 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/EmbrioesSuinos/Index.htm</link>
      <category>Zootecnia</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style96>As tecnologias de reprodução assistida possuem papel preponderante nos programas de multiplicação e preservação de material genético. Com o sistema de produção <I style="mso-bidi-font-style: normal">in vitro</I> de embriões é possível obter um grande número de descendentes de um determinado animal. Em suínos a tecnologia visa a preservação de raças em perigo de extinção e também </SPAN><SPAN style="mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR" class=style96>a obtenção de material para utilização em técnicas como a clonagem, transgenia e estudos de xenotransplantes.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>A raça Moura foi introduzida no Brasil pelos imigrantes portugueses e caracteriza-se por sua alta rusticidade e </SPAN><SPAN class=style26><SPAN class=style36>baixo nível de contaminação genética. Atualmente existe na Unidade</SPAN><SPAN style="mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR" class=style36> da Embrapa Suínos e Aves (Concórdia, SC) um núcleo de criação. </SPAN></SPAN><SPAN class=style96>Entretanto, em função do número reduzido, estes animais ainda são susceptíveis à extinção pelo advento de epidemias ou pelo simples efeito da consanguinidade. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/EmbrioesSuinos/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Silagem mista de amoreira com cana-de-açúcar ou capim-guaçu</title>
      <pubDate>Wed, 6 Jul 2011 14:48:11 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/Silagem/Index.htm</link>
      <category>Forragicultura</category>
      <description><![CDATA[Diante dos elevados custos com suplementação protéica dos ruminantes torna-se prioritário estudar alternativas que possibilitem ao setor pecuário produzir alimentos que atendam à demanda protéica do rebanho ou reduzam a quantidade de concentrados na dieta. Sabe-se que, em geral, as gramíneas tropicais não atendem às necessidades nutricionais de animais em fase de crescimento e, por essa razão, a alimentação destes deve ser suplementada principalmente no tocante à proteína bruta. E, ainda, a suplementação do rebanho embasada na produção de fonte protéica produzida na propriedade pode ser empregada para minimizar também os efeitos sazonais sobre a disponibilidade de forragem, visando manter a produtividade zootécnica durante todo o ano. Dessa forma, torna-se imprescindível realização de pesquisas para avaliar alimentos volumosos alternativos de baixo custo e com boa qualidade nutricional. Uma estratégia pode ser a ensilagem das gramíneas associadas com planta forrageira rica em proteína e, neste contexto, a amoreira pode ser uma alternativa interessante. Esta espécie, além de muito palatável, possui elevado teor de proteína bruta<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>e elementos minerais, além melhor digestibilidade em relação algumas leguminosas. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/Silagem/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>CASCA D’ANTA: espécie com potencial medicinal</title>
      <pubDate>Thu, 16 Jun 2011 10:19:14 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/CascaDanta/index.htm</link>
      <category>Plantas Mecicinais</category>
      <description><![CDATA[<p class=style71><SPAN class=style1>A </SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN class=style1>Drimys brasiliensis</SPAN></I> <SPAN class=style1>Miers. conhecida como casca d’anta ou cataia é uma espécie de planta nativa da floresta Ombrófila Mista da Mata Atlântica e pertencente a família</SPAN><SPAN style="mso-spacerun: yes" class=style1>&nbsp; </SPAN><SPAN class=style1>Winteraceae. A espécie está presente em vários estados do Brasil principalmente na região sudeste e sul nas florestas de montanha. A casta d’anta serve para diversos fins como obtenção de madeira, uso em paisagismo, e medicinal. Na medicina popular emprega-se </SPAN><SPAN style="mso-spacerun: yes" class=style1>&nbsp;</SPAN><SPAN class=style1>infusões da casca, para tratar diversos males, como úlcera, câncer, dores em geral, problemas respiratórios e malaria</SPAN><SPAN class=style1>. </SPAN><SPAN class=style1>A casca das espécies </SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN class=style1>Drimys </SPAN></I><SPAN class=style1>também conhecida como “casca de Winter” foi descoberta casualmente pelo capitão Winter, um dos tenentes do navegador Sir Francis Drake que foi obrigado a refugiar-se no Estreito de Magalhães para tratar sua tripulação de escorbuto. O nome popular dado a esta espécie está relacionado ao uso das cascas da árvore pelas antas (</SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN class=style1>Tapirus americanus</SPAN></I><SPAN class=style1>) quando estão doentes e daí foi atribuído o nome popular, sendo este mais um fato que torna interessante o estudo desta espécie como complemento no cuidado de animais de produção e de companhia. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN class=style26>&nbsp;<a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/Caldeiras/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#003300> </FONT></strong></a></SPAN><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/CascaDanta/Index.htm" target=_blank>Saiba mais..</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Agregação de valor nas exportações no período 1997-2010: São Paulo agrondustrial-exportador num Brasil primário-exportador</title>
      <pubDate>Thu, 16 Jun 2011 10:18:16 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/AgregacaoValor/index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style26>No período 1997-2010 as exportações de produtos básicos dos agronegócios paulistas saltam de patamar, saindo de pouco mais de US$ 1,0 bilhão no período 1997-2002, para níveis superiores a US$ 2,6 bilhões no biênio 2004-2005 e atingindo US$ 3,60 bilhões em 2008. Na crise econômica recua para US$ 2,85 bilhões em 2009, mas volta ao patamar de US$ 3,58 bilhões em 2010. Quando são considerados os produtos processados, os valores das vendas externas dos agronegócios paulistas são maiores, tendo evoluído de patamares em torno dos US$ 5,0 bilhões no período 1997-2002 para níveis muito mais elevados, acima de US$ 13,38 bilhões em 2008, embora tenham recuado para US$ 12,38 bilhões em 2009, volta a crescer atingindo US$ 16,62 bilhões em 2010. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/Caldeiras/Index.htm" target=_blank><strong>&nbsp;</strong></a></SPAN><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/AgregacaoValor/index.htm" target=_blank>Saiba mais..</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p><o:p></o:p><o:p></o:p></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>VI Simpósio de Restauração Ecológica</title>
      <pubDate>Wed, 8 Jun 2011 22:03:09 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/rad/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p class=imAlign_center><SPAN class="ff3 fc3 fs16 fb ">BEM VINDO!</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs16 fb "><br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff3 fc0 fs12 ">O Instituto de Botânica apresenta o </SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs12 fb ">IV SIMPÓSIO DE RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 ">, a ser realizado no período de </SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs12 fb ">16 a 18 de Novembro de 2011</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 ">.<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "><br/>Local: Instituto de Botânica de São Paulo - SP<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff3 fc2 fs12 "><br/>Tema: </SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs12 fb ">Desafios Atuais e Futuros </SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs12 "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_center><SPAN class="ff3 fc2 fs14 "><br/></SPAN></p>
<div id=imCel0_02>
<p id=imCel0_02_Title>Objetivos</p>
<div id=imCel0_02_Cont>
<div id=imObj0_02>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff6 fc0 fs11 ">Pretende-se oferecer subsídios para a discussão, análise, execução de estudos, projetos e ações relacionadas à restauração ecológica, fundamentados em conceitos desenvolvidos pela comunidade científica e em experiências práticas do setor privado, além da possibilidade de empresas e profissionais da área apresentarem seus produtos e serviços.<br/><br/>Destaque especial será dado às discussões envolvendo os desafios atuais relacionados ao </SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 fb fi ">Código Florestal</SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 "> </SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 fb fi ">brasileiro</SPAN><SPAN class="ff6 fc0 fs11 ">, a avaliação e monitoramento de áreas restauradas, a perspectiva da Ecologia de Paisagens na restauração ecológica, os desafios da restauração de áreas mineradas, o planejamento e políticas públicas, além dos desafios futuros da restauração ecológica, frente às mudanças climáticas globais.<br/></SPAN></p></div></div></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>XXXVI Curso de CFO/CFOC</title>
      <pubDate>Wed, 8 Jun 2011 22:02:11 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/36cfo/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p class=imAlign_center><SPAN class="ff2 fc3 fs13 fb ">14 e 15 de junho de 2011<br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">Auditório da Coordenadoria de Defesa Agropecuária<br/>Av. Brasil, 2.340,<br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 fb ">Campinas, SP</SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc4 fs12 fb "><br/>CURSO<SPAN lang=pt-br> </SPAN>AUTORI<SPAN lang=pt-br>ZADO!!!</SPAN></SPAN><SPAN class="ff0 fc2 fs12 "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff0 fc2 fs12 "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 ">Instituto Biológico juntamente com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e a Coordenadoria da Defesa Agropecuária - CDA estarão promovendo nos dias</SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 "> </SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">14 e 15 de junho de 2011</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 ">, no Auditório da </SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs11 ">Coordenadoria de Defesa Agropecuária em </SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs11 fb ">Campinas, SP</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> o</SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs12 "> </SPAN><SPAN class="ff2 fc4 fs13 fb ">XXXVI CURSO PARA HABILITAÇÃO DE ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E ENGENHEIROS FLORESTAIS PARA EMISSÃO DE CFO/CFOC</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "><br/><br/>O Curso tem a finalidade de atender normas técnicas de Certificação Fitossanitárias ditadas pelas Instruções Normativas do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), N°s 54 e 55, de 04 de dezembro de 2007, de acordo com essas normas o Certificado Fitossanitário de Origem (CFO) e o Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado (CFOC) serão emitidos por Engenheiros Agrônomos ou Engenheiros Florestais, em suas respectivas áreas de competência profissional, após aprovação em Cursos para Habilitação de Responsáveis Técnicos específicos e organizados pelo Órgão Estadual de Defesa Sanitária Vegetal (OEDSV), que no caso do estado de São Paulo é a Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) que pertence à Secretaria da Agricultura e Abastecimento (SAA) e aprovado pelo MAPA.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc6 fs12 fb ">Público alvo</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> - Engenheiros Agronômos e Engenheiros Florestais<br/><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN style="COLOR: rgb(0,0,128)" class="ff2 fc2 fs12 "><strong>70 VAGAS !!!</strong></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> </SPAN><SPAN class="ff0 fc2 fs12 "><br/></SPAN></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Prevenção  de  corrosão em caldeiras</title>
      <pubDate>Wed, 8 Jun 2011 22:01:30 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/Caldeiras/Index.htm</link>
      <category>Bioenergia</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style26>Caldeiras são equipamentos destinados a gerar vapor e basicamente são divididas em dois tipos: <B>fogotubulares</B> e <B>aguatubulares</B>. Nas Primeiras os gases da combustão circulam dentro dos tubos e a água é aquecida e posteriormente vaporizada, no lado externo das tubulações. Nas Segundas a água circula dentre dos tubos, inseridos entre tubulações, e os gases, provenientes do combustível queimado numa fornalha, circulam na parte externa dos tubos. As caldeiras fogotubulares são equipamentos simples, trabalhando com pressões e taxas de vaporização limitadas e se destinam a pequenas produções de vapor. As caldeiras aquatubulares trabalham em todas as faixas de pressões, variando entre muito baixa pressão e pressões supercríticas. O volume de vapor gerado é ilimitado, produzindo-se a cada ano Caldeiras de capacidades cada vez maiores. As caldeiras aquatubulares não são equipamentos simples como as fogotubulares e trabalham com diferentes acessórios.<a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/Caldeiras/Index.htm" target=_blank><strong> </strong></a></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/Caldeiras/Index.htm" target=_blank>Saiba mais..</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p><o:p></o:p><o:p></o:p></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Florestas Energéticas e Resíduos são fontes de bio-óleo e biocarvão</title>
      <pubDate>Wed, 8 Jun 2011 21:59:47 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/BioOleo/Index.htm</link>
      <category>Bioenergia</category>
      <description><![CDATA[<SPAN style="FONT-FAMILY: Univers" class=style26>Utilizando madeira de eucalipto no processo de pirólise rápida, a Embrapa Agroenergia (Brasília/DF), unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento produziu bio-óleo que também pode ser fabricado a partir de quase todos os tipos de materiais orgânicos.O processo de pirólise conhecido industrialmente, está presente na indústria do petróleo, de carvão mineral e principalmente na agro-indústria do carvão vegetal. “A aplicação de que estamos falando é a pirólise rápida que transforma termoquimicamente partículas moídas de biomassa, no formato de serragem, em bio-óleo combustível”, explica o pesquisador da Embrapa Agroenergia, José Dilcio Rocha. E ainda produz o biocarvão, que pode ser utilizado como fertilizante, até mesmo em sistemas de produção orgânica, e em muitas outras aplicações, como por exemplo, na prevenção da poluição ambiental e na descontaminação de corpos d’água e de solo impactados por metais tóxicos. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/BioOleo/Index.htm" target=_blank>Saiba mais..</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p><o:p></o:p><o:p></o:p></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>II Encontro Científico de Produção Animal Sustentável</title>
      <pubDate>Thu, 2 Jun 2011 11:43:18 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/ecpas/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<img title="" alt="" src="http://www.infobibos.com/ecpas/images/banner.jpg">
<div id=imCel0_00>
<div id=imCel0_00_Cont>
<div id=imObj0_00>
<p class=imAlign_center><SPAN class="ff2 fc3 fs14 fb ">6 e 7 de outubro de 2011<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc4 fs14 fb ">Instituto de Zootecnia - Nova Odessa, SP</SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs14 fb "><br/><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">O Encontro Científico de Produção Animal Sustentável, do Instituto de Zootecnia, APTA-SAA, situado em Nova Odessa, SP apresenta sua segunda edição neste ano de 2011. Durante nosso</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fi "> I Encontro Científico de Produção Animal Sustentável,</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> o Instituto de Zootecnia e o curso de Pós-Graduação em Produção Animal Sustentável, criado em 2009, abriram as portas para profissionais, professores, pós-graduandos e estudantes de graduação com interesse em divulgar e publicar seus trabalhos no evento, compartilhar e expandir seus conhecimentos com pesquisadores de todo país.<br/><br/>Nesta II edição serão realizadas palestras por pesquisadores da área, apresentação de trabalhos científicos sob forma de painel e apresentações orais Contaremos com palestrantes de diferentes áreas ligadas a sustentabilidade animal e apresentação de trabalhos científicos desenvolvidos nesta área.</SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">Mais informações</SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "><a href="http://www.infobibos.com/ecpas">http://www.infobibos.com/ecpas</a></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "><br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">Objetivos: </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "><br/>Divulgar pesquisas realizadas no campo da Sustentabilidade da produção animal e integração com instituições pesquisadoras em âmbito nacional.<br/></p></SPAN></div></div></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo das rotas tecnológicas para produção de biogás</title>
      <pubDate>Thu, 2 Jun 2011 11:41:49 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/Biogas/Index.htm</link>
      <category>Bioenergia</category>
      <description><![CDATA[<SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: black; FONT-SIZE: 10pt">Por biomassa entende-se toda a matéria de origem de vegetal, seja ela a floresta nativa ou plantada, as culturas agrícolas e seus resíduos, como bagaço de cana, casca de arroz ou de café, galhos de árvores, óleos vegetais, ou de espécies plantadas, além do lixo urbano e do esterco de animais. O Brasil é um país naturalmente rico em biomassa. Os processos de transformação desses recursos em energia, combustíveis e produtos como alimentos e materiais são inúmeros. A pirólise, também chamada de carbonização, pertence a um grupo de processos denominado: Conversão Termoquímica (Destilação Destrutiva). O processo pode produzir energia e produtos sólidos (Carvão vegetal), líquidos (Bioóleo ou Alcatrão) e gases (Gases Pobres). </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'" class=style26>A biomassa é, portanto,<SPAN style="mso-spacerun: yes"> </SPAN>toda matéria viva presente em um lugar, um combustível fóssil de origem biológica, onde através dele, é possível produzir a chamada energia renovável. O termo biomassa cobre uma extensa categoria de materiais, incluindo:- Madeira; - Resíduos de vegetais;<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>; </o:p>- Resíduos de origem animal;<o:p> </o:p>- Resíduos industriais; - Resíduos sólidos urbanos.<o:p> </o:p>Os estudos sobre biomassa revelam que, atualmente um sétimo da energia mundial está sendo obtida por esse processo, e venha a ter cada vez mais importância no contexto energético global. Através da sua transformação, pode-se produzir biocombustíveis líquidos ou gasosos por sua queima direta.<o:p></o:p></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"> <a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/Biogas/Index.htm" target=_blank>Saiba mais..</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN><o:p></o:p><o:p></o:p></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>História da Riqueza do Café</title>
      <pubDate>Thu, 2 Jun 2011 11:40:55 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/HistoriaRiquesa/Index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[A natureza e causas da formação da riqueza das nações, de sua população, empresas e instituições originou a ciência econômica. Ainda que filósofos tenham se preocupado com a temática, foi somente com Adam Smith ao publicar em 1776 o clássico: “A Riqueza das Nações”, que se constituiu efetivamente o que atualmente conhecemos como economia ou economia política. Antes de Smith, a grosso modo, a formação da riqueza era tida como um reflexo da estrutura colonial mercantilista em que os dirigentes de uma nação (seus monarcas) empenhavam-se ao máximo em transacionar com o exterior, gerando saldos favoráveis após já debitadas suas necessárias importações. Conclusão dos filósofos: quanto mais elevado o saldo líquido em moeda, tanto mais rica a nação. Smith desbarata tal pressuposição ao determinar que a natureza e causa da riqueza de uma nação centrava-se no trabalho ou, mais bem dizendo, pelo produto per capita. Portanto, mais rica será a nação em que houver a maior produtividade por habitante economicamente ativo. Essa concepção mantém-se verdadeira e é usualmente empregada para determinar as taxas de crescimento econômico observadas a cada ano fiscal. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/HistoriaRiquesa/Index.htm" target=_blank>Saiba mais..</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p><o:p></o:p></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>A importância da piscicultura e algumas doenças virais e bacterianas písceas</title>
      <pubDate>Thu, 2 Jun 2011 11:39:57 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/Psicultura/Index.htm</link>
      <category>Psicultura</category>
      <description><![CDATA[<p class=style171><SPAN class=style6>A criação de peixes e de outros animais aquáticos é uma prática antiga que se acredita datar de pelo menos 4.000 anos porquanto há referências de criatórios na China pré-feudal. Há, também, referências a viveiros de peixes nos hieróglifos do Antigo Testamento e no Egito durante o Médio Império (2050-1652 AC). Os criatórios romanos de peixes eram comuns na Europa e um estudo recente na Amazônia boliviana revelou uma complexa rede de açudes de peixes, que data da época pré-hispânica. </SPAN><SPAN class=style96><SPAN class=style161>Apesar das suas origens antigas, no entanto, a aquicultura permaneceu, em grande parte, como um meio de subsistência de baixo nível em relação às outras atividades agrícolas, até meados do século 20, quando as práticas de criação e manejo experimental de salmão, truta, vários peixes tropicais e espécies de camarão foram desenvolvidas e implantadas. A aquicultura é hoje uma importante indústria global com produção anual total superior a 50 milhões de toneladas e valor estimado de quase 80 bilhões de dólares EUA</SPAN></SPAN><SPAN class=style6><SPAN class=style161>. Ao contrário de outros setores da produção animal, a aquicultura é altamente dinâmica e caracterizada pela enorme diversidade, tanto da gama de espécies cultivadas como dos tipos de sistemas para o cultivo. Mais de 350 espécies diferentes de animais aquáticos são cultivados, incluindo 34 espécies de peixes, 8 espécies de crustáceos e 12 espécies de moluscos e cada um com uma produção anual superior a 100 mil toneladas.</SPAN><SPAN class=style172><strong><FONT color=#9f0000 face=Verdana> </FONT></strong></SPAN></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/Psicultura/Index.htm" target=_blank>Saiba mais..</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Evolução do desempenho do comércio exterior paulista e brasileiro no período 1997-2010</title>
      <pubDate>Thu, 2 Jun 2011 11:39:00 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/ComercioExterior/Index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[<FONT size=2><FONT face=Arial><SPAN class=style26>As exportações paulistas avançaram no período 1997-2009, de US$ 18,09 bilhões para US$ 42,48 bilhões. Esse movimento se deu em três fases, a primeira com ritmo reduzido, no decorrer dos seis primeiros anos analisados (1997-2002) quando evoluíram de US$18,09 bilhões para US$ 20,11 bilhões. Na segunda fase, as exportações paulistas obtiveram crescimento significativo saindo de US$ 20,11 bilhões em 2002 para atingir US$ 57,33 bilhões em 2008. Em 2009, os impactos da crise econômica mundial produziram queda nas exportações atingindo US$ 42,46 bilhões. A superação da mesma promoveu o aumento para US$ 52,29 bilhões em 2010. Nas importações paulistas houve oscilações entre os anos de 1997 e 2002, com leve tendência de queda, saindo de US$ 28,53 bilhões para US$ 19,84 bilhões. Porém, após esse período c ocorre acréscimo, avançando em ritmo acelerado para atingir US$ 66,35 bilhões em 2008. Com a crise internacional da metade de 2008 em diante, a desvalorização da moeda brasileira ocorrida num primeiro momento cujos efeitos perduraram em grande parte de 2009, provocou a redução das aquisições externas que somaram US$ 50,48 bilhões. A volta da valorização cambial elevou as aquisições externas para US$ 67,77 bilhões em 2010.</SPAN> <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small"><SPAN style="mso-fareast-font-family: Calibri" class=style26><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small"><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small"><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700"><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small"><FONT style="FONT-SIZE: x-small"><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/ComercioExterior/Index.htm" target=_blank>Saiba mais..</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN><o:p></o:p></FONT><o:p></o:p></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Análise de crimes ambientais provenientes de derramamentos por corrosão em dutos e sua relação com o licenciamento ambiental nas atividades de exploração e produção de petróleo on shore</title>
      <pubDate>Sat, 28 May 2011 16:52:19 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/CrimesAmbientais/Index.htm</link>
      <category>Preservação aAmbiental</category>
      <description><![CDATA[<a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/CrimesAmbientais/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#003300>Análise de crimes ambientais provenientes de derramamentos por corrosão em dutos e sua relação com o licenciamento ambiental nas atividades de exploração e produção de petróleo on shore</FONT></strong></a><br/><SPAN style="mso-fareast-font-family: Calibri" class=style26>A indústria do Petróleo por exercer atividades consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras, deve em suas atividades de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural submeter seus empreendimentos ao licenciamento ambiental junto aos órgãos competentes.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p>O licenciamento ambiental é um procedimento administrativo através do qual, o órgão ambiental competente, em virtude do alto risco de impactos ambientais ao longo da cadeia produtiva do petróleo, consente, desde que sejam atingidos padrões mínimos apresentados dentro de documentais chamados termos de referência, na atividade efetiva ou potencialmente poluidora, exigindo, por exemplo, que sejam tomadas medidas mitigadoras e sejam realizados estudos de impacto ambiental, de maneira a tornar sustentável e ecologicamente correta a atividade, desde o momento de sua concepção, ou seja, na fase de projeto do empreendimento, neste caso, a licença prévia, até a fase de operação propriamente dita, a licença de operação, até o momento da recomposição do habitat natural, quando do abandono da atividade. <o:p></o:p></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/CrimesAmbientais/Index.htm" target=_blank>Saiba mais..</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN><o:p></o:p></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Consórcio milho-braquiária com sementes de alta qualidade</title>
      <pubDate>Sat, 28 May 2011 16:50:41 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/SementesMilho/Index.htm</link>
      <category>Integração de Culturas</category>
      <description><![CDATA[<a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/SementesMilho/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#003300>Consórcio milho-braquiária com sementes de alta qualidade</FONT></strong></a><br/><SPAN class=style26>Na região Centro-Oeste do Brasil, região de clima tropical, a produção de grãos é sustentada pela sucessão da soja e do milho safrinha. A soja é cultivada no verão, e o milho safrinha<B style="mso-bidi-font-weight: normal">,</B> no outono-inverno, normalmente em plantio direto, um sistema de cultivo que mantém a cobertura do solo e a capacidade produtiva das culturas. O cultivo consorciado de milho safrinha com braquiária pode proporcionar quantidade e qualidade ideais de palha para cobertura do solo, principalmente após a colheita do milho e até a semeadura da soja, proporcionando benefícios às culturas cultivadas em sucessão, em especial à soja. O correto estabelecimento do consórcio depende de sementes de boa qualidade. As sementes de milho são comercializadas com altos padrões de germinação e isentas de impurezas. Já no caso das braquiárias<B style="mso-bidi-font-weight: normal">,</B> são necessários maiores cuidados, tendo em vista os baixos padrões oficiais de comercialização das sementes.</SPAN> <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/SementesMilho/Index.htm" target=_blank>Saiba mais..</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></FONT><o:p></o:p></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Embrapa Agropecuária Oeste oferece tecnologias para a conservação do solo</title>
      <pubDate>Sat, 28 May 2011 16:49:09 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/ConservacaoSolos/Index.htm</link>
      <category>Solos</category>
      <description><![CDATA[<a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/ConservacaoSolos/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#003300>Embrapa Agropecuária Oeste oferece tecnologias para a conservação do solo</FONT></strong></a> 
<p style="LINE-HEIGHT: normal" class=style7><SPAN class=style4><FONT color=#003300>C</FONT></SPAN><FONT face=Arial><SPAN class=style161>om o objetivo de contribuir para a preservação e recuperação dos solos brasileiros, a Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados/MS), empresa vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), desenvolve diversas pesquisas e colabora na difusão do programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), instituído pelo MAPA em junho de 2010. A meta do programa ABC é a produção de alimentos e bionergia com redução dos gases de efeito estufa, com balanço positivo entre sequestro e emissão de dióxido de carbono (CO2). Para isso, a Embrapa Agropecuária Oeste, assim como outras Unidades da empresa, desenvolve e transfere tecnologias para que os produtores rurais adotem práticas agrícolas sustentáveis.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p>Entre as técnicas que podem ser implementadas pelos produtores é o Sistema Plantio Direto (SPD), que já é adotada pela Embrapa Agropecuária Oeste desde sua criação em 1975 e, especialmente, a partir da década de 1980. Esse é um trabalho de pesquisa que já possui resultados. Os três fundamentos desses sistemas são o não revolvimento do solo, a manutenção do solo coberto permanentemente e a rotação de culturas.<o:p> </o:p></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/ConservacaoSolos/Index.htm" target=_blank>Saiba mais..</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo da viabilidade  de construção de um combustor de biomassa em leito fluidizado borbulhante a partir de uma revisão da literatura</title>
      <pubDate>Sat, 28 May 2011 16:48:09 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/Combustor/Index.htm</link>
      <category>Bioenergia</category>
      <description><![CDATA[A forma mais empregada para produção de calor na indústria é a combustão, definida como a reação entre os elementos químicos de um combustível e o oxigênio. A oxidação dos combustíveis é uma reação exotérmica, sendo a quantidade de calor liberada função da composição química do combustível e dos produtos finais de combustão. Na combustão o objetivo é obter o máximo possível de calor. Não basta, porém que o rendimento calorífico atenda às necessidades requeridas, é preciso que isto seja feito de forma econômica. A fim de maximizar-se o rendimento da combustão, deve-se obter o melhor aproveitamento possível do potencial energético do combustível através de alguns fatores operacionais, como: - Regular a relação ar-combustível; - Proporcionar uma perfeita mistura ar-combustível. A íntima mistura do combustível com o ar aumenta a superfície de contato entre ambos e têm influência decisiva na velocidade de combustão. Quanto mais íntima a união dos elementos, melhor a combustão. <SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT class=style1 size=4><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" color=#000b71 size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/Combustor/Index.htm" target=_blank>Saiba mais..</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></FONT></FONT></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>II Curso de Geoestatística Aplicada</title>
      <pubDate>Sun, 22 May 2011 21:36:53 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/geoestatistica/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc3 fs14 fb ">CURSO DE GEOESTATÍSTICA APLICADA</SPAN><SPAN class="ff3 fc3 fs12 fb "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "><br/><br/>A </SPAN><SPAN class="ff3 fc3 fs12 fb ">FUNDAG </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 ">- Fundação de Apoio a Pesquisa Agrícola e o </SPAN><SPAN class="ff3 fc3 fs12 fb ">INFOBIBOS</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "> - Informações Tecnológicas para o Agronegócio apresentam o </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 fb fi ">Curso de Geoestatística Aplicada</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 ">, que será realizado nos dias </SPAN><SPAN class="ff3 fc4 fs12 fb ">12 a 16 de Setembro de 2011 </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 ">na Sala de Eventos do Hotel Diplamata - Campinas - SP.</SPAN><SPAN class="ff4 fc0 fs10 "><br/></SPAN></p>
<div id=imCel0_02>
<div id=imCel0_02_Cont>
<div id=imObj0_02>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Sobre o curso</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "><br/><br/>O tema versará sobre Geoestatística aplicada em estudos de variabilidade espacial, agricultura de precisão e pode ser usada para mapeamento de pragas, doenças, ervas daninhas,solos, clima e qualquer outro parâmetro que possa ser expresso em números e referidos por coordenadas.<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc4 fs12 "><br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Público Alvo</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "><br/><br/>O curso tem como finalidade treinar estudantes e profissionais de pesquisa, ensino e de empresas cujo ramo de atividade necessitam do conhecimento do uso aplicado da geoestatística, como usinas de açúcar, florestais, consultoria ambiental, cooperativas e muitas outras. É ideal para profissionais que desejam assumir novos desafios, gerando novas idéias para agregar valor a empresa em que trabalha e ao seu currículo.<br/><br/></SPAN></p></div></div></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso de Elaboração de Mapas usando o Surfer</title>
      <pubDate>Sun, 22 May 2011 21:34:18 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/surfer/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class="ff2 fc3 fs18 fb ">Bem-vindo!!<br/></SPAN>
<p class=imAlign_center><SPAN class="ff2 fc3 fs18 fb "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc3 fs14 fb ">CURSO DE ELABORAÇÃO DE MAPAS USANDO O SURFER</SPAN><SPAN class="ff3 fc3 fs12 fb "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "><br/><br/>A </SPAN><SPAN class="ff3 fc3 fs12 fb ">FUNDAG </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 ">- Fundação de Apoio a Pesquisa Agrícola e o </SPAN><SPAN class="ff3 fc3 fs12 fb ">INFOBIBOS</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "> - Informações Tecnológicas para o Agronegócio apresentam o </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 fb fi ">Curso de Elaboração de Mapas Usando o SURFER</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 ">, que será realizado nos dias </SPAN><SPAN class="ff3 fc4 fs12 fb ">8 de agosto a 12 de agosto de 2011 </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 ">na Sala de Eventos do Hotel Diplamata - Campinas - SP.</SPAN><SPAN class="ff4 fc0 fs10 "><br/></SPAN></p>
<div id=imCel0_02>
<div id=imCel0_02_Cont>
<div id=imObj0_02>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Sobre o curso</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "><br/><br/>O tema versará sobre <SPAN lang=pt-br>a construção de mapas post, arquivos grid, semivariogramase mapas de contorno Iisolinhas) e mapas tri dimensionais.</SPAN><SPAN class="ff2 fc4 fs12 "><SPAN lang=pt-br> </SPAN><br/></SPAN></SPAN><SPAN class="ff2 fc4 fs12 "><br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Público Alvo</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "><br/><br/>O Curso visa o ensino a estudantes e profissionais de pesquisa e ensino de Técnicas de elaboração de mapas usando o Surfer 9. É ideal também para profissionais que desejam assumir novos desafios, gerando novas idéias para agregar valor a empresa em que trabalha e ao seu currículo</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">&nbsp;</p></SPAN></div></div></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Energia nuclear no Brasil</title>
      <pubDate>Sat, 21 May 2011 20:49:21 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/EnergiaNuclear/Index.htm</link>
      <description><![CDATA[Ao passar dos tempos o homem cada vez mais vem se tornando dependente das fontes de energia, não apenas da energia proveniente dos alimentos que gera seu sustento, mais também de todas aquelas que por ventura vem ser utilizadas pelo mesmo.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p>Alguns estudos demonstram que o consumo de energia tende a se estabilizar ou crescer em menor escala assim que o país se desenvolve, porém nos países em desenvolvimento que é o caso do Brasil, a demanda de energia é e esta crescente, o que preocupa as dimensões das ações governamentais a serem tomadas.<o:p> </o:p>Um dos principais problemas relacionados à produção de energia esta na preocupação da fonte que esta sendo empregada, renovável ou não, e ainda, o impacto gerado por esse meio de obtenção da energia que se faz necessária.<o:p> </o:p><SPAN class=style14>Energias renováveis representavam 41,3% do consumo total no Brasil, ao<o:p> </o:p></SPAN><SPAN style="COLOR: #231f20" class=style15>passo que no mundo eram apenas 14,4%. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT class=style1 size=4><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" color=#000b71 size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/EnergiaNuclear/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN><o:p></o:p></FONT></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>São Paulo no Brasil e agronegócios na economia: as participações na balança comercial no período 1997-2010</title>
      <pubDate>Sat, 21 May 2011 20:48:17 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/BalancaComercial/Index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[<SPAN style="mso-bidi-font-size: 16.0pt" class=style26>A visão global do período 1997-2010 revela que o Estado de São Paulo consiste na mais importante plataforma de comércio exterior do Brasil, com percentuais significativos das vendas externas e ainda mais expressivos de importações.<SPAN style="mso-spacerun: yes"> </SPAN>Em linhas gerais, portanto, pela corrente de comércio realizada, a economia paulista configura a face competitiva e moderna da brasileira. Isso também se verifica nos agronegócios. Nas exportações paulistas dos agronegócios prevalecem os produtos com agregação de valor e, nas importações a aquisição de elementos que movem a moderna agroindústria estadual de bens de capital e insumos, que abastece a moderna agricultura brasileira.</SPAN><SPAN class=style26> A participação das exportações paulistas no total brasileiro apresentou tendência de reduzida mas persistente de queda no período 1997-2007. Nesse processo, passa de 34,14% em 1997 para 32,20% em 2007, movimento que se acelera nos anos seguintes alcançando 25,70% em 2010. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT class=style1 size=4><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" color=#000b71 size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/BalancaComercial/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN><o:p></o:p></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso de Germinação de Sementes de Palmeira</title>
      <pubDate>Sun, 15 May 2011 21:28:28 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/palmeira/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">O </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">INFOBIBOS </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">Informações Tecnológicas para o Agronegócio e a </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">AJBIAC</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 "> Associação dos Amigos do Jardim Botânico do IAC, apresentam o </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">Curso de Germinação de Sementes de Palmeira</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 "> a ser realizado no dia </SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs11 fb ">1 e 2 de setembro de 2011</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 "> na sala de eventos do Diplomata Hotel em Campinas - SP.<br/><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_center><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">Vagas Limitadas!!</SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs11 "> <br/><SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb ">Esquema do Curso: </SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 ">Aula teórica e Prática<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb ">Público Alvo: </SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 ">Produtores, Estudantes, Extensionistas, Professores, Engenheiro Agrônomos e interessados no assunto.</SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb "> <br/><br/>Temas Abordado:<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff5 fc0 fs11 ">- Introdução a família ARECACEAE (histórias, importância econômica)<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff5 fc0 fs11 ">- Principais espécies exóticas cultivadas<br/>- Principais espécies nativas cultivadas<br/>- Espécies com potencial ornamental (nativas e exóticas)<br/>- Morfologia e anatomia de sementes<br/>- Métodos de coleta de frutos e sementes (cuidados, maturação, número e qualidade de matrizes, produção e partenogênese)<br/>- Germinação de sementes (temperatura, substrato, luz, oxigênio, esterilização, dormência, semeaduras, germinadores, embebição, testes de viabilidade, umidade)<br/>- Tipos de germinação<br/>- Armazenamento (temperatura, teor de água, embalagens, esterilização, criopreservação)<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff5 fc0 fs11 ">- Beneficiamento </SPAN><SPAN class="ff5 fc0 fs11 fb "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff5 fc0 fs11 ">- Secagem (temperatura, ambiente)<br/>- Extração das sementes (despolpa)<br/>- Comercialização de sementes (procedência, venda e compra)<br/><br/>- Visita Técnica</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs10 "> <br/></SPAN></p><SPAN class="ff1 fc0 fs10 ">
<p id=imCel0_02_Title><SPAN class="ff1 fc0 fs10 ">Facilitadores</SPAN></p>
<p><SPAN class="ff1 fc0 fs10 "><SPAN class="ff3 fc2 fs11 fb ">Roberta Pierry Uzzo<br/></SPAN></SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs10 "><SPAN class="ff3 fc2 fs11 fb "><SPAN class="ff4 fc0 fs11 fb ">Ricardo Soares Pimenta<br/>Antonio Carlos de Carvalho</SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs11 fb "> <br/></SPAN></SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs11 "><br/></p></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso Teórico e Prático de Classificação de Solos</title>
      <pubDate>Wed, 11 May 2011 16:43:07 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/solos/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[&nbsp;
<div id=imCel0_01_Cont>
<div id=imObj0_01>
<p class=imAlign_center><SPAN class="ff2 fc0 fs18 ">CURSO TEÓRICO E PRÁTICO DE CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS<br/>18 E 19 DE AGOSTO DE 2011<br/>------------------------------------------------------------------------<br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc4 fs18 fb ">Bem Vindo!</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs14 fb "> <br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs14 "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff3 fc0 fs11 fb ">INFOBIBOS</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 "> - Informações Tecnológicas para o Agronegócio e a </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 fb ">FUNDAG</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 "> - Fundação de Apoio a Pesquisa Agrícola apresentam o </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">CURSO TEÓRICO E PRÁTICO DE CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">, que será realizado nos dias 2 e 3 agosto de 2011, no Beira Rio Palace Hotel - Piracicaba-SP.<br/><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_center><SPAN class="ff3 fc4 fs11 fb "><br/>VAGAS LIMITADAS!!!</SPAN><SPAN class="ff4 fc0 fs11 "> <br/></SPAN></p></div></div>
<div id=imCel0_02>
<p id=imCel0_02_Title>Objetivo do Curso</p>
<div id=imCel0_02_Cont>
<div id=imObj0_02>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">- Mostrar a importância da classificação de solos</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs11 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">- Treinar o aluno na classificação de solos </SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs11 "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">- Diagnosticar e avaliar problemas específicos de comportamento dos solos de uma determinada classe dando subsídios <SPAN lang=pt-br></SPAN>para o estabelecimento de planejamento e/ou manejos mais adequados dos mesmos;</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs11 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">- Estimar a capacidade de uso sustentável do solo;</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs11 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">- Visualizar o comportamento dos solos através dos seus atributos e horizontes de diagnóstico e de seus dados analíticos;</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs11 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">- <SPAN lang=pt-br>Maximizar a aplicação dos conhecimentos pedológicos no manejo agro-florestal</SPAN>;</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs11 "> </SPAN></p></div></div></div>
<div style="HEIGHT: 109px; TOP: 434px; LEFT: 10px" id=imCel0_00>
<p id=imCel0_00_Title>Público Alvo</p>
<div id=imCel0_00_Cont>
<div id=imObj0_00>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "><SPAN lang=pt-br>A</SPAN>grônomos<SPAN lang=pt-br>, engenheiros florestais, agrícolas, </SPAN>civis, sanitaristas, urbanistas<SPAN lang=pt-br>, </SPAN>extensionistas, planejadores do uso da terra, professores de solos, executores de manejo de solos, estudiosos de classificação de solos, geógrafos, <SPAN lang=pt-br>técnicos </SPAN>agrícolas<SPAN lang=pt-br>, </SPAN>executores de mapas pedológicos, alunos de cursos de agronomia e de outros que estudem o solo, enfim todos aqueles que utilizam o solo em suas atividades e que queiram reciclar seu conhecimentos sobre o <SPAN lang=pt-br>assunto.</SPAN></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify></p></div></div></div>
<div id=imCel0_05>
<p id=imCel0_05_Title>Local do Curso</p>
<div id=imCel0_05_Cont>
<div id=imObj0_05>
<p class=imAlign_center><SPAN class="ff0 fc2 fs11 "><img class=imImage alt="" src="http://www.infobibos.com/solos/images/logo.gif" width=179 height=88></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 bc3 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 bc3 fb ">Beira Rio Palace Hotel</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 bc3 "> <br/>Rua Luiz de Queiroz, 51 - Centro - Piracicaba/SP.<br/>Tel.: (19) 3401-1000</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs11 "> <br/></SPAN></p></div></div></div>
<div id=imCel1_01>
<div id=imCel1_01_Cont>
<div id=imObj1_01><img title="" alt="" src="http://www.infobibos.com/solos/images/home_1_01.jpg"> </div></div></div>
<div id=imCel1_00>
<div id=imCel1_00_Cont>
<div id=imObj1_00><img title="" alt="" src="http://www.infobibos.com/solos/images/home_1_00.jpg"></div></div></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>I Workshop Controle do carrapato-do-boi </title>
      <pubDate>Wed, 11 May 2011 16:41:22 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/carrapato/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<div id=imCel0_00_Cont>
<div id=imObj0_00>
<p class=imAlign_center><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">I Workshop Controle do carrapato-do-boi</SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs11 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">05 de agosto de 2011</SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs11 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">Anfiteatro do Instituto de Zootecnia<br/>Nova Odessa, SP</SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs11 "> <br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff3 fc2 fs11 "><br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">O </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">carrapato-do-boi </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">causa graves prejuízos a bovinos suscetíveis, geralmente os que têm elevado grau de sangue europeu. O objetivo deste evento é levar a técnicos que estão no campo informações recentes de pesquisas sobre a situação atual da resistência desse parasita aos carrapaticidas e formas alternativas de controle, tais como fitoterapia, e controle biológico (fungos, bactérias, inimigos naturais e resistência genética do bovino), discutindo, também, o controle estratégico do carrapato na região sudeste.<br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs11 "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">Os </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">palestrantes convidados</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 "> são pesquisadores de renome internacional, de Institutos de Pesquisa da Agência Paulista de Tecnologia Agropecuária (</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">Márcia Cristina Mendes</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 "> do Instituto Biológico, e </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">Cecília José Veríssimo</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 "> Instituto de Zootecnia) e da Embrapa, </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">Ana Carolina de Souza Chagas</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">, da Embrapa Pecuária Sudeste e</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb "> John Furlong</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 ">, da Embrapa Gado de Leite, com grande experiência no assunto em questão, estando aptos a tirar as dúvidas dos técnicos e produtores sobre o controle do carrapato.</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs10 "> <br/><br/></SPAN></p></div></div>
<div id=imCel0_01>
<div id=imCel0_01_Cont>
<div id=imObj0_01>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">Público-alvo:</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 "> Técnicos, pecuaristas e estudantes interessados no tema.<br/><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb ">Vagas Limitadas!!!</SPAN></p></div></div></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>XI Curso de Manejo de Nutrientes em Cultivo Protegido </title>
      <pubDate>Wed, 11 May 2011 16:40:17 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/mncp/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p class=style2><SPAN class="ff2 fc0 fs10 ">A Conplant em parceria com o IAC promovem o <strong>XI Curso sobre Manejo de Nutrientes em Cultivo Protegido</strong> visando oferecer aos participantes oportunidade de atualizar seus conhecimentos nesse importante segmento do agronegócio brasileiro.<br/><br/>O Programa visa proporcionar a oportunidade de interação dos participantes para a aprendizagem sobre nutrição mineral das plantas, do manejo do clima da estufa, da demanda de água, da escolha dos fertilizantes mais apropriados, do cálculo e preparo de soluções nutritivas e manejo da fertirrigação por meio do monitoramento nutricional de plantas, solos e substratos.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 fb ">Esquema do Curso:</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 "> O curso terá 40 horas de aulas teóricas, visitas e demonstrações práticas em laboratório para consolidação dos conhecimentos transmitidos.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 fb ">Público-alvo: </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 ">Pessoal técnico de nível médio ou superior envolvido na produção de plantas em estufas.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 fb ">Vagas Limitadas <strong>40 </strong></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 "><strong>participantes</strong>.</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs10 "> </SPAN></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Análise das condições de conforto térmico humano em barracas de lona dos desabrigados pela chuva em alagoas</title>
      <pubDate>Tue, 10 May 2011 09:41:10 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/ConfortoTermico/Index.htm</link>
      <category>Biometeorologia</category>
      <description><![CDATA[<p class=style3>A Biometeorologia consiste no estudo dos efeitos do tempo e do clima nos organismos vivos, plantas, animais e o homem. Sendo uma ciência relativamente nova, as pesquisas interdisciplinares são comuns. Os estudos de conforto térmico visam estabelecer métodos de avaliação das condições necessárias para um ambiente térmico adequado às atividades e ocupação humanas, baseados principalmente na busca da satisfação térmica do homem com o ambiente, na saúde dos usuários, no aumento de sua performance e na conservação de energia. O motivo principal da busca por condições de conforto térmico é o "desejo de o homem sentir-se termicamente confortável". Os resultados de inúmeras investigações mostram uma clara tendência de que o desconforto causado por calor ou frio, reduz a performance humana. A sensação de conforto está relacionada a quatro fatores físicos: temperatura do ar, umidade do ar, campo de radiação e ventilação. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" color=#003300 size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/ConfortoTermico/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Considerações sobre sistema produtivo de ovinos no município de Corumbá</title>
      <pubDate>Tue, 10 May 2011 09:39:55 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/Ovinos/Index.htm</link>
      <category>Zootecnia</category>
      <description><![CDATA[<p class=style3>O Mato Grosso do Sul possui o oitavo maior rebanho ovino do Brasil, e o crescimento da ovinocultura no estado ocorre principalmente devido a aptidão natural das paisagens (áreas de savana e de campo) que já são tradicionalmente utilizadas para a criação de bovinos, promovendo e facilitando as atividades desse setor, além da aceitação de consumo da carne ovina. Dessa forma vem sendo realizada uma série de medidas técnicas e políticas com a finalidade de fortalecer a cadeia produtiva de ovinos no Mato Grosso do Sul. A região do Pantanal tem um número expressivo de animais, destacando-se Corumbá, o município com maior número de cabeças, pois os ovinos são criados na grande maioria das propriedades rurais.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p><SPAN class=style10>Com o entendimento de que o desenvolvimento sustentável dessa atividade no município necessita de maiores conhecimentos sobre as práticas de manejo da ovinocultura local, a <SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal">Embrapa Pantanal</SPAN> realizou um trabalho com a finalidade de verificar o perfil das propriedades que criam ovinos em Corumbá. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" color=#003300 size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/Ovinos/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN><o:p></o:p></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Qualidade da matéria orgânica de um Latossolo Vermelho sob rotação de culturas de cobertura e verão em sistema de semeadura direta</title>
      <pubDate>Tue, 3 May 2011 17:20:16 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/PlantioDireto/Index.htm</link>
      <category>Plantio Direto</category>
      <description><![CDATA[<SPAN style="mso-ansi-language: PT-BR">De acordo com Lal (2009), a demanda global por energia crescerá a uma taxa de 2,23 % ao ano até 2025, por conseguinte é extremamente importante a adoção de sistemas de produção com princípios da agricultura conservacionista, com destaque ao plantio direto que é utilizado em somente 6,4% das áreas agrícolas mundiais. Reduz emissão dos gases do efeito estufa, aumenta teor de matéria orgânica (Resende et al., 2006). A cultura da soja é uma excelente fixadora de N </SPAN><SPAN style="mso-ansi-language: PT-BR" class=style161>atmosférico, tendo muitas vezes um balanço positivo de carbono, associado a sistemas de manejo do solo, incrementando até o próprio C do agroecossistema, no caso o Sistema Plantio Diretos (SPD) devido ao maior aporte de fitomassa da gramínea <?XML:NAMESPACE PREFIX = ST1 /><ST1:PERSONNAME ProductID="em sucess￣o. A" w:st="on">em sucessão. <SPAN style="mso-bidi-font-weight: bold">A</SPAN></ST1:PERSONNAME><SPAN style="mso-bidi-font-weight: bold"> matéria orgânica do solo ou o carbono orgânico total têm mostrado baixa sensibilidade às mudanças promovidas pelos sistemas de manejo na dinâmica do C do solo, o que levou a utilização dos compartimentos do carbono orgânico total (COT) mais sensível ao manejo do solo, como melhores indicadores dessa dinâmica (Dou et al.,2008; Xavier et al., 2006). </SPAN></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" color=#000b71 size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/PlantioDireto/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN><o:p></o:p></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Mofo cinzento em plantas oleráceas, frutíferas e ornamentais</title>
      <pubDate>Wed, 27 Apr 2011 19:07:24 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/MofoCinzento/Index.htm</link>
      <description><![CDATA[<p class=style154><SPAN class=style26>O mofo cinzento é uma doença fúngica de importância mundial no cultivo de plantas frutíferas, oleráceas e ornamentais. Comum em cultivo protegido, a doença também pode alcançar níveis consideráveis em campo aberto e câmaras de armazenamento. Essa doença causa prejuízos estéticos, qualitativos e quantitavos e pode estar associada a diferentes espécies do gênero <em>Botrytis</em>. A espécie <em>Botrytis cinerea </em>é a mais comumente relatada, estando associada a várias culturas. O mofo cinzento afeta principalmente flores e frutos, porém também pode causar manchas foliares, apodrecimento de brotos, tombamento em plântulas, cancros em caules, pecíolos e hastes, bem como, podridões em bulbos, colmos, rizomas, tubérculos e raízes. Apesar dos sintomas do mofo cinzento variar em função do hospedeiro e do órgão afetado, esses são quase sempre caracterizados pela descoloração dos tecidos, pelo aspecto úmido e necrótico das lesões e pela presença de um crescimento cotonoso acinzentado (conídios e conidióforos) sobre as áreas afetadas.</SPAN> <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" color=#003300 size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/MofoCinzento/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></FONT><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Manejo de plantas daninhas na cultura do milho safrinha ajuda a não infestar a safra da soja</title>
      <pubDate>Wed, 27 Apr 2011 19:06:40 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/PlantasDaninhas/Index.htm</link>
      <description><![CDATA[<p class=style160><FONT face=Arial><SPAN class=style36>Durante o cultivo do milho safrinha, alguns cuidados devem ser tomados para que plantas espontâneas não se transformem em plantas daninhas, que competem com a cultura pelos recursos do ambiente. Como o nível de infestação durante a safrinha é geralmente menor que na safra principal, em que ocorre grande infestação, devido a ocorrência de temperatura e umidade favoráveis, alguns agricultores fazem um controle deficiente das plantas daninhas na safrinha, ou mesmo optam por não fazê-lo.</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p></SPAN><SPAN class=style36>Isso pode acarretar competição das plantas daninhas não somente com a cultura do milho safrinha, mas futuramente com a cultura da soja na safra principal. O ideal é que o manejo seja realizado ao longo do ano, de forma contínua e integrada, para que as espécies infestantes não se proliferem, como explica Germani Concenço, pesquisador da área de manejo de plantas espontâneas da Embrapa Agropecuária Oeste – empresa vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Caso o manejo não seja realizado, pode haver perda de produtividade do milho em torno de 10% a 80%.</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'"><o:p> </o:p></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" color=#003300 size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/PlantasDaninhas/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></FONT></FONT><o:p></o:p></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>II Curso de Floricultura Tropical</title>
      <pubDate>Tue, 26 Apr 2011 18:21:04 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Floricultura/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">O </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">INFOBIBOS </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">Informações Tecnológicas para o Agronegócio e a </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">AJBIAC</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> Associação dos Amigos do Jardim Botânico do IAC, apresentam o </SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Curso TEÓRICO-PRÁTICO de FLORICULTURA TROPICAL</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> a ser realizado nos dias </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">20 a 23 de setembro de 2011</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> em Ubatuba - SP.</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 "> </SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff3 fc0 fs11 "><SPAN class="ff3 fc2 fs11 fb ">Facilitadores<br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs11 "><br/></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: medium" class="ff3 fc2 fs11 ">Carlos Eduardo Ferreira de Castro<br/>Charleston Gonçalves<br/></SPAN>Ricardo Rodrigues Félix Reis<br/>Ricardo Pimenta<br/><SPAN class=style1><FONT size=4 face="Segoe UI">Luis Felipe Villani Purquerio</FONT></SPAN><SPAN class="ff0 fc2 fs12 fb "> <br/></SPAN></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff3 fc0 fs11 "><SPAN class="ff0 fc2 fs12 fb "><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">Esquema do Curso: </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">Aula teórica e Prática<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">Aulas teóricas:</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> Culturas: (Gengibre Ornamental, Bastão do Imperador, Costus, Helicôneas e Alpinia)<br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">Aspectos botânicos e taxonômicos</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">;<br/>P</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">rincipais espécies e variedades e seus usos</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">;<br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">Aspectos fisiológicos, Propagação, Solo, Clima, Técnicas culturais, Pragas e Doenças, Colheita e pós-colheita</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">;<br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">Seleção de espécies para corte, vasos ou jardins</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">.</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">Aula Prática: </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 fb "></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">Atividades práticas</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">; </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">Reconhecimento de espécies</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">; </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">Propagação</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> e </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">Arranjos florais<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">Público Alvo: </SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs11 ">Profissionais da área, professores, pesquisadores, produtores, estudantes e demais interessados no assunto.</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs10 "> <br/></SPAN><br/></p></SPAN></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Carne orgânica: novas estratégias no mercado global após a crise econômica</title>
      <pubDate>Tue, 26 Apr 2011 09:28:31 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/CarneOrganica/Index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[<FONT face=Verdana><SPAN class=style26><SPAN class=style5>As vendas globais de alimentos e bebidas orgânicos vêm aumentando em mais de US$ 5 bilhões por ano, </SPAN><SPAN style="mso-ansi-language: PT" lang=PT class=style5>ultrapassando US$ 50 bilhões em 2008</SPAN></SPAN><SPAN class=style5><SPAN class=style26>. O mercado mundial de produtos orgânicos cresce a uma taxa anual de 20% a 30%, enquanto o crescimento da produção agropecuária convencional não ultrapassa 1% ao ano. Essas altas taxas de crescimento, entretanto, foram reduzidas pela crise econômica que se iniciou em 2008. <SPAN class=longtext><SPAN style="BACKGROUND: white">As vendas de produtos orgânicos diminuíram significativamente após muitos anos de crescimento percentual de dois dígitos, </SPAN></SPAN>embora alguns produtos tenham resistido à tendência de baixa e aumentaram suas vendas, como os produtos orgânicos de beleza e para a saúde</SPAN><SPAN class=longtext><SPAN style="BACKGROUND: white" class=style26>.</SPAN></SPAN><SPAN class=style26> Dentre os alimentos orgânicos, a queda no consumo atingiu particularmente a carne orgânica na União Européia. </SPAN></SPAN><SPAN class=style26><SPAN style="mso-ansi-language: PT" lang=PT class=style5>O mercado britânico foi o mais seriamente afetado. A contração </SPAN><SPAN class=style5>no consumo de carne bovina afetou especialmente os cortes nobres (filé mignon, contrafilé, filé de costela, alcatra, coxão mole, coxão duro, <I style="mso-bidi-font-style: normal">baby beef</I>, lagarto), sendo que algumas empresas varejistas britânicas chegaram a retirar o produto de suas prateleiras. </SPAN></SPAN></FONT><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" color=#003300 size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/CarneOrganica/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Produção de etanol: primeira ou segunda geração?</title>
      <pubDate>Tue, 26 Apr 2011 09:27:03 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/ProducaoEtanol/Index.htm</link>
      <category>Bioenergia</category>
      <description><![CDATA[<p class=style16><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%" lang=X-NONE>O etanol tem sido considerado uma alternativa para diminuir problemas ambientais e energéticos no mundo em razão da escassez e alta dos preços dos combustíveis fósseis e da poluição por eles causada. O Brasil encontra-se em uma posição privilegiada no que se refere à produção de etanol, por apresentar vantagens na tecnologia de produção, possibilidade de liderança na agricultura de energia e mercado de biocombustíveis sem ampliar a área desmatada ou reduzir a área destinada à produção de alimentos. Além disso, a matriz energética brasileira já é um exemplo de sustentabilidade, pois enquanto a média mundial é o uso de apenas 14% de fontes renováveis, o Brasil utiliza 46,8% dessas fontes.</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%"> </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-fareast-font-family: Calibri">Nesse cenário, tecnologias capazes de melhorar o desempenho da produção no setor agroenergético ganham importância fundamental no país.</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%"> Esse aumento de produção, do ponto de vista de processamento industrial, pode se dar de duas formas: por aperfeiçoamentos das tecnologias para produção de etanol de primeira geração, a partir da sacarose da cana; ou pelo desenvolvimento científico e tecnológico de produção do, etanol lignocelulósico (chamado de segunda geração), produzido a partir da celulose e hemicelulose. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" color=#003300 size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/ProducaoEtanol/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Plantas com poder curativo na saúde animal</title>
      <pubDate>Mon, 25 Apr 2011 20:29:01 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/PlantasCurativas/Index.htm</link>
      <category>Sanidade Animal</category>
      <description><![CDATA[<p class=style159>O Brasil detém uma vasta fonte de produtos naturais que podem ser úteis para a prevenção ou tratamento de doenças ou para o alívio dos sintomas tanto para uso em humanos como em animais. Os produtos naturais são obtidos em grande parte de espécies vegetais com valor terapêutico que pode ser utilizado como medicamento e são chamadas de plantas medicinais. As propriedades biológicas podem ser diversas tais como, atividade anti-inflamatória, antibacteriana, antiviral, antifúngica, imunoestimulante antiparasitária e inseticida. O uso de plantas medicinais nos animais pode ser empregado nas diversas doenças como as que afetam as vias respiratórias, as entéricas e que são causadas por vários agentes patogênicos tais como fungos, bactérias ou vírus e as doenças causadas por ecto e endo parasitas. Dentre as doenças causadas por vírus as principais estão relacionadas, por exemplo, com os birnavírus, reovírus, circovírus, e herpesvírus e causam doenças em aves, bovinos, suínos e equinos. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" color=#003300 size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/PlantasCurativas/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo econômico compara sistemas de cultivo integral e de “engorda” da ostra-do-mangue</title>
      <pubDate>Mon, 25 Apr 2011 20:28:13 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/OstradoMangue/Index.htm</link>
      <category>Pesca</category>
      <description><![CDATA[<FONT face=Arial><SPAN class=style1><SPAN class=style158>A&nbsp; ostra-do-mangue foi o principal produto da pesca artesanal do estuário de Cananéia, em termos de volume desembarcado,&nbsp; nos anos de 1999 e 2000, passando para o segundo e terceiro lugar,</SPAN></SPAN><SPAN class=style2></SPAN><SPAN class=style1><SPAN class=style158>respectivamente,&nbsp; nos dois biênios subsequentes, segundo MENDONÇA e MACHADO (2010). Os trabalhos de&nbsp; WAKAMATSU&nbsp; (1973), AKABOSHI e PEREIRA (1981), PEREIRA e CHAGAS-SOARES (1996), PEREIRA et al. (2001 e 2003) demonstram o estuário de Cananéia com condições favoráveis para o desenvolvimento de&nbsp; bancos naturais da ostra-do-mangue, tornando a região a principal produtora desse recurso no </SPAN></SPAN><SPAN class=style2></SPAN><SPAN class=style1><SPAN class=style157>estado de São Paulo, de acordo com PEREIRA et al. (2003). Diante do exposto, foi proposto o desenvolvimento do estudo: “Análise econômica comparativa dos&nbsp; </SPAN></SPAN><SPAN class=style2></SPAN><SPAN class=style1><SPAN class=style157>sistemas&nbsp; de cultivo integral e de ‘engorda’ da ostra-do-mangue, <em>Crassostrea</em> spp, no estuário de </SPAN></SPAN><SPAN class=style2></SPAN><SPAN class=style1><SPAN class=style157>Cananéia, São Paulo, Brasil”, de autoria de Marcelo Barbosa&nbsp; Henriques, </SPAN></SPAN></FONT><a href="mailto:henriquesmb@pesca.sp.gov.br" ymailto="mailto:henriquesmb@pesca.sp.gov.br"><SPAN class=style10><strong><FONT color=#000000 face=Arial>henriquesmb@pesca.sp.gov.br</FONT></strong></SPAN></a><FONT face=Arial><SPAN class=style1><SPAN class=style157>,&nbsp; Ingrid&nbsp; Cabral Machado e Lúcio Fagundes, pesquisadores científicos do&nbsp; Instituto&nbsp; de&nbsp; Pesca.&nbsp; Este&nbsp; instituto vincula-se à APTA (Agência Paulista de Tecnologia dos </SPAN></SPAN><SPAN class=style2></SPAN><SPAN class=style1><SPAN class=style157>Agronegócios)&nbsp; da&nbsp; Secretaria&nbsp; de&nbsp; Agricultura&nbsp; e&nbsp; Abastecimento&nbsp; do&nbsp; estado&nbsp; de&nbsp; São&nbsp; Paulo.<a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/OstradoMangue/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#000b71> </FONT></strong></a></SPAN></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" color=#000b71 size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/OstradoMangue/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Possivel influência do aquecimento global na ocorrência de geadas</title>
      <pubDate>Mon, 25 Apr 2011 20:26:39 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/AquecimentoGlobal/Index.htm</link>
      <category>Climatologia</category>
      <description><![CDATA[<p class=style156><SPAN style="mso-fareast-font-family: 'MS Gothic'">Dentre todas as possíveis conseqüências associadas ao aquecimento global, à redução da freqüência de ocorrência de eventos de geada, talvez seja um dos poucos, ou até mesmo o único, fenômeno benéfico ao setor agrícola associado a essa alteração nos padrões climáticos globais. Sob esse aspecto, ao analisar a variabilidade temporal de séries históricas de precipitação pluvial (PRE), temperatura mínima do ar (Tmin; menor valor de temperatura observado ao longo de um dia) e temperatura máxima do ar (Tmax; maior valor de temperatura observado ao longo de um dia) do Estado de São Paulo, Blain et al. (2009) e Blain (2011) afirmam que os maiores indícios de alterações de ordem climática são observados por meio das elevações associados aos dados de Tmin observados ao longo dos últimos 60 anos. Em adição, ressalta-se que Blain et al. (2009) indica que nos últimos 100 anos na localidade de Campinas, SP houve elevação de aproximadamente 2,5ºC nos valores anuais na Tmin.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Além dessas observações específicas para o clima do Estado de São Paulo, o relatório do IPCC (2007) indica que a intensidade e a freqüência dos eventos meteorológicos extremos, tais como a geada, irão sofrer alterações causadas por um clima global mais quente. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" color=#003300 size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/AquecimentoGlobal/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Pecuária e aquecimento global</title>
      <pubDate>Mon, 25 Apr 2011 20:25:02 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/Pecuaria/Index.htm</link>
      <category>Biometeorologia</category>
      <description><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify" class=style155><FONT face=Verdana><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Univers; mso-bidi-font-family: TimesNewRomanPSMT" class=style8>Desde que aquecimento global saiu dos meios acadêmicos e ganhou o interesse geral, tornou-se um tema muito sujeito a especulações e alarmismos. Desde a</SPAN><SPAN class=v12><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Univers; mso-bidi-font-family: Arial" class=style8> divulgação do relatório da FAO em 2006 - “Longa sombra da pecuária”, esta </SPAN></SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Univers; mso-bidi-font-family: TimesNewRomanPSMT" class=style8>passou a ser considerada “vilã” do aquecimento global. </SPAN><SPAN class=v12><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Univers; mso-bidi-font-family: Arial" class=style8>Nesse relatório, a pecuária é colocada como equivalente ao sistema mundial de transportes – consumidor voraz de combustíveis fósseis – quanto à produção de gases de efeito estufa (GEE). </SPAN></SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Univers; mso-bidi-font-family: TimesNewRomanPSMT" class=style8>A principal contribuição da pecuária quanto à emissão de GEE refere-se à produção de metano, segundo gás em importância relativa dentre os causadores do efeito estufa. Subproduto da fermentação ocorrida durante o processo digestivo de bovinos e outros ruminantes, o metano é expelido pelos animais por meio do “arroto” - e não do “pum” como se costuma reportar. </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Univers" class=style8>Em termos globais, a pecuária contribui com 22% (70 a 100 milhões t/ano) das emissões totais.</SPAN><SPAN class=v12><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Univers; mso-bidi-font-family: Arial" class=style8> </SPAN></SPAN></FONT><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" color=#003300 size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/Pecuaria/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso Sobre Pragas em Árvores, Gramados e Palmeiras Ornamentais</title>
      <pubDate>Tue, 12 Apr 2011 16:48:12 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/pragasjardins/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class="ff2 fc0 fs18 fb ">Bem Vindo! </SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs11 "><br/><br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">O Instituto Biológico apresenta o </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">Curso SOBRE PRAGAS EM ÁRVORES, GRAMADOS E PALMEIRAS ORNAMENTAIS</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">, que será realizado no dia </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">24 de maio de 2011</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">, no Instituto Biológico/APTA, Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 1252 – Vila Mariana – São Paulo/SP.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">Objetivo:</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "> Difundir conhecimentos técnicos sobre a biologia, comportamento e controle das principais espécies de cupins e coleobrocas&nbsp;em árvores, pragas em palmeiras ornamentais e gramados.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">Público alvo:</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "> Paisagistas, Biólogos, Engenheiros Agrônomos&nbsp; e demais profissionais ligados&nbsp;às areas de elaboração de&nbsp;projetos paisagisticos, conservação e manutenção de áreas verdes, manutenção de gramados</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> <br/></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Leite Derramado</title>
      <pubDate>Tue, 12 Apr 2011 16:46:57 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/LeiteDerramado/Index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify" class=style3><SPAN class=style1>Empresto o título do último livro do escritor e compositor Chico Buarque (premiado com o Jabuti em 2010) para, igualmente, nomear esta análise do mercado de café. O escritor, em seu livro, discorre sobre a evolução de uma família ao longo de dois séculos, enfatizando sua decadência e seu futuro pessimista. A metáfora é evidente, o autor sugere por meio da saga familiar a própria trajetória do esforço em construir a nação brasileira. Por acaso, também, temos nosso leite derramado no agronegócio café e por essa razão faço proveito desse título. </SPAN><SPAN class=style1>Derramar leite no café é o hábito rotineiro de milhões de brasileiros logo pela manhã. Sem um quente pingado muitos se recusam em começar seu dia. Mas a derrama da qual pretendo tratar é de outra natureza, mais séria e menos humorada. </SPAN><SPAN class=style1>Um dos maiores dilemas do crescimento econômico brasileiro consiste na dificuldade em construir uma indústria com relevância global. Dos anos 30 ao final dos 70, nossas elites políticas e intelectuais imaginaram que se havia alcançado essa etapa do desenvolvimento, pois o país crescia, ano a ano, a dois dígitos ou muito próximo desse patamar. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" color=#000b71 size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_2/LeiteDerramado/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/ResiduosBiomassa/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#000b71>&nbsp;</FONT></strong></a></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso: Ocorrência de Insetos em Alimentos Industrializados: Da Matéria Prima a Mesa do Consumidor</title>
      <pubDate>Thu, 7 Apr 2011 11:41:02 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/InsetosAlimentos/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[Temos o prazer de apresentar o curso:<br/><br/>
<p class=imAlign_center><SPAN class="ff2 fc2 fs11 "></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb ">Ocorrência de Insetos em Alimentos&nbsp;Industrializados: </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb fi ">Da Matéria Prima a Mesa do Consumidor</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb "><br/><br/>21 de junho de 2011<br/>Marília - SP</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs11 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">&nbsp;</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs11 "> <br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">Objetivo:</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> Aprimorar os conhecimentos dos profissionais ligados&nbsp;à análise de matéria prima, produção, programas de qualidade e&nbsp;atendimento ao consumidor; sobre&nbsp;os riscos da presença de insetos em alimentos industrializados. O curso abordará os principais grupos de insetos (formigas, baratas, moscas, traças, carunchos) e roedores. Serão abordados os seguintes tópicos:<br/><br/>- Principais pragas<br/>- Pragas ocasionais<br/>- Métodos de análise da matéria prima<br/>- Riscos durante o processo de fabricação<br/>- Programa de monitoramento e controle de pragas<br/>- Risco de infestação pós fabricação<br/>- Risco de infestação no comércio atacadista e varejista<br/>- Consumidor final<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">- Rastreabilidade - análise do ciclo biológico de pragas<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb "><br/>Data: 21 de junho de 2011<br/>Local: </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">Quality Hotel &amp; Convention Center Marília<br/>Rua Aymorés , 501 - </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">Marília - SP</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb "><br/>Carga horária: </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">08 horas<br/>&nbsp;<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">Público alvo:</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> microbiologistas, gerentes de produção e de programas da qualidade, atendimento ao consumidor, demais profissionais ligados ao processo de industrialização de alimentos.<br/></SPAN></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Medidas da densidade do lodo proveniente de digestão anaeróbia</title>
      <pubDate>Thu, 7 Apr 2011 11:39:51 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/DensidadeLodo/Index.htm</link>
      <category>Biossólidos</category>
      <description><![CDATA[<p class=style138><SPAN class=style26>Pelo fato de representar uma porcentagem considerável do custo de operação de uma ETE (20-60%), as escolhas de alternativas para o processamento do lodo e para a disposição final do mesmo devem ser partes integrantes do projeto de uma ETE, considerando-se a qualidade do esgoto a ser tratado e o tipo de tratamento deste esgoto. A partir destas escolhas, a ETE deve apresentar estrutura física e gerencial compatível com as atividades a serem desenvolvidas (FERNANDES et al., 2001). Para a gestão técnica e econômica do processo é necessário que se faça o controle de qualidade e quantidade do lodo. Sob o ponto de vista econômico, o lodo processado e disposto apresenta um custo por metro cúbico ou por tonelada disposta. Os custos de manuseio e transporte são normalmente calculados com base no volume do lodo úmido (R$ por m<SUp>3</SUp> de lodo), porém muitas vezes se faz o cálculo com base na massa seca do lodo (R$ por kg ST), para efeito comparativo entre alternativas (FERNANDES et al., 2001). </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" color=#003300 size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/DensidadeLodo/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></FONT><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/ResiduosBiomassa/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#000b71>&nbsp;</FONT></strong></a></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>35 CFO - Milho, Sorgo, Soja e Forrageiras</title>
      <pubDate>Tue, 5 Apr 2011 13:57:02 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/35cfo/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">O Instituto Biológico juntamente com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e a Coordenadoria da Defesa Agropecuária - CDA estarão promovendo nos dias</SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 "> </SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">2 a 5 de maio de 2011</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">, no Auditório Rocha Lima do Instituto Biológico, São Paulo-SP, o</SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs12 "> </SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs13 fb ">XXXV CURSO PARA HABILITAÇÃO DE ENGENHEIROS AGRÔNOMOS PARA EMISSÃO DE CFO/CFOC.</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "><br/><br/>O Curso tem a finalidade de atender normas técnicas de Certificação Fitossanitárias ditadas pelas Instruções Normativas do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), N°s 54 e 55. de 04/12/2007. De acordo com essas normas o Certificado Fitossanitário de Origem (CFO) e o Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado (CFOC) serão emitidos por Engenheiros Agrônomos o Engenheiros Florestais, em suas respectivas áreas de competência profissional após aprovação em Cursos para Habilitação de Responsáveis Técnicos, específicos e organizados pelo Órgão Estadual de Defesa Sanitária Vegetal (OEDSV) que no caso do estado de São Paulo é a Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) que pertence à Secretaria da Agricultura e Abastecimento (SAA) e aprovado pelo&nbsp; MAPA.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs12 fb ">Público alvo</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "> - Engenheiros Agrônomos<br/></SPAN>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">80 VAGAS !!! </SPAN><SPAN class="ff0 fc0 fs12 "><br/></SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs10 "><br/></SPAN></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Resíduos de biomassa: problemas ou soluções?</title>
      <pubDate>Tue, 5 Apr 2011 13:56:14 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/ResiduosBiomassa/Index.htm</link>
      <category>Bioenergia</category>
      <description><![CDATA[<p class=style152>Resíduos de biomassa - de origem doméstica, agropecuária ou industrial - podem causar sérios problemas ao meio-ambiente e à saúde pública, se descartados de modo inadequado. Contudo, devido ao seu baixo custo e pronta disponibilidade, os resíduos podem ser aproveitados, reduzindo custos de produção e a poluição ambiental. Para tanto, novas tecnologias devem ser desenvolvidas com a finalidade de transformar resíduos em novos produtos, para que os materiais residuais deixem de ser problemas e se tornem soluções.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%" class=style6>A quantidade de resíduos de biomassa produzida é astronômica. No caso da cana-de-açúcar, por exemplo, estima-se que cerca de 175 milhões de toneladas de bagaço e palhas secas foram produzidos em 2010, considerando dados da Companhia Nacional de Abastecimento. É difícil estimar o total de resíduos agropecuários produzidos no País, mas acredita-se que o número é da ordem de um bilhão de toneladas por ano. Portanto, é fácil entender que resíduos são matérias-primas de baixo custo disponíveis nos locais onde são produzidos.<o:p> </o:p></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/ResiduosBiomassa/Index.htm" target=_blank><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" color=#003300 size=2>Saiba mais...</FONT></FONT></FONT></a></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></FONT><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/ResiduosBiomassa/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#003300>&nbsp;</FONT></strong></a></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>XI Curso a distância Tópicos da Cultura da cana-de açúcar</title>
      <pubDate>Wed, 23 Mar 2011 09:08:10 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/cursocana/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">Bem-vindo ao</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb "> XI Curso a distância Tópicos da Cultura da cana-de açúcar</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff1 fc0 fs12 "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">Início das Aulas </SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">01/08/2011<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb ">O Curso é a distância, mas o contato é presencial.<br/></SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs12 "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">O </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">Instituto Agronômico IAC</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">, por intermédio do </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio de Cana,</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "> apresenta o XI Curso a distância: Tópicos da Cultura da cana-de-açúcar.<br/><br/>Inscrições abertas!!! </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb "><br/><br/>Vagas Limitadas!</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs12 "> </SPAN></p><SPAN class="ff1 fc0 fs12 ">
<div id=imCel0_01_Cont>
<div id=imObj0_01>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff3 fc0 fs12 fb ">AULAS TEÓRICAS</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "> - As aulas serão semanais e disponibilizadas na Internet, em site específico para o curso, todas as segundas-feiras, bem como as atividades a serem desenvolvidas. Durante a semana de cada aula, o aluno dispõe do tira-dúvidas on-line para esclarecimentos junto ao professor responsável pela aula.<br/></SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs12 "><br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 fb ">AULAS PRÁTICAS (presenciais)</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "> - Serão realizadas 4 aulas práticas, sendo duas no meio do curso e outras duas ao final do curso, em locais a serem definidos nas regiões de Piracicaba e Ribeirão Preto, Estado de São Paulo.</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs12 "> </SPAN><br/></p></div></div></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Diagnose de sintomas de fitotoxicidade devidos ao herbicida tebuthiuron em folhas de amendoim, em áreas de renovação de canaviais</title>
      <pubDate>Wed, 23 Mar 2011 09:07:11 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/CloroseAmendoim/Index.htm</link>
      <category>Fitossanidade</category>
      <description><![CDATA[<p class=style6>Na região de Ribeirão Preto, e principalmente o município de Pontal-SP, na década de oitenta, apresentava grandes áreas (&gt;1.000 ha) com o cultivo de amendoim. Os produtores cultivavam esta oleaginosa em áreas próprias e arrendadas, das usinas e de outros produtores. Estes cultivos em sucessão (rotação de culturas) são importantes para a movimentação e disponibilidade dos nutrientes dos horizontes inferiores para as camada mais superficiais do solo; para o controle de pragas e doenças, e o fornecimento de nitrogênio fixado através da associação simbiótica, pelas estirpes das bactérias do gênero <em>Bradyrhizobium</em> sp, no caso do amendoim. No ano de 1.986, no mês de janeiro, em visitas de acompanhamento técnico a estas lavouras, observamos os sintomas aqui relatados. Embora os sintomas lembrassem fitotoxicidade por agrotóxicos; no entanto, seria necessário diagnosticar qual deles induziria os sintomas apresentados. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" color=#003300 size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/CloroseAmendoim/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p><o:p></o:p><o:p></o:p><o:p></o:p><o:p></o:p></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Agricultores e pecuaristas transformam boi sanfona em boi safrinha</title>
      <pubDate>Wed, 23 Mar 2011 09:06:21 -0300</pubDate>
      <link>file://www.infobibos.com/DavWWWRoot/Artigos/2011_1/BoiSafrinha/Index.htm</link>
      <category>Zootecnia</category>
      <description><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%" class=style96>Na safrinha de 2010, com as incertezas do mercado, os agricultores preferiram plantar braquiária em parte da área destinada ao milho e a outras culturas. Muitos que plantaram milho fizeram o consórcio milho e <I>Brachiaria ruziziensis</I>. Durante a estação seca estes capins produzem grande quantidade de forragem, que apresenta boa qualidade, mas quando são plantados mais cedo e não são pastejados, tendem a produzir excesso de massa que deve ser roçada para viabilizar o plantio da soja. A palhada e massa de raízes deixadas pelos capins criam uma condição muito favorável ao plantio direto da soja. Porém, para quem dispõe de uma pastagem tão boa roçar é um desperdício de dinheiro e energia. Os agricultores citam algumas limitações ao aproveitamento desta pastagem, destacando-se a falta de recursos para a aquisição dos animais. Como estas pastagens apresentam período curto de duração, de abril a setembro, se o produtor adquirir o boi magro, as oscilações do mercado podem comprometer o lucro. </SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" color=#000b71 size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/BoiSafrinha/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN><o:p></o:p><o:p></o:p><o:p></o:p><o:p></o:p></FONT><o:p></o:p></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>A nova face do melhoramento genético de abacaxi na Embrapa Mandioca e Fruticultura</title>
      <pubDate>Wed, 23 Mar 2011 09:04:05 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Abacaxi/Index.htm</link>
      <category>Fruticultura</category>
      <description><![CDATA[<p class=style6>O abacaxi é uma das frutas tropicais mais apreciadas em todo mundo e conquistou o gosto de tantos povos diferentes por seu aroma e sabor inigualáveis. Seu formato ímpar lhe conferiu o título de rei dos frutos. O Brasil, como centro de origem e diversidade da espécie, tem larga tradição no seu consumo, cultivo e também na pesquisa em torno da cultura. A Embrapa Mandioca e Fruticultura tem um sólido programa de melhoramento genético que já gerou híbridos de grande valor como o Imperial, o Vitória e o Ajubá, resultados de anos de trabalho e dedicação de seus pesquisadores e que já se encontram em fase de comercialização. Esse programa continua crescendo e desenvolvendo novos materiais. Entretanto, nos últimos anos, uma nova vertente do melhoramento surgiu e seus primeiros resultados deverão sair ainda este ano: os abacaxis ornamentais. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/CafeHonesto/Index.htm" target=_blank><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Abacaxi/Index.htm" target=_blank><FONT color=#003300>Saiba mais...</FONT></a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p><o:p></o:p><o:p></o:p><o:p></o:p></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Café honesto é café solúvel</title>
      <pubDate>Wed, 23 Mar 2011 09:03:11 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/CafeHonesto/Index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify" class=MsoNormal><SPAN class=style7><SPAN class=style96>A questão da qualidade do café oferecido à população brasileira pela parcela majoritária da torrefação nacional, constitui-se em problema que mais tem exigido da inteligência e vontade das lideranças públicas e privadas do agronegócio café. Esse tema voltou a cena após a publicação e revogação da Instrução Normativa 16 do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)</SPAN><SUp><SPAN class=style96>1</SPAN></SUp></SPAN>.<SPAN class=style26><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p></SPAN><SPAN class=style96>Em termos de qualidade do café torrado e moído e torrado em grão, ação pioneira tem sido o Programa de Autofiscalização do Café Torrado e Moído da Indústria Brasileira do Café - Selo ABIC - que, desde 1989, promove coleta de amostras no varejo de todo o país e as envia para laboratórios credenciados, em que o grau de pureza do produto é verificado. Sem poder de polícia, as ocorrências de fraude por meio da adição de misturas ou de percentuais elevados de impurezas são denunciados aos órgãos competentes. Nos casos em que a empresa ostentava o selo, esse é imediatamente cassado e a empresa afastada do programa. Lamentavelmente, devido à morosidade da justiça brasileira, raríssimos foram os casos em que o fraudador e sua empresa foram exemplarmente punidos. </SPAN><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/CafeHonesto/Index.htm" target=_blank><o:p></o:p><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small" size=2>Saiba mais...</FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></FONT></SPAN></a><o:p></o:p><o:p></o:p><o:p></o:p><o:p></o:p></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Análise de seiva: nova ferramenta para avaliar a demanda de nutrientes pela laranjeira nos diferentes estágios fenológicos</title>
      <pubDate>Sun, 13 Mar 2011 17:00:09 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Seiva/Index.htm</link>
      <category>Nutrição Vegetal</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style4><FONT color=#003300>A fertirrigação é uma técnica de aplicação de nutrientes junto com a água de irrigação, cujo uso vem crescendo muito no Brasil. Na citricultura paulista a área irrigada cresceu de modo acelerado nos últimos anos, alcançando em 2009 cerca de 125 mil hectares, isso representa 21% da área cultivada. A maior parte dessa área emprega o sistema de irrigação localizada, associado à técnica de fertirrigação. Quando os nutrientes são fornecidos juntamente com a água irrigação, aumenta-se a eficiência de uso dos fertilizantes, devido à melhor uniformidade de distribuição no campo, redução de perdas e principalmente pela maior sincronia entre as demandas por nutrientes nos diferentes estádios fenológicos. Os novos equipamentos de irrigação permitem que isso seja feito de forma automatizada, através de programas inteligentes de computador. Diferente da análise foliar que representa um acúmulo de nutrientes desde a formação da folha até sua coleta, a análise da seiva tem apresentado maior sensibilidade e precisão, para determinar e quantificar o estado nutricional da planta em momentos de maior interesse. </FONT></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#000b71 size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Seiva/Index.htm" target=_blank><strong>Saiba mais...</strong></a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p><o:p></o:p></FONT><o:p></o:p></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Caracterização morfológica e da coloração de folhas de couve do banco de germoplasma do Instituto Agronômico de Campinas</title>
      <pubDate>Wed, 9 Mar 2011 17:05:09 -0300</pubDate>
      <link>2011_1/Couve/Index.htm</link>
      <category>Horticultura</category>
      <description><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%" class=style146><SPAN style="mso-bidi-font-weight: bold; mso-bidi-font-family: 'Courier New'"><SPAN class=style26>A couve de folhas (<I>Brassica oleracea </I>L. var. <I>acephala</I><SPAN style="mso-bidi-font-style: italic">), Brassicaceae, é uma </SPAN>hortaliça arbustiva anual ou bienal, cujo consumo no Brasil tem gradativamente aumentado devido, provavelmente, às novas maneiras de utilização na culinária e às recentes descobertas da ciência quanto as suas propriedades nutricêuticas.</SPAN><SPAN style="COLOR: black"> Em <?XML:NAMESPACE PREFIX = ST1 /><ST1:METRICCONVERTER ProductID="2006, a" w:st="on">2006, a</ST1:METRICCONVERTER> área plantada de couve no Estado de São Paulo era de <ST1:METRICCONVERTER ProductID="1200 ha" w:st="on">1200 ha</ST1:METRICCONVERTER>, aumentando para <ST1:METRICCONVERTER ProductID="1424 ha" w:st="on">1424 ha</ST1:METRICCONVERTER> em 2007, com produtividades, nesse período, entre 26,7 e 28,8 toneladas por hectare. <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN>Comparativamente às outras hortaliças folhosas, a couve de folhas destaca-se por seu maior conteúdo de proteínas, carboidratos, fibras, cálcio, ferro, vitamina A, niacina e vitamina C. É ainda uma excelente fonte de carotenóides apresentando a concentração mais alta de luteína e beta caroteno entre as hortaliças. A ingestão na dieta humana de alimentos ricos em luteína e beta caroteno está associada à redução de riscos de câncer no pulmão e de doenças oftalmológicas crônicas como cataratas.<o:p> </o:p></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#003300 size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Couve/Index.htm" target=_blank><strong>Saiba mais...</strong></a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN><o:p></o:p><o:p></o:p></FONT></FONT><o:p></o:p></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Fórum PCO Syngenta - Insetos Rasteiros</title>
      <pubDate>Wed, 9 Mar 2011 10:05:59 -0300</pubDate>
      <link>http://www.forumsyngenta.net.br/salvador</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<div id=imCel0_01_Cont>
<div id=imObj0_01>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc2 fs12 ">Convidamos você a participar do </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb fi ">Fórum PCO Syngenta</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> que tem por objetivo apresentar soluções eficientes e mantê-lo sempre bem informado é a nossa principal missão.<br/>Neste mês de março, o Fórum PCO Syngenta oferece a você a oportunidade de conhecer as técnicas avançadas no controle de pragas domésticas.<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "><br/>Tema da Palestra: </SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">INSETOS RASTEIROS</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> <br/><br/>Palestrante: </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb ">WASHINGTON FERREIRA</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> <br/>Gerente Técnico e Desenvolvimento - Lawn &amp; Garden Syngenta<br/><br/>Local: </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb ">Golden Tulip Rio Vermelho</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> <br/>Rua Monte Conselho, 505 - 41940-370 - Salvador - BA<br/>(+55) 71 21032233<br/>Veja <a class=ImLink title="" href="javascript:imPopUpWin('http://www.goldentulipriovermelho.com/directions.147060.aspx',0,0,'yes','yes');">aqui</a> como chegar ao local do evento<br/><br/>Data: </SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">23 de março de 2011</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> <br/>Horário: </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb ">9h as 17h</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> <br/><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_center><SPAN class="ff2 fc2 fs12 ">Vagas limitadas!!! - Faça a sua</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb "> inscrição on-line gratuita </SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb "><a class=ImLink title="" href="javascript:imPopUpWin('http://www.forumsyngenta.net.br/Salvador/Inscricoes/FichaInscricao.asp',0,0,'yes','yes');">AQUI</a></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb "> <br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">CONTAMOS COM A SUA PRESENÇA!</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs10 "> <br/></SPAN></p></div></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Influências bioclimáticas sobre a produção animal nos trópicos</title>
      <pubDate>Wed, 9 Mar 2011 10:05:14 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Apresentacoes/2011/InfluenciasBioclimaticas/index.html</link>
      <category>Biometeorologia</category>
      <description><![CDATA[]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Catálise enzimática produz biodiesel mais verde</title>
      <pubDate>Wed, 9 Mar 2011 10:03:56 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/CatalizeEnzimatica/Index.htm</link>
      <category>Bioenergia</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style26>As fontes limitadas de combustíveis fósseis, o aumento do preço do petróleo e a crescente preocupação ambiental têm sido as principais razões para os investimentos em pesquisa na área de biocombustíveis. <SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%" class=style1>Não é recente o interesse nacional na produção de biocombustíveis. Grandes projetos datam da década de 1970, com a criação do Pró-Álcool e do </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Arial (W1)'; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: EN-US" class=style1>Pró-Óleo (Plano de Produção de Óleos Vegetais para Fins Energéticos). </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%" class=style1>Mais recentemente o governo brasileiro lançou o <SPAN style="mso-bookmark: OLE_LINK18">Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel </SPAN>e o Plano Nacional de Agroenergia (PNA) 2006-2011, que possui, entre outros objetivos, o de assegurar o aumento da participação de energias renováveis na matriz energética nacional e contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa. O Plano Nacional de Agroenergia determinou ainda a criação da Embrapa Agroenergia, uma unidade descentralizada da Embrapa, com o objetivo de contribuir para superar os desafios definidos nesse plano. </SPAN></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#000b71 size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/CatalizeEnzimatica/Index.htm" target=_blank><strong>Saiba mais...</strong></a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p><o:p></o:p></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Café: igual, diferente e ambos ligadíssimos</title>
      <pubDate>Wed, 9 Mar 2011 10:02:57 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Cafe/Cafe.html</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[<FONT face=Arial>nicio essa análise de mercado de café com um oximoro. Propositalmente assim procedo, pois tal é o momento para o mercado dessa bebida. Sim, o café é igual, é diferente e ambas as tendências determinam o funcionamento dos mecanismos que pautam a formação de seus preços. <SPAN class=style6>Café é igual na medida em que participa da ascensão das cotações</SPAN><SUp><SPAN class=style6>1</SPAN></SUp><SPAN class=style6> observada para todas as commodities metálicas, agrícolas e para o petróleo (a única exceção é o arroz que vem em baixa). Motivados pelo excesso de liquidez internacional</SPAN><SUp><SPAN class=style6>2</SPAN></SUp><SPAN class=style6>, desvalorização do dólar e por fenômenos específicos de cada commodity em particular (balanço entre oferta/demanda e posição dos estoques de passagem), as commodities, de modo mais ou menos generalizado</SPAN><SUp><SPAN class=style6>3</SPAN></SUp><SPAN class=style6>, vêem registrando recordes seguidos de recordes em termos de patamares para as cotações praticadas em bolsas de valores. A maior parte delas inclusive já se encontra em posição mais elevada do que aquela que se alcançou nas vésperas do colapso econômico de 2008.</SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p><SPAN class=style36>Commodities como: açúcar; algodão; café e carne bovina, nem haviam se beneficiado com as altas nas cotações observadas antes da crise. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style18><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal"><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#003300 size=2><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Cafe/Cafe.html" target=_blank><strong>Saiba mais...</strong></a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN><o:p></o:p><o:p></o:p></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>XII Reunião Sul-Brasileira sobre parags do solo</title>
      <pubDate>Sat, 26 Feb 2011 09:56:47 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/pragassolo/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">A </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">XII Reunião Sul-Brasileira sobre Pragas de Solo</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "> será realizada em Piracicaba, SP, no período de </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">25 a 27 de setembro de 2011</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">.<br/><br/>Este evento abordará os artrópodes que habitam o solo, as interações em que estão envolvidos e suas implicações para os cultivos agrícolas e para o manejo de pragas. Serão discutidas alternativas para o manejo desses organismos, enfocando as possibilidades e estratégias para o uso do Manejo Integrado de Pragas do Solo.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 ">O tema central do evento será discutido em palestras e mesas redondas, e partir da apresentação de trabalhos na forma oral e de pôsteres, nos quais serão abordados temas específicos como bioecologia, comportamento, métodos de manejo e controle de pragas de solo. Além disso, a conferência sobre o diagnóstico da situação de pragas de solo por estado será realizada visando destacar as principais espécies que ocorrem nos cultivos agrícolas regionais, abordando os avanços nas pesquisas sobre esses organismos e abrindo espaço para discussões e planejamento de ações prioritárias.</SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs12 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 "><br/><a href="http://www.infobibos.com/pragassolo/">Saiba mais...</a></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Simpósio Internacional de Fruticultura</title>
      <pubDate>Sat, 26 Feb 2011 09:53:17 -0300</pubDate>
      <link>http://www.sinfruit.net.br/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class="ff2 fc0 fs12 "><SPAN class="ff2 fc5 fs20 fb ">International Fruit Symposium</SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs18 fb ">: Advances in Fruit Production</SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs12 "> <br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs12 fb ">Focus: </SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs12 ">discuss the advances in fruit production worldwide and in Brazil, based on the development of new technologies.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs12 fb ">When:</SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs12 "> </SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs14 fb ">October 17 to 21, 2011</SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs12 ">.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs12 fb ">Synopsis:</SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs12 "> this is a specific conference designed to gather researchers, growers and students interested in discuss the fruit production and its development due to technological advances. Talks will be presented by some of the most important Brazilian and&nbsp; foreign fruit experts in some of the main fruit crops.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs12 fb ">Main topics:</SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs12 "> the conference will cover some of the main topics of important fruit crops in Brazil and in the world. The conference will include the latest information about the main goals resulted in gain of productivity and quality operations for fresh and processed markets. The results of long term researches will be presented such as the attempts to improve banana, apple, citrus, mango, grape, and some other tropical, subtropical and temperate fruits. Major topics will include plant breeding, disease and pest control, physiology, post harvest, nutrition, cultural practices and other relevant subjects.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs12 fb ">Location: </SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs12 ">Instituto Agronômico - IAC - Campinas,SP - Brazil</SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs10 "> <br/></SPAN></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 "><a href="http://www.sinfruit.net.br/">Saiba mais...</a><br/></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Tecnologia da Informação como instrumento para a gestão do conhecimento</title>
      <pubDate>Sat, 26 Feb 2011 09:51:46 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/TecnologiaInformacao/Index.htm</link>
      <category>Tecnologia da Informação</category>
      <description><![CDATA[<p class=style37>Na década de ‘90, o termo informática foi gradativamente substituído pela expressão “tecnologia da informação e comunicação” (TIC) que designa o conjunto de recursos tecnológicos e computacionais para a geração e uso da informação, abrangendo comunicação por redes de computadores, centrais telefônicas inteligentes, fibras óticas e satélites. Durante toda a sua existência, a Embrapa teve o foco de suas pesquisas voltado para a produção de biomassa para alimentos e fibras. A nova realidade, protagonizada pela elevada demanda por energia renovável levou a empresa a incluir e priorizar em seu planejamento estratégico, pesquisas por geração de insumos energéticos a partir de biomassa, ou seja, a partir de fontes renováveis. Novos conhecimentos estão surgindo a partir destas pesquisas e processos e novas ferramentas estão sendo desenhados e utilizados visando dar suporte adequado à gestão destas informações. A tecnologia da informação na Embrapa é resultado de<SPAN>&nbsp; </SPAN>um processo lançado no começo da década de 1970, por ocasião da criação da empresa. Naquela época a empresa dava os primeiros passos em relação a estruturar a sua rede de comunicação e informação.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><SPAN class=style39><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Parceria/Index.htm" target=_blank><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Verdana><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN class=style26></SPAN></FONT></SPAN></FONT><SPAN class=style40><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal" face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/TecnologiaInformacao/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#000b71>Saiba mais...</FONT></strong></a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></SPAN></SPAN></SPAN><o:p></o:p></FONT></FONT><o:p></o:p></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Diagnóstico da encefalopatia espongiforme bovina (mal da vaca louca)</title>
      <pubDate>Sat, 26 Feb 2011 09:50:52 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/_VacaLouca/Index.htm</link>
      <category>Sanidade Animal</category>
      <description><![CDATA[<p class=style9><SPAN class=style1><SPAN class=style37>As encefalites e encefalopatias em ruminantes constituem um grupo de enfermidades geralmente fatais, causando impactos na saúde pública, perdas econômicas no mundo todo e atuam como barreira sanitária ao comércio internacional de animais e subprodutos. O diagnóstico diferencial de enfermidades neurológicas que acometem ruminantes auxilia os órgãos de defesa sanitária na tomada de medidas específicas de combate a essas doenças. Sua importância cresceu desde o aparecimento da Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) ou Mal da Vaca Louca, diagnosticada pela primeira vez no Reino Unido em 1986</SPAN></SPAN><SPAN class=style37><SPAN class=style26>. A EEB é uma enfermidade neurodegenativa, progressiva e fatal de bovinos, causada por um príon (PrPC) caracterizado como uma proteína autorreplicativa, cuja fisiologia está bem documentada. O impacto econômico, social e de segurança alimentar tomou maior importância quando o príon bovino foi diagnosticado como agente causal de encefalopatia em humanos, também de caráter neurodegenerativo e fatal, denominado variante da doença de </SPAN><em>Creutzfeldt-Jakob </em></SPAN><SPAN class=style1><SPAN class=style37>(CJD). Por este motivo, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) exige dos países membros exportadores de carne bovina um permanente sistema de vigilância para encefalites e encefalopatias espongiformes, para tanto é necessário o diagnóstico sistemático das doenças neurológicas para evidenciar que o país esteja livre do Mal da Vaca Louca e, ao mesmo tempo, estudar as outras doenças neurológicas endêmicas no Brasil.</SPAN><SPAN class=style5><FONT face=Verdana> </FONT></SPAN></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Parceria/Index.htm" target=_blank><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal" face=Arial><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/_VacaLouca/Index.htm" target=_blank><FONT color=#000b71>Saiba mais...</FONT></a></FONT></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Parceria articulada pela Embrapa revolucionará pós-colheita de guaraná</title>
      <pubDate>Fri, 18 Feb 2011 15:39:03 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Parceria/Index.htm</link>
      <category>Frutiucultura</category>
      <description><![CDATA[<p style="tab-stops: 234.0pt" class=style4><SPAN class=style26>O guaranazeiro (<I style="mso-bidi-font-style: normal">Paullinia cupana var. sorbilis</I> (Mart.) Ducke) é uma planta tipicamente Amazônica, sendo um de seus prováveis centros de origem o Município de Maués, no Amazonas. Neste Município concentra-se o maior número de produtores de guaraná do Brasil, cerca de 3.000 mil, e também a maior produção física do Estado. A previsão de safra do Município de Maués para o ano de 2010 é de cerca de 400 toneladas de sementes secas, em rama. Ainda no Baixo Amazonas, destacam-se na produção de guaraná os Municípios de Urucará, Barreirinha, Boa Vista do Ramos e Parintins, sendo que estes têm produção bem abaixo do que o Município de Maués. Nos últimos anos, o Município de Presidente Figueiredo vem se destacando, estando sua produção concentrada na Agropecuária Jayoro Ltda, hoje com um parque guaranazeiro de 200.000 plantas e que, até o ano de 2012, terá a população de plantas ampliada para 350.000.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p>Tradicionalmente o guaranazeiro após ser colhido é amontoado por um período de aproximadamente 72 horas, visando estabelecer-se um processo de fermentação, o que, segundo um paradigma que remonta há mais de um século, proporciona a liberação das sementes separando-as da casca, processo denominado de despolpamento.</SPAN><o:p> </o:p><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Parceria/Index.htm" target=_blank><o:p></o:p><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Verdana><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN class=style26><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal" face=Arial>Saiba mais...</FONT></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></a><o:p></o:p></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Influenza equina</title>
      <pubDate>Fri, 18 Feb 2011 15:38:01 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Influenza/Index.htm</link>
      <category>Sanidade Animal</category>
      <description><![CDATA[<p style="LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN-BOTTOM: 0pt" class=style137>A Influenza Equina é uma enfermidade infecciosa do sistema respiratório de grande importância econômica nos equinos, principalmente nos animais de esporte. Sua distribuição é mundial e acomete mais frequentemente animais jovens, ocorrendo também em adultos; em alguns países ela é considerada a mais importante enfermidade viral respiratória. A influenza equina é causada por um RNA vírus de polaridade negativa, envelopado, da família <em>Ortomixoviridae</em>, gênero <em>Influenzavírus A</em>. O vírus da influenza equina sofre mutações constantes. Isso ocorre frequentemente com o subtipo A Equi 2 (H3N8), que também é responsável por causar sintomas mais severos do que o vírus A Equi 1 (H7N7). A replicação do agente ocorre principalmente no trato respiratório superior dos equinos. A severidade dos sintomas varia de acordo com a saúde do animal, a virulência, o tipo viral, o manejo e as condições ambientais. O quadro respiratório é caracterizado por: tosse; febre; apatia; redução do apetite; secreção nasal serosa podendo evoluir para mucopurulenta se houver infecção bacteriana secundária. Grandes concentrações de equinos (provas, eventos, torneios, etc.) favorecem o início de uma epizootia. Os animais podem se infectar em qualquer época do ano, mas surtos ocorrem com maior frequência no inverno e primavera. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Influenza/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso de Geoestatística Básico</title>
      <pubDate>Tue, 15 Feb 2011 19:56:49 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/geoestatistica/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[A <SPAN class="ff3 fc0 fs11 fb ">FUNDAG</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 "> - Fundação de Apoio a Pesquisa Agrícola e o </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 fb ">INFOBIBOS</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 "> - Informações Tecnológicas para o Agronegócio apresentam o </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 fb ">Curso de Geoestatística - Básico</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">, que será realizado nos dias </SPAN><SPAN class="ff3 fc3 fs11 fb ">25 a 29 de abril de 2011</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">, no Instituto Agronômico - IAC - Campinas - SP.<br/></SPAN><SPAN class="ff4 fc2 fs11 "><br/></SPAN>
<div id=imCel0_01>
<div id=imCel0_01_Cont>
<div id=imObj0_01>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb "><br/>Sobre o curso</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">O tema versará sobre Geoestatística em estudos de variabilidade espacial, agricultura de precisão e pode ser usada para mapeamento de pragas, doenças, ervas daninhas, solos, clima e qualquer outro parâmetro que possa ser expresso em números e referidos por coordenadas, ou seja que apresentem variáveis regionalizadas ou com distribuição espacial.<br/><br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">Público Alvo</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 "> <br/>O curso tem como finalidade treinar estudantes e profissionais de pesquisa, ensino e de empresas cujo ramo de atividade necessitam do conhecimento do uso aplicado da geoestatística, como usinas de açúcar, florestais, consultoria ambiental, cooperativas e muitas outras. É ideal para profissionais que desejam assumir novos desafios, gerando novas idéias para agregar valor a empresa em que trabalha e ao seu currículo.</SPAN><SPAN class="ff3 fc3 fs11 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs10 "><br/></SPAN></p></div></div></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso on-line de Agricultura Orgânica</title>
      <pubDate>Tue, 15 Feb 2011 19:55:34 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/cursosonline/Agrorganica</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[O <SPAN class="ff2 fc4 fs12 fb ">Curso on-line de Agricultura Orgânica</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "> é coordenado por </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb ">CESAGRO - CENTRO DE ESTUDOS AGROECOLÓGICOS</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> em parceria com </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">Infobibos &amp; Agroblue - Informações Tecnológicas para o Agronegócio</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">, via INTERNET, através da Plataforma própria de Cursos on-line.<br/><br/>O curso conta com 9 módulos ao total são </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">26 aulas</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">, conforme pode ser observado no item Programação, com muitas figuras e com carga horária de 130 horas-aula.<br/><br/>É um treinamento completo em agroecologia e agricultura orgânica, compreendendo seus conceitos, princípios, certificação, implantação do cultivo orgânico,manejo do solo, nutrição e adubação, proteção das plantas, comercialização, criação animal orgânica, planejamento da propriedade orgânica e avaliação da conformidade (certificação). Todo material é atualizado e ricamente ilustrado.<br/></SPAN>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">VOCÊ VAI CONHECER TODOS OS RAMOS DA AGROECOLOGIA: </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">Agricultura Biodinâmica, Permacultura, Agricultura Natural, Sistema Agroflorestal, Agricultura Biológica e Orgânica.<br/></SPAN></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Seminário Internacional de Irrigação e Fertirrigação na Agricultura</title>
      <pubDate>Tue, 15 Feb 2011 19:54:31 -0200</pubDate>
      <link>http://www.siifcitrus.net.br/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[O Instituto Agronômico tem o prazer de convidá-lo para o <SPAN class="ff3 fc2 fs12 fb ">I SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE IRRIGAÇÃO E FERTIRRIGAÇÃO NA CITRICULTURA</SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs12 "> a se realizar nos dias </SPAN><SPAN class="ff3 fc3 fs12 fb ">14 e 15 de abril de 2011</SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs12 ">, no Anfiteatro Otávio Tisselli Filho do Instituto Agronômico - Av. Barão de Itapura, 1481 - Campinas/SP.<br/><br/>A área de citros sob irrigação tem aumentado significativamente no Brasil nos últimos anos, juntamente com o uso da fertirrigação. Isso veio como uma necessidade de melhorar a eficiência de produção do setor, o que é uma preocupação comum na citricultura mundial.<br/><br/>O grupo de pesquisadores em Nutrição dos Citros do IAC, motivados por técnicos e lideranças do setor citrícola paulista, considerou oportuna a realização do evento, o qual permitirá estreitar os laços de cooperação em pesquisa, ampliar a divulgação de resultados dos mais recentes projetos de pesquisa em desenvolvimento e, finalmente, aprimorar as recomendações de manejo de irrigação e fertirrigação para os nossos citricultores.<br/><br/>A organização desse evento será realizada conjuntamente entre os Centros de Solos, Citricultura e Ecofisiologia do IAC e contará com a participação de especialistas internacionais sobre esse tema.<br/><br/></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Vencendo desafios para a concretização de bionegócios no Brasil: a incubação de empresas de base tecnológica na Embrapa</title>
      <pubDate>Tue, 15 Feb 2011 19:52:52 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/_VencendoDesafios/Index.htm</link>
      <category>Incubação de Empresas</category>
      <description><![CDATA[<p class=style75><SPAN class=style69>A rica biodiversidade brasileira, a expansão dos mercados, o crescimento populacional, a globalização e a previsão de escassez de recursos naturais são estímulos para o desenvolvimento de negócios no campo das ciências biológicas, os bionegócios.</SPAN><SPAN class=style69>&nbsp; </SPAN><SPAN class=style69>Para realizá-los estão sendo criadas novas empresas para participar de um mercado crescente e que, além das demandas específicas por novos produtos e serviços, tem de atender a demandas sociais e econômicas em paralelo às preocupações com o meio ambiente e uso racional de recursos naturais.</SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p><SPAN class=apple-style-span><SPAN style="COLOR: black" class=style12>Também no caso dos bionegócios, a sobrevivência de uma empresa está diretamente relacionada à sua capacidade de gerar lucro e oferecer algum diferencial ao seu público-alvo e a inovação é um dos mecanismos adotados por empresas para se diferenciar e sobreviver. </SPAN></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#000b71 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/_VencendoDesafios/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>A Década da Ansiedade</title>
      <pubDate>Tue, 15 Feb 2011 19:51:52 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Ansiedade/Index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Processo de produção de biodiesel por rota supercrítica</title>
      <pubDate>Tue, 15 Feb 2011 19:50:44 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Biodiesel/Index.htm</link>
      <category>Agroenergia</category>
      <description><![CDATA[<p style="mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'" class=style1><SPAN class=style96>De acordo com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>biodiesel é um combustível composto de alquilésteres de ácidos graxos de cadeia longa, derivados de óleos vegetais ou de gorduras animais, atendendo as especificações da resolução ANP Nº 7 de 19/03/2008. O processo de obtenção do combustível, no entanto, não é definido pela ANP.</SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p><SPAN style="mso-tab-count: 1" class=style36>&nbsp; </SPAN><SPAN class=style36>Atualmente, o biodiesel é misturado, na proporção de 5% a todo o óleo diesel comercializado no país. O comércio de biodiesel é controlado pela ANP por meio da realização de leilões. Com o último leilão de biodiesel realizado em 2010, o volume do combustível vendido ao longo do ano foi superior a 2 bilhões de litros. O biodiesel possui grande importância estratégica, econômica, ambiental e social. Diminui a demanda pelo diesel de origem fóssil e, portanto, a dependência externa desse derivado de petróleo; é vantajoso ambientalmente devido à diminuição da emissão dos gases do efeito estufa, quando se considera todo o ciclo de produção e uso do biodiesel e do diesel; e aumenta as possibilidades de geração de emprego e renda em todas as regiões brasileiras, favorecendo a desconcentração urbana e industrial e ampliando as oportunidades para desenvolvimento regional e da agricultura familiar. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Biodiesel/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT><o:p></o:p></FONT><o:p></o:p></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Coprodutos e Resíduos de Biomassa são Matérias-Primas para Produtos Químicos</title>
      <pubDate>Tue, 15 Feb 2011 19:49:24 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/ProdutosQuimicos/Index.htm</link>
      <category>Produtos Químicos</category>
      <description><![CDATA[<p style="mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'" class=style7>Nós últimos anos, grande esforço tem sido dispendido para o aproveitamento de coprodutos e de resíduos dos processos de conversão da biomassa para agregar valor às cadeias produtivas e reduzir possíveis impactos ambientais das mesmas.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p>Os conceitos de biorefinaria e química verde enfocam este aproveitamento de modo que se obtenham cadeias de valor similares àquelas dos derivados do petróleo, porém com menor impacto ao meio ambiente. Tais conceitos devem contemplar sistemas integrados (matéria-prima, processo, produto e resíduos) sustentáveis, de acordo com parâmetros técnicos que levam em conta, dentre outros aspectos, os balanços de energia e massa, o ciclo de vida e redução de gases do efeito estufa dos processos de obtenção de biocombustíveis, produtos químicos, energia elétrica e calor. <o:p></o:p><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#000b71 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/ProdutosQuimicos/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT><o:p></o:p></FONT><o:p></o:p></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>II Curso Desenvolvimento de Produtos Alimentícios sem Mistério:  Da Teoria a Pratica</title>
      <pubDate>Thu, 27 Jan 2011 17:13:54 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/produtosalimenticios/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class="ff2 fc3 fs13 fb ">II Curso Desenvolvimento de Produtos Alimentícios </SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs13 fb fi ">Sem Mistério<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">4 a 6 de maio de 2011, Instituto Agronômico - Campinas - SP</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 "><br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs12 ">Este curso pretende desmistificar o assunto “Desenvolvimento de Produtos Alimentícios”, mostrando aos participantes que os conceitos e técnicas envolvidos são, na maioria das vezes, simples e acessíveis.<br/>O curso tem por objetivo proporcionar conhecimentos técnicos e mercadológicos sobre o desenvolvimento de produtos alimentícios desde o surgimento de uma idéia até o lançamento de um produto de sucesso no mercado.<br/><br/></SPAN>
<p class=imAlign_center><SPAN class="ff3 fc2 fs12 ">Vagas Limitadas!<br/><br/>APROVEITE O DESCONTO E FAÇA A SUA INSCRIÇÃO ANTECIPADA</SPAN><SPAN class="ff4 fc0 fs10 "> <br/></SPAN></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>A redenção da lavoura</title>
      <pubDate>Thu, 27 Jan 2011 17:12:12 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Redencao/Index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify" class=style131>O avanço do conhecimento agronômico sobre as práticas de manejo e preparo do café com qualidade de bebida, incrementaram-se enormemente nos últimos 20 anos. Muitas das inovações geradas tanto pelos centros de pesquisa como pelos próprios cafeicultores (irrigação branca, por exemplo), já alcançaram os principais cinturões produtores, colhendo êxitos em termos de ganhos da produtividade física das lavouras ou, ainda, do trabalho nelas empregado, repercutindo numa mais robusta competitividade para o agronegócio café do Brasil. Porém, mesmo aqueles cafeicultores inseridos na fronteira do conhecimento tecnológico sobre as exigências da lavoura, viram-se sem condições de manterem-se economicamente sustentáveis ao longo do último ciclo de baixas cotações (que felizmente parece já encerrado e sepultado). A gravidade desse contexto expressou-se com maior e mais dura contundência, especialmente, entre aqueles que acumularam dívidas junto ao Sistema Financeiro Nacional. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Redencao/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Novas Cultivares de Girassol: BRS 321 e BRS 324</title>
      <pubDate>Thu, 27 Jan 2011 17:10:44 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Girassol/Index.htm</link>
      <category>Agricultura</category>
      <description><![CDATA[<p style="mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style5>O girassol apresenta ampla adaptabilidade às condições edafoclimáticas do Brasil, com maior tolerância à seca, ao frio e ao calor do que a maioria das espécies normalmente cultivadas no País. Mostra-se, assim, como uma excelente opção de cultivo em rotação ou sucessão de culturas. Os grãos são utilizados principalmente para a extração de óleo de excelente qualidade, destinado às indústrias de alimento e de biodiesel. O co-produto (torta ou farelo) obtido do processo de extração é altamente protéico e é usado na produção de ração animal.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p>A Embrapa desenvolveu e está disponibilizando duas novas cultivares de girassol o BRS 321 e a BRS 234 para atender a demanda do setor produtivo.<o:p> </o:p><SPAN style="mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style7><SPAN style="mso-spacerun: yes" class=style3>&nbsp;</SPAN></SPAN><SPAN style="mso-bidi-font-size: 10.0pt" class=style4><FONT color=#003300>O híbrido BRS 321 tem como principal característica o ciclo precoce, que facilita sua utilização no sistema produtivo, tanto na rotação ou na sucessão de culturas.<o:p> </o:p></FONT></SPAN>Já a variedade BRS 324 tem, além da precocidade, outra importante característica, que é o alto teor de óleo nos grãos, podendo agregar valor à produção. <o:p></o:p><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Girassol/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT><o:p></o:p></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Manaus a capital do tambaqui</title>
      <pubDate>Thu, 27 Jan 2011 17:10:01 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Tambaqui/Index.htm</link>
      <description><![CDATA[<p class=style113><SPAN class=style3>Até meados da década de <?XML:NAMESPACE PREFIX = ST1 /><ST1:METRICCONVERTER ProductID="80, a" w:st="on">80, a</ST1:METRICCONVERTER> piscicultura era atividade agropecuária pouco atrativa na Amazônia Ocidental devido à abundância de recursos pesqueiros na região. Mas com o crescimento acelerado dos centros urbanos do norte, em especial a cidade de Manaus, a demanda por peixes nobres como o tambaqui aumentou consideravelmente. Hoje a capital amazonense tem quase dois milhões de habitantes e a demanda pela espécie é estimada em 14 mil toneladas por ano. Pode-se afirmar que Manaus é a maior cidade consumidora de tambaqui no mundo. Dessa forma, o tambaqui somente oriundo da pesca extrativista (aproximadamente 4 mil toneladas por ano em todo o país) não é suficiente para o mercado local, fato que tem estimulado e viabilizado a criação <ST1:PERSONNAME ProductID="em cativeiro. Na" w:st="on">em cativeiro. Na</ST1:PERSONNAME> época do defeso (novembro a março), o consumo de tambaqui oriundo da piscicultura chega a ultrapassar 80% <ST1:PERSONNAME ProductID="em Manaus. Atualmente" w:st="on">em Manaus. Atualmente</ST1:PERSONNAME> a produção amazonense de tambaqui de piscicultura está na ordem das 8 mil toneladas por ano, sendo o principal pólo produtor as propriedades rurais localizadas no município de Rio Preto da Eva, Iranduba e Manacapuru num raio de cerca de <ST1:METRICCONVERTER ProductID="100 km" w:st="on">100 km</ST1:METRICCONVERTER> da capital amazonense. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Tambaqui/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>A cadeia do frio e a qualidade das frutas e hortaliças</title>
      <pubDate>Thu, 27 Jan 2011 17:09:02 -0200</pubDate>
      <link>Fruticultura</link>
      <description><![CDATA[<p class=style113>A cadeia do frio exerce grande importância na manutenção da qualidade das frutas e/ou hortaliças. Quando a fruta e/ou hortaliça está na planta, exerce as funções vitais dos seres vivos, como a respiração e a transpiração, sendo abastecida de água e nutrientes. Ao ser colhida, continua respirando e transpirando, mas já não é mais naturalmente abastecida de água e nutrientes. Deve sobreviver com base nas suas próprias reservas acumuladas no campo. Na temperatura mais alta a fruta e/ou hortaliça respira mais rápido, consome antecipadamente suas reservas e morre mais rápido. Com temperaturas mais baixas o efeito é contrário. Assim o resfriamento tem três finalidades: <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/CadeiaFrio/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Algo mais sobre a maçã</title>
      <pubDate>Thu, 27 Jan 2011 17:08:07 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/AlgoMais/Index.htm</link>
      <category>Fruticultura</category>
      <description><![CDATA[<p class=style113>A maçã é uma fruta que geralmente associamos ao amor. Muitas vezes nos vem à lembrança a “maçã do amor”, encontrada nos parques de diversão ou, também, a lembramos como a fruta do paraíso, que Eva comeu; ou, ainda, a fruta que a bruxa malvada envenenou e deu à Branca de Neve. Hoje, com a grande variedade de frutas que temos à disposição, muitas vezes nem pensamos em comer uma maçã, mas lembramos de levar como “presente” a uma pessoa enferma, pois associamos esta fruta como sendo “leve, de fácil digestão e para recuperação de enfermos”. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/AlgoMais/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Petrechos de pesca perdidos no mar: projeto inédito no Brasil</title>
      <pubDate>Thu, 27 Jan 2011 17:06:55 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Petrechos/Index.htm</link>
      <category>Pesca</category>
      <description><![CDATA[<p style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class=style22>O PROJETO “Petrechos de Pesca Perdidos no Mar – Blue Line System”, uma parceria realizada entre o Instituto de Pesca e a Fundação para a Conservação e a Produção Florestal (*), é inédito no Brasil. Ele utiliza metodologias de estudo e de recolhimento de petrechos de pesca abandonados, perdidos ou descartados (PP-APD) no mar, material esse que provoca graves impactos no ambiente marinho. Em sua maioria, os trabalhos com lixo marinho são focados em materiais encontrados <?XML:NAMESPACE PREFIX = ST1 /><ST1:PERSONNAME ProductID="em praias. ￼￼No" w:st="on">em praias.&nbsp; </ST1:PERSONNAME><ST1:PERSONNAME ProductID="em praias. ￼￼No" w:st="on">No</ST1:PERSONNAME> momento, a área de estudo do projeto abrange duas Unidades de Conservação de Proteção Integral (onde é proibida a pesca) pertencentes à Área de Proteção Ambiental Marinha Litoral Centro (APAMLC), quais sejam: o Parque Estadual Marinho Laje de Santos (PEMLS) e o Parque Estadual Xixová-Japuí (PEXJ). <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Petrechos/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>V Workshop Agroenergia:</title>
      <pubDate>Wed, 19 Jan 2011 09:00:31 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/agroenergia/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[29 e 30 de junho de 2011<SPAN class="ff2 fc0 fs12 "> <br/>Ribeirão Preto - SP<br/></SPAN>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "><br/>Em 2007, 2008, 2009 e 2010 foram realizados o "WORKSHOP Agroenergia: matérias primas", visando debater oportunidades decorrente dos avanços na matriz energética brasileira e mundial, correlacionada a consciência ambiental e necessidade econômica. O I, II, III e IV WORKSHOP Agroenergia: matérias primas foram um sucesso, com mais de 250 participantes em cada versão.<br/><br/><br/>O Evento "</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">V WORKSHOP Agroenergia: matérias primas</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">", tem como objetivo fomentar um amplo debate acerca das questões da produção de etanol, biodiesel, bioetanol, cultura da cana-de-açúcar e culturas agroenergéticas, com enfoque na fitossanidade.<br/>O evento será realizado com organização de painéis e formação de mesas de debates, espaços para patrocinadores, possibilidade de pôsteres e stands. Os principais temas a serem debatidos serão:<br/><br/>Ø Potencial dos Biocombustíveis para o Brasil;<br/>Ø A fitossanidade e as barreiras comerciais<br/>Ø Avanços tecnológicos na cultura da cana-de- açúcar e Culturas agroenegéticas, com ênfase na conservação dos solos e fitossanidade<br/>Ø Pesquisa e Desenvolvimento de matérias primas para produção e uso de Biocombustíveis.<br/>Ø Biocombustíveis e a questão ambiental;<br/>Ø Consorciação de culturas, alimentos e energia.<br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 "><br/></SPAN></p>
<div id=imCel0_01>
<div id=imCel0_01_Cont>
<div id=imObj0_01>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">Público-alvo:</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> Engenheiros Agrônomos, Gerentes, Técnicos, Pesquisadores,</SPAN></p></div></div></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Vinte anos de integração pesquisa-extensão-agricultor com feijão no Rio Grande do Sul</title>
      <pubDate>Wed, 19 Jan 2011 08:59:29 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Feijao/Index.htm</link>
      <category>Agricultura</category>
      <description><![CDATA[<p class=style113><FONT color=#003300><SPAN class=style4>O fator continuidade em trabalhos de pesquisa cientifica, face à natural complexidade e, consequentemente, ao longo período de tempo que em geral envolve a plena resposta a uma hipótese que possa levar à solução de um dado problema, tem sido evidenciado nos últimos anos. <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p>Este conceito envolve a continuidade de trabalhos de parceria, visto que estes, por abarcarem as relações entre diferentes instituições ou indivíduos, compreendem a tomada de posição que, muitas vezes, foge da esfera de decisão dos atores diretamente envolvidos na solução do problema e passam para a dos gestores institucionais.<o:p> </o:p></SPAN><o:p></o:p><SPAN class=style4>Assim, são merecidamente reconhecidos trabalhos de pesquisa que apresentam longevidade. As pesquisas sobre o efeito de fertilizantes orgânicos e inorgânicos sobre a produtividade de determinadas culturas, como trigo e cevada, conduzidas na Estação Experimental de Rothamstedt, localizada em Harpenden in Hertfordshire, na Inglaterra, que datam de 1843, das quais algumas ainda são conduzidas, constituem-se em exemplo clássico, citadas em todos os compêndios que tem como tema a história da pesquisa cientifica. </SPAN><o:p></o:p></FONT><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#000b71 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Feijao/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT><o:p></o:p></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Formação de Custos na Cafeicultura</title>
      <pubDate>Wed, 19 Jan 2011 08:58:23 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/CustosCafe/Index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify" class=style3><SPAN class=style1>Os preços são parâmetros que estruturam e condicionam o funcionamento do sistema econômico. Talvez, situem-se nos preços aquela variável menos considerada nas análises sobre os fenômenos econômicos sejam de caráter macro, meso ou microeconômicos. Dentre as possibilidades de organização dos fatores de produção (terra, trabalho e capital), a combinação de preços orienta pela seleção daquela de maior eficácia alocativa, ou seja, da maximização do lucro da empresa privada. </SPAN><SPAN class=style1>Equivoco comum nas interpretações econômicas consiste em conferir aos preços uma condição absoluta. Os preços correlacionam-se uns para com os outros. No campo das commodities existe essa correlação, sendo o petróleo aquela que mais influencia o restante desse mercado. Por exemplo, é amplamente conhecida a relação de preços entre as cotações<SUp>1</SUp> do petróleo e o custo dos fertilizantes nitrogenados. Assim, os preços são sempre relativos, essa característica pauta o funcionamento do sistema econômico. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#000b71 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/CustosCafe/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Produção lavoura pecuária floresta em unidade  de agricultura familiar sob três condições iniciais de investimento econômico: primeiro ano de resultados</title>
      <pubDate>Wed, 19 Jan 2011 08:56:23 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/LavouraPecuariaFloresta/Index.htm</link>
      <category>Lavoura Pecuaria Floresta</category>
      <description><![CDATA[A produção agropecuária do Noroeste Paulista (SP) está focada principalmente à produção de carne e leite sobre pastagens com diverso grau de degradação, em sistema de arrendamento. A entrada acelerada do cultivo da cana-de-açúcar nos últimos anos ganha terreno na medida em que encontra produtor descapitalizado, com escassas opções de produção, em solos de exígua fertilidade, numa condição climática restrita a quatro meses de pluviosidade regular. Não tem sido dada maior atenção às práticas de manejo de solos que incentivem sua conservação e melhoria de fertilidade para sair do círculo de pobreza: solo pouco fértil gerando exígua produção e renda negativa. Nesta condição, somado à pressão do monocultivo, o desequilíbrio econômico e ambiental se instalam, com as consequências já conhecidas e vivenciadas com a cultura do algodoeiro na região. Urge a procura de soluções visando à diversificação da renda escalonada ao longo do ano e a adoção de sistemas de produção conservacionistas com apoio da pesquisa e a extensão. Deve haver uma transformação da produção convencional na unidade familiar de produção em tecnológica, sustentável, rastreável e certificável, com a participação de diversas instituições da sociedade civil organizada.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#000b71 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/LavouraPecuariaFloresta/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>X Curso Manejo de Nutrientes em Cultivo Protegido</title>
      <pubDate>Tue, 11 Jan 2011 16:58:21 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/mncp/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<div id=imCel0_02_Cont>
<div id=imObj0_02>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs10 ">A Conplant em parceria com o IAC promovem o <strong>X Curso sobre Manejo de Nutrientes em Cultivo Protegido</strong> visando oferecer aos participantes oportunidade de atualizar seus conhecimentos nesse importante segmento do agronegócio brasileiro.<br/><br/>O Programa visa proporcionar a oportunidade de interação dos participantes para a aprendizagem sobre nutrição mineral das plantas, do manejo do clima da estufa, da demanda de água, da escolha dos fertilizantes mais apropriados, do cálculo e preparo de soluções nutritivas e manejo da fertirrigação por meio do monitoramento nutricional de plantas, solos e substratos.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 fb ">Esquema do Curso:</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 "> O curso terá 40 horas de aulas teóricas, visitas e demonstrações práticas em laboratório para consolidação dos conhecimentos transmitidos.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 fb ">Público-alvo: </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 ">Pessoal técnico de nível médio ou superior envolvido na produção de plantas em estufas.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 fb ">Vagas Limitadas 40 </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 ">participantes.</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs10 "> <br/></SPAN></p></div></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>O melhor fungicida contra a ferrugem asiática da soja</title>
      <pubDate>Tue, 11 Jan 2011 16:56:45 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Fungicida/Index.htm</link>
      <category>Fitossanidade</category>
      <description><![CDATA[<p class=style113>A ferrugem asiática da soja (FAS) é uma doença causada por um fungo biotrófico (que só sobrevive e se reproduz em plantas vivas), e que causa desfolha das plantas de soja e, consequentemente, perda de produtividade. O fungo causador da doença, <em>Phakopsora pachyrhizi</em>, está amplamente disseminado no Brasil onde ocorre desde o ano de 2001. De lá para cá, a ferrugem tem sido a principal doença da soja, exigindo muita atenção por parte dos produtores e da assistência técnica. Evitar que uma lavoura de soja tenha ferrugem é praticamente impossível. Mas é possível evitar que a doença atinja altas severidades, ou seja, evitar que a situação fuja do controle do agricultor. Por isso é muito importante observar rigorosamente o período de vazio sanitário. Essa medida, assim como a semeadura logo no início do período de cultivo e o monitoramento constante da lavoura e das condições climáticas, ajuda o agricultor a retardar a ocorrência da doença. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#000b71 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2011_1/Fungicida/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Espécies de minhocas para minhocultura</title>
      <pubDate>Tue, 11 Jan 2011 16:55:39 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Minhocultura/Index.htm</link>
      <category>Minhocultura</category>
      <description><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%" class=style26><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-language: #00FF" class=style37>A minhocultura é uma atividade de grande apelo social, tanto no campo quanto na cidade, devido à sua capacidade de processar resíduos orgânicos transformando-os em um produto de elevada qualidade para a fertilização de plantas, o popular ‘húmus de minhoca’.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p></SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; LETTER-SPACING: -0.1pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-language: #00FF; mso-font-kerning: 12.0pt" class=style37>Muitas pessoas interessadas no assunto se deparam com uma questão elementar: qual a espécie de minhoca mais indicada para utilizar no minhocário? Existem no mundo cerca de 4 mil espécies de minhocas terrestres, divididas em três grupos ecológicos: anécicas, endogeicas e epigeicas. Os primeiros grupos são formados por espécies que vivem em galerias verticais e em perfis mais profundos do solo, respectivamente. Por sua vez, as minhocas epigeicas são espécies que vivem mais próximas à superfície, alimentando-se basicamente de resíduos orgânicos, ingerindo grandes quantidades de materiais ainda não decompostos. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Minhocultura/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Evolução das cultivares de milho variedade “AL” produzidas pela CATI</title>
      <pubDate>Tue, 11 Jan 2011 16:54:53 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/MilhoCati/Index.htm</link>
      <category>Agricultura</category>
      <description><![CDATA[<FONT face=Arial><SPAN class=style12>Os trabalhos de melhoramento genético de milho, iniciados pelo Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes da CATI (DSMM), em 1988, deram origem a diversos cultivares do tipo variedade ao longo das últimas duas décadas. As variedades iniciais AL25 e AL34, lançadas em 1993, continuaram a ser melhoradas (seleção recorrente), o que só é possível em cultivares do tipo variedade, e ainda estão presentes no concorrido mercado de sementes de milho. Em 2002, o DSMM/CATI lançou, também com grande sucesso, a variedade AL Bandeirante, que atualmente é o cultivar de milho variedade mais plantado no Brasil, sendo produzido e comercializado também por muitas empresas da iniciativa privada. Essa cultivar também passou por melhoramento contínuo, com destaque na melhoria de sua arquitetura de planta. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/MilhoCati/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso Floricultura Tropical</title>
      <pubDate>Tue, 21 Dec 2010 20:55:06 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Floricultura/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">O </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">INFOBIBOS </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">Informações Tecnológicas para o Agronegócio e a </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">AJBIAC</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> Associação dos Amigos do Jardim Botânico do IAC, apresentam o </SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Curso TEÓRICO-PRÁTICO de FLORICULTURA TROPICAL</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> a ser realizado nos dias </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">28 a 30 de março de 2011</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> em Ubatuba - SP.</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 "> <br/></SPAN></p>
<div id=imCel0_01>
<div id=imCel0_01_Cont>
<div id=imObj0_01>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">Esquema do Curso: </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">Aula teórica e Prática<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">Aulas teóricas:</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> Culturas: (Gengibre Ornamental, Bastão do Imperador, Costus, Helicôneas e Alpinia)<br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">Aspectos botânicos e taxonômicos</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">;<br/>P</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">rincipais espécies e variedades e seus usos</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">;<br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">Aspectos fisiológicos, Propagação, Solo, Clima, Técnicas culturais, Pragas e Doenças, Colheita e pós-colheita</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">;<br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">Seleção de espécies para corte, vasos ou jardins</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">.</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">Aula Prática: </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 fb "></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">Atividades práticas</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">; </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">Reconhecimento de espécies</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 ">; </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">Propagação</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> e </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">Arranjos florais<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">Público Alvo: </SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs11 ">Profissionais da área, professores, pesquisadores, produtores, estudantes e demais interessados no assunto.</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs10 "> <br/></SPAN></p></div></div></div>
<div id=imCel0_02>
<div id=imCel0_02_Cont>
<div id=imObj0_02>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc2 fs10 "><br/><br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs11 fb ">Facilitadores<br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs11 "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff3 fc2 fs11 ">Carlos Eduardo Ferreira de Castro<br/>Charleston Gonçalves<br/>Vivian Loges</SPAN><SPAN class="ff0 fc2 fs12 fb "> <br/><br/></SPAN></p></div></div></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Pós-emergência da soja: hora de controlar plantas daninhas</title>
      <pubDate>Tue, 21 Dec 2010 20:53:45 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/PlantasDaninhas/Index.htm</link>
      <category>Agricultura</category>
      <description><![CDATA[<FONT size=2 face=Arial>&nbsp;</FONT>
<p class=style8><FONT face=Arial><SPAN class=style37>Quando se pensa em controlar plantas daninhas na cultura da soja, o ideal é que este procedimento seja iniciado antes da semeadura, para que esta ocorra em lavoura “limpa”. Após a emergência da soja, o momento de controle de plantas daninhas dependerá das características da infestação da área, normalmente devendo ser realizado de 15 a 20 dias depois da emergência e, se necessário, cerca de 20 dias após a primeira aplicação. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2><SPAN class=style1><SPAN class=style96>De acordo com o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS), Germani Concenço, essas medidas devem levar em consideração os fatores climáticos, a época de semeadura, as plantas daninhas presentes e a densidade em que ocorrem. Ele destaca que no monitoramento da lavoura deve ser observado o estádio de desenvolvimento da planta daninha. “Quanto mais velhas, menos suscetíveis são aos herbicidas. Por isso o ideal é controlar cedo”, orienta. </SPAN></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/PlantasDaninhas/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT>&nbsp;</p></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Pagamento por Serviços Ambientais 4ed.</title>
      <pubDate>Tue, 21 Dec 2010 20:50:54 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/psa/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[O Departamento de Secretaria do Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de Extrema-MG apresenta o <SPAN class="ff2 fc0 fs10 fb ">I<SPAN lang=pt-br>V</SPAN>&nbsp; Curso de Pagamento por Serviços Ambientais</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 "> 3ª edição - </SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs10 fb ">Projeto Conservador das Águas</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 ">. O Curso será realizado no Departamento de Secretaria do Meio Ambiente de Extrema-MG, no dia<FONT color=#800000 size=3> </FONT></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 fb "><FONT color=#800000 size=3><SPAN lang=pt-br>25</SPAN> de <SPAN lang=pt-br>março</SPAN> de 201<SPAN lang=pt-br>1</SPAN></FONT></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 ">.</SPAN>
<p><SPAN class="ff2 fc0 fs10 "><SPAN class="ff2 fc0 fs10 ">O grande objetivo do programa Conservador das Águas é garantir a sustentabilidade socioambiental das práticas implantadas por meio do pagamento pelos serviços ambientais e gerar incentivos econômicos a proprietários que ainda têm áreas de floresta nativa e/ou que querem se adequar ao código florestal vigente. Este projeto é a primeira iniciativa municipal brasileira que implanta o Pagamento por Serviços Ambientais baseada na relação existente entre a floresta e os serviços prestados por ela em relação à qualidade e quantidade de água.<br/><br/>Projeto pioneiro brasileiro onde a Cidade de Extrema-MG implantou o projeto "Conservador das Águas". O maior beneficiado do projeto é a Região Metropolitana de São Paulo, uma vez que grande parte da água produzida em Extrema, através do Jaguari desembocam no Sistema Cantareira, o maior sistema de abastecimento de água da América do Sul e fonte de 50% da água que chega à 9 milhões de pessoas da região metropolitana de São Paulo. Deve ser considerado ainda que na capital paulista, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), utiliza cinco vezes mais produtos químicos para tratar a água da represa de Guarapiranga do que para o sistema Cantareira.</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs10 "></SPAN></SPAN></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>VI SBOE - Simpósio Brasileiro de Óleos Essencias </title>
      <pubDate>Tue, 21 Dec 2010 20:49:09 -0200</pubDate>
      <link>http://www.visboe.net.br/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff3 fc4 fs12 ">É com grande satisfação que convidamos a todos a participarem do VI Simpósio Brasileiro de Óleos Essenciais (VI SBOE) a ser realizado no período de 9 a 11 de novembro de 2011 em Campinas (SP), sob a organização do Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas (CPQBA/UNICAMP), Embrapa Meio Ambiente e o Instituto Agronômico (IAC). <br/>Em março de 1985 foi organizado o I Simpósio Brasileiro de Óleos Essenciais (SBOE) com a finalidade de avaliar o desenvolvimento das pesquisas daquela década e colher subsídios para os próximos anos. O II SBOE e o III SBOE, foram realizados em 2003 e 2005, em Campinas (SP) e as edições seguintes, IV SBOE e V SBOE, realizados em 2007 e 2009 em Fortaleza (CE) e no Rio de Janeiro (RJ).<br/>O evento tem por finalidade a interação entre a pesquisa acadêmica e o setor produtivo, visando contribuir para o desenvolvimento da cadeia produtiva dos óleos essenciais.<br/>O VI SBOE conta com conferências, mesas-redondas e apresentação de painéis. Os temas versarão sobre Química, Atividade Biológica, Agrotecnologia e Multidisciplinar.<br/>O evento tem por público alvo estudantes de graduação, pós-graduação e profissionais e interessados no tema deste evento.<br/><br/>Comissão Organizadora</SPAN><SPAN class="ff4 fc3 fs20 fb "> <br/></SPAN></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>O perigo das biotoxinas marinhas</title>
      <pubDate>Thu, 16 Dec 2010 10:59:15 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Biotoxinas/Index.htm</link>
      <category>Oceanografia</category>
      <description><![CDATA[<p class=style126>Foi na Califórnia, em 1927, que pela primeira vez se registraram algumas intoxicações humanas provocadas pelo consumo de mexilhões. Nessa época, Sommer e colaboradores registraram os primeiros casos de intoxicação e morte de consumidores de mexilhão na Califórnia, EUA, com a presença, na água <SPAN class=style1>do mar, da microalga </SPAN><FONT class=style4><SPAN class=style96><em>Alexandrium catenella</em></SPAN><SPAN class=style127><strong> </strong></SPAN><SPAN class=style1><FONT color=#003300>(</FONT></SPAN></FONT><SPAN class=style1>Schantz, 1984). </SPAN><FONT color=#003300><FONT class=style4>Posteriormente observou-se que quando apareciam afloramentos de dinoflagelados ao redor dos mexilhões, também ocorriam sintomas de enjoo e inclusive mortes de pessoas que os haviam ingerido. Na época, houve a suspeita, e logo a comprovação, de que os dinoflagelados, alimento dos mexilhões, eram os responsáveis pelas intoxicações. A partir de 1976 ocorrem os primeiros casos comprovados (63) de intoxicação humana relacionada ao consumo de mexilhões "tóxicos”, procedentes da Galícia, cujas toxinas eram do grupo PSP. Entre 1978 e 1982, na Europa, houve vários registros de intoxicação relacionada ao consumo de moluscos bivalves. O fato mais importante ocorreu em 1981, afetando quase 5.000 pessoas. </FONT><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Biotoxinas/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Produção de etanol a partir de sorgo sacarino</title>
      <pubDate>Thu, 16 Dec 2010 10:58:13 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Sorgo/Index.htm</link>
      <category>Bioenergia</category>
      <description><![CDATA[Com a configuração da nova matriz energética brasileira, o álcool, produzido a partir da cana-de-açúcar, passa a ocupar posição de destaque. No entanto, diversos estados brasileiros não produzem álcool e/ou não produzem quantidade suficiente para suprir a demanda interna, dependendo da importação do produto de outros estados. O Rio Grande do Sul é um exemplo típico, pois produz apenas 2% do álcool que consome atualmente. Além disso, o expressivo aumento do número de veículos bicombustíveis em circulação no país e a expectativa de aumento dessa frota, devem pressionar a demanda por álcool nos próximos anos. A cana-de-açúcar é vista como uma das culturas capazes de suprir parte dessa demanda. No entanto, considerando sua magnitude, apostar no monocultivo da cana-de-açúcar e na centralização da produção em alguns estados, não parece uma estratégia adequada, pois a cana-de-açúcar apresenta exigências edafoclimáticas que restringem seu cultivo em diversas regiões do país. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Sorgo/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Critérios essenciais na escolha de um agrotóxico: eficiência e comportamento ambiental</title>
      <pubDate>Thu, 16 Dec 2010 10:56:25 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Agrotoxicos/Index.htm</link>
      <category>Fitossanidade</category>
      <description><![CDATA[<p style="tab-stops: center 220.95pt right 441.9pt" class=style123><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Verdana>Os agrotóxicos têm sido utilizados na agricultura moderna como insumos importantes com o objetivo de garantir patamares elevados de produtividade e, consequentemente, maior possibilidade de retorno econômico da atividade agrícola. Geralmente, os agrotóxicos representam uma parcela significativa do custo de produção de uma determinada cultura. Assim, a eficiência de um agrotóxico, ou seja, a relação entre os resultados obtidos com seu uso para o controle de pragas, doença e plantas daninhas e os recursos empregados para tal deve ser a melhor possível. Inúmeros são os fatores relacionados à eficiência do uso de agrotóxicos como, por exemplo, dose aplicada, época de aplicação, condições climáticas no momento da aplicação, tecnologia de aplicação etc. </FONT><SPAN class=style1><SPAN class=style36>Mais recentemente, outro critério muito importante na escolha de um agrotóxico, além de sua eficiência, é o seu comportamento ambiental. O conhecimento do comportamento ambiental de um agrotóxico é necessário para diminuir possíveis impactos da atividade agrícola ao meio ambiente e, em particular, aos recursos hídricos (água subterrânea e superficial). Os agrotóxicos quando aplicados às plantas ou ao solo passam por diferentes processos, que são importantes para caracterizar o seu comportamento ambiental e seu potencial de contaminação ambiental. </SPAN></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Agrotoxicos/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal"><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/FatoresAmbientais/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#000b71>&nbsp;</FONT></strong></a></SPAN></FONT></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Sistemas ecológicos de cultivo de trevo vesiculoso visando a produção de forragem e de sementes</title>
      <pubDate>Tue, 30 Nov 2010 09:02:16 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Trevo/Index.htm</link>
      <category>Forragicultura</category>
      <description><![CDATA[<p style="mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'" class=style12>A introdução de leguminosas em sistemas agropastoris proporciona uma série de incrementos que vão desde o aumento da fertilidade do solo, por meio da fixação de nitrogênio, que resulta em aumento de rendimento agrícola, chegando a aumentos na quantidade e qualidade da forragem, seja ela proveniente de espécies cultivadas ou do próprio campo natural.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Dentre as alternativas de leguminosas forrageiras, plenamente adaptadas ao Rio Grande do Sul, encontra-se o trevo vesiculoso. <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p>O trevo-vesiculoso (<I style="mso-bidi-font-style: normal">Trifolum vesiculosum</I>) é uma importante forrageira anual de inverno. Seu uso possibilita uma grande melhoria em sistemas agropastoris. Seu rendimento, qualidade de forragem e produção de semente têm superado outras leguminosas de clima temperado como trevo-branco e cornichão (COELHO et al., 2002). Outra característica importante é a elevada dormência de sementes, característica esta que garante sua perenidade na área quando bem manejada. Essas particularidades possibilitam seu aproveitamento em sistemas de integração lavoura-pecuária, característica de sistemas diversificados, como é o caso das pequenas unidades de produção e assentamentos que desenvolvem a agricultura camponesa. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Trevo/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal"><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/FatoresAmbientais/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#000b71>&nbsp;</FONT></strong></a></SPAN></FONT></FONT><o:p></o:p></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo fitossociológico e composição do banco de sementes em dois sistemas produtivos de citros: produção integrada e convencional</title>
      <pubDate>Tue, 30 Nov 2010 09:01:02 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Citros/Index.htm</link>
      <category>Fruticultura</category>
      <description><![CDATA[<FONT face=Arial><SPAN class=style121>O termo banco de sementes tem sido adotado para designar as reservas de sementes viáveis no solo, em profundidade e na superfície (Roberts, 1981). Para Baker (1989) o banco ou reserva de sementes é uma agregação de sementes não germinadas, mas potencialmente capazes de substituir plantas adultas anuais que desaparecem por causa natural ou não, ou perenes, suscetíveis a doenças, distúrbios ou consumo por animais. Diferentes sistemas de manejo do solo condicionam as sementes a microambientes, devido às alterações das propriedades físico-químicas e das condições da superfície do solo (Mulugueta &amp; Stoltemberg, 1997). Essas mudanças podem influenciar a germinação e o estabelecimento de plantas infestantes, devido a criação de condições variáveis de umidade e aeração. Da mesma maneira, a distribuição das sementes no perfil do solo pode ser alterada, causando modificações na dinâmica populacional das plantas daninhas. O preparo convencional do solo incorpora as sementes de modo mais uniforme no perfil trabalhado, proporcionando a distribuição horizontal e vertical de sementes das plantas infestantes. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Citros/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></SPAN><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal"><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/FatoresAmbientais/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#000b71>&nbsp;</FONT></strong></a></SPAN></FONT></FONT><o:p></o:p></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Soja: a importância das cultivares e do manejo da lavoura em ano de La Niña</title>
      <pubDate>Tue, 30 Nov 2010 08:58:46 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Soja/Index.htm</link>
      <category>Agricultura</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style8><FONT face=Verdana><SPAN class=style8>Os institutos que acompanham o clima mundial confirmam o resfriamento das águas do Oceano Pacífico equatorial, configurando o fenômeno La Niña já nesta primavera e permanecendo durante o verão <?XML:NAMESPACE PREFIX = ST1 /><ST1:METRICCONVERTER w:st="on" ProductID="2011. A">2011. A</ST1:METRICCONVERTER> previsão é de um episódio de intensidade moderada a forte, que deve durar pelo menos até o outono de 2011. No extremo sul do Brasil, o fenômeno é caracterizado por uma redução na incidência de chuva e aumento do risco de estiagens regionalizadas no verão. </SPAN>A cultura da soja é reconhecida como bastante tolerante à seca, em comparação a outras espécies de verão. Entretanto, as perdas de produção são frequentes e significativas devido à falta de umidade no solo. A tolerância da soja à seca (déficit hídrico) é consequência de vários fatores que conferem à lavoura determinado nível de resistência ao déficit de umidade do solo, seja por ocorrência de veranicos ou de estiagens. Por isto, é importante dar atenção a todos os fatores que influenciam na lavoura quanto à sua tolerância ao déficit de umidade. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#000b71 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Soja/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/FatoresAmbientais/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#000b71>&nbsp;</FONT></strong></a></SPAN></FONT></FONT><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Bioecologia  de  Grapholia molesta e os danos causados</title>
      <pubDate>Tue, 16 Nov 2010 15:57:12 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Grapholia/Index.htm</link>
      <category>Fitopatologia</category>
      <description><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN-BOTTOM: 0pt" class=style120><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%" class=style1>Grapholita molesta </SPAN></I><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%" class=style1>popularmente chamada de mariposa-oriental ou broca-dos-ponteiros é originária do continente asiático (Gonzalez, 1989), e encontra-se amplamente distribuída por todas as regiões produtoras de frutíferas de clima temperado (Hickel <I style="mso-bidi-font-style: normal">et al.</I>, 2003). No Brasil, acredita-se que foi introduzida pela Argentina, estabelecendo-se no Rio Grande do Sul (Hickel &amp; Ducroquet, 1998), onde foi registrada em 1929 (Silva <I style="mso-bidi-font-style: normal">et al.</I>, 1968)<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>expandindo-se, posteriormente, para os demais estados, principalmente em áreas onde são cultivadas frutas de caroço (Salles, 1998) e macieira<B style="mso-bidi-font-weight: normal"> </B>(Mello, 2001).<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p></SPAN>É uma espécie polífaga, podendo ser classificada como um dos mais sérios inimigos da fruticultura (Lepage &amp; Fadigas, 1944), ataca frutíferas da família Rosaceae, principalmente pessegueiro, macieira, causando perdas expressivas na produção e na fase de implantação do pomar, quando incide de forma devastadora, impedindo o crescimento normal das plantas (Hickel &amp; Ducroquet, 1998).<o:p> </o:p><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Grapholia/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/FatoresAmbientais/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#000b71>&nbsp;</FONT></strong></a></SPAN></FONT></FONT></FONT><o:p></o:p></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Seguro rural: São Paulo avança na contramão do retrocesso na política federal</title>
      <pubDate>Tue, 16 Nov 2010 15:55:21 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/SeguroRural/Index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[&nbsp;<FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Verdana>A nova política para a agricultura brasileira vem sendo edificada com o progressivo rompimento com os paradigmas que edificaram a intervenção estatal para o desenvolvimento setorial da metade dos anos 1960 em diante com apogeu na década de 1970. Naquela quadra histórica a estratégia de internalizar os padrões da segunda revolução industrial levou à utilização do crédito subsidiado para modernizar a agropecuária com intensificação do uso de insumos e máquinas, para estruturar as agroindústrias de bens de capital e insumos e as de processamento e de alimentos, além das estruturas dos agro-serviços transacionais e financeiros. Essa transformação que provocou transformações profundas na estrutura de mercado e formação de preços acabou esgotando-se pelo seu próprio sucesso, sendo que do lado das finanças públicas a explosão da dívida pública tornou-se uma limitação para a continuidade desse perfil de políticas. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/SeguroRural/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/FatoresAmbientais/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#000b71>&nbsp;</FONT></strong></a></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Benefícios dos coleópteros coprófagos para a pecuária: controle biológico, estrutura, fertilidade e ciclagem de nutrientes do solo</title>
      <pubDate>Fri, 12 Nov 2010 22:11:25 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/ColeopterosCoprofagos/Index.htm</link>
      <category>Zootecnia</category>
      <description><![CDATA[<p style="mso-ansi-language: PT-BR" class=style119>Em ecossistemas naturais, pastagens ou culturas agrícolas existem organismos que desempenham atividades benéficas para o homem, tais como a polinização, decomposição, predação, dispersão de sementes e reciclagem de nutrientes do solo. Alguns desses organismos são os coleópteros.<SPAN class=style5><FONT face=Verdana> </FONT></SPAN>A ordem Coleoptera, maior ordem dos insetos, contém cerca de 40% das espécies conhecidas dessa classe e compreendem os insetos conhecidos, vulgarmente, como besouros (LARA, 1992) que se distinguem facilmente pela presença dos élitros. Muitas famílias de coleópteros são altamente especializadas no nicho ecológico que ocupam, assim são relevantes para a pecuária, contribuindo para a ciclagem da matéria orgânica e para a sanidade de animais. <SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-ansi-language: PT-BR" class=style3>Com importante função no ambiente onde habitam os besouros coprófagos, atualmente, são o meio mais prático e viável de que se dispõe para a desestruturação das fezes de bovinos em pastagens. As atividades desses coleópteros além de auxiliar no melhor aproveitamento da pastagem colaboram também, para a redução populacional de organismos indesejáveis (FONSECA; KERR, 2005). </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/ColeopterosCoprofagos/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/FatoresAmbientais/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#003300>&nbsp;</FONT></strong></a></SPAN></FONT></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Estratégias para amenizar o efeito do estresse térmico em animais de produção&lt;new&gt;</title>
      <pubDate>Fri, 5 Nov 2010 16:13:53 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/EstresseTermico/Index.htm</link>
      <category>Zootecnia</category>
      <description><![CDATA[<p style="LINE-HEIGHT: 150%; tab-stops: 18.0pt 27.0pt 45.0pt" class=style103><SPAN class=style1>A interação animal e ambiente deve ser considerada quando se busca maior eficiência na exploração pecuária, pois as diferentes respostas do animal às peculiaridades de cada região são determinantes no sucesso da atividade produtiva. Assim, a correta identificação dos fatores que influenciam na vida produtiva do animal, como: o estresse, imposto pelas flutuações estacionais do meio ambiente, permitem ajustes nas práticas de manejo dos sistemas de produção, possibilitando dar-lhes sustentabilidade e viabilidade econômica. Dessa forma, o conhecimento das variáveis climáticas, sua interação com os animais e as respostas comportamentais, fisiológicas e produtivas são preponderantes na adequação do sistema de produção (NEIVA et al., 2004).</SPAN><SPAN style="mso-spacerun: yes"><SPAN class=style1>&nbsp; </SPAN></SPAN>A temperatura do ar é considerada o fator climático com influência mais importante sobre o ambiente físico do animal. Dentro de uma ampla faixa de temperatura, podem ser definidas zonas térmicas que proporcionam maior ou menor conforto aos animais. Os animais para terem máxima produtividade dependem de uma zona de conforto térmico, onde ocorre gasto mínimo de energia para manter a homeotermia. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#000b71 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/EstresseTermico/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/FatoresAmbientais/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#003300>&nbsp;</FONT></strong></a></SPAN></FONT></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Preparação para nova safra de soja 2010/2011</title>
      <pubDate>Thu, 28 Oct 2010 09:47:24 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/SafraSoja/Index.htm</link>
      <category>Agricultura</category>
      <description><![CDATA[<p class=style117>O planejamento da próxima safra de soja é muito importante para o produtor.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>Sabemos que o clima interfere diretamente na produtividade da cultura, mas não é só isso. Além deste, será preciso levar em consideração uma série de outros fatores como o uso de boa semente, o bom manejo do solo, a escolha correta das cultivares, semeadura na época correta, o uso correto de insumos (Rhizobium, adubo e calcário), dentre outros.Na última safra tivemos ótimos índices de produtividade. No Brasil, a área cultivada para produção de grãos na safra 2009/10 foi de 47,5 milhões de hectares ou seja, inferior em 0,4% ou 172,1 mil hectares à safra anterior. A produção foi superior à safra 2008/09, produziu 146,9 milhões de toneladas, ou seja, mais de 8,7% ou 11,7 milhões de toneladas a mais. <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>A soja está entre as culturas mais cultivadas e se destaca em área plantada, tendo aumentado em 6,9% ou 1,5 milhões de hectares. A produção foi de 67,86 milhões de toneladas, representando um aumento de 18,7%, ou 10,7 milhões de toneladas, em relação aos 57,17 milhões de toneladas colhidas na safra passada. <FONT size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/SafraSoja/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/FatoresAmbientais/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#000b71>&nbsp;</FONT></strong></a></SPAN></FONT></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Vetores dinâmicos para o mercado de café</title>
      <pubDate>Thu, 28 Oct 2010 09:46:22 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/MercadoCafe/Index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify; mso-layout-grid-align: none" class=style5><SPAN class=style96><FONT face=Arial>Qualquer um que se arrisque a analisar criteriosamente o mercado de café,<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>com certeza, observará que o segundo semestre de 2010 veio para demonstrar aspectos antes desconsiderados nas mais destacadas interpretações.</FONT></SPAN><FONT size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small" size=2><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p></FONT><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2><SPAN class=style36>Em análise que anterior (VEGRO, 2009), previa-se que o mercado passaria por estresse baixista decorrente das dificuldades de recomposição das economias abaladas pela crise econômica de 2008 e 2009, especialmente, considerando os reflexos recessivos sobre o emprego e renda das famílias. Em parte, essa previsão se confirmou, uma vez que o relatório da Organização Internacional do Café (OIC), informou que no ano civil de 2009 houve queda no consumo mundial da bebida. Nesse ano foram consumidas 128,8 milhões de sacas frente as 130,7 milhões de sacas consumidas no ano civil de 2008, queda de 1,5% na comparação entre os anos. </SPAN></FONT><FONT size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#000b71 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/MercadoCafe/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/FatoresAmbientais/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#000b71>&nbsp;</FONT></strong></a></SPAN></FONT></FONT></FONT><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial></p></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Avaliação da adaptabilidade de caprinos ao semiárido</title>
      <pubDate>Thu, 28 Oct 2010 09:45:29 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Adaptabilidade/Index.htm</link>
      <category>Zootecnia</category>
      <description><![CDATA[Nos últimos anos a caprinocultura vem assumindo importante papel no agronegócio brasileiro deixando de ser uma atividade de subsistência e passando a ter maior destaque como atividade de grande importância econômica, principalmente para a região Semiárida do Nordeste brasileiro Figura 1. No entanto, a associação entre fatores ambientais e de manejo tem feito com que a produtividade da maior parte do rebanho nordestino se mantenha em níveis insatisfatórios (CAMPOS, 1999), já que a produtividade animal pode ser influenciada pela interação dos efeitos genéticos somado aos fatores ambientais do local onde o animal se encontra. Considerando que o semiárido nordestino corresponde a 74,30% da superfície do Nordeste, apresenta um clima tropical seco, com uma estação úmida ou chuvosa anual de 4 a 6 meses, seguida por uma estação seca de 6 a 8 meses. A precipitação média anual gira em torno de 700 mm e a temperatura é alta durante o ano inteiro (CEZAR et al., 2004) e que a precipitação pluviométrica e sua distribuição ao longo do ano, destacam-se por serem determinantes na disponibilidade e qualidade da pastagem, com consequências marcantes na produção animal, especialmente de caprinos e ovinos (DANTAS et al., 2008; OLIVEIRA et al., 2005) sendo de grande<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>importância<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>o conhecimento desse Bioma para o melhor aproveitamento através da Caprinocultura, favorecento a geração de emprego e renda, com a preservação do mesmo. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Verdana><SPAN style="mso-bidi-font-weight: normal" class=style37><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Adaptabilidade/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/FatoresAmbientais/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#000b71>&nbsp;</FONT></strong></a></SPAN></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Influência de fatores ambientais sobre a resposta fisiológica e a produção de leite</title>
      <pubDate>Mon, 25 Oct 2010 22:17:12 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/FatoresAmbientais/Index.htm</link>
      <category>Zootecnia</category>
      <description><![CDATA[<p style="mso-layout-grid-align: none; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR" class=style44>O Brasil, país de clima tropical, com imensa área territorial, tem sido visto com uma das maiores potencias produtoras de alimentos para a humanidade. Com uma grande produção animal e potencial ainda maior de crescimento, o país tem ampliado suas fronteiras mercadológicas com os avanços tecnológicos nas áreas de genética, nutrição, manejo e sanidade, que transformam a produção animal e de derivados animais em um grande empreendimento econômico provedor de proteína animal para a população (YANAGI JÚNIOR, 2006). Sendo o clima de uma determinada região, representado pelo acúmulo de eventos diários e sazonais no tempo, incluindo valores extremos como: ondas de calor no verão e frio intenso no inverno (AHRENS, 2005). A interação animal e ambiente deve ser considerada quando se busca maior eficiência na exploração pecuária, pois as diferentes respostas dos animais às peculiaridades de cada região são determinantes no sucesso da atividade produtiva (NEIVA et al., 2004). <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/FatoresAmbientais/Index.htm" target=_blank><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#000000 face=Arial><SPAN class=style26>Saiba mais...</SPAN></FONT></SPAN></a></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/FatoresAmbientais/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#003300>&nbsp;</FONT></strong></a></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Importância de Puccinia psidii Winter para a eucaliptocultura no Estado de São Paulo</title>
      <pubDate>Mon, 25 Oct 2010 22:16:18 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Puccinia/Index.htm</link>
      <category>Fitossanidade</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style1>O setor de florestas plantadas brasileiro desempenha importante papel no cenário sócio econômico do País, contribuindo de inúmeras formas por deter uma das maiores áreas de reflorestamento do mundo, equivalendo em 2009 a <SPAN style="mso-fareast-font-family: CronosPro-Lt; mso-bidi-font-family: CronosPro-Lt">6.310.450 de hectares, apresentando um crescimento de 2,5 % em relação ao total de 2008, </SPAN>com plantios constituídos pelos gêneros <I>Pinus </I>e <I>Eucalyptus</I>. </SPAN><SPAN style="mso-fareast-font-family: CronosPro-Lt; mso-bidi-font-family: CronosPro-Lt"><SPAN style="mso-spacerun: yes"><SPAN class=style1>&nbsp;</SPAN></SPAN></SPAN><SPAN class=style1>A área de florestas plantadas no Brasil vem crescendo de 2 a 3% ao anos para que a demanda crescente de madeira para diferentes segmentos do setor produtivo possa ser atendida. Até a década de 70, o eucalipto era considerado uma essência florestal praticamente livre de doenças. Porém, com a expansão das áreas de plantio para regiões quentes e úmidas, o plantio de espécies suscetíveis e a utilização dos mesmos locais para plantios sucessivos, um microclima favorável para a ocorrência de doenças foi formado. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Puccinia/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></FONT>&nbsp;]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Uso do rolo-faca para o preparo antecipado do solo em área de cultivo de arroz irrigado</title>
      <pubDate>Mon, 18 Oct 2010 22:35:33 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/RoloFaca/Index.htm</link>
      <category>Agricultura</category>
      <description><![CDATA[<p class=style12>No dia 06 de setembro, foi abordada, por um jornal, a dificuldade de preparo do solo para o arroz, em decorrência do clima chuvoso dos últimos dias. Na mesma reportagem, o gerente regional do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), Marcos de Souza Fernandes afirmou que é imperativo que o produtor otimize todas as maneiras no preparo do solo, a fim de garantir a semeadura na época correta. Os produtores estão conscientes de que a semeadura do arroz dentro da época recomendada é uma das principais razões do ganho de produtividade que a cultura vem experimentando nos últimos anos, sendo que alguns estão com praticamente toda a área destinada a cultura do arroz já preparada para a semeadura. Diversas são as opções de preparo antecipado do solo que o produtor pode empregar, variando a época e o equipamento utilizado. O tradicional preparo de verão emprega as operações, também tradicionais, de lavração, gradagem, nivelamento e entaipamento. Ultimamente, em decorrência da antecipação da colheita, alguns produtores estão começando o preparo do solo, também de forma tradicional, a partir de abril, caracterizando um preparo de outono. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Verdana><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#000b71 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/RoloFaca/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo do ambiente físico sobre as respostas fisiológicas de novilhas de raça leiteira</title>
      <pubDate>Mon, 18 Oct 2010 22:34:44 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/NovilhasLeiteiras/Index.htm</link>
      <category>Zootecnia</category>
      <description><![CDATA[<p style="mso-bidi-font-size: 12.0pt" class=style6>A exploração da pecuária leiteira prevalece em sistema de produção a pasto, conforme o levantamento do Milkpoint (2008) que registrou, entre os cem maiores produtores nacionais de leite, que 14% adotam o sistema de produção a pasto e 47% o sistema semi-confinado, totalizando 61% dos sistemas de produção de leite utilizando pastejo. Sabe-se ainda que dentre os fatores que afetam negativamente a produção de vacas de alta produção leiteira, o estresse por calor é tido como um dos principais agentes, desta forma, uma alternativa utilizada para evitar ou amenizar o estresse térmico causado pela radiação solar é o uso de sombreamento, que diminui a incidência da radiação direta, beneficiando o conforto térmico, favorecendo o desempenho dos animais.<SPAN class=style112>Para avaliar a tolerância dos animais ao calor, um dos testes de campo que vem sendo utilizado com freqüência por diversos autores é o Índice de Tolerância ao Calor (ITC) proposto por Baccari Júnior et al. (1986). </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#003300 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/NovilhasLeiteiras/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN><o:p></o:p></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Capincho é alternativa econômica para o bioma Pampa</title>
      <pubDate>Mon, 18 Oct 2010 22:33:58 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/capincho/index.htm</link>
      <category>Zootecnia</category>
      <description><![CDATA[<p style="mso-bidi-font-size: 12.0pt" class=style3><SPAN class=style37>A conservação da biodiversidade nativa no Bioma Pampa depende, além das ações de preservação e estabelecimento de áreas de proteção, também do fomento à criação racional e sustentável dos animais silvestres com potencial de aproveitamento econômico. A criação de capivaras tem despertado o interesse dos produtores, tanto pelo elevado preço de venda dos animais, quanto pelo seu potencial produtivo. A criação contribui para a conservação das populações naturais, por desestimular a caça clandestina, oferecendo uma alternativa. </SPAN>A capivara é o maior roedor vivo, atingindo <?XML:NAMESPACE PREFIX = ST1 /><ST1:METRICCONVERTER ProductID="105 kg" w:st="on">105 kg</ST1:METRICCONVERTER>, e não se encontra ameaçada de extinção. A Venezuela abate em média 27.000 capivaras / ano, desde a década de 70, comercializando a carne na forma de charque, por meio de manejo extensivo. Na Argentina, são exportados em torno de 10.000 couros / ano (98% dos couros vão para o mercado interno), através de caça ilegal e legalizada (na Província de Corrientes). <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#000b71 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Capincho/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT><o:p></o:p></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo da Embrapa mede demanda hídrica de culturas consorciadas</title>
      <pubDate>Mon, 18 Oct 2010 22:32:47 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/DemandaHidrica/Index.htm</link>
      <category>Climatologia</category>
      <description><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify" class=style98><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p>Medir a demanda hídrica de culturas é ponto fundamental para determinar os períodos mais críticos das plantas, em que elas estão mais sensíveis à deficiência hídrica. Esses dados são essenciais também para subsidiar a elaboração do zoneamento agrícola das culturas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Pensando nisso, uma pesquisa em andamento na Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS) visa medir a demanda hídrica de culturas consorciadas como, por exemplo, milho e braquiária. O estudo é possível a partir dos dados fornecidos por um equipamento denominado lisímetro, que é uma caixa metálica vedada, com 2,20 metros quadrados de área, preenchida com solo (onde é semeada a cultura) e provida de um sistema de drenagem. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#000b71 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/DemandaHidrica/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Desafios para produção de azeite no Brasil</title>
      <pubDate>Mon, 18 Oct 2010 22:32:00 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/DesafioOliva/Index.htm</link>
      <category>Agricultura</category>
      <description><![CDATA[<p style="mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'" class=style6><SPAN class=style37>A produção de oliveiras concentra-se em países de clima mediterrâneo, produzindo 3,1 milhões de toneladas de frutos por ano, representando 95% da produção mundial. Nas últimas décadas, países com clima subtropical, como Argentina, Chile, e Uruguai têm despontado no cenário como promissores concorrentes neste mercado. Os primeiros azeites brasileiros começam a despontar ainda ao nível experimental e/ou produzido por pequenos produtores.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p></SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'" class=style12>O Brasil é totalmente dependente de importação tanto dos frutos para mesa quanto dos azeites, importando 86,5% da Comunidade Econômica Européia, e 13,4% da Argentina, com gastos anuais em torno de 400 milhões de reais. </SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%" class=style102>Nos últimos nove anos o consumo e importação de azeite de oliva e azeitona tiveram aumento de 120% e 45%, conforme ilustram as Figuras 1 e 2, respectivamente. Este aumento deve-se a fatores como: <I style="mso-bidi-font-style: normal">(i)</I> divulgação dos benefícios da dieta mediterrânea na saúde; <I style="mso-bidi-font-style: normal">(ii)</I> entrada de produtos no mercado interno com preços mais acessíveis; <I style="mso-bidi-font-style: normal">(iii)</I> aumento de poder aquisitivo de algumas classes sociais. <o:p></o:p></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#000b71 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/DesafioOliva/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT>&nbsp;</p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Características técnicas e econômicas do cultivo de maracujazeiros</title>
      <pubDate>Mon, 18 Oct 2010 22:31:16 -0200</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Maracuja/Index.htm</link>
      <category>Fruticultura</category>
      <description><![CDATA[<p style="mso-pagination: none; mso-layout-grid-align: none" class=style100>O maracujá pertence à família <I>Passifloraceae</I>, constituída por quase 200 espécies nativas no Brasil. Apesar da grande variabilidade, os cultivos comerciais no país baseiam-se em duas espécies: o maracujá amarelo ou azedo (<I>Passiflora edulis</I>) e o doce (<I>Passiflora alata</I>). O maracujá doce é consumido na sua totalidade <I>in natura</I> e o azedo, destinado para consumo <I>in natura</I> e indústrias de processamento, representa 97% da área plantada e do volume comercializado (FERREIRA, 2005). <SPAN class=style99>A produção mundial de maracujá é de 640.000 toneladas e o Brasil, como maior produtor, produz cerca de 70% desse total. O Equador aparece em segundo lugar, com pouco mais de 13% e a Colômbia em terceiro, produzindo 5% do total da produção da fruta. No Brasil a produtividade média é de 12 a 15 toneladas por hectare havendo potencial para produção de 30 a 35 toneladas por hectare (LIMA, 2001). </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#000b71 face=Arial><SPAN class=style26><a style="TEXT-DECORATION: none" class=style111 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/Maracuja/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p><o:p></o:p></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso de Manejo de recursos Fitogenéticos</title>
      <pubDate>Fri, 1 Oct 2010 10:07:10 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/RecursosGeneticos/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">O</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb "> </SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs11 fb ">Curso de Manejo de Recursos Fitogenéticos</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb "> </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">tem por objetivo central disponibilizar informações que auxiliem na formação de uma consciência maior sobre o tema. Tal está em consonância com o movimento mundial em prol do meio ambiente, preocupado com as mudanças climáticas, estando em consonância com a Agenda 21, bem como no TIRFAA. A importância do tema pode ser facilmente observada quando se constata a existência de Centros específicos sobre Recursos Genéticos na Embrapa e outro no IAC, enquanto no plano mundial tivemos a FAO, depois o IBPGR, IPIGRI, hoje BIODIVERSITY, sempre com ênfase nos RFG. Além de sermos o país da maior megabiodiversidade do planeta, temos uma agricultura diversa que sustenta o Brasil, o que justifica a nova Sociedade Brasileira de Recursos Genéticos e a futura Rede Brasileira de Recursos Genéticos Vegetais, em vias de implantação. Como se trata de uma área básica para qualquer trabalho da ciência agronômica, em especial ao Melhoramento Genético, justifica-se o investimento na divulgação dos conhecimentos acumulados, bem como na demonstração da integração de atividades diversas que compõe a área de RFG, ou seja: Coleta, Intercâmbio, Quarentena, Caracterização, Conservação, Preservação, Identificação, Documentação, Educação, Valoração e Uso. Cremos que este curso será muito útil aos interessados das áreas de Agronomia, Biologia e afins, quer sejam da graduação como da pós-graduação, quanto profissionais (inclusive os de nível superior), professores e técnicos agrícolas.</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb "> <br/><br/></SPAN>
<p class=imAlign_center><SPAN class="ff2 fc3 fs11 fb ">Local e Data:</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb "> <br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">15 e 16 de março de 2011</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb "> <br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">Campinas-SP</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb "> <br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc2 fs11 fb "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc3 fs11 fb ">Público Alvo: </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs11 ">O Curso visa o ensino a estudantes de graduação e pós-graduação, assim como a profissionais de nível superior e ou técnico da área agrícola. Também pode ser útil para agricultores e leigos que queiram incrementar seus conhecimentos sobre o tema.<br/></SPAN></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Sistema agrossilvipastoril na região sudoeste do estado do Rio Grande do Sul</title>
      <pubDate>Fri, 1 Oct 2010 10:06:15 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/SistemaAgrosilvopastoril/Index.htm</link>
      <category>Agricultura</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style26>No Brasil, as regiões tipicamente áridas e semi-áridas, sujeitas à desertificação, se localizam na região Nordeste do País. Entretanto, no seu extremo meridional, na faixa de transição entre a zona de clima tropical e temperada, existem extensas áreas areníticas que vêm sofrendo uma grande pressão antrópica devido ao aumento dos níveis de utilização, seja através do avanço da agricultura sem medidas de conservação, seja pelo excesso na pressão de pastejo por questões tributárias ou desconhecimento da fragilidade dos ecossistemas naturais onde as unidades produtivas estão inseridas. Isso tem resultado em degradação do ecossistema regional, devido à diminuição da cobertura vegetal, que potencializa o processo de erosão do solo. A área desta ocorrência alcança uma superfície de aproximadamente dois milhões (2.003.872) de hectares, abrangendo partes de quinze (15) municípios, com uma população de 935.034 habitantes.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p>As formações arenosas, características dessa região, são bastante vulneráveis à erosão eólicas e hídrica e, atualmente, diversas áreas apresentam importantes núcleos de arenização (SOUTO, 1994). Por outro lado, os solos originados de rochas basálticas nesta região, apesar de oferecem melhor rendimento para as pastagens nativas, caracterizam-se pela pequena espessura, com uma profundidade efetiva variando entre cinco e cinquenta centímetros e que, em grande parte, são ocupados por pastagens degradadas ou em vias de degradação.</SPAN><o:p> </o:p><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/HistoricoOliveira/Index.htm" target=_blank><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#000080 face=Arial><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/SistemaAgrosilvopastoril/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Histórico da introdução da cultura da oliveira no Brasil</title>
      <pubDate>Fri, 1 Oct 2010 10:05:35 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/HistoricoOliveira/Index.htm</link>
      <description><![CDATA[<SPAN class=longtext><SPAN style="COLOR: black" class=style3>Mais do que qualquer outra árvore de fruta, a oliveira (<I style="mso-bidi-font-style: normal">Olea europaea</I> L) desempenhou um papel vital na vida da espécie. A oliveira é uma planta funcional do sistema agrícola de muitos países e adquiriu uma grande importância sócio-económica ao longo dos séculos. A origem da oliveira está perdida no tempo, coincidindo e misturando-se com o desenvolvimento das civilizações do Mediterrâneo, que durante séculos governou o destino da humanidade e deixou sua marca na cultura ocidental (International Olive Council, 2010).<SPAN class=style1> Na mitologia especificamente na</SPAN></SPAN></SPAN><SPAN class=style3><SPAN class=style1> Grécia antiga já se falava das oliveiras. A lenda diz que no reinado de Cécrope, primeiro governante de uma das cidades gregas mais prósperas e ricas da Antiguidade, duas divindades disputavam a preferência e a adoração do povo: Poseidon, rei dos mares, e Atenas, deusa da sabedoria. Para que a decisão fosse justa, os outros deuses proclamaram que a cidade seria dada como prêmio àquele que oferecesse aos mortais o presente mais útil. Imediatamente, Poseidon fez sair das águas o cavalo. Atenas, por sua vez, ofereceu a oliveira. </SPAN></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_4/HistoricoOliveira/Index.htm" target=_blank><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#000080 face=Arial>Saiba mais...</FONT></a></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p><o:p></o:p></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Horticultura Sustentável - Parte III</title>
      <pubDate>Fri, 1 Oct 2010 10:04:46 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/HorticulturaSustentavel3/Index.htm</link>
      <category>Horticultura</category>
      <description><![CDATA[<SPAN style="mso-bidi-font-size: 14.0pt" class=style26>Os fertilizantes orgânicos, compostos orgânicos e os fertilizantes organo-minerais constituem-se em fator de aumento da produtividade das hortaliças e outras culturas, com ação útil a curto e médio prazos, para a melhoria das características físico-químicas do solo.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p><SPAN class=style3>Um dos melhores fertilizantes orgânicos encontrados no comércio é o húmus de minhoca. Tal produto resulta da decomposição de material inicialmente cru ou mal curtido, o qual após a ação das minhocas resultará em um produto estável que proporcionará benefícios ao solo e à produtividade das culturas. </SPAN><o:p></o:p></SPAN><o:p></o:p><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN class=style26><SPAN class=style3>O IAC desde a década de 1940 realiza pesquisas na utilização de fertilizantes e de compostos orgânicos e sua ação na produção de hortaliças. <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>Os trabalhos realizados abrangeram o estudo de doses, época de aplicação, o preparo e ação de novos fertilizantes orgânicos como o bokashi, a farinha de casco e chifres bovino e os ensilados de pescado marinho. As fotos a seguir mostram um experimento na Fazenda Santa Elisa do IAC em Campinas sob cultivo protegido onde verificou-se<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>efeito benéfico do bokashi (tão eficiente quanto o esterco de frango neste experimento) em duas cultivares de alface (lisa e crespa).</SPAN></SPAN><o:p></o:p><o:p> </o:p><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/HorticulturaSustentavel3/Index.htm" target=_blank><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#000080 face=Arial>Saiba mais...</FONT></a></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Análises preliminares das condições climáticas do estado de São Paulo para o cultivo de oliveiras</title>
      <pubDate>Fri, 1 Oct 2010 10:01:26 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/ClimaOliva/Index.htm</link>
      <category>Agricultura</category>
      <description><![CDATA[<SPAN style="mso-bidi-font-weight: bold"><SPAN class=style26>A oliveira é conhecida cientificamente como </SPAN><SPAN class=style73>Olea europaea</SPAN><SPAN class=style26> L., família Oleaceae (López, 1996</SPAN></SPAN><SPAN class=style26>)</SPAN><SPAN style="mso-bidi-font-weight: bold"><SPAN class=style26>. São árvores baixas de tronco retorcido nativas da parte oriental do Mar Mediterrâneo. </SPAN><SPAN style="mso-spacerun: yes" class=style26>&nbsp;</SPAN><SPAN class=style26>A civilização minoana, Ilha de Creta, até <?XML:NAMESPACE PREFIX = ST1 /><ST1:METRICCONVERTER ProductID="1500. a" w:st="on">1500. a</ST1:METRICCONVERTER>.C., prosperou com o comércio do azeite de oliva, que eles primeiro aprenderam a cultivar. </SPAN><SPAN style="mso-spacerun: yes" class=style26>&nbsp;</SPAN><SPAN class=style26>Os gregos, que possivelmente herdaram as técnicas de cultivo da oliveira dos Minóicos, associavam a árvore à força e à vida. </SPAN><SPAN class=style96>Estima-se que algumas das oliveiras presentes na Palestina nos dias atuais devam ter mais de 2500 anos de idade. A oliveira é também citada na Bíblia em várias passagens, assim como seus produtos (</SPAN><SPAN class=style20><a name=OLE_LINK1><SPAN class=style97>Êxodos 30:7</SPAN></a></SPAN><SPAN class=style4><SPAN class=style96>). </SPAN></SPAN><SPAN class=style26>A oliveira é normalmente cultivada em regiões semi-áridas do mediterrâneo, em locais com temperaturas elevadas e baixo índice pluviométrico (250 – <ST1:METRICCONVERTER ProductID="550 mm" w:st="on">550 mm</ST1:METRICCONVERTER> anuais) nos meses mais secos (Coutinho et al.,2007)<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>. </o:p></SPAN></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#000080 face=Arial><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/ClimaOliva/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT>&nbsp;]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Software para cálculo de ração de ovinos</title>
      <pubDate>Mon, 27 Sep 2010 17:27:52 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Pronan/Index.htm</link>
      <category>Software</category>
      <description><![CDATA[O PRONAN, lançado pela Pecuária Brasil Assessoria, é um software de nutrição de ovinos, que oferece várias ferramentas que ajudarão técnicos e criadores a reduzirem custos e melhorarem a alimentação do rebanho. A alimentação representa de 40% a 50% dos custos de produção da ovinocultura. É, portanto, um ponto que deve ser bem administrado com o intuito de tornar a atividade lucrativa. Além do alto impacto que representa no custo, é de grande importância, pois dela depende diretamente os resultados de desempenho do rebanho. O ganho de peso, a reprodução e o estado sanitário dos animais tem forte relação com a qualidade da alimentação fornecida a eles. É nesse aspecto que o PRONAN OVINOS vem suprir a necessidade do setor, trazendo ferramentas de fácil uso, que até mesmo os criadores que ainda tem pouco contato com formulação de rações podem usar, certamente conseguindo melhorias em seu plantel. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Pesca/Index.htm" target=_blank><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#000080 face=Arial><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Pronan/Index.htm" target=_blank>Saiba mais...</a></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Práticas milenares de pesca no pantanal</title>
      <pubDate>Mon, 27 Sep 2010 17:27:03 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Pesca/Index.htm</link>
      <category>Pesca</category>
      <description><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify" class=style86><SPAN class=style1>Os estudos sobre a formação do clima do Pantanal indicam que, na transição do Período Pleistoceno para o Holoceno, cerca de 11 mil anos atrás, a região tornou-se um ambiente mais úmido e mais quente. Nesse processo, organizaram-se os sistemas de drenagem, com o estabelecimento dos rios permanentes, dos sistemas de lagos</SPAN><SPAN style="mso-spacerun: yes" class=style1>&nbsp; </SPAN><SPAN class=style1>e do ciclo hidrológico de cheias e secas da região, como indicam os estudos dos sedimentos antigos de lagoas do Pantanal realizados pela Professora Maria Angélica de Oliveira Bezerra do CPAN - UFMS.</SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p><SPAN class=style1>O ciclo hidrológico ocasiona a alteração do nível dos rios ao longo do ano, em decorrência do escoamento das águas do período chuvoso. Esse fenômeno, que corresponde ao “pulso de inundação”, tornou-se o principal fator natural do Pantanal, condicionando a disponibilidade de ambientes aquáticos e terrestres, a abundância e a distribuição da fauna e flora, influenciando, também, a ocupação humana da região. Durante as cheias, que podem durar até seis meses, ocorre o transbordamento dos rios e canais fluviais para a planície de inundação, cobrindo a vegetação.</SPAN><o:p> </o:p><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Pesca/Index.htm" target=_blank><o:p></o:p><SPAN class=style39><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN class=style40><FONT style="FONT-STYLE: normal" color=#000080 face=Arial>Saiba mais...</FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></SPAN></a><o:p></o:p></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify" class=style86>&nbsp;</p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Produção de alimentos: desafio e  perspectiva sistêmica</title>
      <pubDate>Mon, 27 Sep 2010 17:26:07 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Alimentos/Index.htm</link>
      <category>Segurança Alimentar</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style37>A importância dos recursos naturais para a sobrevivência humana é incontestável, apesar dos avanços tecnológicos, alguns elementos naturais são insubstituíveis, um dos maiores desafios (tendência/perspectiva) é a produção de alimentos para atender a crescente demanda mundial. Aliados a este, a diminuição das perdas e dos impactos ambientais negativos da cadeia de produção, problemas com a saúde pública, hoje altamente onerosa e intensificada pela poluição e pela contaminação ambiental e as mudanças climáticas globais. A produção de alimentos precisa ser “sustentável”, desde a sua base, com uma agricultura exercida dentro da capacidade de suporte aceitável até a industrialização, agregando valor a matéria prima e aos subprodutos, ou seja, uma atividade em equilíbrio contínuo e passível de repetição num futuro previsível, o que é extremamente preocupante em função do seu impacto sobre os recursos naturais, porém muitos fatores permanecem desconhecidos, por isso as tendências e as perspectivas tecnológicas precisam inovar para atingir a sustentabilidade. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Alimentos/Index.htm" target=_blank><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Valorização do câmbio e o comércio exterior do Brasil e de São Paulo de janeiro a agosto de 2010</title>
      <pubDate>Wed, 22 Sep 2010 15:11:11 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Cambio/Index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[<SPAN style="FONT-FAMILY: Fujiyama2">A análise do comércio exterior com base em estatísticas expressas em moeda brasileira permite avaliar os impactos na renda e na produção interna das transações com as demais nações. A valorização cambial recente cria uma preocupação para a competitividade da produção nacional ao afetar decisivamente os preços relativos. Os preços das mercadorias brasileiras precisam de valores maiores em dólar para cobrirem os custos de produção e serem competitivos nas vendas externas. Os das mercadorias estrangeiras se tornam mais baratos para aquisições internas no exterior. A persistência desse fato num horizonte largo de tempo, compromete as contas do comércio exterior brasileiro e penaliza a produção nacional. <SPAN class=style1>Tomando em valores constantes (<SUp>2</SUp>), a média da cotação da moeda norte-americana (US$), expressa em moeda nacional (R$) para período dos primeiros oito meses de cada ano, o valor do dólar recuou de R$2,24 em 2009 para R$</SPAN></SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Fujiyama2; COLOR: black; mso-bidi-font-family: Arial"><SPAN class=style1>1,80 em 2010, com tendência de caminhar para valores mais baixos ainda nos próximos meses. </SPAN></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Cambio/Index.htm" target=_blank><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Hemipteran-Plant Interactions Symposium </title>
      <pubDate>Wed, 22 Sep 2010 15:09:11 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Hemipteran/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p class=imAlign_left><SPAN class="ff3 fc0 fs19 fb ">Hemipteran-Plant Interactions Symposium</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 fb "> <br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 fb ">Focus:</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 "> Hemipteran feeding in relation to plant physiology and plant pathogen transmission.<br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 fb ">Venue: July 11-14, 2011, Piracicaba, Brazil</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 fb ">Synopsis<br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 ">This is an interdisciplinary conference designed to bring together entomologists and plant physiologists interested in feeding behavior of phytophagous hemipterans, plant physiological and molecular responses to their feeding, and how physiology of the plant tissues being fed upon (e.g., phloem, xylem, parenchyma) affect hemipterans that specialize on these plant tissues. The conference will also include the latest findings on mechanisms of transmission of plant pathogens by hemipteran vectors. The goal of the conference is to foster a greater degree of interdisciplinary understanding and collaboration among researchers from different fields of biology who share a common interest in the interactions between hemipteran feeding behavior, plant physiology and plant pathogens. </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 fb "><br/>Main topics to be covered<br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 ">Phloem physiology and phloem-feeding insects</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 ">Xylem physiology and xylem-feeding insects</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 ">Other modes of piercing-sucking feeding (e.g., parenchyma feeders, lacerate &amp; flush feeders, Heteroptera, Thysanoptera) </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 "><br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 ">Plant physiological and molecular responses to hemipteran feeding and counter-responses by the hemipterans</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 "> <br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 ">Plant pathogen - vector interactions, specifically those relating to pathogen inoculation, acquisition, and retention<br/></SPAN></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Pragas iniciais da soja: Os cuidados devem começar antes da semeadura</title>
      <pubDate>Wed, 22 Sep 2010 15:08:23 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/PragasSoja/Index.htm</link>
      <description><![CDATA[<a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/PragasSoja/Index.htm" target=_blank><strong><FONT color=#003300>Pragas iniciais da soja: Os cuidados devem começar antes da semeadura</FONT></strong></a>
<p class=style22>A cultura da soja pode ser atacada por insetos-pragas desde a semeadura até a fase final de enchimento de grãos. O ataque começa com as pragas iniciais, seguido pelos insetos desfolhadores e brocas e, finalmente, pelos sugadores (percevejos, ácaros e mosca branca). O pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, (Dourados, MS), Crébio José Ávila, explica que as pragas iniciais são aquelas que ocorrem nos primeiros estádios de desenvolvimento da cultura, ou seja, até 25/30 dias após a emergência da cultura. As pragas iniciais podem destruir a semente em processo de germinação ou até as plântulas, o que acarretará na redução de estande [número de plantas por unidade de área] ou afetar o desenvolvimento da planta que tenha resistido ao ataque. “Dependendo do grau de redução do estande ou do vigor da planta, isso pode resultar em perdas significativas de produtividade”, alerta o pesquisador. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/PragasSoja/Index.htm" target=_blank><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Horticultura Sustentável - Parte II</title>
      <pubDate>Wed, 22 Sep 2010 15:07:24 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/HorticulturaSustentavel2/Index.htm</link>
      <category>Horticultura</category>
      <description><![CDATA[<a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/HorticulturaSustentavel2/Index.htm" target=_blank><strong>Horticultura Sustentável - Parte II</strong></a>
<p style="TEXT-ALIGN: justify" class=style93>Existem diversas práticas que podem ser adotadas para evitar-se a ação da erosão nas lavouras. Uma das mais tradicionais é a construção de canteiros em nível, com terraceamento ou não dependendo do declive e do tipo de solo. Outra ação mais recente consiste na ocupação da área total com as hortaliças, através do plantio adensado e uso de cobertura morta (“mulching”) diminuindo a exposição do solo ao efeito da água das chuvas. <SPAN class=style6>O sistema de plantio direto (SPD) ou semeadura direta de culturas, incluindo as hortaliças, também contribui para a melhor conservação do solo e maior produtividade, com mínimos danos ambientais. Foi um dos maiores avanços no processo produtivo da agricultura brasileira e teve início, a partir da década de 1970, no sul do país. Seu objetivo básico inicial foi controlar a erosão hídrica. Em áreas de igual declividade, o SPD reduz em cerca de 75% as perdas de solo e em 20% as perdas de água, em relação às áreas onde há</SPAN><SPAN style="mso-spacerun: yes" class=style6>&nbsp; </SPAN><SPAN class=style6>cultivo convencional sobre solo que recebeu</SPAN><SPAN style="mso-spacerun: yes" class=style6>&nbsp; </SPAN><SPAN class=style6>aração e gradagens anteriores ao plantio.</SPAN><?xml:namespace prefix = v ns = "urn:schemas-microsoft-com:vml" /><v:shape style="Z-INDEX: 27; POSITION: absolute; TEXT-ALIGN: left; MARGIN-TOP: 138.4pt; WIDTH: 441pt; HEIGHT: 291.4pt; MARGIN-LEFT: 0px; LEFT: 0px; mso-position-horizontal-relative: text; mso-position-vertical-relative: text" id=_x0000_s1052 type="#_x0000_t75"> <v:imagedata src="file:///C:\DOCUME~1\Usuario\CONFIG~1\Temp\msohtml1\01\clip_image007.jpg" o:title="foto001" xmlns:v="urn:schemas-microsoft-com:vml"></v:imagedata></v:shape>&nbsp;<FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/HorticulturaSustentavel2/Index.htm" target=_blank><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Minicursos sobre Bambu no Symbampalm</title>
      <pubDate>Wed, 22 Sep 2010 15:06:45 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/symbampalm/MiniCurso/index.html</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Mini-curso 1 </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">-</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "> “Micropropagação em bambu”<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Mini-curso 2</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb "> - </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 ">“Papel de bambu ”<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Mini-curso 3</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb "> -</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "> “Laminado”<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Mini-curso 4</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb "> -</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "> “Biocreto”<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Mini-curso 5</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb "> -</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "> “Preservação"<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Mini-curso 6</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb "> -</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "> “Ligações em peças”<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Mini-curso 7</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb "> -</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "> “Manejo e Produção de mudas”<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Mini-curso 8</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb "> -</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "> “Arranjos com palmeira e bambu”<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Mini-curso 9</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb "> -</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "> “Paisagismo sustentável<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Mini-curso 10</SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs12 "> </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb ">-</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "> "Cultivo de palmeiras produtoras de palmito"<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Mini-curso 11</SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 "> </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb ">-</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 "> "Nutrição de Palmeiras"<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Mini-curso 12</SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs12 fb "> </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb ">- </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 ">"Germinação de palmeiras ornamentais"</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Mini-curso 13</SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs12 fb "> </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb ">- </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 ">"Principais Pragas das Palmeiras Ornamentais e Industriais"</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Mini-curso 14</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 fb "> - </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 ">"Pífano - História e confecção de um instrumento musical de bambu"</SPAN><SPAN class="ff0 fc2 fs12 "> <br/></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>VI Mini-curso de Acarologia</title>
      <pubDate>Wed, 22 Sep 2010 15:04:19 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Acaros/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc2 fs12 ">O Instituto Biológico apresenta o </SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">VI Mini-curso de Acarologia </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 ">que será realizado no Centro Experimental Central, em Campinas-SP, nos dias </SPAN><SPAN class="ff2 fc4 fs12 fb ">15 a 17 de dezembro de 2010</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> e tem por objetivo atualizar e treinar pessoas para conceitos básicos em acarologia.</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Público-alvo: </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 ">Estudantes de graduação, pós-graduação e profissionais<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Vagas:</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> As vagas são limitadas (25 vagas) garanta a sua fazendo a inscrição on-line.<br/></SPAN></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso Teórico e Prático de Ácaros de Importância Agrícola</title>
      <pubDate>Wed, 22 Sep 2010 15:02:29 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Quarentena/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">O Instituto Biológico apresenta o</SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb "> </SPAN><SPAN class="ff3 fc4 fs12 fb ">Curso Teórico e Prático de Ácaros de Importância Agrícola </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">que será realizado no Laboratório de Acarologia do</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 fb "> </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">Centro Experimental Central, em Campinas-SP, nos dias </SPAN><SPAN class="ff3 fc4 fs12 fb ">8 a 12 de novembro de </SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs12 fb ">2010 </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">e tem por objetivo atualizar e treinar pessoas para conceitos básicos em acarologia de importância quarentenária.<br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc4 fs12 fb ">Esquema do Curso:</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "> Aula </SPAN><SPAN class="ff3 fc5 fs12 fb ">Teórica e Prática<br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc4 fs12 fb ">Público-alvo:</SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb "> </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">Estudantes de graduação, pós-graduação e profissionais</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "><br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc4 fs12 fb ">Vagas:</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "> As vagas são limitadas (20 vagas) sendo 10 vagas para profissionais do ministerio (MAPA) e 10 vagas para estudantes e profissionais afins.<br/>Garanta a sua fazendo a inscrição on-line.</p></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>35ºCFO - Cana-de-açúcar</title>
      <pubDate>Fri, 17 Sep 2010 08:34:43 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/35cfo/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">Instituto Biológico juntamente com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e a Coordenadoria da Defesa Agropecuária - CDA estarão promovendo nos dias </SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">14 e 15 de OUTUBRO de 2010</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 ">, no no Auditório da Coordenadoria de Defesa Agropecuária, Campinas/SP o </SPAN><SPAN class="ff2 fc4 fs13 fb ">XXXV CURSO PARA HABILITAÇÃO DE ENGENHEIROS AGRÔNOMOS PARA EMISSÃO DE CFO/CFOC</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs13 fb ">.</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "><br/><br/>O Curso tem a finalidade de atender normas técnicas de Certificação Fitossanitárias ditadas pelas Instruções Normativas do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), N°55. De acordo com essa norma o Certificado Fitossanitário de Origem(CFO) e o Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado(CFOC) serão emitidos por Engenheiros Agrônomos, em suas áreas de competência profissional após aprovação em Cursos para Habilitação de Responsáveis Técnicos, específicos e organizados pelo Órgão Estadual de Defesa Sanitária Vegetal(OEDSV) que no caso do estado de São Paulo é a Coordenadoria de Defesa Agropecuária(CDA) que pertence à Secretaria da Agricultura e Abastecimento(SAA) e aprovado pelo MAPA.<br/><br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 fb ">Público alvo</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "> - Engenheiros Agrônomos que atuam no setor da cana-de-açúcar<br/><br/></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Aquecimento global, tamanduás e arborização urbana</title>
      <pubDate>Fri, 17 Sep 2010 08:33:47 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/AquecimentoGlobal/Index.htm</link>
      <category>Aquecimento Global</category>
      <description><![CDATA[O título é provocativo. Afinal, o que pode haver em comum em temas tão diversos? Cada vez mais os cientistas reúnem evidências de que a temperatura média do planeta vem aumentando em razão das atividades humanas. O problema deverá ser mais grave nas regiões tropicais, especialmente em áreas de baixa altitude. Então, as cidades onde as temperaturas já eram naturalmente elevadas, como muitos municípios do Centro-Oeste, Norte e Nordeste do Brasil deveriam estar discutindo as possíveis consequências e medidas mitigadoras do aumento previsto de 3º a 6ºC na temperatura média na próxima década (p. ex., veja a publicação: “Mudanças climáticas globais e seus efeitos sobre a biodiversidade - Caracterização do clima atual e definição das alterações climáticas para o território brasileiro ao longo do Século XXI”, de 2007, do Ministério do Meio Ambiente). Há décadas moro em Corumbá, a cidade que é considerada a capital do Pantanal em Mato Grosso do Sul. Por conhecê-la bem, vou apresentá-la como modelo, mas aposto que muitos leitores vão reconhecer semelhanças com suas próprias cidades. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/AquecimentoGlobal/Index.htm" target=_blank><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT><o:p></o:p></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>O papel da Bioinformática na pesquisa agropecuária</title>
      <pubDate>Fri, 17 Sep 2010 08:32:02 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Bioinformatica/Index.htm</link>
      <category>Bioinformatica</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style1>Podemos entender a <B style="mso-bidi-font-weight: normal">Bioinformática,</B> de uma maneira simplificada, como a aplicação de ciência da computação à resolução de problemas das áreas biológicas. Ampliando um pouco, temos a Bioinformática como uma área multidisciplinar da ciência, envolvendo tecnologia da informação, biologia, matemática, estatística, química, física e outras disciplinas visando resolver problemas das ciências da vida, sendo principalmente aplicada a questões da biologia molecular.</SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p><SPAN class=style1>Como ela surgiu? O conhecimento científico aumenta em quantidade e qualidade a cada dia, e algumas épocas de grandes descobertas se tornam marcos. A genômica surgiu num desses momentos de mudança, e a geração de quantidades de dados biológicos cada vez maiores levou ao desenvolvimento de uma área específica de conhecimento, que permitisse manipulação confiável e rápida de grande quantidade de dados e que viabilizasse e ampliasse o potencial das pesquisas. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Bioinformatica/Index.htm" target=_blank><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT><o:p></o:p></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso Introdução à Análise de Imagens Aplicada a Agronomia Utilizado o Software Livre IMAGEJ</title>
      <pubDate>Tue, 7 Sep 2010 18:10:28 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Imagens/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[O Centro APTA de Engenharia e Automação IAC/APTA oferece o <SPAN class="ff3 fc0 fs10 fb ">CURSO: Introdução à Análise de Imagens Aplicada à Agronomia Utilizando Utilizando o Software Livre Imagej </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 ">que será realizado nos dias</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 fb "> 6 e 7 de outubro de 2010</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 "> em JUNDIAÍ-SP<br/><br/><br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 fb ">Vagas Limitadas </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 ">20<br/><br/><br/></SPAN>
<p class=imAlign_center><SPAN class="ff3 fc0 fs10 fb ">CONTEÚDO</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 "> <br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff3 fc0 fs10 "><br/></SPAN></p>
<UL class=imBullet>
<LI class=imAlign_center><SPAN class="ff3 fc0 fs10 ">Introdução ao ImageJ</SPAN> 
<LI class=imAlign_center><SPAN class="ff3 fc0 fs10 ">Conceitos básicos</SPAN> 
<LI class=imAlign_center><SPAN class="ff3 fc0 fs10 ">Instalação</SPAN> 
<LI class=imAlign_center><SPAN class="ff3 fc0 fs10 ">Menu de Comandos</SPAN> 
<LI class=imAlign_center><SPAN class="ff3 fc0 fs10 ">Ferramentas</SPAN> 
<LI class=imAlign_center><SPAN class="ff3 fc0 fs10 ">Atalhos</SPAN> 
<LI class=imAlign_center><SPAN class="ff3 fc0 fs10 ">Estudos de Caso</SPAN> 
<LI class=imAlign_center><SPAN class="ff3 fc0 fs10 ">Introdução à programação de Macros</SPAN></li></ul>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>II Workshop Alternativas de controle da verminose em pequenos ruminantes</title>
      <pubDate>Tue, 7 Sep 2010 18:08:58 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Verminose/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[O <SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Instituto de Zootecnia</SPAN><SPAN class="ff3 fc3 fs12 "> que tem como missão Desenvolver e transferir tecnologia e insumos para a sustentabilidade dos sistemas de produção animal oferece o </SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">II Workshop Alternativas de controle da verminose em pequenos ruminantes - Tema: Método Famacha</SPAN><SPAN class="ff3 fc3 fs12 ">, que acontecerá no dia </SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">5 de novembro de 2010 </SPAN><SPAN class="ff3 fc3 fs12 ">no anfiteatro do Insituto de Zootecnica - Nova Odessa - SP.</SPAN><SPAN class="ff4 fc2 fs10 fb "> <br/>
<div id=imObj0_01>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Objetivos</SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 "> <br/>Transmitir informações atualizadas sobre o problema da resistência dos vermes aos anti-helmínticos e discutir o método Famacha como a principal alternativa no controle da verminose em pequenos ruminantes<br/><br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Público-alvo</SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 "> <br/>Produtores, Técnicos e Estudantes interessados no assunto<br/><br/><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_center><SPAN class="ff2 fc3 fs12 ">Vagas Limitadas!!!</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs10 "> <br/></SPAN></p></div></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Horticultura sustentável - Parte I</title>
      <pubDate>Tue, 7 Sep 2010 18:00:04 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/HorticulturaSustentavel1/Index.htm</link>
      <category>Horticultura</category>
      <description><![CDATA[A horticultura convencional adota tecnologias calcadas no imediatismo que embora proporcionem lucros ao produtor rural a curto prazo, poderão acarretar danos ao meio ambiente e às gerações futuras no médio e longo prazos. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN style="mso-bidi-font-size: 9.0pt"><SPAN class=style3><SPAN class=style25>As práticas adotadas convencionalmente para o manejo e produção de hortaliças no Estado de São Paulo utilizam de maneira intensiva e desequilibrada fertilizantes minerais e defensivos (agrotóxicos), muitas vezes sem os cuidados recomendados pelas próprias empresas produtoras dos insumos. Além disso, o preparo do solo anteriormente ao plantio através da aração e da gradagem, poderá sujeitá-lo à erosão, se não forem adotadas práticas conservacionistas. </SPAN></SPAN></SPAN></FONT><SPAN style="mso-bidi-font-size: 9.0pt"><SPAN class=style12>A captação e a distribuição de água para as lavouras também é outro motivo de preocupação pois muitas vezes são realizadas de maneira inadequada.</SPAN></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Menos 5%</title>
      <pubDate>Thu, 26 Aug 2010 14:26:54 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Cafe/Index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[Há que se reconhecer que nos últimos 20 anos a cafeicultura brasileira se reinventou. Amparada por inovações tecnológicas, os ganhos de produtividade se incrementam, em média, para o arábica, cerca de 1,0 saco de café beneficiado por hectare a cada três safras, ou seja, a média atual de produtividade das lavouras já avançou 8 sc/ha. Saiu-se de apenas 12 sc/ha para pouco mais de 20sc/ha. Do mesmo modo que outros cultivos, no café, a expansão da área cultivada não foi significativa (o Oeste da Bahia é a única exceção), enquanto que o maior rendimento das lavouras é aquilo que efetivamente responde pelo salto no patamar de oferta de produto. Outra constatação importante é o encolhimento da amplitude do ciclo bienal, com variações menos intensas entre as produções em safras de ciclo de alta e de baixa. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Cafe/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/PlantasMedicinais/Index.htm" target=_parent><strong>&nbsp;</strong></a></FONT></FONT></FONT>&nbsp;]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Desbaste em Tangerinas</title>
      <pubDate>Wed, 25 Aug 2010 13:28:55 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/DesbasteTangerinas/Index.htm</link>
      <category>Fruticultura</category>
      <description><![CDATA[Para ter beleza e doçura, o fruto de uma tangerineira necessita de cuidados especiais. Além dos tratos culturais adequados como implantação correta da cultura, com correção do solo, adubação equilibrada e ajustada para as condições nutricionais da planta, manejo de defensivos conduzidos com critério para atingir o alvo e agredir menos o meio ambiente, há necessidade de se adotar outras técnicas que tenham como foco o aumento da produtividade, mas com qualidade de seu produto. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN style="mso-bidi-font-family: Arial">A produção de tangerina é destinada, basicamente, ao consumo como fruta fresca. Este fato aumenta muito a responsabilidade do produtor com relação ao seu aspecto físico e também ao seu sabor, que no caso do consumidor brasileiro tem que ser doce e com pouca acidez. As variedades cítricas de maneira geral produzem muitas flores e dependendo da cultivar, somente uma pequena porcentagem têm pegamento, podendo ser inferior a 0,2%. Entretanto, esse baixo vingamento raramente é limitante à produção, tendo em vista o elevado número de flores produzido pela maioria das cultivares, que pode ser de 100.000 a 200.000 por planta adulta. </SPAN></FONT><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/DesbasteTangerinas/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/PlantasMedicinais/Index.htm" target=_parent><strong>&nbsp;</strong></a></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Baunilha (Vanilla planifolia Jacks ex Andrews)</title>
      <pubDate>Wed, 25 Aug 2010 13:27:43 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Baunilha/Index.htm</link>
      <category>Plantas Aromáticas</category>
      <description><![CDATA[A baunilha é uma planta herbácea, perene e com hábito trepador. Pertence a família Orchidaceae, subfamília Epidendroideae, tribo Vanillinae e gênero<I>Vanilla</I>. As espécies que compõem o gênero são originárias do sudeste do México, da Guatemala e outras regiões das Américas Central e do Sul, incluindo o Brasil. Ela é considerada um aromatizante por interferir de forma benéfica no sabor final da comida, além de permitir a conservação dos alimentos. É usada largamente na aromatização de sorvetes, chocolate, bebidas e produtos de confeitaria, além de ser também utilizada em perfumaria e, em pequena escala, como planta medicinal (TODAFRUTA, 2006). A <I>Vanilla planifolia </I>é a principal fonte natural de baunilha sendo também a <I>Vanilla trigonocarpa </I>uma das melhores produtoras de baunilha. A essência de baunilha é extraída dos frutos de algumas espécies de baunilha (não de todas), fazendo dela a única orquídea que possuí interesse comercial fora do contexto ornamental (DELFINADEARAUJO, 2006).<FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><strong> </strong><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Baunilha/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/PlantasMedicinais/Index.htm" target=_parent><strong>&nbsp;</strong></a></FONT></FONT><o:p></o:p></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Defensivos Agrícolas: expectativas de aumento nas vendas em 2010</title>
      <pubDate>Sun, 22 Aug 2010 10:15:03 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/DefensivosAgricolas/Index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[Em 2009, as quantidades totais vendidas de defensivos agrícolas no Brasil apresentaram expansão quando comparadas com o ano anterior. Observou-se que, em termos de produto comercial, foram comercializadas 725.577 t (acréscimo de 7,7% em relação a 2008), correspondendo a 335.816 t de princípio ativo (incremento de 7,4%, no período), de acordo com dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola (SINDAG). Comparativamente ao ano anterior, essa expansão em 2009 resultou em melhores vendas para a cultura da soja, com acréscimo de 16,7% em quantidade de produto comercial. Outros produtos também tiveram aumento da demanda de defensivo como al&shy;godão (11,9%), milho safrinha (29,1%), café (9,2%), feijão (12,2%), arroz irrigado (28,3%) e atividade de reflorestamento. Em contrapartida, registraram decréscimo nas vendas de milho safra (17,8%), cana-de-açúcar (8,3%) e cítrus (20,9%). <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/DefensivosAgricolas/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/PlantasMedicinais/Index.htm" target=_parent><strong>&nbsp;</strong></a></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Agrossilvicultura</title>
      <pubDate>Sun, 22 Aug 2010 10:14:20 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Agrossilvicultura/Index.htm</link>
      <category>Silvicultura</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style26>Sistemas agroflorestais (SAF’s) podem ser definidos como a combinação de cultivos de essências florestais com culturas agrícolas anuais (RODIGHERI &amp; GRAÇA, 1996) ou pastagem, de maneira simultânea ou seqüencial (ALVIM et all, 2005). Os SAF’s podem variar tanto em sua estrutura e função, como em suas condições sócio-econômicas e ecológicas. Quanto a estrutura esta pode variar sua composição (árvores, plantas herbáceas, animais), o arranjo espacial do componente arbóreo (densidade e distribuição das plantas), a estratificação vertical e o arranjo temporal dos componentes. No que se refere a função, esta pode ser desde a produção de bens (madeira, fruto, semente, forragem, lenha, etc.) como a de serviços a outras espécies ou ao sistema como um todo (quebra-ventos, cercas-vivas, conservação do solo). O âmbito sócio – econômico varia de acordo com o nível de utilização de insumos no manejo, intensidade ou escala do manejo e os objetivos comerciais (AMBIENTE BRASIL,2006). </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Agrossilvicultura/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/PlantasMedicinais/Index.htm" target=_parent><strong>&nbsp;</strong></a></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Identificação molecular do vírus da Doença de Gumboro</title>
      <pubDate>Sun, 22 Aug 2010 10:12:23 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Gumboro/Index.htm</link>
      <category>Avicultura</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style26>A doença infecciosa da bursa (IBD) é uma doença viral aguda altamente contagiosa de aves jovens. Também é conhecida como doença de Gumboro em razão da sua primeira descrição, em 1962, ter ocorrido na região de Gumboro em Delaware, nos EUA. O vírus da IBD (IBDV) pertencente à família </SPAN><em><SPAN class=style26>Birnaviridae</SPAN></em><SPAN class=style1><SPAN class=style73>, apresenta um capsídeo icosaédrico, sem envoltório e cerca de 60nm de diâmetro, e dois sorotipos, 1 e 2, sendo que apenas o sorotipo 1 é patogênico para galinhas. O genoma viral é constituído por dois segmentos de RNA de dupla fita (segmento A e B). </SPAN></SPAN><SPAN class=style26>A doença pode se manifestar de duas formas, a aguda e a subclínica, dependendo da idade das aves infectadas. A forma subclínica ocorre em galinhas com menos de 3 semanas de idade. Nesta fase ocorre o desenvolvimento do sistema imunitário das aves pela bursa de Fabrício, ou seja, os linfócitos B produzidos nela migram para os órgãos linfoides secundários. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Gumboro/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/PlantasMedicinais/Index.htm" target=_parent><strong>&nbsp;</strong></a></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso de Geoestatístca Aplicada</title>
      <pubDate>Mon, 9 Aug 2010 22:13:43 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/geoestatistica/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<div id=imCel0_00_Cont>
<div id=imObj0_00>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc3 fs18 fb ">Bem-vindo!!<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_center><SPAN class="ff2 fc3 fs18 fb "><br/>CURSO DE GEOESTATÍSTICA APLICADA</SPAN><SPAN class="ff3 fc3 fs12 fb "> <br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff3 fc2 fs12 "><br/><br/>A </SPAN><SPAN class="ff3 fc3 fs12 fb ">FUNDAG </SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs12 ">- Fundação de Apoio a Pesquisa Agrícola e o </SPAN><SPAN class="ff3 fc3 fs12 fb ">INFOBIBOS</SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs12 "> - Informações Tecnológicas para o Agronegócio apresentam o Curso de Geoestatística Aplicada, que será realizado nos dias </SPAN><SPAN class="ff3 fc4 fs12 fb ">29 de novembro a 3 de dezembro de 2010</SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs12 ">, no </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 ">Centro de Convenções do Centro Avançado de Pesquisas em cana-de-açucar - Ribeirão Preto - SP.</SPAN><SPAN class="ff4 fc0 fs10 "> <br/></SPAN></p></div></div>
<div id=imCel0_02>
<div id=imCel0_02_Cont>
<div id=imObj0_02>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Sobre o curso</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "> <br/><br/>O tema versará sobre Geoestatística aplicada em estudos de variabilidade espacial, agricultura de precisão e mapeamento de pragas, doenças e ervas daninhas.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs12 fb ">Público Alvo<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "><br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs12 ">O curso tem como finalidade treinar estudantes e profissionais de pesquisa, ensino e de empresas cujo ramo de atividade necessitam do conhecimento do uso aplicado da geoestatística. É ideal para profissionais que desejam assumir novos desafios, gerando novas idéias para agregar valor a empresa em que trabalha e ao seu currículo.</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs12 "> </SPAN></p></div></div></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Riscos de incêndio no uso de máquinas agrícolas</title>
      <pubDate>Mon, 9 Aug 2010 22:11:38 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/RiscoMaquinas/Index.htm</link>
      <category>Engenharia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[<FONT size=2 face=Arial>&nbsp;</FONT>
<p style="TEXT-ALIGN: justify" class=style67><strong><a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/RiscoMaquinas/Index.htm" target=_parent>Riscos de incêndio no uso de máquinas agrícolas</a><br/></strong><FONT color=#000040><SPAN class=style72>A ocorrência de incêndio em propriedades rurais é geralmente associada às queimadas agrícolas que são praticadas para limpeza do terreno e que fogem de controle. As condições climáticas (clima seco, ventos, raios) potencializam a inflamação de resíduos da cultura e a proliferação do fogo, cuja fumaça pode causar problemas à saúde dos moradores locais e reduzir a visibilidade em rodovias, </SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></p><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial>
<p class=style71>Embora os acidentes de origem mecânica sejam os mais comuns em máquinas mal projetadas ou mal conservadas, os riscos de incêndio no uso de máquinas agrícolas não são tão incomuns e geralmente não são levados em consideração em cursos de treinamentos e ao tomar medidas de prevenção de acidentes na atividade agrícola. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/RiscoMaquinas/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/PlantasMedicinais/Index.htm" target=_parent><strong>&nbsp;</strong></a></FONT></p></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Uma nova chance para a agricultura de precisão: a variabilidade espacial</title>
      <pubDate>Wed, 4 Aug 2010 08:36:22 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/AgriculturaPrecisao/Index.htm</link>
      <category>Agricultura de Precisão</category>
      <description><![CDATA[<p class=style48><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p>A Embrapa lançou no fim de 2009, o projeto “Agricultura de Precisão para a Sustentabilidade de Sistemas Produtivos do Agronegócio Brasileiro (AP2)“, que substituiu o projeto anterior sobre o tema, direcionado para grãos e em contexto mais restrito.</p>
<p class=style48>O projeto AP2 representa um grande desafio, por isso, integra uma rede de mais de 100 pesquisadores, 20 centros da Embrapa, 15 unidades piloto, universidades e empresas parceiras. As unidades piloto são as principais áreas direcionadas para experimentação, envolvendo grãos, frutas, pastagens e florestas. Na década de <?XML:NAMESPACE PREFIX = ST1 /><ST1:METRICCONVERTER ProductID="90 a" w:st="on">90 a</ST1:METRICCONVERTER> agricultura de precisão surgiu como uma alternativa para o cultivo, principalmente de grãos, envolvendo o uso de instrumentação em campo para melhorar a aplicação de fertilizantes e pesticidas, realizar amostragem e preparo do solo, aperfeiçoar o processo de colheita e avaliar a produtividade. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/AgriculturaPrecisao/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/PlantasMedicinais/Index.htm" target=_parent><strong>&nbsp;</strong></a></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Erosão de Conhecimentos sobre Plantas Medicinais: uma ameaça para o futuro da humanidade!?!?</title>
      <pubDate>Mon, 2 Aug 2010 15:20:12 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/PlantasMedicinais/Index.htm</link>
      <category>Plantas Medicinais</category>
      <description><![CDATA[A história da humanidade se escreve com os acontecimentos ocorridos nas gerações humanas que se sucedem. No sentido biológico, cada geração precisou de recursos e procedimentos que garantissem a sua sobrevivência e procriação. Todas tiveram que enfrentar e vencer enfermidades para não sucumbir e cumprir o papel da perpetuação da espécie humana. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN class=style37><SPAN style="mso-spacerun: yes" class=style1>&nbsp;</SPAN><SPAN class=style1>Graças ao êxito “histórico e seletivo” da humanidade diante deste desafio, somos os sortudos e estamos aqui, hoje, para continuar a cumprir, visando sucesso, o papel de fazer<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>prosseguir o desenvolvimento da humanidade. </SPAN><SPAN style="mso-spacerun: yes" class=style1>&nbsp;</SPAN><SPAN class=style1>Entretanto, só as gerações recentes (séculos atual-XXI e passado-XX) passaram a dispor os recursos modernos da medicina oficial para cuidar da saúde. Conseqüentemente, estão melhorando as chances da sobrevivência e procriação, e esperam também melhorar a qualidade de vida individual e coletiva. </SPAN></SPAN></FONT><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/PlantasMedicinais/Index.htm" target=_parent><SPAN class=style40><strong>Saiba mais...</strong></SPAN></a></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/PlantasMedicinais/Index.htm" target=_parent><strong>&nbsp;</strong></a></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>OS ALBATROZES: desajeitados em terra, mas ágeis no ar </title>
      <pubDate>Mon, 2 Aug 2010 15:19:11 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Albatrozes/Index.htm</link>
      <category>Albatrozes</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style26>Quando um navegador baixa dos 20° de latitude sul, poderá ver com certa freqüência o albatroz&shy;errante (<em>Diomedea exulans</em>), maior ave marinha do mundo, planando sobre o oceano com sua majestosa envergadura de até 3,5 metros. Essa é uma dentre as diferentes espécies de albatrozes da família Diomedeidae (ordem Procellariiformes, na taxonomia tradicional, ou Ciconiiformes, segundo a Taxonomia de Sibley&shy;Ahlquist) encontradas nos mares do sul. A família Diomedeidae possui quatro gêneros e 21 espécies, com pelo menos sete ocorrendo no Brasil. Das 21 espécies de albatrozes, 17 vivem nos oceanos do Hemisfério Sul e quatro, nos oceanos do Hemisfério Norte, sendo que 19 delas estão ameaçadas de extinção, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais.</SPAN> <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Albatrozes/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>O atual conhecimento da Flora Brasileira: Briófitas</title>
      <pubDate>Mon, 2 Aug 2010 15:18:22 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Briofitas/Index.htm</link>
      <category>Biodiversidade</category>
      <description><![CDATA[O Brasil conta com cerca de 3.200 táxons de briófitas, sendo 23 táxons de Anthocerotophyta (antóceros), distribuídos em seis gêneros e três famílias; 1023 de Marchantiophyta (hepáticas), em 147 gêneros e 39 famílias e 1154 táxons de Bryophyta (musgos), em 311 gêneros e 76 famílias. Atualmente, 13 pesquisadores desenvolvem trabalhos na área da Briologia no Brasil, destes 11 atuam em seus respectivos estados e apenas dois estudam as briófitas brasileiras de Norte a Sul. Na região Norte do Brasil (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins), há 3 pesquisadores atuando, sendo um em Manaus (AM) e dois em Belém (PA), todos envolvidos em formação de recursos humanos e pesquisas nos respectivos estados, especialmente em taxonomia. Ainda na região Norte, no estado do Acre, pesquisadores do Rio de Janeiro estão estudando a flora briofítica deste estado. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Briofitas/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Indicação de Procedência Pinto Bandeira</title>
      <pubDate>Mon, 2 Aug 2010 15:16:50 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/PintoBandeira/Index.htm</link>
      <category>Certificação de Qualidade</category>
      <description><![CDATA[O Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) deu parecer favorável a concessão da Indicação de Procedência (IP) de vinhos finos e espumantes Pinto Bandeira, área delimitada que integra 6 vinícolas. Essa é a segunda IP de vinhos do Brasil, seguindo o Vale dos Vinhedos. A Indicação de Procedência é uma certificação que aplica conceitos da legislação da propriedade industrial e assegura a origem e padrões de qualidade dos vinhos certificados elaborados pelas vinícolas da Associação dos Produtores de Vinhos de Pinto Bandeira (Asprovinho), detentora da chancela. Segundo o pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, Jorge Tonietto, que coordenou o processo em conjunto com a Asprovinho, Embrapa Clima Temperado, Universidade de Caxias do Sul (UCS) e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o certificado de registro de indicação geográfica deverá ser emitido ainda este ano, quando será lançada oficialmente a Indicação de Procedência de Pinto Bandeira. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/PintoBandeira/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Programa Jardim Escola</title>
      <pubDate>Mon, 2 Aug 2010 15:16:01 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/JardimEscola/Index.htm</link>
      <category>Educação ambiental</category>
      <description><![CDATA[<a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/JardimEscola/Index.htm" target=_parent><strong>Programa Jardim Escola</strong></a>
<p class=style9><FONT color=#000000>A finalidade da aula “Briófitas em jardinagem: definição, importância para o ambiente e jardinagem”, no Curso de Capacitação em Técnicas Profissionais de Jardinagem – Programa Jardim Escola é mostrar como tornar um jardim mais belo com as briófitas. Estas plantas contribuem para embelezar, desde uma paisagem até os menores espaços disponíveis. As briófitas são úteis atualmente, quando se verifica diminuição de terras disponíveis para grandes áreas verdes, devido aumento da população e de suas estruturas. Jardins não surgem por si mesmo, inclusive um jardim de briófitas, que requer investimento de tempo inicial e manutenção. Jardins com cobertura de briófitas semelhante a um “carpete” são encontrados no Japão, raramente em outros países. Em geral, as briófitas não são invasoras, a ponto de suplantar um tipo de vegetação; surgem em áreas desnudas, com temperaturas baixas, sombra excessiva e, geralmente, em solo compacto, com fertilidade e pH baixos, doenças, drenagem deficiente ou inadequada. </FONT><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/JardimEscola/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Efeito de óleos vegetais no controle de Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides</title>
      <pubDate>Mon, 2 Aug 2010 15:15:00 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/OleosVegetais/Index.htm</link>
      <category>Sanidade vegetal</category>
      <description><![CDATA[Dentre as principais doenças do algodoeiro no Brasil, destaca-se a ramulose, causada pelo fungo <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><em>Colletotrichum gossypii</em></FONT><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial> South. var. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" color=#008000 size=2 face=Arial><em>cephalosporioides</em></FONT> Costa, como uma das mais importantes dentre as de origem fúngica e bacteriana, principalmente na região do Cerrado (CIA e FUZATTO, 1999). O patógeno causa o aparecimento de manchas necróticas nas folhas. O tecido necrosado rasga-se e destaca-se, originando lesões perfuradas. Por último, são observadas ramificações dos galhos, internódios curtos e intumescidos, deixando a planta com aspecto ramalhudo, caracterizando o principal sintoma conhecido que define o nome da doença. A exploração da atividade biológica de compostos secundários presentes no extrato bruto ou óleos essenciais de plantas, pode constituir, ao lado da indução da resistência, em uma forma alternativa de controle de doenças nas plantas cultivadas. <FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/OleosVegetais/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Avaliação da toxicidade de misturas: o uso de biomarcadores</title>
      <pubDate>Mon, 2 Aug 2010 15:12:38 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Biomarcadores/Index.htm</link>
      <category>Sustentabilidade ambiental</category>
      <description><![CDATA[<a class=style6 href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Biomarcadores/Index.htm" target=_parent><strong>Avaliação da toxicidade de misturas: o uso de biomarcadores</strong></a>
<p class=style12>A contaminação ambiental desconhece barreiras geográficas, atingindo mananciais e seres vivos, mesmo quando gerada a quilômetros de seu ponto de detecção¹. Por isso, é preciso que se pense responsavelmente a questão da geração de poluentes. &nbsp;Estudos têm demonstrado uma baixa concentração de defensivos agrícolas no ambiente aquático, porém esses valores sofrem grandes aumentos na época de plantio das diferentes culturas, que coincide com o período de maiores taxas pluviométricas. O material que não está ligado à matéria orgânica do solo ou que não foi incorporado pelas plantas acaba sofrendo uma forte lixiviação (deslocamento no perfil do solo), alcançando o ambiente aquático.<FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><strong> </strong><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Biomarcadores/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Importância da qualidade sanitária de sementes de florestais na produção de mudas</title>
      <pubDate>Thu, 22 Jul 2010 10:36:37 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/SementesFlorestais/Index.htm</link>
      <category>Fitossanidade</category>
      <description><![CDATA[As compensações ambientais como a reposição obrigatória de mata nativa nas propriedades rurais e a recuperação de áreas degradadas, visando atender a rigor das leis federais e estaduais, propiciaram o aumento na demanda de sementes de espécies florestais que constituem insumo básico nos programas de recuperação e conservação de ecossistemas. Desta forma, as sementes de espécies florestais ganharam grande importância para a formação de mudas a serem utilizadas em programa de reflorestamento, recuperação de áreas degradadas, arborização urbana e a preservação das espécies em extinção, entre outras atividades, que necessitam deste insumo. <SPAN class=style12>O segmento das espécies florestais vem se organizando de forma efetiva com legislações próprias para atender a demanda de sementes de boa qualidade sanitária e fisiológica. Entretanto, a produção de sementes florestais não é tão simples, pois a maioria das matrizes encontra-se em reservas onde é proibida a extração de material. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/SementesFlorestais/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Avaliação da toxicidade de misturas: o uso de biomarcadores</title>
      <pubDate>Thu, 22 Jul 2010 10:20:48 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Biomarcadores/Index.htm</link>
      <category>Fitossanidade</category>
      <description><![CDATA[A contaminação ambiental desconhece barreiras geográficas, atingindo mananciais e seres vivos, mesmo quando gerada a quilômetros de seu ponto de detecção¹. Por isso, é preciso que se pense responsavelmente a questão da geração de poluentes. &nbsp;Estudos têm demonstrado uma baixa concentração de defensivos agrícolas no ambiente aquático, porém esses valores sofrem grandes aumentos na época de plantio das diferentes culturas, que coincide com o período de maiores taxas pluviométricas. O material que não está ligado à matéria orgânica do solo ou que não foi incorporado pelas plantas acaba sofrendo uma forte lixiviação (deslocamento no perfil do solo), alcançando o ambiente aquático.<FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><strong> </strong><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Biomarcadores/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>IV Seminário Ambicana</title>
      <pubDate>Mon, 19 Jul 2010 08:59:18 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Ambicana/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[O Centro de Cana-de-Açúcar do Instituto Agronômico e Fundag - Fundação de Apoio a Pesquisa Agrícola tem o prazer de convida-los para o<SPAN class="ff2 fc2 fs14 fb "> IV Seminário Ambicana</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "> a se realizar no dia </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs14 fb ">18 de agosto de 2010</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 ">, no auditório do Centro de Cana-de-Açúcar em Ribeirão Preto-SP.</SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs10 "> </SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs12 "><br/>O objetivo é apresentar resultados do Projeto Ambicana, sua importância e repercussão no manejo da cana-de-açúcar nos mais variados solos brasileiros.<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 fb ">Público-alvo:</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs11 "> Engenheiros Agrônomos, Gerentes, Técnicos, Pesquisadores e demais profissionais envolvidos no agronegócio sucroalcooleiro. </SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs10 "><br/></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Recomendações no manejo sanitário de pisciculturas durante o inverno</title>
      <pubDate>Mon, 19 Jul 2010 08:58:26 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/ManejoPsicultura/Index.htm</link>
      <category>Psicultura</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style26>Agora que o inverno se aproxima, algumas medidas preventivas são recomendadas para as pisciculturas. A primeira medida consiste em organizar e planejar as atividades para evitar o manejo dos animais nos períodos mais frios. Em segundo lugar utilizar ração de boa qualidade e, se possível, ração formulada para inverno, iniciando antes do período de inverno. Adotar ações de "Boas Práticas de Manejo" na propriedade como medidas de higiene, acompanhamento da qualidade da água, treinamento da mão-de-obra e evitar sobra de ração, são recomendações básicas que devem ser seguidas na rotina de qualquer piscicultura. No inverno, os cuidados com a alimentação e o monitoramento da qualidade da água devem ser redobrados.&nbsp; </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/ManejoPsicultura/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Reconhecido pelo mérito</title>
      <pubDate>Mon, 19 Jul 2010 08:57:12 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Merito/Index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style26>A imprensa especializada em café noticiou o interesse dos administradores da Bolsa de Nova Iorque em aceitar a origem brasileira para as entregas dos Contratos C negociados por aquela praça. Como já é de amplo conhecimento, saudei essa notícia como a mais relevante para a corrente safra brasileira. Ademais, procurei suscitar as lideranças do agronegócio café em se empenhar por constituir imediatamente lobby, para junto à bolsa, fornecer as informações e estudos necessários e, paralelamente, se interpor a qualquer espécie de oposição que a iniciativa possa reunir (ao menos vigiar os passos dos “hermanos” colombianos). Há cerca de sete anos, por iniciativa dos exportadores brasileiros, houve grande esforço articulado visando o aceite do registro de café lavado brasileiro nas entregas nova-iorquinas. Apesar do sério e competente trabalho desenvolvido, não se obteve o esperado êxito, pois os lobbies colombianos e centro-americanos pressionaram a estrutura legislativa estadunidense que, por sua vez, atuou junto aos administradores da bolsa de Nova Iorque no sentido de descartar essa possibilidade.</SPAN> <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Merito/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>O esporo bacteriano, caracterização quantificação e fisiologia</title>
      <pubDate>Mon, 12 Jul 2010 10:29:07 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/esporos</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[Objetivos: Capacitar o profissional a detectar, quantificar, caracterizar e controlar a incidência de bactérias esporuladas em alimentos e ingredientes. Transmitir o conhecimento requerido para o estudo da fisiologia do esporo com enfoque na indução da sua esporulação e cinética de germinação 
<p>Público Alvo: Engenheiros de alimentos, farmacêuticos, biólogos, microbiologistas e técnicos em controle de qualidade da indústria de Alimentos e Farmacêutica e de instituições de pesquisa. </p>
<p>Métodos e Técnicas: APHA - American Public Health Association. Compendium of Methods for the Microbiological Examination of Foods, 2001 </p>
<p>N° de horas-aula: 30 horas (15 horas teórica e 15 Prática)</p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Controle da murcha bacteriana em substrato para plantio</title>
      <pubDate>Mon, 12 Jul 2010 10:05:13 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/MurchaBacteriana/Index.htm</link>
      <category>Fitossanidade</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style26>A murcha bacteriana, causada por <em>Ralstonia solanacearum </em>(anteriormente denominada <em>Pseudomonas solanacearum</em>), é uma das mais importantes doenças de plantas de origem bacteriana. <em>R. solanacearum </em>é habitante do solo e já foi relatada até em áreas recém-desbravadas. Essa bactéria é encontrada em todo o mundo, especialmente em regiões tropicais e subtropicais, e possui uma ampla gama de hospedeiros, tendo sido descrita em mais de 200 espécies vegetais, incluindo batata, tomate, pimentão, berinjela, banana, helicônia, pepino, abóbora-de-moita, eucalipto, fumo e plantas daninhas. No Brasil, ela se encontra disseminada por quase todo o território nacional, causando prejuízos em diversas culturas. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/MurchaBacteriana/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Bioecologia de Rhyzopertha dominica (Fabricius) 1972 (Coleoptera: Bostrycidae)</title>
      <pubDate>Wed, 7 Jul 2010 15:40:08 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Rhyzopertha/Index.htm</link>
      <category>Pragas de grãos armazenados</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class=style26><FONT size=2 face="Verdana, sans-serif">A <I>Rhyzopertha dominica</I> (Fabr.) (figura 1), conhecida como besourinho dos cereais, é um coleóptero da família Bostrychidae que destrói consideravelmente os grãos deixando-os perfurados e produzindo grande quantidade de resíduos na forma de farinha em decorrência de seus hábitos alimentares, chegando a destruir de 5 a 6 vezes o seu próprio peso em uma semana (Poy, 1991). É a principal praga do trigo armazenado no nosso país, sendo considerada uma das pragas mais destrutivas de grãos armazenados no mundo, devido à alta incidência e a grande dificuldade de se evitar os prejuízos que causa aos grãos (Lorini, 2008) (figura 2). Este inseto pode ser considerado como o menor broqueador dos cereais que existe, o adulto mede de 2 a 3 mm (Loeck, 2002). </FONT></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Rhyzopertha/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Nem dependência nem morte</title>
      <pubDate>Wed, 7 Jul 2010 15:37:33 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/NDNM/Index.htm</link>
      <category>Economia Agrícola</category>
      <description><![CDATA[A sociedade brasileira completa 25 anos de democracia plena, sob o mandamento de eleições amplas e sucessão saudável de orientações políticas na condução da Nação. Concomitantemente, a sociedade civil aprendeu a se organizar, ecoando seus pleitos junto às estruturas de tomada de decisão, conferindo maior vitalidade para a organização política do país. Por mais reconhecidos que sejam os defeitos da democracia brasileira, temos que aceitar que ainda não se descobriu outra forma melhor para se organizar o convívio social. A manifestação da sociedade civil em muitas ocasiões concentra-se apenas na denúncia carecendo de uma via afirmativa que os libertem de posições sinucadas, que até podem atrair a atenção dos inconformados, mas que não constituem bases para o avanço do conhecimento e, conseqüentemente, das suas ações. <FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/NDNM/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Coleções de micro-organismos: experiência global</title>
      <pubDate>Wed, 7 Jul 2010 15:36:29 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Microorganismos/Index.htm</link>
      <category>Biodiversidade</category>
      <description><![CDATA[&nbsp;<FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small" size=2 face=Arial><SPAN style="COLOR: #000000" class=style43>Um acontecimento marcante para a comunidade científica mundial é a realização da XII<SUp> </SUp>Conferência Internacional sobre Coleções de Culturas (ICCC12), Florianópolis, SC, de 26 de setembro a 1<SUp>o</SUp> de outubro de 2010. A infraestrutura das coleções para o avanço da ciência e tecnologia; o impacto da informação e comunicação; desafios para a preservação de recursos biológicos; certificação e acreditação e formação de redes de atividades e cooperação internacional são alguns dos temas a serem debatidos como requisitos para a melhoria da qualidade das coleções. Os micro-organismos, importantes agentes na interação com outras formas de vida ou mesmo livres na natureza, continuam a desafiar os pesquisadores quanto ao seu múltiplo papel para o avanço da ciência e tecnologia. </SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/Microorganismos/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Técnicas para o diagnóstico da bronquite infecciosa das galinhas</title>
      <pubDate>Tue, 29 Jun 2010 08:54:49 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Bronquite/Index.htm</link>
      <category>Avicultura</category>
      <description><![CDATA[<FONT face=Verdana>O Brasil é um dos principais países produtores de carne de frango, sendo que em 2009 produziu 10,9 milhões de toneladas, o que corresponde a 15,3% da produção mundial. Atualmente, o país é o terceiro maior produtor e o maior exportador de carne de frango, comercializando este produto para mais de 150 países. Os dados acima mencionados revelam a importância desta atividade para a economia nacional e como se faz necessário conhecer e controlar a ocorrência das doenças que acometem as aves. Neste contexto, a bronquite infecciosa das galinhas (BIG) é uma doença viral, de caráter agudo, altamente infecciosa, sendo comum em países com grandes plantéis de aves comerciais. Surtos da doença acarretam prejuízos econômicos para a indústria avícola devido à perda de peso e à diminuição da conversão alimentar das aves, além de provocarem quedas na produção e na qualidade dos ovos. </FONT><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Bronquite/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Uso de porta­enxertos – Tecnologia simples e fundamental na cultura da videira</title>
      <pubDate>Tue, 29 Jun 2010 08:53:46 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/PortaEnxertos/Index.htm</link>
      <category>Fruticultura</category>
      <description><![CDATA[Os porta&shy;enxertos de videira, conhecidos popularmente como cavalos ou uva brava, são variedades selecionadas de espécies americanas de <FONT size=2><SPAN style="FONT-FAMILY: T T 17 Bt 00; COLOR: black">Vitis,</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: T T 17 At 00; COLOR: black">ou híbridos de duas ou mais espécies americanas ou, ainda, de uma ou mais espécies americanas com variedades de </SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: T T 17 Bt 00; COLOR: black">Vitisvinifera</SPAN></FONT><SPAN style="FONT-FAMILY: T T 17 At 00; COLOR: black"><FONT size=2>. No geral não produzem frutos ou produzem cachos e bagas pequenas, sem valor comercial (Fig 28). No entanto, são vigorosos e apresentam sistema radicular resistente às pragas e às situações adversas do solo, transmitindo seu vigor e resistência às variedades enxertadas. </FONT></SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: T T 17 At 00; COLOR: black"><FONT class=style43 size=2>Atualmente, os porta&shy;enxertos são o fundamento da viticultura na maior parte das regiões do mundo onde ela é praticada, sendo raros os locais nos quais é possível se prescindir de seu uso, seja pelo isolamento geográfico ou climático, ou ainda, por condições específicas de solo que impossibilitem a sobrevivência de pragas. Mesmo nestas regiões privilegiadas, como no Chile, por exemplo, as diversas vantagens do uso de porta&shy;enxertos vêm fazendo com que os produtores adotem o seu uso, mesmo que isso não se faça necessário. O uso de porta&shy;enxertos na viticultura representa uma tecnologia simples, mas de resultados significativos. </FONT></SPAN>&nbsp;<FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><FONT color=#000080><SPAN class=style40><a style="COLOR: #000080; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/PortaEnxertos/Index.htm" target=_parent><strong>Saiba mais...</strong></a></SPAN></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Avança o conhecimento sobre o pinhão-manso com publicações técnicas da Embrapa Agroenergia</title>
      <pubDate>Tue, 29 Jun 2010 08:52:50 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/PinhaoManso/Index.htm</link>
      <category>Agroenergia</category>
      <description><![CDATA[A procura de fontes alternativas para a produção de biodiesel encontra como alternativa o pinhão-manso, que apresenta um teor elevado de óleo de boa qualidade para a produção do bicombustível. <SPAN class=style43><FONT style="COLOR: #000000" class=style3 size=2>O rendimento potencial de frutos de pinhão manso varia de 2 a 5 toneladas/ por hectare por ano, dependendo do cultivar, solo, nutrientes e condições de precipitação Os grãos contêm entre 30 e 35% de óleo É uma das poucas oleaginosas que não compete diretamente com a agricultura de alimentos, sendo compatível com perfil da agricultura familiar. Apesar das inúmeras potencialidades do pinhão manso, diversos fatores devem ser solucionados para efetiva utilização da espécie no Brasil. Dentre eles estão o conhecimento da variabilidade genética disponível para programas de melhoramento e a possibilidade de utilização da torta, resíduo da extração do óleo, no arraçoamento de animais, a exemplo do que acontece com a de soja. </FONT></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000080; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 700" color=#008000 size=2 face=Arial><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#000080 face=Arial><SPAN class=style39><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/PinhaoManso/Index.htm" target=_parent><SPAN class=style40><strong>Saiba mais...</strong></SPAN></a></SPAN></FONT><SPAN class=style3><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/PinhaoManso/Index.htm" target=_parent>&nbsp;</a></SPAN></FONT>&nbsp;]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Bioecologia de &lt;i&gt;Sitotroga cerealella&lt;/i&gt; Oliver 1789 (Lepidoptera: Gelechiidae).</title>
      <pubDate>Tue, 29 Jun 2010 08:51:34 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Sitotroga/Index.htm</link>
      <category>Pragas de grãos armazenados</category>
      <description><![CDATA[<SPAN style="TEXT-ALIGN: justify; FONT-FAMILY: Arial; COLOR: #000000; FONT-SIZE: 10pt; FONT-WEIGHT: 400"><SPAN style="TEXT-ALIGN: justify; COLOR: #000000; FONT-WEIGHT: 400" class=style12>A espécie <I>Sitotroga cerealella</I> Oliver, conhecida como traça-dos-cereais, pertence à ordem Lepidoptera compreendendo a família Gelechiidae (Athié &amp; Paula, 2002). Segundo Elias &amp; Oliveira (2008) esta é uma praga primária, ataca grãos inteiros, que afeta a superfície da massa de grãos. As larvas destroem o grão, alterando o peso e a qualidade deste. Também ocorre ataque as farinhas, nas quais se desenvolve, causando deterioração de produto pronto para consumo.</SPAN></SPAN><SPAN class=style12><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p> </o:p></SPAN><SPAN style="FONT-STYLE: normal; COLOR: #000000; FONT-WEIGHT: 400" class=style12>Segundo Barrer (1981) <I>S. cerealella </I>pode infestar grãos em desenvolvimento ou maturação no campo, podendo sobreviver por várias gerações mudando de um hospedeiro para outro. Porém, este autor relata que a maioria das infestações no campo se origina, provavelmente, da proximidade do local de armazenamento com o campo. Os adultos são capazes de infestar culturas no campo situadas em torno de <?XML:NAMESPACE PREFIX = ST1 /><ST1:METRICCONVERTER ProductID="1 km" w:st="on">1 km</ST1:METRICCONVERTER> do armazenamento.</SPAN><SPAN class=style12><o:p> </o:p></SPAN><FONT style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: 400" color=#008000 face=Arial><SPAN class=style11><FONT color=#000080><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Sitotroga/Index.htm" target=_parent><FONT color=#000080><strong>Saiba mais...</strong></FONT></a></FONT></SPAN></FONT><SPAN class=style12>&nbsp;</SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Cuidados no preparo do café cereja</title>
      <pubDate>Tue, 22 Jun 2010 07:46:40 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/CafeCereja/Index.htm</link>
      <category>Agricultura</category>
      <description><![CDATA[<SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana"><FONT style="FONT-FAMILY: Arial, Helvetica, sans-serif; COLOR: #000000; FONT-SIZE: x-small; FONT-WEIGHT: 400" size=2>Independente do tipo de colheita, manual ou mecanizada, o importante é manter a planta de café enfolhada, vigorosa e sadia. A arte de produzir café é produzir folhas, que serão essenciais na boa formação das flores, pegamento dos frutos e dos grãos. Não adianta um bom preparo no pós-colheita se não houver trato culturais adequados como: adubação equilibrada, de acordo com análise de solo e folha, controle de pragas, principalmente brocas que afetam diretamente a qualidade; controle de doenças, evitando talhões que tenham sido atacados por ferrugem e cercosporiose, e controle de plantas daninhas pra não ocorrer deficiência de nutrientes e grãos chochos.&nbsp;</FONT></SPAN><FONT color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/CafeCereja/Index.htm" target=_parent><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>A leucemia bovina: o produtor fazendo a sua parte</title>
      <pubDate>Wed, 16 Jun 2010 14:31:38 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/LeucemiaBovina/Index.htm</link>
      <category>Sanidade Animal</category>
      <description><![CDATA[<FONT size=2><FONT face=Arial>Representa um grande desafio a toda cadeia produtiva da bovinocultura brasileira a eliminação do Vírus da Leucemia Bovina (VLB) nos rebanhos. Nos animais, esse vírus causa a Leucemia Bovina (LB), que é uma doença infecto-contagiosa de caráter crônico e que tem um período de incubação de dois a cinco anos. A infecção provoca uma diminuição na produtividade e um aumento na mortalidade dos animais. Atualmente, ela está distribuída em todo mundo, com diferentes percentuais entre países e rebanhos. Países da União Europeia como a Dinamarca, Suécia, Inglaterra e outros como Canadá e EUA têm programas sanitários para controle e erradicação do vírus. <FONT color=#008000><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/LeucemiaBovina/Index.htm" target=_parent><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Bioecologia de Sitophilus zeamais Motschulsky 1885 (Coleoptera: Curculionidae)</title>
      <pubDate>Sun, 13 Jun 2010 15:10:25 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Sitophilus/Index.htm</link>
      <category>Pragas de grãos armazenados</category>
      <description><![CDATA[<FONT size=2><FONT face=Arial><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%">Uma das principais pragas de grãos armazenados no milho é o <I>Sitophilus zeamais</I> Motschulsky (Coleoptera: Curculionidae) popularmente conhecido como gorgulho do milho. Trata-se de uma praga primária e cosmopolita onde os adultos medem 2,0 a 3,5 mm, de coloração castanho-escura com manchas claras nos élitros (asas anteriores), bem visíveis após emergência. Possui a cabeça projetada a frente na forma de rostro curvado. Os machos apresentam rostro curto e grosso, as fêmeas apresentam rostro mais longo e afilado (Lorini &amp; Schneider, 1994; Loeck, 2002)</SPAN>. <SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%">Esta espécie apresenta infestação cruzada, que é a capacidade de infestar os grãos tanto no campo quanto no armazenamento, elevado potencial de multiplicação e possui muitos hospedeiros como trigo, arroz, milho, cevada e triticale (Lorini, 2008). Os danos decorrem da redução de peso e da qualidade do grão (Lorini &amp; Schneider, 1994). </SPAN><FONT color=#008000><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Sitophilus/Index.htm" target=_parent><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Agricultura de precisão e a rastreabilidade de produtos agrícolas</title>
      <pubDate>Thu, 10 Jun 2010 15:38:55 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/AgriculturaPrecisao/Index.htm</link>
      <description><![CDATA[<FONT size=2><FONT face=Verdana>A rastreabilidade é um mecanismo que permite identificar a origem do produto desde o campo até o consumidor, podendo ter sido, ou não, transformado ou processado. É um conjunto de medidas que possibilitam controlar e monitorar todas as movimentações nas unidades, de entrada e de saída, objetivando a produção de qualidade e com origem garantida (SPERS, 2003). <I>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </I>Segundo Toledo (2001), o sistema de rastreabilidade pode ser informatizado ou não e deve permitir rastrear informações de diferentes tipos (referente ao processo, produto, pessoal e ou serviço) a jusante e ou montante de um elo de cadeia ou de um departamento interno de uma empresa. A rastreabilidade possibilita ter um histórico do produto, sendo que a complexidade do conteúdo deste histórico dependerá do objetivo a que se pretende alcançar. Este objetivo pode ser influenciado pelas estratégias adotadas e pelo ambiente externo em que a empresa está inserida. </FONT><FONT color=#008000 face=Arial><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/AgriculturaPrecisao/Index.htm" target=_parent><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Babosa: uma planta bioativa de múltiplas finalidades</title>
      <pubDate>Thu, 10 Jun 2010 15:37:47 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Babosa/Index.htm</link>
      <category>Plantas Aromáticas e Medicinais</category>
      <description><![CDATA[<SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>A babosa, ou aloés, é uma planta de origem africana, amplamente conhecida na cultura popular mundial e brasileira, especialmente por suas propriedades medicinais no tratamento de queimaduras e doenças da pele. Na indústria de cosméticos, a babosa é identificada, também, por seu nome científico, <I>Aloe vera </I>ou, ainda,<I> Aloe barbadensis</I> e possui grande aplicação na produção de xampus e sabonetes. Contudo, seu uso remonta à história de muitos povos, como egípcios, judeus, árabes e africanos. Na Bíblia, é citado o seu uso na aromatização de ambientes. Embora a espécie mais conhecida e estudada seja a <I>Aloe vera</I>, existem pelo menos outras 350 espécies, algumas com ocorrência no Brasil. Este fato justifica um cuidado maior na identificação da espécie, uma vez que elas possuem propriedades terapêuticas diferentes, bem como efeitos toxicológicos distintos. </FONT></SPAN><FONT color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Babosa/Index.htm" target=_parent><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Aspectos morfológicos, biologia, danos e controle do percevejo-do-colmo-do-arroz, Tibraca limbativentris Stal, 1860</title>
      <pubDate>Fri, 4 Jun 2010 19:31:08 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Tibraca/Index.htm</link>
      <category>Fitossanidade</category>
      <description><![CDATA[<FONT size=2><FONT face=Verdana>&nbsp;</FONT><FONT face=Arial>O Percevejo-do-colmo-do-arroz é considerado um dos insetos mais prejudiciais à cultura do arroz no Brasil, principalmente em cultivos irrigados (Ferreira et al. 1997; Martins et al.,2004). As posturas de <I>Tibraca limbativentris</I> ocorrem na superfície das folhas e possuem, aproximadamente, 20 ovos agrupados dispostos alternadamente em duas ou mais fileiras. Os ovos são de formato cilíndricos, medindo 1 mm de comprimento e 0,8 mm de largura possuem coloração esverdeada, escurecendo com a proximidade da eclosão (Botton et al<I>.</I>, 1996; Ferreira et al<I>.</I>, 1997; Silva et al<I>.</I>, 2004). O período ninfal apresenta cinco ínstares. No primeiro, as ninfas têm 1,5 mm de comprimento e 1,0 mm de largura, são de coloração marrom avermelhado, sendo o abdome verde amarelado com manchas marrons. </FONT><FONT color=#008000 face=Arial><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Tibraca/Index.htm" target=_parent><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Pagamento por Serviços Ambientais - 2ª edição</title>
      <pubDate>Wed, 2 Jun 2010 10:49:40 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/psa/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[orário das aulas<br/>8:00h as 18:00h - 10 horas<SPAN class="ff2 fc0 fs10 "> <br/></SPAN>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc0 fs10 "><br/>8:00h - Credenciamento e entrega de Material<br/><br/>8:30 às 8:50h - Abertura do curso e recepção dos participantes.<br/><br/>8:50 às 9:00h - Apresentação do palestrante e explicações gerais.<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs10 ">Palestrante: Biólogo Paulo Henrique Pereira. Diretor Depto. de Meio Ambiente, Prefeitura Municipal de Extrema, MG.<br/><br/>9:00 as 9:30h - Breve apresentação sobre o Programa de Remuneração ao Conservador de Água do Município de Extrema, MG.<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc0 fs10 "><br/>09:30 às 10:00h - Apresentação do vídeo produzido pelo Programa Globo Rural da Rede Globo de Televisão.<br/><br/>10:00 às 10:30h - </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 fi ">coffee break</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 "> <br/><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs10 ">10:30 às 11:15h - Apresentação da concepção inicial do Programa, as estratégias legais, motivação e parcerias, estratégias de implementação, resultados e metas do Programa de Remuneração ao Conservador de Água do Município de Extrema, MG.<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc0 fs10 "><br/>11:15 às 12:30h - Período interativo de reflexão e questionamentos<br/><br/>12:30 às 14:00h - Almoço - (por conta do curso)<br/><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs10 ">14:00 às 18:00 hs Visita técnica monitorada em áreas cujo sistema de conservação já está implantado e/ou em vias de implantação, visualizando,</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 fi "> in loco</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 ">, as estruturas de monitoramento hidrológico do Programa Conservador das Águas. Encerramento e entrega do certificado.</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs10 "> <br/></SPAN></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Biogás da agrosuinocultura: alternativa energética na borda do pantanal</title>
      <pubDate>Wed, 2 Jun 2010 10:48:49 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Biogas/Index.htm</link>
      <category>Agroenergia</category>
      <description><![CDATA[<FONT face=Arial><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%"><FONT size=2>O Plano Decenal de Expansão do Setor Elétrico Brasileiro para o período 2008-2017 prevê a construção de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) com potência igual ou inferior a 10 MW. De acordo com despachos da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), publicados no Diário Oficial da União (DOU) em 10 de março de 2010, a data limite para a formulação dos Projetos Básicos das PCHs de Calcutá, Lagoa Alta, Maringá e Ponte Vermelha na Bacia do Alto Taquari (BAT) foi prorrogada para 23 de agosto de 2010. Essas quatro PCHs têm o potencial programado de gerar conjuntamente 18,5 MW de potência. </FONT></SPAN><FONT color=#008000 size=2><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Biogas/Index.htm" target=_parent><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso teórico Prático: Princípios Básicos de Técnicas Moleculares de Microrganismos e Uso de Ferramentas da Bioinformática</title>
      <pubDate>Wed, 2 Jun 2010 10:01:43 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/biomolecular/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[O desenvolvimento e aplicação de métodos moleculares na identificação de microrganismos têm contribuído nesses últimos anos, para a expansão do conhecimento de novas espécies e a determinação das suas relações filogenéticas no ambiente. A maioria de nosso entendimento se baseia principalmente nas espécies cultiváveis, que representam de 0,1 a 10% do total de microrganismos nos diversos ambientes. Nos últimos 25 anos, uma revolução está ocorrendo na área de microbiologia e ecologia microbiana, com a introdução de técnicas moleculares e ferramentas de bioinformática, permitindo uma análise mais adequada dos microrganismos e suas ações no ambiente. A introdução de métodos analíticos quantitativos e a disponibilidade de padrões de referência têm sido essencial para identificação de microrganismos através do isolamento de ácidos nucléicos de microrganismos e sua identificação posterior por técnicas de PCR “Polymerase Chain Reaction” para amplificar sequências de genes e possibilitar a identificação dos microrganismos por sequenciamento. Técnicas para caracterização (“fingerprinting”) também podem ser utilizadas para investigação da diversidade microbiana e do potencial das atividades microbianas no ambiente<SPAN class="ff1 fc0 fs10 "> <br/></SPAN>
<div id=imCel0_01>
<div id=imCel0_01_Cont>
<div id=imObj0_01>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff4 fc2 fs10 fb ">VAGAS LIMITADAS!!!</SPAN><SPAN class="ff4 fc3 fs10 "> </SPAN><SPAN class="ff3 fc4 fs10 "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc4 fs10 ">Apenas 30 Vagas - garanta a sua fazendo inscrição on-line</SPAN><SPAN class="ff3 fc4 fs10 "><br/><br/></SPAN><SPAN class="ff4 fc2 fs10 fb ">INSCRIÇÕES COM DESCONTO </SPAN><SPAN class="ff3 fc4 fs10 "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc4 fs10 ">Aproveite fazer sua inscrição com desconto o prazo vai até dia 14/06/2010</SPAN><SPAN class="ff3 fc4 fs10 ">.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff4 fc2 fs10 fb ">CURSO TEÓRICO E PRÁTICO </SPAN><SPAN class="ff3 fc4 fs10 "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc4 fs10 ">O CURSO É TEÓRICO E PRÁTICO facilitando o aprendizado.<br/><br/></SPAN><SPAN class="ff4 fc2 fs10 fb ">PÚBLICO ALVO</SPAN><SPAN class="ff2 fc4 fs10 fb "> <br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc4 fs10 ">Pós-graduandos e profissionais de órgãos públicos e empresas privadas que atuem nas áreas da: microbiologia, ecologia microbiana, engenharia, ciência e tecnologia de alimentos, ciências agronômicas, biológicas e florestais e demais profissionais de áreas correlatas envolvidos com biologia molecular.<br/></SPAN></p></div></div></div>
<div id=imCel0_02>
<div id=imCel0_02_Cont>
<div id=imObj0_02>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc2 fs10 fb ">OBJETIVOS<br/></SPAN><SPAN class="ff3 fc2 fs10 ">O curso pretende capacitar técnicos, profissionais ou alunos interessados em temas relacionados com identificação de microrganismos através de técnicas moleculares e aplicação dessas técnicas na análise das estruturas das comunidades microbianas em ambientes alterados. O principal objetivo do curso é de possibilitar um conhecimento técnico-científico que permita estudar a estrutura das comunidades microbianas, tipificação molecular de isolados ambientais, investigação da expressão e abundancia de genes em amostras ambientais, assim como uma introdução aos recursos de bioinformática.<br/></SPAN></p></div></div></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Bioecologia de Lasioderma serricorne Fabricius 1792 (Coleoptera: Anobiidae)</title>
      <pubDate>Wed, 2 Jun 2010 10:00:23 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Lasioderma/Index.htm</link>
      <category>Pragas de Grãos Armazenados</category>
      <description><![CDATA[A espécie Lasioderma serricorne Fabricius (Coleoptera: Anobiidae), popularmente conhecida como bicho do fumo, é encontrada em regiões tropicais, subtropicais e temperadas do mundo (Athié & Paula, 2002). De acordo com Loeck (2002) esta é uma praga primária normalmente encontrada atacando fumo armazenado, porém não apresenta preferência, sendo muito voraz e atacando até produtos de origem animal. Ataca oleaginosas, cereais, grãos de cacau, farinhas, especiarias e frutas secas. Segundo Velasquez & Trivelli (1983) quando estes insetos são submetidos à temperatura de 35 °C, a eclosão se dá após cinco a seis dias, enquanto a 22 °C ocorre após cerca de 22 dias. Saiba mais...]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Agroecologia: Conceitos</title>
      <pubDate>Wed, 2 Jun 2010 09:59:31 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/agroecologia/Index.htm</link>
      <category>Agroecologia</category>
      <description><![CDATA[<FONT size=2><FONT face=Arial>Agroecologia é<B> </B>uma ciência que fornece os princípios ecológicos básicos para o estudo e tratamento de ecossistemas tanto produtivos quanto preservadores dos recursos naturais, e que sejam culturalmente sensíveis, socialmente justos e economicamente viáveis, proporcionando assim, um agroecossistema sustentável. A abordagem agroecológica da produção busca desenvolver agroecossistemas com uma dependência mínima de insumos agroquímicos e energéticos externos. <FONT color=#008000><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/agroecologia/Index.htm" target=_parent><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Bioecologia de Ephestia kuehniella Zeller 1879 (Lepidoptera: Pyralidae)</title>
      <pubDate>Tue, 25 May 2010 08:02:19 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Ephestia/Index.htm</link>
      <category>Pragas de Grãos Armazenados</category>
      <description><![CDATA[<FONT face=Arial><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%"><FONT size=2><em>Ephestia kuehniella</em></FONT></SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%"><FONT size=2> Zeller é um Lepidóptero da família Pyralidae de nome comum traça-da-farinha e ataca vários produtos armazenados, entre os quais podemos citar milho, arroz, trigo e até mesmo rações. Porém apresenta preferência por farinhas, farelos, fubás e outros produtos, sendo uma praga importante em moinhos (Dobie et al., 1984; Gallo et al., 2002). Segundo Loeck (2002) esta espécie é considerada secundária e pode atacar insetos mortos. Segundo este autor esta espécie ao tecer sua seda pode paralisar o maquinário de moinhos. <I>E. kuehniella</I> tece a seda na fase larval para formar um casulo que irá dar proteção na fase de pupa. </FONT></SPAN><FONT color=#008000 size=2><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Ephestia/Index.htm" target=_parent><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Mercado de crédito de Carbono</title>
      <pubDate>Tue, 25 May 2010 08:01:17 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/CreditoCarbono/Index.htm</link>
      <category>Sustentabilidade Ambiental</category>
      <description><![CDATA[O efeito estufa é produzido por uma camada natural de gases na atmosfera da que protege a terra da diminuição excessiva de temperatura, impedindo que o calor se dissipe em níveis que façam o planeta se resfriar em demasia. No final dos anos 60, alguns pesquisadores começaram a perceber uma intensificação desse fenômeno. Eles alertam para o fato de que as enormes emissões de dióxido de carbono (CO<SUB>2</SUB>), além de outros gases, o oxido nitroso (N<SUB>2</SUB>O) e o metano (CH<SUB>4</SUB>) entre outro que absorve maior radiação infravermelha, estariam contribuindo para o aumento da camada natural de gases na atmosfera que produz esse fenômeno. Nesse grupo de gases, o CO<SUB>2</SUB> tem a maior participação com 60% ( IPCC, 2000 e Cole et al., 1995). O problema é que a queima de combustíveis fósseis lança quantidades excessivas desses gases na atmosfera, provocando um aquecimento anormal no planeta. <FONT color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/CreditoCarbono/Index.htm" target=_parent><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Nutrição e imunidade em aves</title>
      <pubDate>Tue, 25 May 2010 08:00:25 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Aves/Index.htm</link>
      <category>Avicultura</category>
      <description><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN-TOP: 0pt; MARGIN-BOTTOM: 0px; MARGIN-RIGHT: 0pt" class=MsoNormal><FONT size=2>A saúde das aves é um fator com profundas implicações para a indústria avícola, devido aos desafios sanitários associados com as práticas de produção intensiva, envolvendo as variáveis de manejo, genética e nutrição. As aves precisam de mecanismos de defesa contra agentes infecciosos e resistir à sua proliferação, o que pode resultar em doença, sendo o sistema imunológico das aves, o responsável pela defesa delas. Uma das áreas da pesquisa que mais tem atraído a atenção dos técnicos em avicultura é a imunomodulação por meio da nutrição. Há estudos nos quais os efeitos de doses de vitaminas, minerais e aminoácidos sobre a imunidade humoral e celular têm sido relatados. As vitaminas são nutrientes essenciais para o desenvolvimento animal, participam no metabolismo como imunomoduladores para melhorar as funções imunológicas e a resistência a infecções em aves e outros animais domésticos. </FONT><FONT color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Aves/Index.htm" target=_parent><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>International Symposium on Genetic Resources of Bamboos and Palms - SYMBAMPALM</title>
      <pubDate>Wed, 5 May 2010 20:08:26 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/symbampalm</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p class=imAlign_center><SPAN class="ff2 fc0 fs10 fb ">SYMBAMPALM -First International Symposium on Genetic Resources of Bamboos and Palms<br/>and<br/>Third International Symposium on Ornamental Palms<br/><br/>Campinas (SP), Brazil, </SPAN><SPAN class="ff2 fc7 fs11 fb ">21-25 November 2010</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 fb "> <br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 "><br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 fb ">"Today's uses, Tomorrow's potentialities: a synergy East-West"<br/></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc2 fs10 fb ">OBJECTIVE</SPAN><SPAN class="ff2 fc2 fs10 "> <br/><br/>Discussions on the state-of-art of research and use of genetic resources of bamboos and palms in the world.</SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 "> <br/></SPAN></p></SPAN>
<p class=imAlign_center><SPAN class="ff2 fc0 fs10 fb ">&nbsp;</p></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Água - Parte II : KH (Dureza de carbonatos); Alcalinidade; DH (dureza total); CO2 (gás carbônico)</title>
      <pubDate>Wed, 5 May 2010 20:04:44 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Agua2/index.htm</link>
      <category>Água</category>
      <description><![CDATA[<SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; COLOR: black"><FONT size=2>A dureza de carbonatos também é conhecida como dureza em carbonatos, dureza carbonatada, alcalinidade/KH, potencial alcalino, capacidade de tamponamento, dureza temporária ou fração instável da dureza total. A dureza de carbonatos/carbonatada se refere apenas aos carbonatos e bicarbonatos dissolvidos na água, pois existem outros compostos, inclusive alguns fosfatos, silicatos e outros que também possuem o efeito tampão. Cuidado: os testes/kites para determinação de KH, na maioria das vezes, para esta variável medem e/ou nos dão idéia, portanto da alcalinidade total, e não apenas os carbonatos e bicarbonatos dissolvidos na água. Esses testes não deixam de ser corretos, pois em ambientes fechados (tanques de criação, aquários), os principais compostos alcalinos são os bicarbonatos e os carbonatos. </FONT></SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Agua2/index.htm" target=_parent><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Encontro Técnico sobre Mosca dos Estábulos, Associada à Vinhaça no Cultivo da Cana-de-açúcar</title>
      <pubDate>Mon, 3 May 2010 10:58:10 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/mosca/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<SPAN class="ff2 fc6 fs10 ">O Instituto Biológico estará promovendo no dia 25 de maio de 2010, na sua sede, em São Paulo/SP o </SPAN><SPAN class="ff2 fc6 fs10 fb ">Encontro Técnico sobre Mosca dos Estábulos, Associada à Vinhaça no Cultivo da Cana-de-açúcar.<br/></SPAN><SPAN class="ff2 fc6 fs10 "><br/></SPAN>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc6 fs10 ">O evento tem como objetivo trocar experiências técnicas para um melhor entendimento dos recentes surtos de </SPAN><SPAN class="ff3 fc6 fs10 fi "><em>Stomoxys calcitrans</em></SPAN><SPAN class="ff2 fc6 fs10 ">, discutir e divulgar as formas de controle do inseto, identificar linhas de pesquisa nas diferentes áreas envolvidas e divulgar os produtos químicos registrados para o controle do parasita.<br/><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc6 fs10 ">O encontro tem como publico alvo: Médicos Veterinários, Engenheiros Agrônomos, Pesquisadores, Estudantes de Graduação e Pós-Graduação, além de Produtores Rurais e Interessados em Geral.<br/><br/></SPAN></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>O programa nacional de produção de biodiesel e as sementes CATI</title>
      <pubDate>Mon, 3 May 2010 10:57:13 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/BiodieselCATI/Index.htm</link>
      <category>Agroenergia</category>
      <description><![CDATA[<SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 10pt">A preocupação com o aumento dos gases do efeito estufa tem acelerado, em todo o mundo, a busca por tecnologias limpas na produção dos combustíveis líquidos. O uso de biocombustíveis derivados da biomassa é a melhor alternativa no momento, tanto pelo prisma ambiental quanto pelo econômico, como pode ser constatado na substituição da gasolina pelo etanol ou na do diesel fóssil pelo biodiesel.&nbsp; A produção de biodiesel em escala industrial, teve inicio com a criação do Programa Nacional de Produção de Biodiesel, pela Lei 11.097, de 13 de janeiro de 2005 e, em breve espaço de tempo, ou seja, pouco mais de quatro anos, estamos produzindo 1,6 bilhão de litros de biodiesel, satisfazendo a obrigatoriedade da adição de 4 % de biodiesel ao diesel fóssil consumido em todo território nacional. Para este pequeno percentual de adição de biodiesel, que se constitui num grande volume, é preciso considerável produção de oleaginosas. Para que isso ocorra, não basta termos 200 espécies com potencial de produção de óleo, como é apregoado constantemente, há necessidade de ações concretas para que haja disponibilidade de sementes de espécies que tenham capacidade de produzir grandes colheitas com viabilidade econômica, sem comprometer o meio ambiente. </SPAN><FONT color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/BiodieselCATI/Index.htm" target=_parent><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Associativismo entre vendedores de leite em MS: melhor para o bolso do produtor e para a saúde do consumidor</title>
      <pubDate>Wed, 28 Apr 2010 11:01:22 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Associativismo/Index.htm</link>
      <category>Associativismo e Cooperativismo</category>
      <description><![CDATA[<FONT color=#003300 size=2 face=Arial>O associativismo no meio rural proporciona condições para que seus integrantes façam frente aos grandes empreendimentos, aumentando o volume de comercialização e, consequentemente, seu poder de negociação. Além disso, favorece o acesso a políticas públicas e novas tecnologias. Uma experiência bastante particular e promissora é vivida pelos produtores e vendedores ambulantes de leite de Dourados e região. No Brasil, estima-se que entre 29 e 30% do leite comercializado seja informal ou clandestino, sendo vendido diretamente ao consumidor sem qualquer garantia de que atendam às condições mínimas de higiene. O consumo de leite informal pode levar a transmissão de doenças infectocontagiosas como brucelose, tuberculose e salmonelose, entre outras, além de poder veicular toxinas. Muitas vezes, este leite fica exposto à temperatura ambiente por muito tempo até ser vendido, o que favorece a multiplicação de microorganismos e gera riscos à saúde do consumidor.<FONT color=#008000 size=2 face=Arial> <SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Associativismo/Index.htm" target=_parent><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Horticultura urbana e periurbana</title>
      <pubDate>Tue, 20 Apr 2010 15:15:11 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Apresentacoes/2009/Horticultura/index.html</link>
      <category>Horticultura</category>
      <description><![CDATA[Apresentação em Flash. <a href="http://www.infobibos.com/Apresentacoes/2009/Horticultura/index.html">Assista aqui...</a>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>IV Workshop: Agroenergia:  Matéria Primas</title>
      <pubDate>Tue, 20 Apr 2010 15:14:10 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Agroenergia/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[Em 2007, 2008 e 2009 foram realizados o <SPAN class="ff2 fc0 fs10 fb ">"WORKSHOP Agroenergia: matérias primas"</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 "> na Associação de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Ribeirão Preto, visando debater oportunidades decorrente dos avanços na matriz energética brasileira e mundial, correlacionada a consciência ambiental e necessidade econômica. O I, II e III WORKSHOP Agroenergia: matérias primas foram um sucesso, com mais de 250 participantes em cada versão.<br/><br/><br/>O Evento "IV WORKSHOP Agroenergia: matérias primas", tem como objetivo fomentar um amplo debate acerca das questões da produção de etanol, biodiesel, bioetanol, cultura da cana-de-açúcar e culturas agroenergéticas, com enfoque na fitossanidade.<br/>O evento será realizado com organização de painéis e formação de mesas de debates, espaços para patrocinadores, possibilidade de pôsteres e stands. Os principais temas a serem debatidos serão:<br/><br/>Ø Potencial dos Biocombustíveis para o Brasil;<br/>Ø A fitossanidade e as barreiras comerciais<br/>Ø Avanços tecnológicos na cultura da cana-de- açúcar e Culturas agroenegéticas, com ênfase na conservação dos solos e fitossanidade<br/>Ø Pesquisa e Desenvolvimento de matérias primas para produção e uso de Biocombustíveis.<br/>Ø Biocombustíveis e a questão ambiental;<br/>Ø Consorciação de culturas, alimentos e energia<br/><a href="http://www.infobibos.com/Agroenergia/">Saiba mais...</a></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Mosaico da roseira</title>
      <pubDate>Mon, 19 Apr 2010 08:52:23 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/MosaicoRoseira/Index.htm</link>
      <category>Fitossanidade</category>
      <description><![CDATA[<FONT size=2><FONT face=Arial>A rosa (<em>Rosa</em> sp., Rosaceae) na sua forma selvagem existe há 35 milhões de anos, de acordo com a datação de fósseis encontrados no Extremo Oriente, Europa e EUA, e os primeiros exemplares parecem ter sido cultivados nos jardins da China, há 5.000 anos. Na antiguidade, os romanos aprenderam com os gregos a admirar as flores que eram plantadas principalmente em mosteiros, na Idade Média. A rosa passou a ser a flor preferida do Império Romano, a tal ponto que Roma passou a produzir e consumir flores, principalmente rosas importadas do Egito. Com a grande demanda, o preço começou a se elevar e passou a ser um produto altamente rentável. Assim, os lavradores substituíram o cultivo do trigo pelo das rosas, o que provocou sérios problemas econômicos. Muitas espécies foram perdidas durante a queda do Império Romano e a invasão da Europa pelos muçulmanos. Após a conquista da Pérsia, no século VII, os muçulmanos desenvolveram gosto pelas rosas e, na medida em que o Império se expandiu da Índia à Espanha, muitas variedades foram novamente introduzidas na Europa (“old roses”) e, posteriormente, nas diversas regiões do mundo (“modern roses”). Atualmente, existem cerca de 30.000 variedades de rosas com as mais diversas formas e cores, resultantes de cruzamentos entre <em>Rosa odorata</em>,<em> R. multiflora</em>, <em>R. pensilla</em>, <em>R. semperflorens</em>, <em>R. chinensis </em>entre outras. <FONT color=#008000><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/MosaicoRoseira/Index.htm" target=_parent><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>V Congresso Brasileiro de Biometeorologia</title>
      <pubDate>Mon, 19 Apr 2010 08:43:35 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/VCBB/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc4 fs10 ">O </SPAN><SPAN class="ff2 fc4 fs10 fb ">V Congresso Brasileiro de Biometeorologia </SPAN><SPAN class="ff2 fc4 fs10 ">tem os seus objetivos e finalidades traçados de forma a contribuir para trazer à sociedade científica brasileira, novos conceitos e tecnologias, que ajudem a minimizar os efeitos climáticos adversos sobre a saúde, reduzir a poluição ambiental, melhorar a produtividade agropecuária e gerar novas oportunidades de emprego e uma melhor distribuição de renda.</SPAN><SPAN class="ff1 fc4 fs10 "> <br/></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc3 fs10 ">O I Congresso Brasileiro de Biometeorologia foi realizado na Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias/UNESP, Jaboticabal, SP, em 1995. Em 1998 foi realizado o II Congresso Brasileiro de Biometeorologia na Faculdade de Medicina Veterinária/UFG, Goiânia, GO. E, o III Congresso Brasileiro de Biometeorologia realizou-se em 2001, na Universidade Estadual de Maringá,UEM, Maringá, PR. O IV Congresso Brasileiro de Biometeorologia realizou-se em 2006, em Ribeirão Preto, sob a coordenação do Instituto de Zootecnia e APTA Regional</SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs10 fb ">. </SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs10 fb ">Em 2010 o evento será sediado na ESALQ/USP onde os profissionais, técnicos, estudantes e população poderão discutir os efeitos das Mudanças climáticas no planeta terra.</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs10 ">&nbsp; <a href="http://www.infobibos.com/VCBB/">Saiba mais...<br/></a></SPAN></p></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Água - Parte I</title>
      <pubDate>Mon, 19 Apr 2010 08:42:05 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Agua/Index.htm</link>
      <category>Água</category>
      <description><![CDATA[<FONT size=2 face=Arial>No fim do século XVIII a água ainda era considerada como um elemento simples e somente com os trabalhos de Lavoisier, Laplace e Meussnier, (a partir de 1777), conseguiu-se definir suas naturezas compostas, constituídas de oxigênio e hidrogênio, numa proporção de 16g de oxigênio para 2g de hidrogênio, (exatamente 2,016g de hidrogênio). A simbologia química atual determina que a formula da molécula da água seja H<SUB>2</SUB>O, dando-nos a idéia que seja de estrutura física de seqüência linear com seus três átomos unidos por covalência, tendo-se no centro o átomo de oxigênio ligado aos dois átomos de hidrogênio, numa formação retilínea, assim: H&nbsp; -&nbsp; O&nbsp; -&nbsp; H. Porém, tal representação física, de configuração tão simples, não se faz capaz de explicar as várias propriedades (físicas), especiais características desse composto, como por exemplo: expandir o seu volume ou capacidade de ocupar maior espaço quando em estado cristalino, e outra de apresentar sua densidade máxima na temperatura de 4ºC, ainda no estado líquido.</FONT><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Agua/Index.htm" target=_parent><FONT color=#000000 size=2 face=Arial> </FONT></a><FONT color=#008000><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Agua/Index.htm" target=_parent><FONT color=#000080 size=2>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Epidemia da vaca louca</title>
      <pubDate>Thu, 15 Apr 2010 15:46:51 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/VacaLouca/Index.htm</link>
      <category>Sanidade Animal</category>
      <description><![CDATA[<SPAN style="COLOR: black"><FONT size=2>A Doença ou Mal da Vaca Louca é conhecida tecnicamente como Encefalopatia Espongiforme<SPAN style="LETTER-SPACING: 5pt"> </SPAN>Bovina<SPAN style="LETTER-SPACING: 5pt"> </SPAN>(ECB)<SPAN style="LETTER-SPACING: 5pt"> </SPAN>-<SPAN style="LETTER-SPACING: 5pt"> </SPAN>optamos<SPAN style="LETTER-SPACING: 5pt"> </SPAN>por<SPAN style="LETTER-SPACING: 5pt"> </SPAN>usar<SPAN style="LETTER-SPACING: 5pt"> </SPAN>a<SPAN style="LETTER-SPACING: 5pt"> </SPAN>abreviatura<SPAN style="LETTER-SPACING: 5pt"> </SPAN>inglesa,<SPAN style="LETTER-SPACING: 4pt"> </SPAN>BSE (Bovine Spongiform Encephalopathy), como é conhecida internacionalmente. A<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>BSE<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>é<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>uma<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>das<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>várias<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>Encefalopatias<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>Espongiformes<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>Transmissíveis<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>(TSE,<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt">&nbsp; </SPAN>- "Transmissible<SPAN style="LETTER-SPACING: 5pt"> </SPAN>Spongiform<SPAN style="LETTER-SPACING: 5pt"> </SPAN>Encephalopathy")<SPAN style="LETTER-SPACING: 5pt"> </SPAN>causadas<SPAN style="LETTER-SPACING: 5pt"> </SPAN>por<SPAN style="LETTER-SPACING: 5pt"> </SPAN>um<SPAN style="LETTER-SPACING: 5pt"> </SPAN>novo<SPAN style="LETTER-SPACING: 5pt"> </SPAN>tipo<SPAN style="LETTER-SPACING: 5pt"> </SPAN>de agente<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>de<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>doença,<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>o<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>príon<SPAN style="LETTER-SPACING: 3pt"> </SPAN>patogênico,<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>em<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>várias<SPAN style="LETTER-SPACING: 3pt"> </SPAN>espécies<SPAN style="LETTER-SPACING: 3pt"> </SPAN>animais<SPAN style="LETTER-SPACING: 3pt"> </SPAN>(incluindo<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>a humana). As TSE são grupos de doenças cuja compreensão é dificultada por várias razões. Uma<SPAN style="LETTER-SPACING: 4pt"> </SPAN>delas<SPAN style="LETTER-SPACING: 4pt"> </SPAN>é<SPAN style="LETTER-SPACING: 4pt"> </SPAN>exatamente<SPAN style="LETTER-SPACING: 4pt"> </SPAN>a<SPAN style="LETTER-SPACING: 4pt"> </SPAN>complexidade<SPAN style="LETTER-SPACING: 4pt"> </SPAN>do<SPAN style="LETTER-SPACING: 4pt"> </SPAN>comportamento<SPAN style="LETTER-SPACING: 4pt"> </SPAN>do<SPAN style="LETTER-SPACING: 4pt"> </SPAN>agente. </FONT></SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/VacaLouca/Index.htm" target=_parent><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso Teórico Prático: Aplicação de Produtos Domissanitários</title>
      <pubDate>Tue, 13 Apr 2010 10:06:06 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/domissanitarios/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<H2><SPAN class="ff2 fc3 fs10 fb ">Data: 13/05/2010</SPAN></H2>
<H2>Programação</H2>
<div id=imPage>
<div id=imCel0_01>
<div id=imCel0_01_Cont>
<div id=imObj0_01>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc0 fs10 ">8:30 - 9:00h - Credenciamento<br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs10 "><br/>9:00 - 10:30h - Tecnologia de Aplicação de Produtos Domissanitários: Economia e Eficiência. (José Maria Fernandes dos Santos - Pesquisador Científico/Instituto Biológico)<br/><br/>10:30-10:45h - Intervalo café<br/><br/>10:45-12:00h - Equipamentos de Proteção Individual para Aplicação de Produtos Domissanitários (Dr. Hildebrando Montenegro - Subgerência de Vigilância e Controle de Animais Sinantrópicos/CCZ/COVISA/SMS/PMSP)<br/><br/>12:00h - Intervalo almoço<br/><br/>13:00-14:00h - Controle Químico de Insetos Rasteiros (Dr. Marcos R. Potenza - Pesquisador Científico, Especialista em Entomologia Urbana/Instituto Biológico)<br/></SPAN></p><SPAN class="ff2 fc0 fs10 ">
<p class=imAlign_left><br/>14:00-14:45h - Equipamentos para Aplicação de Domissanitários (Julio Flavio Cassin/Guarany Ind. Ltda).<br/><br/>14:00-14:45h - Intervalo café<br/><br/>15:00-16:00h - Prática de Aplicação de Domissanitários: (Julio Flavio Cassin/Guarany Ind. Ltda).<br/><br/>16:00h - Sorteio Promocional de Equipamentos, EPI e entrega de Certificados </p>
<p class=imAlign_left><a href="http://www.infobibos.com/domissanitarios/">Saiba mais.....</a></SPAN></p></div></div></div></div>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Influência das fumonisinas sobre as aves</title>
      <pubDate>Mon, 12 Apr 2010 14:51:17 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Fumonisinas/Index.htm</link>
      <category>Sanidade Animal</category>
      <description><![CDATA[<FONT size=2><FONT face=Arial>O crescimento fúngico e a subsequente contaminação de alimentos animais e humanos por micotoxinas representam tanto um risco para a economia, quanto à saúde humana e animal. As micotoxinas de maior preocupação são produzidas por três gêneros de fungos: <em>Aspergillus</em>, <em>Fusarium </em>e <em>Penicillium</em>. As principais classes de micotoxinas incluem as aflatoxinas, os tricotecenos, as fumonisinas, a zearalenona, a ocratoxina A e os alcaloides do ergot. Nos países da América Latina, incluindo Brasil, Peru, Venezuela e Argentina, as aflatoxinas e as fumonisinas são as micotoxinas mais encontradas. No entanto, quando a estação fria vem acompanhada de alta umidade, a ocratoxina A, toxina T-2, deoxinivalenol (DON, vomitoxina), zearalenona e outras toxinas de Fusarium tornam-se comuns nesses países. <FONT color=#008000><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Fumonisinas/Index.htm" target=_parent><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>X Curso a distância: Tópicos da Cultura da cana-de-açúcar</title>
      <pubDate>Mon, 12 Apr 2010 07:41:25 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/cursocana/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[As aulas serão semanais e disponibilizadas na Internet, em site específico para o curso, todas as segundas-feiras, bem como as atividades a serem desenvolvidas. Durante a semana de cada aula, o aluno dispõe do tira-dúvidas on-line para esclarecimentos junto ao professor responsável pela aula.<br/><br/>O curso visa dar aos participantes informações sobre:<br/><br/>- Uma visão geral sobre a botânica e a fisiologia da cana-de-açúcar abrangendo brotação, desenvolvimento radicular, crescimento e maturação.<br/><br/>- Critérios de classificação de solos, critérios pedológicos visando o enquadramento nos ambientes de produção de cana de açúcar.<br/><br/>-Melhoramento genético e manejo varietal em cana-de-açúcar: histórico, variabilidade, seleção, e obtenção de variedades, conceitos de manejo varietal, principais variedades.<br/><br/>- Adubação e calagem da cana-de-açúcar.<br/>Exigências nutricionais, uso de calcário e gesso, adubação com macro e micronutrientes, uso de resíduos como fonte de nutrientes.<br/><br/>- Operações mecanizadas de preparo e cultivo, incluindo-se métodos para se avaliar a necessidade de realizar subsolagem.<br/><br/>- Formação de viveiros e doenças da cana–de-açúcar: ocorrências, danos, identificação, manejo e métodos de controle.<br/><br/>- Pragas e nematóides: espécies mais importantes, ocorrência, danos, métodos de levantamento e de controle, manejo.<br/><br/>- Plantas daninhas: Identificação e quantificação; principais tipos de controle; resistência de plantas daninhas à herbicidas<br/><br/>- Modalidades e avaliação dos sistemas de colheita manual, mecanizada, crua ou queimada. Noções de transporte, recepção da cana e integração entre as diferentes fases desses processos.<br/><br/>- Conhecimento das transformações estruturais do setor sucroalcooleiro: uma visão conceitual sobre competitividade, uma visão histórica das mudanças e uma visão de possíveis estratégias empresariais. Custos de produção.<br/><br/>AULAS PRÁTICAS (presenciais):<br/>Serão realizadas 4 aulas práticas, sendo duas no meio do curso e outras duas ao final do curso, em locais a serem definidos nas regiões de Piracicaba e Ribeirão Preto.]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Influenza A H1N1 – “Gripe Suína”</title>
      <pubDate>Fri, 9 Apr 2010 10:00:24 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/GripeSuina/Index.htm</link>
      <category>Sanidade Animal</category>
      <description><![CDATA[<FONT size=2><FONT face=Arial>Em 2009 ocorreu um surto de gripe causado por um Influenzavírus A diferente do vírus sazonal que ocorre anualmente no mundo. A doença causada pelo Influenzavírus A H1N1, erroneamente chamada de “gripe suína”, aparentemente surgiu em La Glória, Perote, México, no mês de março de 2009. Para entendermos melhor essa nova gripe, é necessário entendermos o agente causal. A família Orthomyxoviridae possui cinco gêneros, sendo 3 deles Influenzavirus, tipos A, B e C. O gênero Influenzavirus A possui uma classificação baseada em duas proteínas importantes para infecção e disseminação, a hemaglutinina (H1-16) e neuraminidase (N1-9). Os Influenzavirus A possuem oito segmentos de RNA fita simples em seu genoma e em casos de um hospedeiro se infectar com duas cepas diferentes, esses vírus podem trocar material genético e gerar uma novidade variedade viral que não existia antes. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, Atlanta) pesquisou o genoma do novo vírus e chegou à conclusão que, provavelmente, 4 vírus diferentes trocaram material genético para que ocorresse o surgimento desse que circula atualmente (1 vírus humano, 1 vírus de suínos, 1 vírus de aves e 1 cepa não definida, mas com características euroasiáticas).<FONT color=#ffffff> </FONT><FONT color=#008000><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/GripeSuina/Index.htm" target=conteúdo><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso Pagamento por Serviços Ambientais. Projeto Conservador das Águas Extrema-MG</title>
      <pubDate>Thu, 8 Apr 2010 11:25:38 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/psa/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[o <SPAN class="ff2 fc0 fs10 fb ">Curso de Pagamento por Serviços Ambientais</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 "> - </SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs10 fb ">Projeto Conservador das Águas</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 ">. O Curso será realizado no Departamento de Secretaria do Meio Ambiente de Extrema-MG, no dia </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 fb ">23 de abril de 2010</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 ">.<br/><SPAN class="ff2 fc0 fs10 ">O grande objetivo do programa Conservador das Águas é garantir a sustentabilidade socioambiental das práticas implantadas por meio do pagamento pelos serviços ambientais e gerar incentivos econômicos a proprietários que ainda têm áreas de floresta nativa e/ou que querem se adequar ao código florestal vigente. Este projeto é a primeira iniciativa municipal brasileira que implanta o Pagamento por Serviços Ambientais baseada na relação existente entre a floresta e os serviços prestados por ela em relação à qualidade e quantidade de água.<br/><br/>Projeto pioneiro brasileiro onde a Cidade de Extrema-MG implantou o projeto "Conservador das Águas". O maior beneficiado do projeto é a Região Metropolitana de São Paulo, uma vez que grande parte da água produzida em Extrema, através do Jaguari desembocam no Sistema Cantareira, o maior sistema de abastecimento de água da América do Sul e fonte de 50% da água que chega à 9 milhões de pessoas da região metropolitana de São Paulo. Deve ser considerado ainda que na capital paulista, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), utiliza cinco vezes mais produtos químicos para tratar a água da represa de Guarapiranga do que para o sistema Cantareira.</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs10 ">&nbsp; <a href="http://www.infobibos.com/psa/">Saiba mais...</a><br/></SPAN></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Nova ferramenta disponibilizada pela Embrapa ajuda a entender melhor a legislação que incide sobre os recursos genéticos no Brasil</title>
      <pubDate>Thu, 8 Apr 2010 09:33:47 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Ferramenta/Index.htm</link>
      <category>Recursos Genéticos</category>
      <description><![CDATA[<SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana">Recurso genético é a parte da biodiversidade&nbsp;&nbsp; que apresenta valor real ou potencial para a humanidade. O Brasil é privilegiado em relação a esses recursos, já que a sua biodiversidade compreende 20% de todas as espécies de plantas, animais e microrganismos do planeta, o que representa o maior patrimônio biológico do mundo. A nova ferramenta tem como objetivo oferecer aos usuários informações organizadas sobre a legislação relacionada a recursos genéticos nativos e exóticos, incluindo a definição de conceitos relevantes acerca deste tema, documentos, instruções normativas e outros instrumentos legais sobre questões muito demandadas no Brasil, como a coleta e acesso a recursos genéticos, além de transporte, entre outras. </SPAN><FONT color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Ferramenta/Index.htm" target=conteúdo><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Curso Extensivo de Produção de Águas e Recuperação de Nascentes</title>
      <pubDate>Thu, 8 Apr 2010 09:33:43 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/nascentes/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: center" class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc2 fs10 "><B>OBJETIVOS</B></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc2 fs10 ">Capacitar profissionais de nível técnico e superior, agricultores rurais e demais profissionais ligados à agricultura, ecologia e, especificamente, aos recursos hídricos para a produção de água. Essa capacitação se dará através da apresentação, estudo e discussão de práticas que devem ser executadas no meio rural que promovem a captação, conservação e melhor aproveitamento da água na propriedade rural, bem como das práticas de conservação e recuperação das nascentes e demais mananciais hídricos.</SPAN><SPAN class="ff1 fc0 fs10 ">&nbsp; <a href="http://www.infobibos.com/nascentes/">Saiba mais</a></SPAN></p>
<p class=imAlign_justify><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; COLOR: #ffffff"><FONT size=2>O presente curso tem como objetivo principal de conscientizar e capacitar o produtor rural a produzir mais água, recuperando&nbsp; a capacidade de preservá-la ao nível da propriedade rural.</FONT></SPAN></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Ações para o desenvolvimento de processos industriais para conversão de biomassa em biocombustíveis</title>
      <pubDate>Tue, 6 Apr 2010 09:54:27 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Biomassa/Index.htm</link>
      <category>Agroenergia</category>
      <description><![CDATA[<FONT face=Arial><SPAN style="LINE-HEIGHT: 115%"><FONT size=2>Uma visão da tendência internacional no desenvolvimento de biocombustíveis, partilhada por muitos especialistas, é a de que os biocombustíveis de primeira geração (etanol de sacarose e amido; biodiesel produzido pela transesterificação de óleos e gorduras com etanol ou metanol) atualmente disponíveis serão seguidos pelos chamados “biocombustíveis de segunda geração”, que incluem diesel produzido por gás de síntese em processos termoquímicos e etanol a partir de materiais lignocelulósicos por processos químicos e enzimáticos. Em seguida, nesta linha do tempo, biorrefinarias integradas serão construídas para aproveitamento integral de energia, biocombustíveis e um grande número de produtos químicos e bioquímicos a partir da biomassa. Para todos os países, o desafio das políticas públicas para energia é basicamente o de garantir o abastecimento a longo prazo e obter menores preços e diversificação de fontes mantendo a competitividade da energia produzida localmente. Tais objetivos devem ser alcançados considerando-se o desenvolvimento sustentável e minimizando os problemas ambientais causados pelas emissões. </FONT></SPAN><FONT color=#008000 size=2><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Biomassa/Index.htm" target=conteúdo><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Balança comercial dos agronegócios paulista e brasileiro: comportamento no período 1997-2009</title>
      <pubDate>Mon, 5 Apr 2010 09:06:30 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/BalancaComercial/Index.htm</link>
      <category>Economia</category>
      <description><![CDATA[Nos últimos anos da década de 1990 as exportações dos agronegócios paulistas diminuíram, passando de US$ 6,36 bilhões em 1997, para US$ 5,46 bilhões em 2000. A partir de então passaram a exibir nítida tendência de crescimento, terminando essa fase em 2008 com US$ 16,99 bilhões. Em 2009 há reversão do crescimento contínuo recuando para US$ 15,98 bilhões. As importações dos agronegócios paulistas caíram durante os seis primeiros anos da série analisada, de US$ 5,59 bilhões em 1997, para US$ 3,02 bilhões em 2002. Em 2003 iniciou-se fase de crescimento, terminando esse ciclo em 2008 com US$ 7,78 bilhões. Em 2009, as aquisições externas setoriais paulistas recuam para US$ 6,30 bilhões. <FONT color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/BalancaComercial/Index.htm" target=conteúdo><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Sistemas de produção de milho safrinha em Mato Grosso do Sul. - 2009</title>
      <pubDate>Mon, 5 Apr 2010 09:05:13 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/SisSafrinha/Index.htm</link>
      <category>Agricultura</category>
      <description><![CDATA[<FONT size=2><FONT face=Arial>A economia de Mato Grosso do Sul (MS) sustentou-se através da extração da erva-mate e a criação de gado até a década de 1960, quando surgiu a primeira estrada asfaltada, ligando o Sul do Estado a São Paulo. Nesse período, foram cultivados os primeiros campos de soja na região de Maracaju, que só evoluíram com a introdução dos primeiros tratores, o cultivo de soja e recuperação de pastagens degradadas (Guimarães, 1999). O aproveitamento da infra-estrutura, ociosa no outono-inverno, introduziu o trigo no cultivo após a soja (Tomasini, 1982). Mato Grosso do Sul localiza-se entre as latitudes 17º35’ e 23º58’ Sul e as longitudes 51º03’ e 57º53’ Oeste, com altitude média de 368 m; possui instabilidade climática no outono-inverno (Lazzarotto, 2002) e o modelo agrícola predominante contém a soja no verão como principal cultura econômica. Estes são alguns dos fatores que interferem na área de milho safrinha, no entanto a área cultivada tem evoluído nos últimos anos (Figura 1), principalmente pela grande oferta de tecnologias e estrutura dos agricultores para o cultivo da sucessão soja-milho safrinha. <FONT color=#008000><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/SisSafrinha/Index.htm" target=conteúdo><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Sistema Brasileiro de Classificação de Solos: Implicações agrícolas e não agrícolas</title>
      <pubDate>Sun, 4 Apr 2010 19:41:13 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/cursosonline/classolos/</link>
      <category>Cursos e eventos</category>
      <description><![CDATA[<p class=imAlign_justify><SPAN class="ff2 fc0 fs10 ">O Curso on-line de </SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs10 fb ">Sistema Brasileiro de Classificação de Solos: Implicações Agrícolas e Não Agrícolas</SPAN><SPAN class="ff2 fc5 fs10 "> </SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 ">é realizado pelo Infobibos &amp; Agroblue - Informações Tecnológicas para o Agronegócio, via INTERNET, através da Plataforma própria de Cursos on-line.<br/>O curso conta com 14 aulas, conforme pode ser observado no item </SPAN><SPAN class="ff3 fc0 fs10 fb ">Programação</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 ">, </SPAN><SPAN class="ff2 fc3 fs10 fb ">345 figuras, sendo a maior parte delas colorida</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 "> com carga horária de 90 horas-aula. Serão disponibilizados 16 perfis para trabalho prático individual a ser entregue até 20 dias após a última aula.<br/></SPAN><SPAN class="ff0 fc0 fs12 fb "></SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 "><br/></SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc3 fs10 fb ">Objetivos do curso</SPAN><SPAN class="ff2 fc0 fs10 "> <br/>- Mostrar a importância da classificação de solos tanto para fim agrícola como não agrícola<br/>- Mostrar a evolução das classificações utilizadas nos mapas pedológicos a partir de 1960 relacionando-as com o atual sistema brasileiro de classificação de solos<br/>- Treinar o aluno na classificação de solos usando o SiBCS e ainda:<br/><br/>A partir das considerações feitas para cada um dos atributos e horizontes de diagnóstico utilizados no SiBCS dar aos participantes informações que lhes permitam:<br/><br/>a) Diagnosticar e avaliar problemas específicos de comportamento dos solos de uma determinada classe dando subsídios para o estabelecimento de planejamento e/ou manejos mais adequados dos mesmos;<br/>b) Estimar a capacidade de uso sustentável do solo;<br/>c) Visualizar o comportamento agrícola e não agrícola dos solos através dos seus atributos e horizontes de diagnóstico e de seus dados analíticos;<br/>d) Estimar a capacidade de uso sustentável do solo;<br/>e) Produzir boletins técnicos complementares ao mapa pedológico mais compromissados com informações relativas ao comportamento dos solos das áreas mapeadas;<br/>f) Interpretar, mais eficientemente, mapas pedológicos para fins agrícolas e não agrícolas.</SPAN></p>
<p class=imAlign_left><SPAN class="ff2 fc0 fs10 "><a href="http://www.infobibos.com/cursosonline/classolos/">Saiba mais</a></SPAN></p>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Avaliação do potencial de impacto dos agrotóxicos no meio ambiente</title>
      <pubDate>Sun, 4 Apr 2010 19:28:50 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Agrotoxicos/Index.htm</link>
      <category>Meio Ambiente</category>
      <description><![CDATA[<FONT size=2><FONT face=Arial>Os agrotóxicos são desenvolvidos com objetivo de obter moléculas com propriedades únicas, como estabilidade térmica, à luz e/ou atividade biológica. Uma vez introduzidos no ambiente, podem se tornar poluentes em consequência da sua toxicidade ou de seus produtos de degradação. A necessidade de uma produtividade elevada tem levado a utilização cada vez maior dessas moléculas na agricultura o que pode causar impactos ao ambiente. As substâncias usadas no controle de pragas e doenças em ambientes agrícolas, urbanos, hídricos e industriais são potencialmente nocivas, podendo ser cancerígenas, mutagênicas, teratogênicas e mimetizadoras de hormônios. Por isso, há uma crescente preocupação associada à sua presença no meio ambiente, haja vista os possíveis impactos na qualidade das águas superficiais e subterrâneas e do solo. <FONT color=#008000><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_2/Agrotoxicos/Index.htm" target=conteúdo><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Importância na escolha da área de plantio e das mudas na formação da lavoura cafeeira</title>
      <pubDate>Wed, 31 Mar 2010 17:41:51 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_1/Cafe/Index.htm</link>
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      <category>Agricultura</category>
      <description><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana"><FONT size=2><FONT size=2 face=Arial>Na formação e renovação do cafezal, o produtor deve investir em mudas de alta qualidade genética e sanitária, pois o sucesso da lavoura se inicia na escolha de uma boa muda.</FONT><FONT color=#008000 size=2 face=Arial> </FONT><FONT size=2 face=Arial>As tecnologias para isso existem e são empregadas nas diversas regiões brasileiras produtoras de café. Na medida que a ciência avança com seus trabalhos experimentais, as técnicas de produção de mudas são aperfeiçoadas e aplicadas em viveiros e posteriormente no próprio plantio. Para o café arábica, <I>Coffea arabica L.</I>, a renovação do cafezal pode ser de duas formas: a primeira seria a utilização de podas para recuperar o cafezal depauperado, produtividade média em declínio, porém não há mortalidade das plantas. A segunda situação de renovação do cafezal seria a realização de um novo plantio devido à mortalidade das plantas a partir de 20% da população inicial.</FONT></FONT></SPAN><FONT color=#008000 size=2 face=Arial><FONT size=2 face=Arial> </FONT><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_1/Cafe/Index.htm" target=conteúdo><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></p></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Cultura do arroz: Importância econômica e principais pragas no Rio Grande do Sul</title>
      <pubDate>Mon, 29 Mar 2010 20:16:00 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_1/Arroz/Index.htm</link>
      <category>Agricultura</category>
      <description><![CDATA[O arroz (<I>Oriza sativa</I>) é uma gramínea anual, classificada no grupo de plantas C-3, adaptada a ambientes aquáticos, esta adaptação é devido à presença de aerênquima no colmo e nas raízes das plantas, possibilitando a passagem de oxigênio do ar para a camada da rizosfera (SOSBAI, 2005). É uma importante cultura agrícola, sendo o Rio Grande do sul o maior produtor do Brasil, responsável por 58,9% da produção nacional (IBGE, 2006). Considerado o alimento básico para cerca de 2,4 bilhões de pessoas e segundo estimativas, até 2050 haverá uma demanda para atender ao dobro desta população (ALONÇO et al,2006). A maioria dos países produtores não dispõe de área agriculturável necessária para expansão da produção, portanto, a maior demanda deve ser atendida pelo aumento da produtividade (FREITAS, 2007). <FONT color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_1/Arroz/Index.htm" target=conteúdo><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Temperatura e calor</title>
      <pubDate>Wed, 24 Mar 2010 20:38:47 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_1/VariaveisFisicas/Index.htm</link>
      <category>Climatologia</category>
      <description><![CDATA[<FONT size=2><FONT face=Arial>Temperatura,&nbsp; variável de enorme&nbsp; importância nos estudos hidrobiológicos e para as atividades agropecuárias, -p.ex. aqüicola - ,&nbsp; nesta influindo e determinando desde à escolha do local para implantação do empreendimento, na escolha das espécies a serem criadas, no manejo das criaturas mantidas como reprodutoras, nas épocas melhores para se realizar a reprodução induzida ou não, na manutenção, engorda e despesca, no entendimento da biologia das espécies a serem trabalhadas, no manejo, na relação e inter-relação de inúmeras outras variáveis físicas, químicas e biológicas ocorridas na água e no solo, além das ocorridas nas próprias espécies criadas. Pouquíssimos são os criatórios que mantêm uma periodicidade na determinação e interpretação dessa variável temperatura, (do ar e da água), e o porque disso, do quase total desprezo, podendo-se assim dizer, se deve a falta de melhores informações sobre o&nbsp; que significa e aonde tal variável interfere. Essa displicência,&nbsp; (falta de interesse e de conhecimento), é notada desde os mais simples criadores até nos muitos tidos técnicos em criação de organismos aquáticos. <FONT color=#008000><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_1/VariaveisFisicas/Index.htm" target=conteúdo><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Uso de imagem digital para seleção e classificação de frutas e hortaliças</title>
      <pubDate>Tue, 23 Mar 2010 20:44:39 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_1/Imagem/Index.htm</link>
      <category>Fruticultura</category>
      <description><![CDATA[<SPAN style="COLOR: black"><FONT size=2>O<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>Brasil<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>é<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>um<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>dos<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>três<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>maiores<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>produtores<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>de<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>frutas<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>do<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>mundo,<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>ficando<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>somente atrás da<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>China<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>e Índia, representando<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>cerca<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>de 5%<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>da<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>produção<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>mundial. Sua<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>produção superou 40 milhões de toneladas em 2008, sendo que o mercado de frutas frescas detém cerca<SPAN style="LETTER-SPACING: 4pt"> </SPAN>de<SPAN style="LETTER-SPACING: 4pt"> </SPAN>47%<SPAN style="LETTER-SPACING: 4pt"> </SPAN>do<SPAN style="LETTER-SPACING: 4pt"> </SPAN>total<SPAN style="LETTER-SPACING: 4pt"> </SPAN>produzido.<SPAN style="LETTER-SPACING: 4pt"> </SPAN>Segundo<SPAN style="LETTER-SPACING: 4pt"> </SPAN>o<SPAN style="LETTER-SPACING: 4pt"> </SPAN>Instituto<SPAN style="LETTER-SPACING: 4pt"> </SPAN>Brasileiro<SPAN style="LETTER-SPACING: 4pt"> </SPAN>de<SPAN style="LETTER-SPACING: 4pt"> </SPAN>Frutas<SPAN style="LETTER-SPACING: 3pt"> </SPAN>(Ibraf),<SPAN style="LETTER-SPACING: 3pt"> </SPAN>a fruticultura<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>brasileira<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>tem<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>potencial<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>para<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>aumentar<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>em<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>mais<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>28<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>milhões<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>de<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>toneladas<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>em exportações<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>(Agência<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>Sebrae,<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>2009).<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>Em<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>relação<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>às<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>hortaliças,<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>nos<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>últimos<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>dez<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>anos<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>a produção<SPAN style="LETTER-SPACING: 3pt"> </SPAN>de<SPAN style="LETTER-SPACING: 3pt"> </SPAN>hortaliças<SPAN style="LETTER-SPACING: 3pt"> </SPAN>no<SPAN style="LETTER-SPACING: 3pt"> </SPAN>país<SPAN style="LETTER-SPACING: 3pt"> </SPAN>aumentou<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>mais<SPAN style="LETTER-SPACING: 3pt"> </SPAN>de<SPAN style="LETTER-SPACING: 3pt"> </SPAN>30%<SPAN style="LETTER-SPACING: 3pt"> </SPAN>e<SPAN style="LETTER-SPACING: 3pt"> </SPAN>a<SPAN style="LETTER-SPACING: 3pt"> </SPAN>produtividade<SPAN style="LETTER-SPACING: 3pt"> </SPAN>38%<SPAN style="LETTER-SPACING: 3pt"> </SPAN>(Melo, 2008). Em 2006, a produção total de hortaliças foi de 17.000 mil toneladas, gerando cerca de<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>R$<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>11.000<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>milhões,<SPAN style="LETTER-SPACING: 3pt"> </SPAN>sendo<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>que<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>tomate,<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>batata,<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>melancia,<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>cebola,<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>cenoura<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>e<SPAN style="LETTER-SPACING: 2pt"> </SPAN>batata-doce respondem por 64% do total produzido (IBGE, 2009; Melo, 2008). </FONT></SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_1/Imagem/Index.htm" target=conteúdo><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Desafios no consórcio milho safrinha e braquiária</title>
      <pubDate>Mon, 22 Mar 2010 19:46:21 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_1/Consorcio/Index.htm</link>
      <category>Lavoura-Pecuária</category>
      <description><![CDATA[<FONT size=2><FONT face=Arial>A soja e o milho são as duas principais culturas produtoras de grãos no Brasil. A soja predomina nos cultivos de verão e o milho safrinha durante o outono-inverno, principalmente na região Centro-oeste e parte das regiões Sul e Sudeste. O plantio direto é o sistema predominante de cultivo, porém esta sucessão de culturas apresenta baixos índices de cobertura do solo com palha, favorecendo a degradação do solo e redução na produtividade das culturas. O cultivo consorciado de milho safrinha com braquiária pode proporcionar quantidade e qualidade ideais de palha para cobertura do solo, proporcionando benefícios às culturas cultivadas em sucessão, em especial a soja. A semeadura simultânea com linhas alternadas de milho e braquiária, desenvolvida pela Embrapa Agropecuária Oeste, é uma tecnologia reconhecida pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento - MAPA, através do Zoneamento de Riscos Climáticos para os Estados de Mato Grosso do Sul e Paraná. <FONT color=#008000><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_1/Consorcio/Index.htm" target=conteúdo><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>O sumiço e o aparecimento das águas</title>
      <pubDate>Wed, 17 Mar 2010 19:49:16 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_1/Aguas1/Index.htm</link>
      <category>Meio Ambiente</category>
      <description><![CDATA[<SPAN style="COLOR: black"><FONT size=2>Num alongado planalto escarpado, sustentada por rochas calcárias do Grupo Corumbá (Neoproterozóico III) “, no sentido norte-sul, por 300 km de extensão e de 20 a 50 km de largura, encontra-se a&nbsp; Serra da Bodoquena&nbsp; que se dirigi para o oeste com borda&nbsp; escarpada de 200 m de desnível. Quando voltada para a planície pantaneira, inclina-se gradativamente a leste, se ajustando e cedendo-se à planície de inundação do Rio Miranda, (BOGGIANI et alli, 1999)”. No centro há um maciço rochoso, (Maciço do Perdido), com exposição dos calcários muito puros (Formação Tamengo), onde se localizam as maiores altitudes, com afloramento de rochas e aparecimento, para leste, (450 a 650 m) de remanescentes da vegetação do planalto a qual deve ser preservada, sendo o reservatório subterrâneo das águas que irão surgir na planície à leste, como inúmeras ressurgências cársticas. As cabeceiras dos seus rios apresentam águas com turbidez praticamente nula, cortando todo o planalto, se dirigindo para a planície do Rio Miranda e desembocando na margem esquerda do mesmo rio, (BOGGIANI op cit). Atenção: ressalta-se aqui o necessário e contínuo desenvolvimento de estudos geohidrológicos em todo sistema da Serra da Bodoquena/MS-Br. </FONT></SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_1/Aguas1/Index.htm" target=conteúdo><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Milho: pragas iniciais exigem atenção e controle</title>
      <pubDate>Mon, 15 Mar 2010 19:51:17 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_1/PragasMilho/Index.htm</link>
      <category>Fitopatologia</category>
      <description><![CDATA[<FONT size=2><FONT face=Arial>Produtores de milho safrinha devem ficar atentos às pragas iniciais que atacam a cultura. Assim como a soja, o milho também sofre o ataque de pragas iniciais que podem causar a redução de stand (número de plantas por unidade de área). O pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS), Crébio José Ávila, alerta sobre a seriedade do problema porque o milho, diferentemente da soja, não tem a capacidade de compensação da produtividade por área, em função da perda parcial de stand. As pragas iniciais do milho mais preocupantes em Mato Grosso do Sul são: coró, percevejo barriga-verde, tripes e lagarta-do-cartucho. O coró é uma praga de solo que consome o sistema radicular do milho, o que prejudica a absorção de água e nutrientes. De acordo com o pesquisador, os danos são mais acentuados e visíveis quando o ataque ocorre na fase inicial de desenvolvimento da cultura e em períodos de estiagem. O controle da praga pode ser feito com a aplicação de inseticidas nas sementes ou em pulverização no sulco de semeadura. <FONT color=#008000><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_1/PragasMilho/Index.htm" target=conteúdo><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT></FONT></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Vai faltar água?</title>
      <pubDate>Fri, 12 Mar 2010 19:52:58 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_1/QualidadeAgua/Index.htm</link>
      <category>Meio Ambiente</category>
      <description><![CDATA[<FONT size=2><FONT face=Arial>Para produzir um (1) quilo de arroz são necessários 1900 litros de água. Gastamos 3900 litros de água para ter um (1) quilo de carne de frango e cerca de 5800 litros para um (1) de carne de gado. Eis alguns exemplos que nos fazem pensar no uso racional de todos os recursos terrestres. Mas isso sempre foi assim? Sempre se fez uso dessa quantidade, no caso desse precioso líquido? Seria mesmo a água um recurso natural interminável, considerando o seu ciclo natural? Em reservas hídricas, atualmente, o Brasil é o país mais rico em todo a Terra, dispondo de 13.7% de todo a água doce, (vejam esse número), além de ter a maior área úmida continental do planeta, formando o nosso Pantanal e as mais extensas florestas alagáveis na Amazônia. <SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">Por exemplo: - para produzir 33 m³ por segundo de água tratada, uma estação como o Guaraú, no município de São Paulo, se gasta em média 10 toneladas de cloro, 45 toneladas de sulfato de alumínio e mais 16 toneladas de cal - por dia!</SPAN></FONT></FONT><FONT color=#008000>
<p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_1/QualidadeAgua/Index.htm" target=conteúdo><FONT color=#000080 size=2>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></p></FONT>]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Comércio exterior paulista e brasileiro: resultados obtidos no período 1997-2009</title>
      <pubDate>Thu, 11 Mar 2010 19:55:22 -0300</pubDate>
      <link>http://www.infobibos.com/Artigos/2010_1/ComercioExterior/Index.htm</link>
      <category>Economia</category>
      <description><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px" class=MsoNormal><FONT size=2 face=Arial>As exportações paulistas avançaram no período 1997-2009, de US$ 18,09 bilhões para US$ 42,48 bilhões. Esse movimento se deu em três fases, a primeira com ritmo reduzido, no decorrer dos seis primeiros anos analisados (1997-2002) quando evoluíram de US$18,09 bilhões para US$ 20,11 bilhões. Na segunda fase, as exportações paulistas obtiveram crescimento significativo saindo de US$ 20,11 bilhões em 2002 para atingir US$ 57,33 bilhões em 2008. Em 2009, os impactos da crise econômica mundial produziram queda nas exportações atingindo 42,46 bilhões. Nas importações paulistas houve oscilações entre os anos de 1997 e 2002, com leve tendência de queda, saindo de US$ 28,53 bilhões para US$ 19,84 bilhões. Porém, após esse período nota-se um acréscimo, avançando em ritmo acelerado para atingir US$ 66,35 bilhões em 2008. <FONT color=#008000 size=2 face=Arial><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT color=#000080><B><a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2010_1/ComercioExterior/Index.htm" target=conteúdo><FONT color=#000080>Saiba mais...</FONT></a></B></FONT></SPAN></FONT></FONT></p>]]></description>
    </item>
  </channel>
</rss>